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O Partido Democrático Trabalhista (PDT) entrou com um mandado de segurança preventivo no Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) para tentar garantir que a próxima eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), marcada para esta sexta-feira (17), seja realizada por voto secreto.
O partido afirma que a adoção do voto aberto violaria a Constituição, o regimento interno da Casa e colocaria deputados sob risco de retaliações políticas.
O pedido foi protocolado após a anulação, por decisão judicial, da eleição realizada em 26 de março que elegeu Douglas Ruas (PL), quando a presidência da Casa foi escolhida em sessão extraordinária com votação aberta, modelo que o PDT considera ilegal.
Em atualização
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) entrou com um mandado de segurança preventivo no Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) para tentar garantir que a próxima eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), marcada para esta sexta-feira (17), seja realizada por voto secreto.
O partido afirma que a adoção do voto aberto violaria a Constituição, o regimento interno da Casa e colocaria deputados sob risco de retaliações políticas.
O pedido foi protocolado após a anulação, por decisão judicial, da eleição realizada em 26 de março que elegeu Douglas Ruas (PL), quando a presidência da Casa foi escolhida em sessão extraordinária com votação aberta, modelo que o PDT considera ilegal.
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