A Polícia Civil do RJ iniciou nesta segunda-feira (16) mais uma fase da Operação Rastreio, contra a cadeia criminosa de roubo e furto de celulares e a receptação desses materiais. Desta vez, o alvo é uma quadrilha especializada em fraudes bancárias a partir de telefones roubados.
Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) saíram para cumprir mandados de busca e apreensão no Centro, Oswaldo Cruz, Penha, Cachambi, Maria da Graça, Engenho Novo, Ramos, Brás de Pina e Vila Valqueire, além dos municípios de São João de Meriti e Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
Esta reportagem está em atualização.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
1 ano de investigações
A investigação começou em maio do ano passado, quando a DRCPIM desarticulou uma quadrilha de ladrões e receptadores de telefones. Na ocasião, 16 pessoas foram presas, e mais de 200 aparelhos, apreendidos e periciados.
A delegacia descobriu, ao extrair os dados desses telefones, como era a fraude bancária.
Segundo a DRCPIM, os estelionatários adquiriam os aparelhos produtos de crime no Mercado Popular da Uruguaiana, no Centro do Rio. Em seguida, eles violavam os dispositivos para acessar aplicativos financeiros das vítimas e realizavam transferências para contas abertas pela quadrilha — criadas com documentos falsos ou em nome de laranjas.
Por fim, esse valor era sacado, o que dificultava o rastreamento do fluxo financeiro.
Histórico
A ação faz parte da Operação Rastreio, iniciativa do governo do RJ para combater a cadeia criminosa que envolve a subtração e a receptação de celulares.
As ações contínuas já resultaram mais de 13.300 celulares recuperados, sendo 6 mil aparelhos devolvidos para os legítimos donos. Até o momento, são mais de 850 criminosos presos, entre ladrões e receptadores.
Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) saíram para cumprir mandados de busca e apreensão no Centro, Oswaldo Cruz, Penha, Cachambi, Maria da Graça, Engenho Novo, Ramos, Brás de Pina e Vila Valqueire, além dos municípios de São João de Meriti e Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
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1 ano de investigações
A investigação começou em maio do ano passado, quando a DRCPIM desarticulou uma quadrilha de ladrões e receptadores de telefones. Na ocasião, 16 pessoas foram presas, e mais de 200 aparelhos, apreendidos e periciados.
A delegacia descobriu, ao extrair os dados desses telefones, como era a fraude bancária.
Segundo a DRCPIM, os estelionatários adquiriam os aparelhos produtos de crime no Mercado Popular da Uruguaiana, no Centro do Rio. Em seguida, eles violavam os dispositivos para acessar aplicativos financeiros das vítimas e realizavam transferências para contas abertas pela quadrilha — criadas com documentos falsos ou em nome de laranjas.
Por fim, esse valor era sacado, o que dificultava o rastreamento do fluxo financeiro.
Histórico
A ação faz parte da Operação Rastreio, iniciativa do governo do RJ para combater a cadeia criminosa que envolve a subtração e a receptação de celulares.
As ações contínuas já resultaram mais de 13.300 celulares recuperados, sendo 6 mil aparelhos devolvidos para os legítimos donos. Até o momento, são mais de 850 criminosos presos, entre ladrões e receptadores.