O Banco de Brasília (BRB) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que eventuais delações sobre o caso Master determinem a reserva de dinheiro para cobrir prejuízos causados ao banco em sua relação com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.
“No âmbito de procedimentos judiciais relacionados a operações mantidas com o Banco Master, a Companhia protocolou petição incidental com pedido de tutela cautelar, com o objetivo de resguardar seu direito à eventual recomposição integral de danos sofridos”, disse o BRB em comunicado ao mercado.
Até o momento, não há nenhum acordo de delação premiada assinado envolvendo os investigados no caso Master. Mas o BRB fala em medida antecipada . E não há precedentes de pedidos prévios de reparação de prejuízos
O BRB entrou com pedido no STF para garantir que a eventuais delações no caso Master reservem dinheiro para cobrir o rombo causado no BRB.
Segundo o BRB, é um “ pedido de tutela cautelar, com o
objetivo de resguardar seu direito à eventual recomposição integral de danos sofridos”
“A medida judicial visa, especificamente, à eventual reserva, segregação e vinculação de
bens, valores, ativos, créditos e fluxos financeiros que venham a ser identificados, recuperados,
bloqueados, repatriados ou ofertados no contexto de investigações em curso, inclusive no âmbito
de eventuais acordos de colaboração premiada” , diz o comunicado ao mercado
O BRB fez o pedido citando a Lei da delação premiada (12.850/2013) e o Código Penal. E afirmou que “eventuais valores recuperados devem observar a priorização da reparação dos prejuízos causados
às partes lesadas”.
O BRB afirmou que se trata de iniciativa de “ natureza preventiva e cautelar” .
E que não há, no presente momento, definição quanto à existência, quantificação ou efetiva
realização de quaisquer valores a serem eventualmente recuperados.
“No âmbito de procedimentos judiciais relacionados a operações mantidas com o Banco Master, a Companhia protocolou petição incidental com pedido de tutela cautelar, com o objetivo de resguardar seu direito à eventual recomposição integral de danos sofridos”, disse o BRB em comunicado ao mercado.
Até o momento, não há nenhum acordo de delação premiada assinado envolvendo os investigados no caso Master. Mas o BRB fala em medida antecipada . E não há precedentes de pedidos prévios de reparação de prejuízos
O BRB entrou com pedido no STF para garantir que a eventuais delações no caso Master reservem dinheiro para cobrir o rombo causado no BRB.
Segundo o BRB, é um “ pedido de tutela cautelar, com o
objetivo de resguardar seu direito à eventual recomposição integral de danos sofridos”
“A medida judicial visa, especificamente, à eventual reserva, segregação e vinculação de
bens, valores, ativos, créditos e fluxos financeiros que venham a ser identificados, recuperados,
bloqueados, repatriados ou ofertados no contexto de investigações em curso, inclusive no âmbito
de eventuais acordos de colaboração premiada” , diz o comunicado ao mercado
O BRB fez o pedido citando a Lei da delação premiada (12.850/2013) e o Código Penal. E afirmou que “eventuais valores recuperados devem observar a priorização da reparação dos prejuízos causados
às partes lesadas”.
O BRB afirmou que se trata de iniciativa de “ natureza preventiva e cautelar” .
E que não há, no presente momento, definição quanto à existência, quantificação ou efetiva
realização de quaisquer valores a serem eventualmente recuperados.