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  • Geleia de tomate com pimenta: aprenda receita agridoce com a fruta

    Geleia de tomate com pimenta: aprenda receita agridoce com a fruta

    Geleia de tomate com pimenta: aprenda receita agridoce com a fruta
    Geleia de tomate com pimenta: aprenda receita agridoce com a fruta
    O Caminhos do Campo desta semana acompanhou o preparo de uma geleia de tomate com pimenta chilli, com um sabor agridoce que combina com pães, queijos e carnes.
    A receita é feita pela Marcilene Pereira, agricultora de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. A família dela empreende com o colha-e-pague de tomates e com a venda de geleias artesanais na cidade.
    Ingredientes:
    Geleia de tomate com pimenta
    Reprodução/Caminhos do Campo
    1 kg de tomate
    400 g de açúcar
    3 g de sal
    2 g de pimenta chilli
    3 limões
    1 g de fumaça em pó
    Modo de preparo:
    Comece higienizando os tomates. Depois, corte as pontas, para que a geleia não escureça. Levemente, com a faca, faça dois cortes, formando um “X” na casca, e leve para a panela em água fervente por cerca de 1 minuto, até começar a soltar a casca.
    Enxágue em água fria e retire toda a casca, para evitar caroços na geleia.
    Bata os tomates no liquidificador. Em seguida, leve ao fogo alto até ferver. Deixe cozinhar por cerca de 5 minutos e acrescente os outros ingredientes, sempre mexendo bem para dissolver: o açúcar, o sal, a pimenta, o suco de três limões e, por último, a fumaça em pó.
    A pimenta e a fumaça em pó podem ser compradas em casas de produtos naturais. A receita também pode ser feita com outras pimentas de sua preferência. Já a fumaça em pó serve para acrescentar um sabor de defumado à geleia.
    Cozinhe, mexendo com cuidado para não queimar, por cerca de 30 minutos, até chegar ao ponto de geleia.
    Para envasar, a dica de Marcilene é usar potes esterilizados e transferir a geleia ainda fervendo, com muito cuidado. Assim, a tampa pega pressão e a geleia pode durar até seis meses fora da geladeira. Depois de aberta, ela deve ser refrigerada e consumida em até 30 dias.
    Sirva com pães, queijos, pão de queijo ou carnes – Marcilene conta que a geleia harmoniza muito bem com carne de porco, podendo substituir o molho barbecue.
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  • Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã; SIGA

    Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã; SIGA

    Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã; SIGA
    Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã; SIGA Confirmação do presidente dos EUA encerra dois dias de buscas a tripulantes de F-15 que caiu em território iraniano. No sábado, Trump afirmou que episódio não atrapalha negociações, mas deu novo ultimato para que Teerã reabra Estreito de Ormuz. Os Estados Unidos resgataram o tripulante do caça F-15E derrubado na última sexta-feira (3), no Irã; Trump: ‘são e salvo’. Presidente americano deu prazo até segunda-feira para Irã reabrir Estreito de Ormuz. . Em sinal de flexibilização, o Irã autoriziou a passagem de navios com bens essenciais pelo estreito. . Ainda assim, o Conselho de Segurança vai votar resolução que permite uso da força no Estreito de Ormuz. A votação foi adiada para negociações. . Já no front de guerra, Israel disse ter bombardeado usinas siderúrigicas e petroquímicas do Irã.
  • FOTO: astronautas da Artemis II enviam imagem inédita da lua

    FOTO: astronautas da Artemis II enviam imagem inédita da lua

    FOTO: astronautas da Artemis II enviam imagem inédita da lua
    Astronautas da Artemis II capturam primeiras imagens da lua
    Reprodução/Nasa
    A NASA divulgou neste domingo (5) uma imagem da Lua registrada por astronautas a bordo da missão Artemis II. Segundo a agência espacial, a foto revela parte da bacia Oriental — um feito inédito para a observação humana. Até então, essa região lunar só havia sido registrada por equipamentos robóticos.
    “Nesta nova imagem da nossa tripulação da Artemis II, você pode ver a bacia Oriental na borda direita do disco lunar. Esta missão marca a primeira vez que toda a bacia foi vista a olho nu”, diz a publicação compartilhada no X.
    Durante uma atualização da missão no sábado (4), o astronauta Victor Glover já havia afirmado que a tripulação conseguiu capturar imagens detalhadas da superfície lunar, incluindo a bacia Oriental: A uma enorme cratera de impacto na Lua, formada por um antigo choque de asteroide.
    Os astronautas a bordo da cápsula Orion, da NASA, também relataram que a Lua está “definitivamente ficando maior” à medida que a espaçonave se aproxima para o sobrevoo lunar.
    Segundo eles, a nova perspectiva reforça a distância já percorrida: a Terra aparece cada vez menor, enquanto a Lua domina o campo de visão.
    A expedição, lançada na quarta-feira (1º) da Flórida, marca o retorno de voos tripulados ao entorno da Lua após mais de meio século — desde o fim do programa Apollo, em 1972.
    A tripulação é formada por Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da Nasa, além de Hansen, da Agência Espacial Canadense.
    Veja o cronograma da missão:
    Veja o cronograma da Artemis II
  • Acre tem quase 300 pessoas chamadas Jesus, aponta IBGE

    Acre tem quase 300 pessoas chamadas Jesus, aponta IBGE

    Acre tem quase 300 pessoas chamadas Jesus, aponta IBGE
    Acre tem quase 300 Jesus, segundo IBGE
    TV Clube
    Neste domingo (5), quando cristãos de todo o mundo celebram a Páscoa, data que marca a ressurreição de Jesus Cristo, um dado curioso chama atenção no Acre: 298 pessoas no estado carregam o nome ‘Jesus’, segundo o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    O número representa 0,04% da população acreana, estimada em 830.018 habitantes, e coloca o nome na 348ª posição entre os mais comuns no estado. A média de idade entre os acreanos chamados Jesus é de 34 anos.
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    A capital, Rio Branco, concentra a maior quantidade de pessoas com o nome: são 125 registros. Em seguida aparecem Tarauacá (30), Jordão (25), Cruzeiro do Sul (23), Feijó (13), Brasiléia (13) e Epitaciolândia (12).
    Proporcionalmente, Jordão se destaca: 0,27% da população do município tem o nome, o que o coloca entre os 10 locais com maior proporção no país.
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    Os dados mostram ainda que o nome atravessa gerações, com maior concentração entre nascidos entre as décadas de 1970 e 1980. Veja abaixo:
    37 pessoas nasceram entre 1960 e 1969
    49 entre 1970 e 1979
    56 entre 1980 e 1989
    34 entre 1990 e 1999
    51 entre 2000 e 2009
    35 entre 2010 e 2019
    Além disso, o Censo contabilizou 19 pessoas com o nome entre 2020 e 2022, número que não entra no gráfico por abranger um período menor.
    De origem religiosa, Jesus tem forte ligação com a tradição cristã. O nome, muitas vezes adotado como sobrenome na Idade Média, na forma ‘de Jesus’, era usado para indicar devoção e identidade religiosa.
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    Acre tem quase 300 pessoas chamadas Jesus, segundo IBGE
    Reprodução/IBGE
    Cenário regional e nacional
    Na Região Norte, o Acre aparece atrás de alguns estados em números absolutos. Veja o ranking:
    Amazonas: 1.548
    Roraima: 1.445
    Pará: 1.419
    Rondônia: 325
    Tocantins: 260
    Amapá: 160
    Apesar disso, proporcionalmente, o Acre ocupa a 3ª posição entre os estados brasileiros com maior presença do nome em relação à população.
    Atualmente, ele segue presente no Brasil: é o 30º nome mais comum entre aqueles iniciados com a letra J.
    As informações fazem parte do banco de nomes do IBGE, com base no Censo 2022, que reúne dados de todos os moradores dos 90,7 milhões de domicílios recenseados no país entre 1940 e 2022.
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    VÍDEOS: g1
  • Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um delicioso escondidinho de mandioca com carne seca

    Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um delicioso escondidinho de mandioca com carne seca

    Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um delicioso escondidinho de mandioca com carne seca
    Aprenda a fazer um delicioso escondidinho de mandioca com carne seca
    Reprodução/TV TEM
    O Nosso Campo deste domingo (5) ensina a preparar um delicioso escondidinho de mandioca com carne seca. Saiba como fazer:
    Ingredientes
    Massa (purê):
    1 kg de mandioca cozida (sem o filamento central);
    2 caixas de creme de leite;
    2 colheres (sopa) bem cheias de manteiga;
    1 cebola pequena picada;
    Sal a gosto.
    Recheio:
    500 g de carne seca dessalgada, cozida e desfiada;
    1 cebola picada;
    Cheiro-verde a gosto;
    Um fio de óleo (para refogar).
    Cobertura:
    350 g de queijo muçarela ralado.
    Modo de preparo
    Carne Seca:
    Lave bem a carne seca e deixe de molho em água de um dia para o outro, na geladeira, trocando a água se necessário;
    No dia seguinte, lave novamente e cozinhe na panela de pressão por cerca de 40 minutos;
    Retire a pressão, escorra a água e desfie bem a carne;
    Em uma panela com um fio de óleo, refogue a cebola picada;
    Adicione a carne desfiada, misture bem e reserve.
    Massa (Purê):
    Cozinhe a mandioca na panela de pressão (em média 15 minutos após pegar pressão);
    Retire o filamento central da mandioca e amasse-a ainda quente até obter uma textura lisa;
    Em uma panela, derreta a manteiga e refogue a cebola até dourar;
    Acrescente a mandioca amassada e mexa até começar a desgrudar do fundo da panela;
    Tempere com sal, adicione o creme de leite e misture até incorporar totalmente;
    Em um refratário, espalhe metade do purê de mandioca;
    Coloque todo o recheio de carne seca e finalize com a outra metade do purê;
    Cubra com o queijo muçarela ralado;
    Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 15 minutos ou até que o queijo doure e comece a borbulhar nas bordas.
    Bom apetite!
    Veja a reportagem exibida no programa em 05/04/2026:
    Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um delicioso escondidinho de mandioca com carne seca
    VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo
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  • Tocantins registra 60 mortes violentas no primeiro trimestre de 2026

    Tocantins registra 60 mortes violentas no primeiro trimestre de 2026

    Tocantins registra 60 mortes violentas no primeiro trimestre de 2026
    Tocantins registra 60 mortes violentas nos primeiros meses de 2026
    O Tocantins teve 60 mortes violentas no primeiro trimestre de 2026. O número é maior que o registrado no mesmo período de 2025, quando 58 pessoas foram assassinadas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os dados incluem homicídios, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.
    A Secretaria de Segurança Pública informou, em nota, que os índices de homicídios estão em uma “situação de estabilidade”. A pasta afirmou que os números caíram nos últimos anos por causa de operações policiais que enfraqueceram facções criminosas (veja íntegra da nota abaixo).
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    Famílias das vítimas cobram justiça. Em fevereiro, Alisson Pinheiro de Sousa, de 22 anos, morreu após ser baleado no peito em Gurupi, no sul do estado. Ele assistia a um jogo de futebol quando foi atingido durante um tiroteio. A mãe dele, Régina Pinheiro, desabafou sobre a perda:
    “Ele era uma criança especial, pra todos ele era uma criança, porque ele gostava muito de brincar. Então pra mim é minha eterna criança. Aí, morrer da forma que ele morreu”, lamentou a mãe, emocionada.
    Segundo a polícia, a morte de Alisson aconteceu após uma confusão entre grupos pela disputa de território. Dois homens foram indiciados por homicídio qualificado e tentativa de homicídio.
    Balanço da SSP mostra que 60 pessoas foram mortas entre janeiro e março deste ano
    Reprodução/Redes sociais
    A morte de Henrique Cardoso de Sousa, também de 22 anos, completou um ano sem solução. Ele foi morto em Tocantinópolis após ser atingido na cabeça durante uma briga em um bar na qual não estava envolvido.
    A irmã dele, Esmeralda, questiona a demora para prender os suspeitos. “Por que esses acusados continuam soltos na sociedade? Perder alguém assim tão próximo, da família, da forma que foi, é algo muito revoltante”, disse ela.
    O g1 questionou a SSP sobre o caso neste sábado (4), mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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    Veja os crimes registrados no primeiro trimestre de 2026:
    Homicídios: 53 casos;
    Feminicídios: 4 casos;
    Lesão corporal seguida de morte: 2 casos;
    Latrocínio (roubo seguido de morte): 1 caso.
    Sobre a classificação dos crimes, a SSP explicou que o portal de estatísticas é atualizado em tempo real. Um caso pode ser alterado conforme a investigação avança, como mudar de latrocínio para homicídio. Segundo o órgão, isso faz parte do trabalho e não indica erro nos dados.
    A secretaria disse também que as estratégias de combate ao crime são sigilosas para não atrapalhar as investigações.
    Íntegrada nota da SSP
    A Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informa que o Tocantins teve, no primeiro trimestre de 2026, situação de estabilidade no índice de homicídios registrados. Em números absolutos foram 53 casos neste ano, enquanto no mesmo período do ano passado houve 52 ocorrências, sendo as cidades mais populosas as que concentram a maior quantidade de casos.
    Destaca-se ainda que o Tocantins obteve, nos últimos anos, sucessivas quedas nos números de homicídios e de crimes violentos. Os patamares atuais representam alguns dos melhores resultados já registrados e colocam o Estado entre as unidades federativas com os menores índices de violência em termos relativos do país – realidade atestada por todos os estudos independentes publicados recentemente.
    Os números positivos podem ser creditados, em larga medida, ao volume sem precedentes de operações realizadas pela Polícia Civil, que enfraqueceram as facções criminosas e frearam disputas territoriais que vinham causando ondas de violência em algumas regiões.
    Por questões de segurança, as estratégias investigativas e de combate ao crime não podem ser detalhadas para a imprensa, uma vez que a divulgação das informações comprometeria a aplicação prática nas diligências. A SSP/TO informa que permanece absolutamente comprometida com a manutenção da trajetória de queda da criminalidade no Tocantins.
    Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
  • Mousse de abacate: Jornal do Campo ensina receita prática e deliciosa

    Mousse de abacate: Jornal do Campo ensina receita prática e deliciosa

    Mousse de abacate: Jornal do Campo ensina receita prática e deliciosa
    Aprenda a fazer mousse de abacate
    O Sabores do Campo de domingo (5) traz uma receita prática e deliciosa, mas com alguns segredos. O mousse de abacate com um toque de limão. Quem ensina é a confeiteira Larissa Oliveira que desde pequena gosta de cozinhar.
    Larissa contou que fazia comida e vendia na escola, assim, ela conseguia comprar o que ela queria sem precisar pedir aos pais. Hoje, ela ama o trabalho de confeiteira e faz tudo com amor.
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    Ingredientes:
    1 abacate grande
    Suco de 1 limão (1/4 de xícara)
    395 g de leite condensado
    200 g creme de leite
    Três colheres de leite em pó
    Raspas de limão para decorar
    Mousse de abacate: Jornal do Campo ensina receita fácil e deliciosa
    Reprodução/TV Anhanguera
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    Passo a passo
    No liquidificador, coloque o abacate picado, o limão, o creme de leite, o leite condensado e o leite em pó. Deixe bater por alguns minutos. Distribua o mousse em refratários, decore com as raspas de limão. Dica: para dar uma consistência mais firme, misture chantilly. Leve para a geladeira por quatro horas e está pronto.
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    VÍDEOS: veja as receitas do Jornal do Campo
  • Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas

    Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas

    Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas
    Fazenda que hospedou Dom Pedro II abre para visitação em Tietê
    Reprodução/TV TEM
    Uma paisagem que encanta, um lugar tranquilo para se conectar com a natureza e uma viagem no tempo. A histórica Fazenda da Serra, em Tietê (SP), cujo casarão de mais de 1.200 m² foi construído em meados de 1800, está abrindo suas portas para visitação, revelando um capítulo importante da história do Brasil.
    No final do Império, em 1879, a fazenda teve a honra de hospedar por cerca de uma semana o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina. Entusiasta das ciências e da tecnologia, o monarca visitou a região para inaugurar uma ferrovia e, principalmente, para conhecer o manejo e a agricultura de ponta da época, durante o auge do ciclo do café.
    O que era parte do imaginário local agora poderá ser visto de perto em eventos pontuais ao longo do ano.
    Tesouros da época imperial
    A fazenda guarda preciosidades que remontam à visita. O corrimão da escadaria principal foi importado da França em 1876, especialmente para receber o imperador. O piso de madeira, a porta de entrada e até uma pia na sala são originais da época. Parte da pintura em estilo afresco foi cuidadosamente restaurada, mantendo viva a atmosfera do passado.
    Segundo relatos, Dom Pedro II tinha o costume de plantar uma palmeira imperial em cada local que visitava. Embora a árvore plantada na fazenda tenha caído com o tempo, seu tronco permanece no local como um vestígio da visita.
    De memória de família a atração turística
    As irmãs Regina Helena Dahas de Carvalho e Roselene Carvalho Santili herdaram a fazenda e, junto com suas filhas, preservam essa memória. Elas relembram a infância marcada pela presença do imperador no imaginário.
    “A vida toda brincamos aqui falando: ‘Dom Pedro passou por aqui’”, contam. Elas mencionam a construção de um “quarto de banho” com água corrente de mina, uma exigência do monarca na época.
    Agora, a família decidiu compartilhar essa riqueza com o público. Melina Santilli, filha de Roselene, está à frente da organização dos eventos. “Era algo que a cidade sempre pedia. Temos um patrimônio histórico muito importante para mostrar. Então, resolvemos abrir nossas portas”, explica.
    As visitas guiadas incluirão novidades como um café da manhã e a degustação do café produzido na própria fazenda. Os eventos serão pontuais e divulgados previamente.
    A história completa, incluindo a senzala
    A experiência também oferece um olhar sobre o período da escravidão no Brasil. Os visitantes poderão conhecer a antiga senzala e a história de “Seu Pedro”, um homem escravizado que, mesmo após a abolição, permaneceu na fazenda e viveu ali até os 105 anos, tendo conhecido pessoalmente Dom Pedro II.
    Ingrid Cury, uma das primeiras visitantes, se emocionou com a experiência. “É resgatar de onde viemos, a nossa história, os costumes. Cada pedacinho da fazenda me emociona, porque é como se a gente estivesse voltando nos livros de história e vendo um pouquinho da realidade da época”, conclui.
    Veja a reportagem exibida no programa em 05/04/2026:
    Fazenda que hospedou Dom Pedro II em Tietê abre para visitas
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  • Mãe que levou sem querer polícia até estufa de maconha do filho tinha furtado celular de médico que a atendeu

    Mãe que levou sem querer polícia até estufa de maconha do filho tinha furtado celular de médico que a atendeu

    Mãe que levou sem querer polícia até estufa de maconha do filho tinha furtado celular de médico que a atendeu
    Celular furtado leva à prisão de mãe e filho por cultivo de maconha
    A mulher de 66 anos que acabou conduzindo a polícia, sem querer, até uma estufa de maconha montada na casa pelo próprio filho, em Uberlândia, foi presa por ter furtado o celular do médico responsável pelo atendimento dela em um consultório da cidade.
    De acordo com a Polícia Militar (PM), a mulher havia passado por uma consulta em uma clínica na avenida Getúlio Vargas quando o aparelho do médico desapareceu, na última quarta-feira (1º).
    Após perceber o furto, o médico denunciou a paciente para a polícia e rastreou o celular, que indicou a localização no bairro Morada Nova, no setor oeste da cidade.
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    Os policiais foram até o endereço apontado pelo sistema de rastreamento, na rua Fernando Reis Cardoso. No local, a própria paciente recebeu a equipe e afirmou que teria levado o telefone do consultório médico por engano. Ela permitiu a entrada dos militares, que encontraram o celular na sala da casa, em cima de um rack.
    O aparelho foi reconhecido pelo médico e devolvido para a vítima.
    PM encontrou laboratório caseiro com 20 pés de maconha
    Enquanto faziam a verificação no imóvel, os policiais sentiram um odor forte de maconha vindo da parte dos fundos da residência. Ao averiguar o local, encontraram um laboratório caseiro adaptado para o cultivo da droga.
    No espaço funcionava uma estufa improvisada, equipada com iluminação artificial e sistema de ventilação, onde cerca de 20 pés de maconha estavam sendo cultivados.
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    Durante a ocorrência, o filho da mulher, de 38 anos, chegou em casa e assumiu ser o responsável pela plantação. De acordo com a PM, ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas e já possuía antecedentes pelo mesmo crime.
    A mãe também foi presa pelo furto do celular. Os dois foram levados para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil, onde tiveram as prisões ratificadas.
    A operação contou com equipes do 32º Batalhão da Polícia Militar, incluindo o Pelotão Tático Móvel e o Grupo Especializado em Patrulhamento com Motocicletas (Gepmor).
    Furto de celular terminou com apreensão de 20 pés de maconha em Uberlândia
    PM/Reprodução
    Pés de maconha apreendidos pela PM na casa da família
    Polícia Militar/Divulgação
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  • Safra de caqui no interior de SP tem ‘colha e pague’ e tradição de 70 anos

    Safra de caqui no interior de SP tem ‘colha e pague’ e tradição de 70 anos

    Safra de caqui no interior de SP tem ‘colha e pague’ e tradição de 70 anos
    Galhos carregados indicam safra maior de caqui em propriedade de Piedade (SP)
    TV TEM/Reprodução
    A safra promissora de caqui está em andamento no interior de São Paulo, impulsionada por condições climáticas favoráveis. Em propriedades da região, os galhos carregados de frutos já indicam uma colheita mais produtiva do que no ano passado.
    Em Piedade (SP), a família Sakaguti cultiva a fruta há mais de 70 anos. A produção começou com imigrantes japoneses e segue até hoje, com a terceira geração à frente do sítio. Segundo o produtor Erik Sakaguti, a expectativa é colher 50 toneladas nesta safra, cerca de 20% a mais do que no ano anterior.
    Metade da produção nacional de caqui está concentrada no estado de São Paulo. No interior, além da produção, a fruta também representa tradição e história para as famílias que mantêm a atividade.
    Na propriedade dos Sakaguti, toda a produção é destinada ao evento “colha e pague”, organizado pela família e que já se tornou tradição. A expectativa é receber cerca de 10 mil visitantes, incluindo turistas de outras regiões e até do exterior.
    O sítio conta com aproximadamente 1 mil pés de caqui, sendo 90% da variedade Fuyu. Com técnicas de manejo, algumas árvores chegam a produzir por quase 70 anos. Uma delas é a prática anual de lavagem dos pés para retirada de musgos, método de origem japonesa que ajuda a prolongar a vida útil das plantas.
    Em Pilar do Sul (SP), outra propriedade aposta na produção voltada ao mercado interno. São seis hectares com cerca de 3 mil pés da variedade Fuyu. Apesar da boa carga de frutos, os produtores enfrentam preços mais baixos em relação ao ano passado.
    A produtora rural Naomi Jojima, que também é advogada, decidiu atuar no campo para manter a tradição da família e valorizar a cultura japonesa na região.
    Mesmo com preços menores, a expectativa é de aumento na produção total em Pilar do Sul, considerando o conjunto dos produtores.
    Segundo especialistas, a safra reforça a importância da atividade na região, aliando tradição, técnicas de cultivo e novas formas de geração de renda.
    Produção de caqui também impulsiona turismo rural em sistema “colha e pague” no interior de SP
    TV TEM/Reprodução
    Veja a reportagem exibida no programa em 05/04/2026:
    Safra de caqui deve crescer no interior de SP e impulsionar turismo rural
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