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  • Quatro apostas do Ceará acertam cinco números na Mega-Sena e levam R$ 18 mil

    Quatro apostas do Ceará acertam cinco números na Mega-Sena e levam R$ 18 mil

    Quatro apostas do Ceará acertam cinco números na Mega-Sena e levam R$ 18 mil
    Mega-Sena bilhete volante Loterias
    Millena Sartori/g1
    Quatro apostas feitas no Ceará acertaram cinco dezenas no concurso 2.992 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (4), em São Paulo. Cada uma levou o prêmio de R$ 18.954,16. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 15 milhões.
    Veja os números sorteados: 17 – 49 – 33 – 04 – 23 – 36.
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    Duas das apostas que acertaram os cinco números foram feitas em Caucaia. As outras duas foram feitas nas cidades de Fortaleza e Eusébio. Em todos os casos, foram realizadas apostas simples em unidades lotéricas diferentes.
    5 acertos – 102 apostas ganhadoras: R$ 18.954,16
    4 acertos – 5.666 apostas ganhadoras: R$ 562,44
    O próximo sorteio da Mega-Sena será na terça (7).
    Como funciona a Mega-sena
    Para apostar na Mega-Sena
    As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
    Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
    O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
    Probabilidades
    A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
    Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
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  • Incêndio atinge depósito do Mateus da Cohama, em São Luís; ninguém ficou ferido

    Incêndio atinge depósito do Mateus da Cohama, em São Luís; ninguém ficou ferido

    Incêndio atinge depósito do Mateus da Cohama, em São Luís; ninguém ficou ferido
    Incêndio atinge depósito do Mateus da Cohama, em São Luís; ninguém ficou ferido
    Divulgação/Corpo de Bombeiros do Maranhão
    Um incêndio atingiu o depóstio do supermercado Mateus, no bairro da Cohama, em São Luís, na noite desse sábado (4). O fogo começou em uma área destinada ao armazenamento de papelão e plástico, mas foi controlado pelo Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido.
    Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, a ocorrência foi registrada por volta das 21h50. Ao chegarem ao local, as equipes constataram que o incêndio estava restrito a um depósito de embalagens, localizado na área de carga e descarga do supermercado.
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    De acordo com os bombeiros, a principal dificuldade no combate às chamas foi a grande quantidade de material altamente combustível acumulado em um espaço pequeno e fechado. Mesmo após a extinção dos focos, o local continuava com muita fumaça, já que a ventilação era insuficiente.
    Por isso, foi necessário retirar todo o material armazenado no depósito. Os itens estavam em grande quantidade, compactados e molhados por causa da água usada no combate ao fogo. A retirada só foi encerrada após a eliminação total do risco de reignição.
    A suspeita inicial é de que o incêndio tenha começado na sala onde funciona uma máquina de prensa de papelão. Segundo a corporação, o excesso de material empilhado teria prejudicado a ventilação de um equipamento, provocando superaquecimento e, possivelmente, um curto-circuito.
    Ainda conforme os bombeiros, funcionários do supermercado chegaram a iniciar o combate às chamas com mangueiras antes da chegada das equipes. O trabalho contou com reforço de guarnições do 1º e do 2º Batalhões de Bombeiros, além de outras unidades de apoio.
    As atividades de combate e rescaldo foram encerradas por volta de 1h50 deste domingo (5).
  • Capotamento na BR-040 deixa um morto e dois feridos em Barbacena

    Capotamento na BR-040 deixa um morto e dois feridos em Barbacena

    Capotamento na BR-040 deixa um morto e dois feridos em Barbacena
    Acidente na BR-040, em Barbacena
    Corpo de Bombeiros/Divulgação
    Um homem de 28 anos morreu e outras duas pessoas ficaram feridas após um carro capotar na BR-040, em Barbacena, no fim da tarde de sábado (4). O acidente aconteceu na altura da comunidade do Galego.
    A primeira vítima foi encontradaconsciente e orientada, e foi atendida pela equipe do Corpo de Bombeiros.
    Já o segundo ferido foi encontrado caído na pista. Ele foi socorrido pelo Samu e levado para o Hospital Regional de Barbacena em estado grave.
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    O rapaz de 28 anos foi encontrado dentro do carro e médico constatou o óbito no local.
    Além dos bombeiros e do Samu, a ocorrência mobilizou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a perícia da Polícia Civil.
    A concessionária EPR, que administra o trecho, também atuou na sinalização da via para evitar novos acidentes e na remoção do veículo.
    Após os trabalhos de perícia e limpeza, a pista foi totalmente liberada e o trânsito seguiu normalmente. As causas do capotamento ainda serão investigadas.
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  • Programação do São João 2026 de Santa Luzia, PB, tem Raphaela Santos e mais; veja atrações

    Programação do São João 2026 de Santa Luzia, PB, tem Raphaela Santos e mais; veja atrações

    Programação do São João 2026 de Santa Luzia, PB, tem Raphaela Santos e mais; veja atrações
    Raphaela Santos é uma das atrações confirmadas no São João 2026 de Santa Luzia
    Reprodução
    A programação completa do São João 2026 de Santa Luzia, no Sertão da Paraíba, foi divulgada neste sábado (4). Um dos festejos juninos mais tradicionais do estado, o evento vai acontecer entre os dias 20 e 23 de junho. Entre as atrações confirmadas estão Raphaela Santos, João Gomes e Wesley Safadão (veja a programação completa ao fim desta matéria).
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    O evento de lançamento aconteceu no Parque do Forró, localizado no Centro da cidade. Esta será a 84ª edição da festa, considerada patrimônio cultural imaterial da Paraíba, por meio de uma Lei que foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE).
    O São João 2026 de Santa Luzia vai acontecer na Praça de Eventos José Augusto de Araújo, um espaço de 20 mil metros quadrados. O evento terá como tema “Aqui tem forró, aqui é São João de Verdade”.
    A organização do evento espera que mais de 3 mil empregos, diretos e indiretos, sejam gerados durante o São João 2026 de Santa Luzia.
    Em 2025, o São João de Santa Luzia reuniu nomes como Wesley Safadão, Pablo e Lauana Prado. Este ano, Raphaela Santos, João Gomes e Mari Fernandez estão entre os confirmados.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Programação São João 2026 de Santa Luzia
    20 de junho (sábado)
    Nattanzinho Lima
    Geraldinho Lins
    Claudio Ney e Juliana
    Luiz Bento
    21 de junho (domingo)
    Wesley Safadão
    Raphaela Santos
    Victor Santos
    Placíllio
    22 de junho (segunda-feira)
    João Gomes
    Jorge de Altinho
    Iguinho e Lulinha
    Circuito Musical
    23 de junho (terça-feira)
    Calcinha Preta
    Mari Fernandez
    Zé Cantor
    Forró D2
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  • Padrasto suspeito de matar menina envenenada diz que também passou mal após jantar

    Padrasto suspeito de matar menina envenenada diz que também passou mal após jantar

    Padrasto suspeito de matar menina envenenada diz que também passou mal após jantar
    Padrasto suspeito de envenenar enteada que morreu vai continuar preso, decide Justiça
    Ronaldo Alves de Oliveira, preso suspeito de matar a enteada envenenada durante um jantar em Alto Horizonte, região norte de Goiás, disse à polícia que também passou mal após a refeição. No documento, obtido com exclusividade pela TV Anhanguera, o suspeito diz que vomitou por diversas vezes depois que Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, já estava no hospital.
    Em nota, a defesa de Ronaldo disse que recebeu a notícia da prisão com naturalidade e, por acreditar que ele é inocente, orientou que ele se apresentasse espontaneamente à delegacia, justamente para colaborar com os esclarecimentos (veja o pronunciamento completo ao fim da reportagem).
    Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, morreu no sábado (28), envenenada horas após o jantar que teve com a família. O irmão mais novo da menina, de 8 anos, também passou mal e segue internado no Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), apresentando melhora progressiva.
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    O padrasto de Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, está preso suspeito de envenená-la
    Reprodução/TV Anhanguera
    O depoimento que Ronaldo deu à polícia aconteceu no dia do crime, quando ele foi ouvido como testemunha. Segundo a defesa, Ronaldo vomitou 10 vezes durante o trajeto entre Alto Horizonte e Uruaçu, quando estava a caminho do hospital em que o enteado estava internado e que foi submetido à atendimento médico na mesma noite.
    “Ele estava de carona com uma tia do garoto e chegou a vomitar 10 vezes durante o trajeto, isso foi relatado à autoridade policial pela própria tia da criança. Ronaldo foi submetido a atendimento médico na mesma noite”, afirmou o advogado.
    Na mesma ocasião, disse também que nunca manuseou e sequer sabe o aspecto do veneno conhecido popularmente como chumbinho, encontrado no arroz dentro da casa da família e que também matou quatro gatos que comeram os restos descartados no quintal.
    Veneno no arroz
    Segundo Nábia Rosa Pimenta, mãe das crianças, a família jantou arroz, feijão e carne moída. Após a refeição, as crianças foram para o quarto dormir e horas depois, a menina começou a chorar com dores na barriga.
    “Eu entrei lá no quarto, aí ela tava chorando. ‘Mãe, minha barriga tá doendo’. E ela geladinha. Eu vi que ela não tava normal. Ela falou assim: ‘Mãe, eu não tô aguentando, me leva pro hospital’”, relatou Nábia Rosa Pimenta, em entrevista exclusiva à TV Anhanguera.
    Weslenny Rosa Lima, de 9 anos, morreu após passar mal horas depois de um jantar em família, em Alto Horizonte (GO)
    Reprodução/TV Anhanguera
    Weslenny piorou rapidamente após uma parada cardiorrespiratória depois de apresentar melhora inicial e morreu no hospital. Segundo a polícia, laudos periciais atestaram que a causa da morte da menina foi envenenamento por chumbinho, mesma substância encontrada no arroz.
    No dia do crime, Ronaldo relatou que foi o responsável por preparar a comida do jantar naquele dia. A Polícia Civil continua investigando, aguarda a conclusão de laudos e não descarta o envolvimento de terceiros.
    Tensão familiar
    Padrasto é preso por morte de menina envenenada em Alto Horizonte
    Domênico Rocha, delegado responsável pelo caso, disse que a família “não era pacífica e vivia envolta em uma aura de conflituosidade”. O irmão de Weslenny que sobreviveu disse à polícia que o padrasto já agrediu ele e a irmã em algumas ocasiões.
    “Ele disse que, pontualmente, — não era algo frequente, eu quero deixar isso bastante claro —, mas a criança chegou a dizer que pontualmente ele agredia sim, não só a ele, mas também a irmãzinha que morreu. E o pai biológico das crianças também afirmou em depoimento que já houve um ruído entre os dois por conta de uma agressão contra essa menina”, explicou.
    Além disso, Nábia disse que recebeu um vídeo de Ronaldo, em tom de ameaça, em que ele fala sobre “dar um jeito na vida dos outros”. Sobre isso, a defesa alega que o vídeo foi gravado há três anos e que as versões apresentadas pela mãe estão “distorcidas”.
    “Ele teria motivos de sobra para me atacar, porque eu já vinha falando há muito tempo que não dava mais. E ele não aceitava o fim. O meu medo é esse: para achar uma maneira de me atacar, ele ter atacado eles”, disse em entrevista à TV Anhanguera.
    Nábia também relatou que o namorado vinha demonstrando impaciência com as crianças recentemente. Ronaldo está preso desde o dia 1º de abril e é investigado por feminicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio triplamente qualificado.
    Nota da defesa
    “A defesa recebeu a notícia da prisão com naturalidade e, por acreditar na inocência de Ronaldo, orientou que ele se apresentasse espontaneamente à autoridade policial, justamente para colaborar com os esclarecimentos e demonstrar sua inocência.
    Informamos ainda que já foi solicitado acesso ao caderno investigativo, estando a defesa no aguardo da liberação do inquérito policial, a fim de que sejam adotadas todas as medidas legais cabíveis.
    Acreditamos que, dentro em breve, aparecerão elementos que comprovarão a inocência de Ronaldo, sendo ele uma vítima do caso”.
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  • Com foco no frescor, chef Dário Costa valoriza pesca local e dá dicas para preparar peixes na Páscoa

    Com foco no frescor, chef Dário Costa valoriza pesca local e dá dicas para preparar peixes na Páscoa

    Com foco no frescor, chef Dário Costa valoriza pesca local e dá dicas para preparar peixes na Páscoa
    Chef Dario Costa dá dicas de como preparar peixe de formas práticas para a Páscoa.
    Eduardo Krajan | Fernando Yokota
    Na Páscoa, os peixes e frutos do mar estão sempre no cardápio de Páscoa. O chef Dário Costa, vencedor do Mestre do Sabor e especializado em pescado, dá dicas para quem pretende preparar esses alimentos em casa. Para ele, que privilegia produtos locais e itens frescos, a escolha do ingrediente e o cuidado no preparo são mais determinantes do que técnicas elaboradas.
    Criado em Santos, no litoral de São Paulo, Dario Costa tem uma carreira construída a partir da relação direta com o mar. O chef desenvolveu uma cozinha que valoriza o frescor, a sazonalidade e a cadeia da pesca local.
    Ao g1, o chef revelou que contato com pescadores e fornecedores influenciou não só o estilo dos pratos, mas também como ele enxerga o preparo: mais simples, direto e conectado à origem dos alimentos.
    “Conheço os produtores, entendo a cadeia e tenho um apego muito grande às histórias e aos hábitos de quem vive ali. Isso não só facilita o trabalho, como também inspira”, afirma.
    À frente do restaurante Paru, onde propõe um “fast food do mar” com foco na informalidade e no acesso, Dário também aposta em desmistificar a ideia de que frutos do mar são difíceis ou caros. Para a Páscoa, a orientação segue a mesma linha: receitas descomplicadas, uso de peixes menos valorizados comercialmente e atenção a detalhes que fazem diferença no resultado.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Veja dicas do chef para preparar peixes:
    1. Bom ingrediente
    O chef reforça que não é preciso uma técnica avançada para acertar no sabor. O principal, segundo ele, é simplificar o preparo e respeitar o ingrediente. “O mais importante é ter um bom produto. Se o ingrediente é bom, é difícil dar errado. Tem que errar muito para estragar.”
    A escolha do peixe também é um ponto de atenção. Segundo Dário, observar sinais de frescor faz toda a diferença, como olhos brilhantes, carne firme, guelras avermelhadas e a barriga consistente.
    Para quem busca economizar, a orientação é escolher espécies menos conhecidas, mas abundantes e saborosas, como corvina, carapau, guaivira, bicuda, galo, carapeba, pampo, cabrinha, betara, batata, roncador. Além de mais acessíveis, esses peixes também contribuem para valorizar a pesca local.
    2. Não lave o peixe
    Entre as principais orientações do chef está evitar um erro comum ainda antes de cozinhar, que é lavar o peixe. A prática, apesar de frequente, prejudica o resultado, já que o alimento precisa estar seco para garantir melhor textura no preparo.
    Outro cuidado indicado pelo chef é deixar o peixe secando na geladeira por uma ou duas horas antes do preparo, sem contato com outros alimentos. Esse processo ajuda a melhorar a textura final.
    3. Preparo simples e muito sabor
    Na hora de cozinhar, a dica é apostar no básico. Preparos simples, como o peixe na brasa com azeite e sal, já são suficientes para valorizar o sabor natural, sem necessidade de muitos temperos ou técnicas elaboradas.
    4. Cortes fáceis
    Para quem tem pouca experiência na cozinha, o chef recomenda cortes mais fáceis, como o filé. O preparo tende a ser mais rápido e direto. “O filé de peixe é o mais fácil. Grelhar de um lado só, em fogo médio, já resolve”, indicou.
    Tainha e camarões grelhados ao molho cremoso de camarão e com chips de batata doce, do chef de cozinha Dário Costa
    Mariane Rossi/G1
    Trajetória ligada ao mar
    A relação com o mar, que orienta as escolhas de Dario na cozinha. Crescer no litoral paulista permitiu que ele tivesse acesso não apenas ao produto fresco, mas também a todo o ecossistema que envolve a pesca. Dário conhece os produtores, entende a cadeia e mantém uma relação próxima com quem vive dessa atividade.
    Esse vínculo, segundo ele, facilita o trabalho na cozinha e também inspira a construção de uma gastronomia com identidade. Segundo ele, estar próximo do litoral permite acompanhar o que está em melhor momento de consumo e respeitar a sazonalidade, influenciando no sabor e na qualidade dos pratos.
    Restaurante Paru foi criado como uma opção acessível de peixes e frutos do mar.
    Fernando Yokota
    Antes do Paru, Dário já havia conquistado reconhecimento com o restaurante Madê, também localizado em Santos. Logo depois, surgiu o desejo de criar um projeto mais acessível e conectado ao cotidiano das pessoas. A oportunidade apareceu com um ponto no Mercado do Peixe de Santos, onde nasceu o Paru.
    “Quando apareceu a oportunidade no mercado de peixe de Santos, vimos ali a chance de fazer algo mais informal de verdade, mais acessível e mais conectado com o dia a dia das pessoas”, revelou Dario.
    O restaurante ocupa o mezanino do mercado e aposta em um formato informal, onde o cliente faz o pedido no balcão e retira quando está pronto. Além disso, essa dinâmica aproxima o público dos frutos do mar, tanto na experiência quanto no preço.
    Uma das estratégias é apostar em peixes menos valorizados comercialmente, mas abundantes na rotina da pesca. Espécies como carapau, corvina, pampo e betara ajudam a reduzir custos sem comprometer a qualidade, além de valorizar o ecossistema local. “A gente trabalha bastante com peixes não convencionais. Eles são abundantes, mas muitas vezes não são valorizados comercialmente.”
    Essa conexão também deu origem ao Açougue do Mar, um espaço voltado à venda de peixes e frutos do mar já porcionados, pensado para facilitar o preparo no dia a dia. No local, o controle sobre corte e conservação garante maior precisão no preparo e melhor aproveitamento dos alimentos. “Facilita muito o preparo em casa, sem sujeira, sem cheiro forte. É abrir o saquinho e cozinhar.“
    Tainha na brasa
    Ao g1, em outro momento, o chef ensinou a fazer uma tainha grelhada com molho cremoso de camarão. Os camarões, também grelhados, e os chips de batata doce, dão uma crocância ao prato.
    A receita é para uma pessoa. Porém, o molho, como é feito em maior quantidade, pode ser utilizado também em outros pratos. Veja abaixo a receita:
    Culinária #013: Aprenda a fazer uma tainha com molho de camarão
    VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
  • ‘Juju e a Escola da Esperança’: tragédia das chuvas vira enredo de livro infantil em Juiz de Fora

    ‘Juju e a Escola da Esperança’: tragédia das chuvas vira enredo de livro infantil em Juiz de Fora

    ‘Juju e a Escola da Esperança’: tragédia das chuvas vira enredo de livro infantil em Juiz de Fora
    Professora escreve livro e transforma vivências da tragédia em Juiz de Fora
    Mais de um mês após as fortes chuvas que castigaram Juiz de Fora e deixaram 66 mortos, o sentimento de solidariedade e união ainda persiste na cidade. A professora Sandra Almeida, da Escola Estadual Padre Frederico Vienken, transformou a dor em ferramenta pedagógica e decidiu registrar, em um livro infantil, as experiências que viveu como voluntária durante o período.
    O título ‘Juju e a Escola da Esperança’ nasceu da necessidade de acolher os alunos no retorno às aulas. Sandra percebeu que as crianças chegariam carregadas de relatos sobre a tragédia e precisariam de um ambiente seguro para processar o que viram.
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    “O livro surgiu principalmente quando comecei a me preocupar com o retorno das crianças à escola e com a forma como abordar esse assunto, já que elas chegariam relatando as experiências vividas durante o período de chuva”, relata a professora.
    O olhar da inocência
    Livro ‘Juju e a Escola da Esperança’ é lançado em Juiz de Fora
    Reprodução/TV Integração
    A narrativa é conduzida por Juju, uma personagem de apenas 2 anos. A partir da perspectiva dela, o livro aborda temas complexos como o medo e a perda, mas com tom de brincadeira e recomeço.
    Segundo a autora, a intenção é que os alunos encontrem na história um espelho para os próprios sentimentos e falem sobre o trauma de maneira livre.
    Outras personagens também ajudam a contar o enredo: Edneia e a cachorrinha Chiquinha também foram vítimas das chuvas de fevereiro e encontraram abrigo e acolhimento em meio à crise.
    Juntas, as personagens falam sobre esperança e solidariedade, mesmo nos momentos mais trágicos.
    Espaço acolhedor
    Escola Estadual Padre Frederico Vienken, em Juiz de Fora
    Reprodução/TV Integração
    Durante o período mais crítico das chuvas, a Escola Estadual Padre Frederico Vienken deixou de ser apenas um local de ensino e se tornou um ponto de apoio.
    Cerca de 85 pessoas foram recebidas no local, entre elas 32 crianças. A instituição serviu como espaço de escuta e troca, papel que Sandra Almeida agora tenta perpetuar nas páginas da obra.
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  • Violonista Gabriele Leite une simpatia, virtuosismo e sentimento em show que abriu (bem) o festival Queremos! no Rio

    Violonista Gabriele Leite une simpatia, virtuosismo e sentimento em show que abriu (bem) o festival Queremos! no Rio

    Violonista Gabriele Leite une simpatia, virtuosismo e sentimento em show que abriu (bem) o festival Queremos! no Rio
    A violonista Gabriele Leite toca temas de Chiquinha Gonzaga, Dilermando Reis, Garoto e Villa-Lobos em show no Rio de Janeiro
    Renan Prado / Divulgação Queremos! Festival!
    ♫ OPINIÃO
    ♬ Instrumentista paulista formada em violão clássico e radicada em Nova York (EUA) desde 2021, Gabriele Leite já deixou de ser uma promessa para se confirmar um dos maiores talentos do violão brasileiro, se tornando a mais nova descendente de linhagem nobre de ases que inclui virtuoses como Garoto (1915 – 1955), Dilermando Reis (1916 – 1977), Baden Powell (1937 – 2000), Raphael Rabello (1962 – 1995), João Camarero, Yamandu Costa e, no time feminino, Rosinha de Valença (1941 – 2004) e Badi Assad.
    De passagem pelo Brasil neste mês de abril de 2026 para temporada de shows pelo país, a violonista de 28 anos – nascida em fevereiro de 1998 em Cerquilho (SP), cidade do interior do estado de São Paulo – extasiou a plateia que assistiu na noite de ontem, 4 de abril, ao show da instrumentista na abertura da sétima edição do Queremos! Festival! no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro (RJ).
    Conjugando técnica, sentimento e simpatia nas muitas vezes em que se dirigiu ao público, Gabriele Leite seguiu roteiro que encadeou 12 temas de compositores que transitam entre as músicas erudita e popular. A rigor, a violonista paulista foi escalada para abrir o show do cantor Zeca Veloso no festival, se tornando de fato a primeira atração do Queremos! 2026 e extasiando plateia que, em grande parte, somente tinha ouvido falar de Gabriele Leite.
    Munida do violão virtuoso, Gabriele Leite captura a atenção da plateia do Teatro Carlos Gomes, na abertura do festival carioca Queremos!
    Mauro Ferreira / g1
    Sentada na beira do palco do Teatro Carlos Gomes à frente das cortinas fechadas e com pouca iluminação, a violonista irradiou luz desde que abriu a apresentação com dois temas da pianista e compositora paulistana Lina Pires de Campos (1918 – 2003), “Prelúdio nº 2” e “Ponteio e Toccatina”, ambos gravados por Gabriele no segundo álbum da artista, “Gunûncho” (2025), disco no qual a instrumentista enfatiza a produção autoral feminina. A propósito, Gabriele Leite lembrou no show que o território do violão clássico é historicamente masculino.
    Em roteiro que abriu espaço para dois temas de Chiquinha Gonzaga, (1847 – 1935), de cuja obra a violonista tocou o maxixe “Corta-jaca” (1895) e a melancólica modinha “Lua branca” (1912), também houve lugar para peças gravadas por Gabriele Leite no primeiro álbum da instrumentista, “Territórios” (2023).
    Foram os casos de “Ritmata”, tema do compositor Edino Krieger (1928 – 2022), e de “Melodia sentimental” (1958), uma das composições mais conhecidas da obra maestra de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959). Gabriele encaixou “Melodia sentimental” em suíte que abarcou outros dois temas de Villa, “Estudo nº 11” (1953) e “Mazurka-choro”, parte da “Suíte popular brasileira”, composta em 1908 e publicada originalmente em 1928.
    Entre o lirismo e o suingue, com mix preciso de técnica e emoção (sem melodrama), Gabriele Leite encarou o intrincado coco “Bate-coxa” (Marco Pereira, 1995), caiu no suingue do samba “Lamentos do morro” (Garoto, 1950) e celebrou a obra do antecessor Dilermando Reis, de quem tocou o choro “Dr. Sabe tudo” (1949) e “Se ela perguntar” (1952).
    Ao fim da apresentação, Gabriele Leite foi aplaudida de pé, com entusiasmo aparentemente sincero, por um público que estava ali para ver a estreia do show de lançamento do álbum “Boas novas”, de Zeca Veloso, mas que se encantara com a performance da instrumentista.
    Já longe de ser uma promessa no universo da música clássica, a rigor quase sempre amalgamado com a música popular, Gabriele Leite é um talento assombroso do violão brasileiro.
    Gabriele Leite se apresenta no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro (RJ), antes do show do cantor Zeca Veloso
    Renan Prado / Divulgação Queremos! Festival!
  • Como equipes militares de elite dos EUA conduzem operações de resgate: ‘É angustiante e incrivelmente perigoso’

    Como equipes militares de elite dos EUA conduzem operações de resgate: ‘É angustiante e incrivelmente perigoso’

    Como equipes militares de elite dos EUA conduzem operações de resgate: ‘É angustiante e incrivelmente perigoso’
    Unidades de resgate da Força Aérea americana treinam intensivamente para resgatar tripulações de aeronaves abatidas atrás das linhas inimigas.
    Getty Images via BBC
    Os dois tripulantes do caça F-15 americano abatido na sexta-feira (3/4) no Irã foram resgatados, segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
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    Este é o mais recente episódio numa longa história de missões de busca e resgate em combate realizadas pelos americanos ao longo das décadas.
    Um dos pilotos foi salvo ainda na sexta, e o outro foi resgatado neste domingo (5) após dois dias de buscas. Trump confirmou resgate de ambos.
    As missões de Busca e Resgate em Combate (CSAR, na sigla em inglês) estão entre as operações mais complexas e urgentes para as quais as forças armadas dos EUA e de seus aliados se preparam.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Nos EUA, unidades de elite da Força Aérea são especialmente treinadas para missões do tipo e frequentemente são mobilizadas preventivamente nos arredores de zonas de conflito onde aeronaves podem ser abatidas.
    Nesta matéria, você vai ler:
    O que é a Busca e Resgate em Combate?
    A história das missões de resgate
    As equipes de resgate aéreo da Força Aérea americana
    Missões de resgate recentes dos EUA
    O que é a Busca e Resgate em Combate?
    Em resumo, as missões CSAR são operações militares projetadas para localizar, auxiliar e, se necessário, resgatar pessoal em perigo, incluindo pilotos abatidos e tropas isoladas.
    Ao contrário das operações convencionais de busca e resgate — que podem ser realizadas durante missões humanitárias ou após desastres — as missões CSAR ocorrem em ambientes hostis ou zonas de conflito.
    Em alguns casos — como a operação de resgate relatada na sexta-feira no Irã — as operações podem ocorrer em território inimigo.
    As missões CSAR são normalmente conduzidas com helicópteros, com aeronaves de reabastecimento fornecendo apoio e outras aeronaves militares disponíveis para realizar ataques e patrulhar a área.
    Um ex-comandante de um esquadrão de paraquedistas de resgate disse à CBS que uma operação de resgate como a relatada no Irã envolveria pelo menos 24 paraquedistas de resgate vasculhando a área em helicópteros Black Hawk.
    Ele acrescentou que a equipe estaria preparada para saltar de aviões, se necessário, e que, uma vez em terra, sua prioridade seria contatar o tripulante desaparecido.
    Uma vez localizado, os paraquedistas de resgate prestariam assistência médica, se necessário, escapariam do inimigo e levariam o tripulante desaparecido para um local onde pudesse ser resgatado, de acordo com a CBS.
    “Dizer que é angustiante e incrivelmente perigoso é um eufemismo”, disse o ex-comandante à emissora parceira da BBC. “É para isso que eles treinam, no mundo todo. Eles são conhecidos como os canivetes suíços da Força Aérea”, acrescentou.
    Um vídeo verificado publicado na sexta-feira parece mostrar helicópteros militares dos EUA e pelo menos uma aeronave de reabastecimento operando sobre a província iraniana de Khuzistão.
    As missões são extremamente urgentes, pois é provável que forças inimigas sejam mobilizadas para a mesma área, para tentar localizar o pessoal americano que as equipes de Busca e Resgate em Combate estão tentando resgatar.
    Jonathan Hackett, que atuou como especialista em operações especiais do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, disse ao programa World Tonight da BBC que a prioridade de uma equipe de resgate é procurar sinais de vida.
    “Eles tentam refazer o caminho a partir da última localização conhecida da pessoa e se espalham com base na rapidez com que ela pode se mover em diferentes circunstâncias neste terreno muito difícil”, explicou Hackett.
    Hackett observou que esse tipo de resgate seria uma “missão de recuperação assistida não padrão”, na qual grupos locais na área podem ser contatados previamente para criar planos de contingência que poderiam ser ativados para auxiliar em qualquer resgate.
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    A história das missões de resgate
    As missões de resgate aéreo em tempos de guerra têm uma longa história, que remonta à Primeira Guerra Mundial, quando pilotos faziam pousos improvisados na França para resgatar colegas abatidos.
    As unidades de paraquedistas de resgate do Exército dos EUA têm suas origens em uma missão de 1943, na qual dois cirurgiões de combate saltaram de paraquedas no que era então a Birmânia (atual Mianmar) para auxiliar soldados feridos.
    O primeiro resgate de helicóptero do mundo ocorreu um ano depois, quando um tenente americano resgatou quatro soldados isolados atrás das linhas japonesas, de acordo com a revista Air & Space. O incidente também marcou o primeiro uso operacional de um helicóptero em combate.
    As primeiras unidades formais de busca e resgate foram estabelecidas nos Estados Unidos imediatamente após o conflito. Mas o CSAR moderno começou durante a Guerra do Vietnã.
    Uma missão, conhecida como Bat 21, resultou na perda de várias aeronaves e em inúmeras baixas americanas durante a tentativa de resgatar o piloto de um avião abatido atrás das linhas norte-vietnamitas.
    A guerra exigiu uma expansão significativa das missões CSAR, com escopo e complexidade cada vez maiores. A experiência ajudou os militares a refinar táticas e procedimentos que, desde então, têm servido de base para as operações de resgate.
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    As milhares de missões de resgate realizadas no Sudeste Asiático ajudaram a moldar as modernas operações de busca e resgate em combate.
    Getty Images via BBC
    As equipes de resgate aéreo da Força Aérea americana
    Embora cada ramo das Forças Armadas dos EUA tenha suas próprias capacidades limitadas de busca e resgate em combate, a Força Aérea dos EUA é a principal responsável por localizar e resgatar militares.
    Esse trabalho é realizado principalmente pelos chamados “paraquedistas de resgate”, que fazem parte da comunidade de operações especiais das Forças Armadas.
    O lema oficial do Corpo de Resgate Paraquedista é “Fazemos isso para que outros possam viver”, e seu trabalho é considerado parte de uma promessa mais ampla aos membros das Forças Armadas dos EUA de que eles não serão abandonados.
    Esses profissionais são altamente treinados como combatentes e paramédicos, e passam por um dos processos de seleção e treinamento mais rigorosos das Forças Armadas americanas.
    O processo de seleção e treinamento — que dura aproximadamente dois anos do início ao fim — inclui paraquedismo e mergulho, além de treinamento básico em demolição subaquática, sobrevivência, resistência e fuga, e um curso completo de paramédico civil.
    Eles também recebem treinamento especializado em medicina de combate, operações complexas de resgate e armamento.
    Em campo, essas equipes são lideradas por oficiais especializados em resgate em combate, responsáveis pelo planejamento, coordenação e execução dessas missões.
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    Missões de resgate recentes dos EUA
    Equipes de paraquedistas de resgate foram amplamente mobilizadas durante as guerras no Iraque e no Afeganistão, realizando milhares de missões para resgatar soldados americanos e aliados feridos ou aqueles que precisavam ser evacuados.
    Em 2005, equipes de paraquedistas de resgate da Força Aérea participaram do resgate de um SEAL da Marinha dos EUA ferido que buscava refúgio em uma vila afegã após sua equipe ter sido emboscada e os outros três membros terem sido mortos — um incidente posteriormente retratado no filme O Grande Herói (2013).
    Missões de resgate de pilotos americanos abatidos têm sido pouco frequentes nas últimas décadas.
    Em 1999, o piloto de um caça furtivo F-117 abatido sobre a Sérvia foi localizado e resgatado por membros da equipe de paraquedistas de resgate.
    Em um incidente amplamente divulgado na Bósnia em 1995, o piloto americano Scott O’Grady foi resgatado em uma missão conjunta de busca e resgate em combate da Força Aérea e do Corpo de Fuzileiros Navais, após ser abatido e evitar ser capturado por seis dias.
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  • Polícia prende padrasto por morte de enteada de 1 ano e 9 meses em Vila Valqueire

    A Polícia Civil prendeu o padrasto de uma criança de 1 ano e 9 meses suspeito de ser o responsável pela morte da menor. De acordo com os investigadores, o crime ocorreu na última quinta-feira (2), na comunidade do Quiririm, em Vila Valqueire, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
    A criança chegou a ser levada para um posto de saúde, mas já estava morta ao dar entrada na unidade. Como o corpo apresentava sinais de violência, a Polícia Militar foi acionada e realizou os primeiros procedimentos para o registro da ocorrência.
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    As investigações apontaram que o padrasto estava sozinho em casa com a criança e, irritado com o choro da menina, teria desferido golpes na região abdominal dela. Após as agressões, a vítima começou a passar mal, mas não recebeu socorro imediato da família.
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    Segundo a Polícia Civil, o homem se limitou a enviar uma mensagem à mãe da criança informando que ela não estava bem. A Secretaria Municipal de Saúde informou que a menina deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Madureira em parada cardiorrespiratória e não resistiu.
    A 29ª DP (Madureira) foi acionada e, após a constatação de que se tratava de uma morte violenta, encaminhou o caso à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Durante as diligências, os policiais identificaram o padrasto, que apresentou um depoimento considerado contraditório. Posteriormente, ele confessou as agressões e foi preso em flagrante pelo crime de feminicídio.
    O corpo da menina será sepultado neste domingo (5), no Cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio.