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Autor: admin

  • Nunes Marques viajou em avião particular ligado à advogada que atua para o Banco Master

    Ministro Nunes Marques, do STF, viajou no fim de 2025 em voo pago por advogada que atua para o Banco Master
    Dados obtidos pelo jornal Estado de São Paulo mostram que o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, viajou no fim do ano passado em um voo pago por uma advogada que atua para o Banco Master.
    Segundo a reportagem, o ministro Nunes Marques viajou de Brasília para Maceió com sua mulher em avião particular que pertence à empresa que administra os bens do banqueiro Daniel Vorcaro, a Prime You.
    O ministro foi para a festa de aniversário da advogada Camilla Ewerton Ramos, que atua para o banco Master em ações sobre créditos do setor de produção de açúcar e álcool.
    Registros de entrada no terminal executivo do aeroporto de Brasília mostram que Nunes Marques chegou acompanhado da mulher, Vanessa Ferreira, às dez da manhã do dia 14 de novembro do ano passado.
    Mesmo horário em que Camilla e o marido, o desembargador Newton Ramos, chegaram. Trinta e cinco minutos depois, um avião operado pela Prime Aviation táxi aéreo e serviços partiu para Maceió.
    Nunes Marques é o relator no STF de um pedido de senadores de oposição para obrigar que o Senado instale uma CPI para investigar o banco Master.
    Em nota, o ministro Nunes Marques disse que ele e a esposa viajaram para festa de Camilla, casada com o desembargador Newton Ramos, que foi colega do ministro no Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Camilla convidou a ele, o ministro e outros casais de amigos e ficou responsável pelo voo e detalhes da viagem.
    Também em nota, a advogada Camilla Ramos afirmou que o voo foi particular, privado e contratado por ela em virtude da comemoração de seu aniversário.
    O desembargador Newton Ramos não se manifestou.
    A Prime You informou que Vorcaro foi sócio da empresa entre setembro de 2021 e setembro de 2025, e que Vorcaro não é mais acionista da empresa.
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  • VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição de sábado, 4 de abril de 2026

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição de sábado, 4 de abril de 2026

    VÍDEOS: Jornal Anhanguera 2ª Edição de sábado, 4 de abril de 2026
    Assista agora os vídeos do Jornal Anhanguera 2ª Edição.
  • EUA e Irã disputam resgate de piloto de caça abatido em área de fronteira

    Iranianos pegam em armas para tentar capturar piloto americano desaparecido
    O piloto americano do caça derrubado na última sexta-feira (3) no Irã, segue desaparecido. Moradores iranianos pegaram em armas para tentar achar e capturar o militar.
    É uma corrida contra o relógio. Quem vai achar primeiro o piloto do caça derrubado pelo Irã? Os iranianos, para capturá-lo, ou os americanos, para resgatá-lo?
    A TV estatal do Irã exibiu imagens de homens armados percorrendo montanhas distantes em busca do militar. O regime oferece uma recompensa equivalente a R$ 340 mil a quem der informação sobre o piloto ou entregá-lo às autoridades.
    O caça F-15 foi derrubado numa região perto do Iraque. Os dois pilotos se ejetaram de paraquedas. Um foi rapidamente encontrado e salvo pelos americanos.
    Numa situação dessas, o piloto manda sinais de rádio para ser localizado. Os militares são treinados para se esconder e sobreviver sem água e nem comida, enquanto espera por socorro.
    A Força Aérea Americana tem unidades especiais treinadas para esse tipo de resgate, que estão vasculhando a área com helicópteros. A Guarda Revolucionária do Irã declarou, neste sábado (4), que tribos de nômades atiraram e atingiram esses helicópteros.
    Segundo as autoridades americanas, militares ficaram feridos, mas conseguiram escapar e voltar às bases.
    Aviões de combate acompanham as buscas com paraquedistas a bordo, incluindo paramédicos. Um dos piores cenários, é de que essa operação leve a um combate corpo a corpo com forças iranianas.
    Trump, desde o início da guerra, tem anunciado que está vencendo o Irã no conflito. E diz ter destruído a defesa antiaérea do país. Mas o Irã conseguiu derrubar, na última sexta, dois aviões americanos.
    Os militares do Irã alegam ter usado um novo sistema de defesa.
    O risco de que o Irã capture um militar americano lembra a crise do fim dos anos 1970 e início dos 80, quando a embaixada americana em Teerã foi invadida e diplomatas mantidos como reféns por mais de um ano.
    Foi o início da hostilidade entre Irã e Estados Unidos. Cinquenta e dois americanos capturados em novembro de 1979 só foram libertados em janeiro de 1981. Passaram mais de 400 dias como reféns.
    O então presidente Jimmy Carter ordenou uma operação de resgate que fracassou. Como parte do acordo para libertar os reféns, os Estados Unidos prometeram não intervir militarmente no Irã.
    A crise é apontada como um dos fatores que levaram à derrota do presidente Jimmy Carter, na eleição de 1980, e à vitória de Ronald Reagan. Nunca mais os dois países tiveram relações diplomáticas.
    Neste sábado, o presidente Donald Trump voltou a dar um ultimato ao Irã. Trump lembrou o prazo de 6 de abril, anunciado por ele mesmo na semana retrasada, para que o Irã feche um acordo.
    Numa rede social, Trump escreveu: “lembram-se de quando dei ao Irã dez dias para fazer um acordo ou abrir o estreito de Ormuz? O tempo está se esgotando – 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a Deus!”
    Em ameaças anteriores, Trump prometeu destruir todas as usinas elétricas do Irã e as usinas de dessalinização, que transformam a água do mar em água potável. E também as instalações de petróleo do país.
    O regime iraniano reagiu à ameaça feita, neste sábado, por Trump. Um porta-voz das forças armadas declarou que a região inteira vai virar um inferno, mas para americanos e israelenses.
    Em outra frente, o Departamento de Estado americano informou que prendeu a sobrinha e a sobrinha-neta do general iraniano Qasem Soleimani. Ele era um dos comandantes da Guarda Revolucionária e foi morto por ordem de Donald Trump no primeiro governo dele, em 2020.
    As parentes presas são acusadas de fazer propaganda do regime terrorista do Irã, segundo o governo americano. Elas moravam em Los Angeles e tinham green card, o visto de residente permanente.
    Mas uma filha de Soleimani declarou que as duas mulheres presas não são parentes do general e que ele nunca teve familiares vivendo nos Estados Unidos.
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  • Ataque perto de usina nuclear no Irã amplia temor de desastre em meio à escalada da guerra

    Irã ataca países do Oriente Médio e acusa EUA e Israel de atingirem área próxima de usina nuclear
    O regime do Irã atacou, neste sábado (4), áreas residenciais de países do Oriente Médio. E acusou Israel e Estados Unidos de bombardearem áreas próximas à uma usina nuclear.
    A usina nuclear de Bushehr fica no sul do território iraniano e opera com tecnologia russa. O Irã afirma que essa é a quarta vez, desde o começo da guerra, que a área em volta da usina é atingida por explosivos.
    Um funcionário morreu e a Rússia, que dá apoio operacional ao complexo, determinou a retirada de quase 200 trabalhadores.
    O governo iraniano acusa os Estados Unidos e Israel de estarem por trás do ataque. Mas os dois países, até o momento, não se manifestaram.
    A Agência Internacional de Energia Atômica informou que foi notificada e que não houve aumento nos níveis de radiação.
    Rafael Grossi, diretor da agência, expressou profunda preocupação com o incidente. Disse que instalações nucleares não podem nunca ser atacadas e cobrou que, no local, as atividades militares sejam restritas.
    Israel e Estados Unidos hoje mantiveram a ofensiva contra alvos no Irã. Um ataque no norte da capital, Teerã, atingiu uma universidade.
    O ministro da Ciência do país visitou os escombros e disse que os inimigos vivem na Idade das Pedras, por atacarem instituições de ensino.
    O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que os bombardeios deste sábado se concentraram na indústria petroquímica do Irã. Segundo os militares israelenses, os alvos eram instalações que fabricavam materiais para explosivos.
    De acordo com a imprensa estatal do Irã, pelo menos cinco pessoas morreram e 170 ficaram feridas no complexo petroquímico atingido.
    Israel também atacou o Líbano, que abriga bases do grupo extremista Hezbollah, financiado pelo regime iraniano. Escombros são na cidade de Tiro — no sul do país.
    Na capital, as explosões destruíram um posto de gasolina, que fica no subúrbio de Beirute. O conflito já forçou o deslocamento de um quinto da população libanesa. Mais de 1300 pessoas foram mortas.
    O Ibrahim é tio de uma das vítimas. Contou que a casa dele foi atingida. “Lá não tinha armas, nem foguetes. Éramos quatro famílias vivendo ali”, diz.
    Na Europa, os governos continuam botando pressão por uma saída negociada. E por enquanto, descartam uma operação militar para reabrir o estreito de Ormuz. Cerca de 2 mil embarcações continuam paradas no Golfo Pérsico, sem conseguir atravessar.
    O Irã tem liberado pouquíssimas embarcações. Desde o começo da guerra, foram cerca de 150. Esse número era o que costumava passar diariamente por ali antes do conflito.
    E, mesmo para os navios autorizados, os militares iranianos têm exigido um desvio na rota comercial padrão, fazendo com que ela contorne a ilha de Larak e se aproxime do território do Irã. Isso permite que os militares tenham mais controle sobre a circulação no Estreito de Ormuz.
    Neste sábado, a TV estatal do Irã noticiou um ataque a um cargueiro israelense na região. E as forças iranianas fizeram novas ofensivas contra vizinhos do Golfo.
    No Iraque, destruição na cidade de Basra. Um complexo logístico é usado por empresas internacionais produtoras de petróleo.
    Nos Emirados Árabes, o ministério da Defesa informou que só hoje abateu 23 mísseis balísticos e 56 drones do Irã. No Barein, a artilharia iraniana atingiu carros, casas, áreas civis.
    Em Israel, também. A cerca de 130 km de Tel Aviv, na cidade de Ramat Gan, os destroços de um míssil iraniano caíram sobre uma escola. E destruíram uma casa, onde morava um senhor, que disse que escapou por um milagre.
    Em Petah Tikva, mais prédios residenciais atingidos e a angústia causada pela guerra, que não dá sinal de um fim.
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  • VÍDEO mostra colisão de caminhão em barreira de concreto de rodovia no interior de SP; motorista morreu

    VÍDEO mostra colisão de caminhão em barreira de concreto de rodovia no interior de SP; motorista morreu

    VÍDEO mostra colisão de caminhão em barreira de concreto de rodovia no interior de SP; motorista morreu
    Caminhoneiro morre após bater em barreira de concreto em rodovia de Americana
    A câmera de um motociclista registrou o momento em que um caminhão atingiu a barreira de concreto no canteiro central da Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), em Americana (SP), neste sábado (4). O caminhoneiro morreu.
    As imagens mostram que o caminhão atingiu a barreira e invadiu a pista contrária. Com o impacto, a vítima foi arremessada do veículo.
    Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o caminhão estava na pista sentido Rodovia Anhanguera (SP-330), que teve suas duas faixas interditadas.
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    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a socorrer o homem para o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, de Americana.
    Segundo o hospital, o caminhoneiro chegou à unidade em parada cardiorrespiratória. “Devido à gravidade do quadro, apesar de todas as medidas de reanimação avançada instituídas pela equipe assistencial, não houve resposta às manobras, sendo constatado o óbito às 13h49”, confirmou o hospital.
    O acidente ocorreu por volta das 13h10, na altura do km 128,5, perto do acesso para a Avenida de Cillo.
    O tráfego precisou ser realizado pela faixa zebrada, e houve registro de congestionamento. Uma faixa da pista sentido Piracicaba também foi bloqueada.
    Uma viatura de inspeção e dois guinchos da Unidade Básica de Atendimento (UBA) do DER foram enviados ao local para prestar assistência, segundo a autarquia.
    Caminhão bateu em barreira na SP-304
    Victor Taker/CNX
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  • Investigação começa após queda de avião que deixou quatro mortos no litoral do Rio Grande do Sul

    Aeronáutica investiga causas da queda de monomotor em Capão da Canoa, no litoral gaúcho
    O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Cenipa, começou a investigar as causas da queda de um avião, na última sexta-feira (3), em Capão da Canoa, no litoral gaúcho. Quatro pessoas morreram.
    As marcas deixadas pela queda do avião impressionam. Um restaurante ficou destruído. Alguns dias antes do acidente, o dono decidiu que não abriria no feriado.
    “15 de março, entramos em férias coletivas para voltar no dia 1º de abril, porém, por causa do calor, a gente resolveu esticar até o dia 10 de abril as férias para fazer uma obra do ar-condicionado, então estávamos fechados. Foi um livramento divino”, revelou Douglas Roos, proprietário do restaurante.
    Da sacada, é possível ter uma dimensão dos estragos. Além do restaurante, algumas casas ao lado também foram atingidas. Neste sábado (4), a Defesa Civil fez uma avaliação na estrutura dos imóveis e constatou que eles não foram comprometidos. Com isso, moradores do entorno puderam voltar para casa.
    “Não só o prédio aqui, como o prédio comercial do lado e a casa atrás que foram atingidos digamos assim”, disse Jorge Freitas, coordenador adjunto da Defesa Civil de Capão da Canoa.
    Técnicos do Cenipa já realizaram a coleta de dados e informações necessários para a investigação. A Polícia Civil gaúcha também instaurou um inquérito para investigar o acidente.
    O monomotor saiu de Itápolis, em São Paulo, fez uma parada para abastecer no aeroporto de Forquilhinha, em Santa Catarina, e seguiu para Capão da Canoa. Depois, voltaria para o interior paulista.
    Após a decolagem, o avião bateu em um poste próximo ao fim da pista e caiu. Na aeronave estavam os empresários Débora Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani. E os pilotos, Nélio Maria Batista Pessanha e Renan Eduardo Saes. Todos morreram na hora.
    Os corpos passaram por exames no IML e foram liberados nesta tarde para as famílias.
    “É uma perda irreparável. Eles eram pessoas maravilhosas, um ser humano fora do comum. Ele ajudava todo mundo se a gente tinha alguma dificuldade. Ele era o pai de todos, o Luizão é considerado o pai de todos”, lamenta Fernanda de Matos, empresária e amiga das vitimas.
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  • VÍDEOS: DF2 de sábado, 4 de abril de 2026…

    VÍDEOS: DF2 de sábado, 4 de abril de 2026…

    VÍDEOS: DF2 de sábado, 4 de abril de 2026…
    Veja as reportagens do telejornal com as notícias do DF.
  • Domingo de Páscoa deve ser de chuva em grande parte do Amazonas; veja a previsão do tempo

    Domingo de Páscoa deve ser de chuva em grande parte do Amazonas; veja a previsão do tempo

    Domingo de Páscoa deve ser de chuva em grande parte do Amazonas; veja a previsão do tempo
    Confira a previsão do tempo para o fim de semana de Páscoa no Amazonas
    O Domingo de Páscoa deve ser chuvoso na maior parte do Amazonas, especialmente em Manaus, onde a previsão indica pancadas mais intensas do que as registradas no sábado (4). O cenário é provocado pela atuação da Zona de Convergência Intertropical, que continua favorecendo a formação de nuvens carregadas na região Norte.
    👉A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é um encontro de ventos na região do Equador. É dos principais sistemas meteorológicos causadores de chuva em parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
    Após alguns dias de sol, a nebulosidade voltou a ganhar força na capital e em municípios próximos. Em Manaus, a previsão aponta chuva volumosa a partir do fim da manhã de domingo. Ao longo da tarde, as pancadas podem diminuir, mas ainda há possibilidade de chuva. À noite, não há indicativo de novos temporais. A temperatura máxima deve chegar a 30 °C.
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    No interior do estado, o tempo também deve seguir instável. Em cidades como Santa Isabel do Rio Negro, Parintins e Maués, a chuva pode ocorrer a qualquer hora do dia, com maior volume previsto durante a manhã.
    Já em Tabatinga, Guajará, Itamarati e Boca do Acre, as pancadas devem chegar principalmente no período da tarde.
    A previsão indica ainda um domingo com bastante chuva em áreas que vão de Barcelos e Presidente Figueiredo até Beruri, reforçando o alerta para mudanças no tempo ao longo do dia.
    Diante do cenário, a orientação é que moradores fiquem atentos a possíveis períodos de chuva mais intensa, principalmente durante a manhã e o início da tarde.
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    Leandro Guedes/Rede Amazônica
  • Paraíba registra mais de 200 mil raios nos primeiros meses de 2026; veja regiões mais afetadas

    Paraíba registra mais de 200 mil raios nos primeiros meses de 2026; veja regiões mais afetadas

    Paraíba registra mais de 200 mil raios nos primeiros meses de 2026; veja regiões mais afetadas
    Chuva acompanhada de raios em Picuí, no Seridó da Paraíba
    Daniel Coutinho/Arquivo Pessoal
    A Paraíba registrou 202.314 raios nos primeiros meses de 2026, segundo dados do Grupo STORM, que acompanha eventos climáticos em parceria com a Energisa Paraíba.
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    De acordo com o levantamento, fevereiro concentrou o maior volume até agora, com 122 mil raios, o maior número registrado para o mês nos últimos dez anos.
    Com o aumento, o total acumulado no início de 2026 já se aproxima do registrado em todo o ano de 2025, quando foram contabilizadas 230 mil descargas atmosféricas no estado.
    A maior incidência foi observada no Sertão paraibano, seguido pelas regiões da Borborema e do litoral. Os dados apontam a seguinte distribuição:
    Sertão: 84,81% das descargas
    Borborema: 13,40%
    Litoral: 1,68%
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    Prejuízos à rede elétrica
    As descargas atmosféricas podem apresentar riscos e causar problemas na rede elétrica, como sobretensão e surtos elétricos, danos aos transformadores e para-raios e queima de isoladores.
    Os raios também podem resultar em rompimento de cabos, podendo interromper o fornecimento de energia elétrica.
    Recomendações de segurança
    A Energisa recomenda que a população não entre em contato direto com a rede elétrica, mesmo se os fios estiverem no chão. Em caso de problemas, a população deve priorizar o contato com a Energisa, que disponibiliza o número 0800 083 0196 e o 83 9 9135-5540, sendo o segundo para atendimento via WhatsApp.
    Outras orientações do órgão são:
    Durante as rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores.
    Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e a placas de propaganda.
    Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
    Caso perceba que alguma parede da sua casa está úmida, não ligue equipamentos elétricos nas tomadas.
    Não faça manutenções quando estiver chovendo.
    Fique longe de áreas abertas, como campos de futebol. Também mantenha distância de piscinas, lagos, árvores, antenas e locais elevados.
    Em situações de emergência, a população também pode contatar o Corpo de Bombeiros por meio do telefone 193.
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  • VÍDEO: Suposta onça é vista caminhando pelas ruas do Lago Norte, no DF

    VÍDEO: Suposta onça é vista caminhando pelas ruas do Lago Norte, no DF

    VÍDEO: Suposta onça é vista caminhando pelas ruas do Lago Norte, no DF
    VÍDEO: Suposta onça é vista caminhando pelas ruas do Lago Norte, no DF
    Uma suposta onça foi flagrada caminhando pelas ruas do Lago Norte, no Distrito Federal, na manhã deste sábado (4). O registro foi feito por volta das 5h50 pelo motorista de aplicativo Fábio Graciano do Amaral.
    Segundo o motorista, ele avistou o animal enquanto circulava pelo bairro e, ao perceber a aproximação, conseguiu entrar em uma casa, momento em que perdeu a onça de vista (veja o vídeo acima).
    ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp.
    Apesar do flagrante, o Batalhão de Policiamento Ambiental do DF informou que não foi acionado sobre a presença da onça no dia de hoje.
    A orientação das autoridades é que, caso a suposta onça seja vista novamente, a população deve ligar imediatamente para o 190.
    VÍDEO: Suposta onça é vista caminhando pelas ruas do Lago Norte, no DF
    Fábio Graciano do Amaral/Reprodução
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