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  • Dona Beja trocou o luxo de Araxá por uma vida discreta e religiosa no interior de Minas Gerais; FOTOS

    Dona Beja trocou o luxo de Araxá por uma vida discreta e religiosa no interior de Minas Gerais; FOTOS

    Dona Beja trocou o luxo de Araxá por uma vida discreta e religiosa no interior de Minas Gerais; FOTOS
    História de Dona Beja marca reportagem sobre Estrela do Sul em 1996
    Durante parte do século XIX, o nome de Dona Beja era sinônimo de luxo, poder, fortuna e festas na então freguesia de São Domingos do Araxá, no Alto Paranaíba mineiro. Conhecida como uma das cortesãs mais famosas do Brasil, ela desafiou padrões morais de uma sociedade dominada por homens e conquistou uma influência social rara para mulheres da época imperial.
    Mas a história de Anna Jacintha de São José, nome de batismo de Dona Beja, tomou outro rumo nas últimas décadas de sua vida.
    Depois de anos no centro da vida social de Araxá, Dona Beja deixou os salões e as festas para viver de forma mais tranquila em Estrela do Sul, no Triângulo Mineiro.
    Na cidade, passou os últimos 30 anos dedicada à família e à fé católica, em uma fase bem diferente daquela que a tornou famosa no Brasil Império.
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    Uma reportagem exibida pela TV Integração em 1996 mostra como era Estrela do Sul, cidade escolhida por Dona Beja para viver os últimos anos. Assista acima.
    Atualmente com quase 6 mil habitantes, naqueles tempos, o município preservava casarões antigos, forte tradição religiosa e lembranças do período do garimpo de diamantes. Foi nesse cenário tranquilo que ela decidiu se estabelecer, longe da agitação e vida amorosa que marcaram sua trajetória em Araxá.
    Que era Dona Beja, a cortesã que desafiou os padrões morais do Brasil Império
    De Araxá ao auge da fama
    Nascida em 2 de janeiro de 1800, em Formiga (MG), Dona Beja ganhou notoriedade ainda jovem após ser sequestrada pelo ouvidor do rei, Joaquim Inácio Silveira da Mota, e levada para Paracatu em 1814.
    Quando retornou a Araxá alguns anos depois, passou a ocupar uma posição central na vida social da região. Mesmo analfabeta, construiu riqueza e prestígio.
    No Museu Histórico de Araxá, estão expostas peças atribuídas a ela, como uma medalha de ouro maciço que, segundo a tradição, a cortesã não tirava do pescoço por acreditar que lhe trazia sorte, e uma balança usada para pesar ouro e diamantes. Ela também acumulou propriedades e terras, como a Chácara do Jatobá.
    Segundo registros históricos reunidos pela Fundação Cultural Calmon Barreto, Dona Beja promovia encontros e saraus frequentados por coronéis, políticos e autoridades de várias regiões. A partir dessas relações, construiu também uma ampla rede de influência política e social, algo considerado raro para as mulheres de seu tempo.
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    Da vida de cortesã à devoção cristã
    Apesar da fama em Araxá, a vida de Dona Beja se transformou a partir da metade do século XIX, quando ela decidiu se mudar para Bagagem, antigo nome de Estrela do Sul.
    A decisão foi influenciada pela presença de familiares — já que a filha primogênita, Thereza Thomazia da Silva, morava na cidade — e pelo novo ciclo econômico da região, que vivia o auge da exploração de diamantes.
    Um deles, com mais de 250 quilates, ficou conhecido como o quarto maior já encontrado no mundo até então. Segundo o jornalista e escritor Pedro Divino Rosa, Dona Beja também participou da atividade garimpeira.
    “Em 1853, em razão da descoberta de diamantes grandes no município e familiares da sua filha estarem morando lá, convenceram Dona Beja a se mudar para Bagagem. Ela se associou a um garimpo chamado Califórnia, que desviou o leito do Rio Bagagem e dali saíram muitos diamantes”, explicou.
    Uma vida mais simples e religiosa
    Embora a mudança tenha sido motivada também pelas riquezas da região, nos anos finais Dona Beja já não tinha a mesma fortuna. O testamento revela uma vida mais simples, dedicada à religião e à família.
    A vida que a antiga cortesã passou a levar em Estrela do Sul foi muito diferente daquela que marcou sua juventude em Araxá. Longe do luxo e da intensa vida social que a tornaram famosa, ela foi morar em uma casa às margens do Rio Bagagem para viver de forma mais discreta.
    Nesse período, também se aproximou profundamente da religião católica. Pedro Rosa comentou que ela era devota de Nossa Senhora Mãe dos Homens, padroeira da cidade.
    Um dos episódios que mais simbolizam essa devoção à fé cristã foi a construção de uma ponte sobre o Rio Bagagem. A obra foi financiada por Dona Beja para que ela pudesse acompanhar, da porta de casa, a procissão da padroeira. Veja galeria de fotos a seguir.
    Fotos da época de Dona Beja em Araxá e Estrela do Sul
    Com o tempo, a antiga figura cercada de polêmicas passou a ser vista na comunidade como uma benfeitora. “Ali, às margens do rio, todo mundo ia pedir a bênção para ela”, comentou Rosa.
    A ponte acabou desabando na década de 1980, devido às constantes enchentes do rio.
    Dona Beja, que um dia escandalizou a sociedade mineira, terminou a vida longe dos holofotes, em uma rotina tranquila no interior.
    Ela morreu em 20 de dezembro de 1873, em decorrência de uma complicação renal. Foi enterrada no antigo cemitério da cidade, no local onde hoje fica a praça da Igreja Matriz de Estrela do Sul.
    – Esta reportagem contou com apoio de pesquisa do Cedoc da TV Integração, realizada por Francisca Rocha.
    Foto antiga de Dona Beja
    Pedro Divino Rosa/Arquivo público de Estrela do Sul
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  • Fim de semana tem previsão de ‘volta’ do sol e alta nas temperaturas no Vale e região; confira como fica o tempo

    Fim de semana tem previsão de ‘volta’ do sol e alta nas temperaturas no Vale e região; confira como fica o tempo

    Fim de semana tem previsão de ‘volta’ do sol e alta nas temperaturas no Vale e região; confira como fica o tempo
    Imagem de arquivo – céu aberto em São José dos Campos
    Claudio Vieira/PMSJC
    Após uma longa sequência de dias fechados e chuvosos, o sol deve voltar a predominar na região do Vale do Paraíba neste fim de semana, entre sábado (14) e domingo (15).
    A previsão é que o tempo fique mais firme na maioria das cidades, após as condições meteorológicas que provocaram instabilidade na região nos últimos dias perder força.
    Ainda pode haver pancadas isoladas de chuva – principalmente no Litoral Norte, mas sem expectativa de temporais ou registros persistentes.
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    “Com a redução das instabilidades, o fim de semana deve ter tempo mais aberto em grande parte do estado de São Paulo, com presença mais frequente de sol. Ainda podem ocorrer pancadas isoladas de chuva, mas já sem expectativa de temporais ou de dias predominantemente encobertos”, afirmou o portal Clima Tempo.
    Com o tempo mais firme, as temperaturas subirão gradualmente ao longo do fim de semana no Vale e região.
    Na maior parte das cidades – como São José dos Campos e Taubaté -, as máximas devem chegar na casa dos 30°C. As mínimas estão previstas para ficarem por volta dos 15°C.
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  • Menina vira ‘princesa de Wakanda’ após ganhar festa de 1 ano e convidados surpreendem com homenagens à cultura africana; VÍDEO

    Menina vira ‘princesa de Wakanda’ após ganhar festa de 1 ano e convidados surpreendem com homenagens à cultura africana; VÍDEO

    Menina vira ‘princesa de Wakanda’ após ganhar festa de 1 ano e convidados surpreendem com homenagens à cultura africana; VÍDEO
    Menina ganha festa de 1 ano inspirada em reinos e cultura africana
    🎂A comemoração de um ano da pequena Naomi ganhou ares de realeza africana em Palhoça, na Grande Florianópolis. Inspirados no reino fictício de Wakanda, do universo da Marvel, os pais da menina, Mayara Martins e Luiz Souza, criaram uma festa temática que convidava familiares e amigos a representarem diferentes “reinos” para celebrar a vida da aniversariante.
    No vídeo da festa, realizada no sábado (7), é possível ver os convidados chegando um a um vestidos com trajes que fazem referência à cultura africana, com padrões vibrantes, geométricos e ricos em simbolismo. Também aparecem outros personagens, como princesas e casais históricos. Naomi e os pais entram por último, com a menina no colo (assista acima).
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    Ao g1, Mayara contou que a ideia era transformar o aniversário em uma experiência coletiva. Cada convidado poderia representar o seu “reino” da forma que quisesse, e segundo ela, as caracterizações surgiram de forma espontânea.
    “Dentro do contexto que criamos, o reino de Wakanda estava convidando outros reinos para celebrar o primeiro ano de vida da princesa. Então poderiam ser reinos africanos ou outros universos: príncipes, princesas, super-heróis, animais da savana. Cada um representou o seu reino do jeito que quis”, contou.
    Convidados foram vestidos com padrões vibrantes, geométricos e ricos em simbolismo
    Reprodução/@biasantosfotografia
    Alguns convidados entraram completamente no clima, com roupas elaboradas e maquiagem temática. Outros preferiram acessórios mais discretos, mas, de acordo com a mãe, todos participaram da proposta.
    “O que mais chamou nossa atenção foi que todo mundo comprou a ideia e se sentiu pertencente. Foi uma energia muito bonita e emocionante ver a família comprar a ideia: dançamos, nos abraçamos, usamos turbantes. Foi uma oportunidade de viver aquilo e extravasar”, relatou.
    Celebração teve significado ligado à história da família
    Para Mayara, além da estética da festa, a escolha do tema também carrega um significado pessoal ligado à história da família. Por isso, a ideia de celebrar a filha como uma princesa também representa um símbolo de transformação.
    Ela conta que, algumas gerações atrás, a realidade era muito diferente. A avó materna, por exemplo, trabalhou em condições precárias em casas de família antes de se mudar para a região de Florianópolis.
    “Não é uma história tão distante da nossa realidade. Hoje temos uma condição boa para dar aos nossos filhos, mas a geração anterior enfrentou muitas dificuldades”, disse.
    Menina vira “Princesa de Wakanda” em festa de 1 ano, e convidados fazem homenagens à cultura africana
    Reprodução/@biasantosfotografia
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    Festa criada do zero
    Transformar a ideia em realidade exigiu planejamento detalhado. Como o tema era pouco comum, Mayara explica que praticamente não havia referências prontas para orientar os fornecedores.
    “Não foi fácil colocar em prática tudo o que estava na nossa cabeça. Era um tema novo, então não dava para chegar para a decoradora e mostrar exatamente o que queríamos. Eu tive que escolher cada detalhe”, afirmou.
    A experiência da festa começou antes mesmo do dia da comemoração. Para preparar os convidados, Mayara decidiu entregar convites físicos, em formato de pergaminho, entregues pessoalmente.
    “Eu queria que as pessoas entendessem que não seria um aniversário comum. O convite já trazia a história do reino e do convite para a celebração.”
    “Princesa de Wakanda”: menina ganha festa de 1 ano inspirada em reinos e convidados entram caracterizados para celebrar em SC
    Reprodução/@biasantosfotografia
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  • Dia do Consumidor: Mensagem para compartilhar reúne dicas para turistas

    Dia do Consumidor: Mensagem para compartilhar reúne dicas para turistas

    Dia do Consumidor: Mensagem para compartilhar reúne dicas para turistas
    Neste dia 15 de março, domingo, é celebrado o Dia do Consumidor. A data foi criada em 15 de março de 1962, quando o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, se dirigiu ao Congresso para defender que os consumidores mereciam proteção formal. Naquele pronunciamento, ele enumerou quatro direitos fundamentais: o direito à segurança, à informação, à escolha e a ser ouvido.
    O discurso ecoou pelo mundo ao longo das décadas seguintes. Em 1983, o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor foi oficialmente celebrado pela primeira vez. Em 1985, a ONU incorporou os princípios em diretrizes globais. E no Brasil, o caminho culminou na criação do Código de Defesa do Consumidor.
    Dia do Consumidor em 15 de março
    Divulgação
    Você conhece os seus direitos? Veja mensagem
    Você tem o direito de ser informado antes de decidir. De ser respeitado quando reclamar. De receber o que foi prometido. De mudar de ideia. De ser ouvido quando algo der errado. Esses não são favores – são direitos. E conhecê-los é a melhor bagagem que você pode levar em qualquer jornada.
    O consumidor informado é o consumidor protegido. E no universo do turismo – onde decisões são tomadas com antecedência, envolvem valores significativos e dependem de uma cadeia de prestadores de serviço – essa consciência faz toda a diferença entre uma viagem memorável e uma experiência frustrante.
    Dicas para turistas
    O setor de turismo é um dos que mais concentra reclamações de consumidores no Brasil. Cancelamentos de voos, pacotes que não correspondem ao prometido, cobranças indevidas, hotéis que negam reservas – os problemas são variados, mas a maioria tem solução quando o viajante conhece seus direitos. Confira as principais dicas:
    Leia o contrato antes de assinar
    Parece óbvio, mas a maioria das decepções em viagens começa com um contrato não lido. Antes de fechar qualquer pacote, confira todas as cláusulas: o que está incluído (e o que não está), as regras de cancelamento e remarcação, os valores das multas em caso de desistência e como funciona o suporte em caso de imprevisto. Uma cláusula mal compreendida pode custar caro.
    Cadastur
    O Ministério do Turismo mantém o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), onde é possível consultar se a agência com quem você está negociando é legalmente habilitada para operar no país.
    Tudo por escrito
    E-mails, mensagens de WhatsApp, comprovantes de pagamento, confirmações de reserva, vouchers: guarde absolutamente tudo. Esses registros são sua principal defesa em caso de disputa.
    Conheça seus direitos
    A legislação brasileira, regulamentada pela Anac e pelo CDC, garante direitos progressivos em caso de atrasos: após 1 hora, a companhia deve oferecer meios de comunicação; após 2 horas, alimentação; após 4 horas, hospedagem e transporte. Em caso de cancelamento ou atraso superior a 4 horas, você pode escolher entre reembolso integral, reacomodação em outro voo ou execução por outro meio de transporte.
    Direito de arrependimento
    Se você comprou uma passagem ou pacote pela internet, tem até 7 dias corridos para se arrepender – contados a partir da compra – e receber reembolso integral sem precisar justificar. Esse é o chamado direito de arrependimento, previsto no artigo 49 do CDC. Atenção: verifique as condições específicas, pois alguns produtos turísticos têm características que tornam a aplicação mais complexa.
    Antes de fechar qualquer negócio em plataformas desconhecidas, verifique a reputação da empresa em sites de reclamação, pesquise avaliações de outros viajantes e nunca pague via transferência para contas pessoais. A Senacon alerta regularmente sobre fraudes nesse setor.
    Viajar bem começa com estar informado
    Neste Dia do Consumidor, a mensagem é uma só: você tem direitos. Eles existem, estão escritos em lei e podem ser exigidos. Use-os – não apenas quando algo der errado, mas antes, como ferramenta de prevenção. O consumidor que conhece seus direitos viaja mais tranquilo, negocia melhor e, quando precisa, recorre com segurança.
    Por que escolher Atibaia?
    Atibaia é conhecida pelo clima ameno durante boa parte do ano, o que favorece atividades ao ar livre em qualquer estação. Restaurantes, cafés e empórios locais valorizam ingredientes regionais. O centro histórico reúne praças e construções que preservam o clima acolhedor do interior.
    Ponto turístico de Atibaia
    Divulgação
    A cidade conta com hotéis, pousadas, resorts e hotéis-fazenda, oferecendo opções tanto para quem busca luxo quanto para quem prefere experiências mais rústicas
    Com boas rodovias ligando a capital ao interior, Atibaia permite viagens rápidas e práticas, ideal para quem quer fugir da rotina sem percorrer longas distâncias.
  • O que se sabe sobre o navio histórico que ficou inclinado no Porto de Santos

    O que se sabe sobre o navio histórico que ficou inclinado no Porto de Santos

    O que se sabe sobre o navio histórico que ficou inclinado no Porto de Santos
    Vídeo mostra navio inclinando no fundo do estuário no Porto de Santos, SP
    O navio Professor W. Besnard ficou inclinado e apoiado no fundo do estuário do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Trata-se de uma embarcação histórica que já foi usada pelo Brasil em operações na Antártica. Ninguém se feriu.
    O caso aconteceu na sexta-feira (13), no Parque Valongo, e assustou pessoas que passavam pelo local (assista acima). O g1 reuniu as principais informações sobre a ocorrência.
    Entenda o que se sabe sobre o caso a partir dos seguintes pontos:
    Navio inclina no Porto de Santos
    Medidas de segurança
    Conheça a embarcação histórica
    Galeria de fotos
    Navio inclina no Porto de Santos
    A embarcação inoperante estava atracada no Parque Valongo. A causa da inclinação do navio não foi divulgada oficialmente.
    Em nota, a Diretoria de Operações (Diop) da Autoridade Portuária de Santos (APS) informou que o navio é propriedade do Instituto do Mar e ocupa espaço cedido enquanto aguarda providências dos proprietários para sua eventual restauração.
    Medidas de segurança
    Navio inclina e fica apoiado no fundo do estuário no Porto de Santos
    A APS acrescentou que isolou a área em terra e instalou barreiras de contenção no mar para evitar acidentes ambientais por vazamento de óleo para o estuário. Ainda de acordo com a Autoridade Portuária, a Capitania dos Portos de São Paulo foi comunicada sobre o ocorrido.
    “A Diretoria de Operações informa que já tomou todas as providências possíveis e que não há risco para a navegação no Porto de Santos, até porque o navio adernou (inclinou) justamente junto ao cais que já se encontrava acostado”, complementou a Diop.
    Navio inclina e fica apoiado no fundo do estuário no Porto de Santos
    Daniel Rodrigues
    Conheça a embarcação histórica
    Com 49,3 metros de comprimento, o Besnard foi construído por encomenda do governo paulista e foi lançado ao mar em 1966.
    Conforme noticiado pelo g1, a embarcação passou pela costa brasileira, fez expedições no arquipélago de Cabo Verde e realizou mais de 260 viagens para a formação de pesquisadores, passando por mais de 10 mil pontos de coleta para estudos científicos.
    O navio levou as primeiras equipes de pesquisa brasileiras à Antártica. Depois disso, passou por duas reformas na década de 90 e um grande incêndio em 2008, que o deixou inoperante.
    Galeria de fotos
    Navio histórico inclina e fica apoiado no fundo do estuário no Porto de Santos
    VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos
  • Homem é preso após tentar matar esposa com golpe de enxada no litoral de SP

    Homem é preso após tentar matar esposa com golpe de enxada no litoral de SP

    Homem é preso após tentar matar esposa com golpe de enxada no litoral de SP
    Homem (à esq.) foi preso após golpear a mão da esposa com uma enxada (à dir.).
    Divulgação/Polícia Civil | Carlos Cruz/CANAL5WEBTV
    Edvan Pinto de Moura, de 45 anos, foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio após golpear a companheira com uma enxada, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A vítima, de 38 anos, sofreu um ferimento grave na mão e precisou passar por cirurgia.
    O crime aconteceu na madrugada de quinta-feira (12), no bairro Balneário Esmeralda. De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher foi até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Samambaia e relatou que havia sido vítima de violência doméstica. Segundo o registro, ela apresentava um ferimento na mão, com os tendões expostos.
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    A Polícia Militar foi acionada pelos profissionais da unidade de saúde. Aos agentes, a vítima relatou ter pegado uma faca para se defender durante uma briga com o companheiro. O homem, por sua vez, pegou uma enxada e desferiu um golpe que acertou a mão dela. Segundo o depoimento, ele ainda tentou atingi-la com uma picareta.
    A mulher contou às autoridades que, para escapar das agressões, pulou o muro da casa e buscou abrigo na residência de uma vizinha. Depois disso, ela seguiu até a UPA.
    Na casa do casal, a polícia apreendeu uma pá, uma enxada e uma picareta. O caso foi registrado como tentativa de feminicídio na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Praia Grande. O casal tem três filhos, de 3, 6 e 11 anos, e o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação.
    Histórico de violência
    Ainda segundo o boletim de ocorrência, os episódios de violência doméstica eram recorrentes. Em uma discussão há cerca de uma semana, a vítima chegou a ficar com um ferimento na cabeça após ser agredida.
    Na ocasião, ela procurou atendimento médico, mas voltou para casa. Depois disso, o suspeito passou a acusá-la de tê-lo denunciado, o que deu início a novas agressões. Conforme publicado por Edvan nas redes sociais, eles estavam juntos desde 2014.
    Violência contra mulher: como pedir ajuda
    Violência contra mulher: como pedir ajuda
    VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
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  • Empresário é condenado a quase 50 anos de prisão por matar irmãos durante discussão em marina de SP

    Empresário é condenado a quase 50 anos de prisão por matar irmãos durante discussão em marina de SP

    Empresário é condenado a quase 50 anos de prisão por matar irmãos durante discussão em marina de SP
    Vídeo mostra irmãos pilotando motos aquáticas momentos antes de serem mortos a tiros em Itanhaém, SP
    Elias Félix, o dono de uma marina que confessou ter matado dois irmãos a tiros em Itanhaém, no litoral de São Paulo, foi condenado a 46 anos e oito meses de prisão em regime fechado. Segundo a sentença obtida pelo g1 neste sábado (14), ele respondia ao processo em liberdade, mas um mandado de detenção foi expedido e agora é considerado foragido da Justiça.
    O caso aconteceu no bairro Coronel, em fevereiro de 2022. Os irmãos, identificados como Maycon e Everton Oliveira Pereira de Andrade, de 27 e 28 anos, estavam na marina para andar de moto aquática, quando foram vistos entrando em uma discussão com o proprietário do local. À época dos fatos, o autor dos disparos foi liberado após se apresentar à polícia e confessar o crime.
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    O Tribunal do Júri foi realizado na última quinta-feira (12), com a condenação do homem, de 58 anos, por duplo homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas.
    “A perda simultânea de dois integrantes do mesmo núcleo familiar produziu impacto profundamente devastador na esfera familiar das vítimas, atingindo diretamente pais, irmã, esposas e filhos […] Ressalte-se que ambos eram ainda jovens, circunstância que acentua a gravidade concreta das consequências do crime”, escreveu o juiz Rafael Vieira Patara, da 1ª Vara de Itanhaém.
    Maycon e Everton Oliveira Pereira de Andrade, de 27 e 28 anos, foram mortos em marina de Itanhaém, SP
    Arquivo Pessoal e Reprodução
    O magistrado acrescentou que a esposa de Maycon estava grávida de cinco meses na época do crime. “A criança sequer teve a oportunidade de conhecer o próprio pai, tampouco o tio. Privada desde o nascimento da convivência com duas figuras familiares que lhe seriam naturalmente próximas”.
    MP denuncia empresário que disse ter matado irmãos com tiros na cabeça
    Vídeo mostra irmãos se divertindo com motos aquáticas antes de serem mortos
    O caso
    De acordo com o documento da sentença, Maycon foi atingido de forma repentina enquanto conduzia uma moto aquática. “A circunstância reduziu de maneira significativa qualquer possibilidade de reação ou defesa”, afirmou o juiz.
    As investigações apontaram que Everton pulou na água e nadou em busca de refúgio para tentar se salvar após os primeiros tiros. Apesar disso, ele foi perseguido pelo acusado, que o alcançou, o segurou pelo braço e efetuou o disparo à curta distância na região craniana. “A dinâmica da ação evidencia que a vítima se encontrava em situação de extrema vulnerabilidade”, destacou Patara.
    Na época do crime, Félix alegou uma série de ameaças sofridas por parte dos irmãos, desde 2015, e ainda disse que atirou durante a discussão porque Maycon pareceu buscar um revólver dentro da moto aquática. A defesa dele não foi localizada até a última atualização desta reportagem.
    Imagens mostram roupas ensanguentadas usadas por irmãos no momento do crime
    Reprodução
    Acusação
    As advogadas Ana Carolina Lopes da Silva Badaró e Heloyse Massola Cavalcante da Costa atuaram como assistentes de acusação. Elas destacaram que foram mais de quatro anos de processo e aproximadamente 12 horas de julgamento.
    “Hoje, a família de Maycon e Everton podem dizer que a Justiça foi feita. Com o resultado, o réu, que não compareceu ao seu próprio julgamento, teve mandado de prisão expedido em seu desfavor”, ressaltaram as advogadas, por meio de nota enviada ao g1.
    Ana e Heloyse pedem para informações sobre o paradeiro de Elias Félix serem denunciadas para a Polícia Militar (190), disque denúncia (181) ou em qualquer delegacia.
    VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
  • Paciente denuncia técnica de enfermagem por racismo e gordofobia durante internação: ‘Cabelo duro’

    Paciente denuncia técnica de enfermagem por racismo e gordofobia durante internação: ‘Cabelo duro’

    Paciente denuncia técnica de enfermagem por racismo e gordofobia durante internação: ‘Cabelo duro’
    Caso aconteceu enquanto a vítima estava internada na UPA da Zona Noroeste, em Santos
    Arquivo Pessoal
    Uma jovem, de 22 anos, denunciou uma técnica de enfermagem por racismo e gordofobia. A vítima contou ao g1 que estava internada com pneumonia em um hospital em Santos, no litoral de São Paulo, quando a profissional disse que o cabelo dela era “duro” e o braço “muito gordo”.
    O caso aconteceu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Noroeste. A Prefeitura de Santos e o Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) investigam a denúncia contra a técnica de enfermagem, que não teve a identidade divulgada (veja mais abaixo).
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    A vítima explicou que estava internada desde domingo (8), mas as injúrias começaram por volta das 8h de quinta-feira (12). De acordo com ela, a técnica de enfermagem começou os comentários ofensivos após o médico informar que possivelmente a paciente teria alta hospitalar naquele dia.
    “Assim que ele saiu do quarto […], em tom debochado, ela disse que era bom eu receber alta para lavar meu ‘cabelo duro’, que estava ‘todo embolado, cacheado e fedido’, e que eu precisava ‘arrumar o cabelo, pentear e tomar banho direito’. Fiquei completamente sem reação naquele momento”, disse a jovem.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    A paciente afirmou que, logo depois, a profissional tentou aferir a pressão dela. “O aparelho deu erro e ela disse que meu braço era muito gordo e que ‘precisaria de um aparelho maior porque eu comia muito doce’. Em seguida, começou a procurar doces dentro da minha mochila”, lembrou ela.
    A jovem disse que ofereceu um doce para a técnica de enfermagem. “Ela respondeu que não queria porque tomava Mounjaro [medicamento indicado para diabetes e obesidade, mas que tem sido usado para emagrecimento], passou a mão pelo próprio corpo e disse rindo que eu deveria parar de comer”.
    Revolta
    A vítima contou o ocorrido para o médico, que acionou a coordenação do hospital. Em seguida, a enfermeira chefe informou à jovem que a técnica de enfermagem reconheceu que fez os comentários, mas que teria sido “apenas uma brincadeira”, pois “ela tem um marido negro e acima do peso”.
    “Uma situação grave de racismo e tratamento desumano que sofri”, lamentou a paciente, destacando que passou a ser tratada com hostilidade por todas as enfermeiras. “Mais tarde, pedi alta porque não tinha direito a acompanhante e já estava me sentindo insegura no ambiente”.
    Caso aconteceu enquanto a vítima estava internada na UPA da Zona Noroeste, em Santos
    Arquivo Pessoal
    Denúncia
    Ela saiu do hospital sem estar totalmente recuperada. “Ninguém deveria passar por racismo ou ser tratado dessa forma dentro de um ambiente de saúde, especialmente estando vulnerável e internado”, lamentou a jovem, que registrou a denúncia na ouvidoria municipal, no Coren-SP e na Polícia Civil.
    A prefeitura informou que a ocorrência será apurada junto à organização social responsável pela gestão da UPA Zona Noroeste. “A Secretaria de Saúde de Santos enfatiza que não compactua com quaisquer ações discriminatórias, primando pelo atendimento humanizado em todas as suas unidades próprias e conveniadas”, destacou a administração municipal, por meio de nota.
    O Coren-SP também afirmou que abriu uma sindicância para investigação do caso. “A apuração seguirá sob sigilo processual e, após a averiguação dos fatos, se forem constatados indícios de infração ética, será instaurado um processo ético-profissional”, afirmou o conselho, destacando que tem compromisso com o exercício da enfermagem livre de qualquer tipo de discriminação.
    Por fim, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso foi registrado como injúria na Delegacia Eletrônica, e encaminhado ao 5º DP de Santos. De acordo com a pasta, a vítima foi orientada sobre o prazo de seis meses para representar criminalmente contra a autora.
    UPA Zona Noroeste em Santos, SP
    Divulgação/Prefeitura de Santos
    VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
  • Avós polenteiras mantêm tradição italiana há 20 anos em Goiás

    Avós polenteiras mantêm tradição italiana há 20 anos em Goiás

    Avós polenteiras mantêm tradição italiana há 20 anos em Goiás
    Avós polenteiras mantêm tradição italiana há 20 anos em Goiás
    Em Nova Veneza, na Região Metropolitana de Goiânia, três irmãs ajudam a manter uma tradição italiana viva há 20 anos. Ana, Nida e Divina são responsáveis pela produção de polenta, um dos alimentos típicos da culinária italiana e que aprenderam a fazer em casa ainda na infância.
    Em entrevista ao g1, Divina Aparecida, de 59 anos, avó de três netos, contou que a tradição da polenta na família vem de gerações e está ligada à história dos antepassados italianos que se estabeleceram na região. Segundo ela, o costume começou ainda com os pais, que ensinaram os filhos a preparar o alimento.
    Fruto de uma família de oito filhos, sendo quatro homens e quatro mulheres, Divina relatou que o pai trabalhava com carro de boi antes da popularização dos automóveis. A mãe, por sua vez, já sabia preparar as comidas tradicionais, e os filhos foram aprendendo com o tempo. “Ela foi fazendo, nós fomos vendo e aprendendo”, relembrou.
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    Irmãs Divina Aparecida, de 59 anos, Iranilda Maria (Nida), de 62, e Ana Maria, de 68, em Nova Veneza
    Fernando Santiago
    As irmãs polenteiras fazem parte do grupo de mulheres que compõem a gastronomia do Festival Italiano de Nova Veneza. O envolvimento da família com a festividade começou logo nas primeiras edições. Enquanto as irmãs – que são mais velhas – estiveram desde o início, Divino começou a fazer parte da tradição a partir da terceira edição.
    Segundo ela, o preparo da polenta durante o festival exige muito trabalho e organização. Cada pessoa fica responsável por uma panela. “Cada um tem sua panelinha. Eu mexo a minha, a Ana a dela, e a outra a dela. É um ‘trem’ que consome demais”, relatou.
    Além das irmãs, outras pessoas ajudam na produção, que acontece durante todo o dia e começa antes mesmo do festival, quando a equipe se dedica por semanas à preparação dos alimentos. “A gente faz nhoque, separa a carne de primeira e de segunda para fazer as pelotinhas. É muita coisa que fazemos durante quase um mês”, explicou.
    Produção de polenta, em Nova Veneza
    Eduarda Leite/Comunicação Sem Fronteiras
    De uma geração para outra
    A tradição de comer, preparar e vender polenta já passou para as novas gerações. Divina contou que uma de suas filhas já começou a trabalhar na festa há cerca de três anos. Ela também destacou o entusiasmo dos netos com o prato típico.
    No festival, a equipe da família é formada por três irmãs, uma filha de Divina e mais duas mulheres que ajudam no trabalho. Para a polenteira, estar ao lado de Nida e Ana é uma alegria.
    “Para mim é uma alegria. Uma dá força para a outra. Se uma está na panela, a outra vem e ajuda”, relatou.
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    Ao falar da tradição culinária, ela destacou a simplicidade da polenta. “É uma comidinha simples, mas todo mundo que come gosta”, afirmou. Mesmo assim, explicou que o preparo exige esforço. “É simples de fazer, mas é pesado de mexer”, disse.
    Divina tem esperança de que a tradição continue nas próximas gerações da família. “Já vou deixar para minha filha e ensinar meus netos. Se eles gostam de comer, vão querer aprender também”, destacou.
    Produção de polenta, em Nova Veneza
    Raquel Pinho e Eduarda Leite/Comunicação Sem Fronteiras
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    Entrada de Nova Veneza, em Goiás
    Diomício Gomes/O Popular
    Conhecida como a Capital Italiana de Goiás, a história de Nova Veneza teve início em 1912, quando uma família de imigrantes italianos se mudou para a região. Em busca de melhores condições de trabalho e de vida, os “Stival” vieram de uma província localizada na região de Veneto, na Itália.
    A família comprou uma propriedade rural e se instalou na região. Doze anos depois, o patriarca João Stival dividiu parte de suas terras em lotes e ofereceu a lavradores, comerciantes e outros profissionais que tivessem interesse em se instalar no local.
    O loteamento dos terrenos foi registrado em cartório em 5 de junho de 1924. Em 2024, uma lei aprovada na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) concedeu a Nova Veneza o título de Capital Italiana de Goiás.
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  • Exposição fotográfica ‘Revelando Roraima’ reúne 30 imagens sobre paisagens, cultura e turismo do estado

    Exposição fotográfica ‘Revelando Roraima’ reúne 30 imagens sobre paisagens, cultura e turismo do estado

    Exposição fotográfica ‘Revelando Roraima’ reúne 30 imagens sobre paisagens, cultura e turismo do estado
    Exposição fotográfica ‘Revelando Roraima’ convida público a conhecer paisagens e cultura do estado
    Divulgação
    Uma exposição fotográfica reúne 30 imagens que retratam paisagens, cultura e experiências turísticas de Roraima. A mostra “Revelando Roraima: Um Convite ao Turismo” acontece no shopping no bairro Cauamé, zona Norte de Boa Vista, e apresenta registros feitos ao longo de cerca de um ano e meio de viagens por diferentes municípios do estado.
    A visitação é gratuita e segue aberta ao público até o dia 12 de abril.
    As fotografias foram produzidas pelos fotógrafos Wellmar Roth e Willame Sousa, que percorreram Roraima de norte a sul para capturar cenários naturais, manifestações culturais e experiências ligadas ao turismo.
    Entre os registros estão paisagens como cachoeiras, rios, igarapés e lagos, além de imagens de gastronomia regional, etnoturismo e pesca esportiva. Os fotógrafos visitaram locais como a Serra do Tepequém, no município de Amajari, e também registraram cenários em cidades como Uiramutã, Mucajaí, Iracema e Cantá.
    Segundo o fotógrafo e curador da exposição, Willame Sousa, a proposta da mostra é apresentar diferentes aspectos do estado e valorizar as belezas naturais e culturais da região.
    “A exposição tem gastronomia e etnoturismo e busca retratar Roraima de uma forma diferente, mostrando um estado que muita gente de fora considera exótico, mas que para nós é motivo de orgulho pelas belezas naturais e culturais”, afirmou.
    Entre os registros também aparecem eventos e tradições regionais, como o Festival das Panelas de Barro, além de paisagens de regiões como Pacaraima, Mucajaí e o Baixo Rio Branco.
    A exposição foi realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, e conta com apoio do governo estadual, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo.
    Serviço
    Exposição: Revelando Roraima – Um Convite ao Turismo
    Período de visitação: até 12 de abril de 2026
    Local: Espaço cultural em shopping no bairro Cauamé, em Boa Vista
    Entrada: gratuita
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