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  • Vorcaro gastou mais de R$ 100 milhões no cartão de crédito de 2019 a 2025

    Vorcaro gastou mais de R$ 100 milhões no cartão de crédito de 2019 a 2025

    Vorcaro gastou mais de R$ 100 milhões no cartão de crédito de 2019 a 2025
    Daniel Vorcaro volta a ser preso; Polícia Federal afirma que dono do Banco Master criou uma milícia privada para cometer crimes
    Jornal Nacional/ Reprodução
    O banqueiro, Daniel Vorcaro, preso em Brasília por suspeitas de fraudes no sistema financeiro, gastou R$ 104,4 milhões apenas com cartões de crédito entre 2019 e 2025, segundo documentos obtidos pela CPMI do INSS relativos a quebra de sigilo fiscal do dono do Banco Master.
    Os documentos mostram que, dos mais de R$ 104 milhões gastos por Vorcaro, R$ 45,3 milhões foram em cartões de seu próprio banco, que foi liquidado em novembro de 2025 após a Operação Compliance da Polícia Federal (PF).
    O ano em que Vorcaro mais gastou nos cartões de crédito foi em 2024, com um total de R$ 34 milhões. Desse montante, R$ 21,7 milhões foram gastos apenas em cartões do Banco Master.
    Em 2024, a Polícia Federal começou a investigar o Master por suspeitas de “fabricação” de carteiras de crédito falsas.
    Vorcaro começou a utilizar os cartões do Master em 2021. Naquele ano, o total gasto pelo banqueiro foi R$ 17,8 milhões, sendo que R$ 8,7 milhões foram apenas nos cartões do Banco Master.
    O montante gasto pelo banqueiro em 2023 foi similar: R$ 17,2 milhões, sendo R$ 8,5 milhões em cartões do Master.
    Nos documentos enviado à CPMI, também é possível observar que, em 2025, foram registrados R$ 11,3 milhões gastos pelo banqueiro. No entanto, o levantamento aponta as despesas relativas apenas até o mês de junho.
    Ao longo do período, além do Master, Vorcaro utilizou cartões dos bancos Bradesco, Itaú, Original, Safra, Santander, Caixa Econômica e Sicoob.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Prisão de Vorcaro
    Daniel Vorcaro foi preso duas vezes como parte da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Master.
    A primeira prisão ocorreu em 17 de novembro, quando o banqueiro se preparava para viajar para a Europa. A segunda ocorreu no último dia 4 de março, em São Paulo, como parte da terceira fase da operação.
    Após ficar preso na penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, o banqueiro foi transferido para Brasília e está na Penitenciária Federal. A PF solicitou a imediata transferência de Vorcaro afirmando que “há necessidade premente de tutela da integridade física do custodiado”.
  • Contas bancárias da família Aguiar não têm movimentação há mais de 40 dias; polícia reafirma hipótese de feminicídio e duplo homicídio

    Contas bancárias da família Aguiar não têm movimentação há mais de 40 dias; polícia reafirma hipótese de feminicídio e duplo homicídio

    Contas bancárias da família Aguiar não têm movimentação há mais de 40 dias; polícia reafirma hipótese de feminicídio e duplo homicídio
    Polícia não identifica movimentação em contas bancárias de família desaparecida no RS
    A Polícia Civil informou à RBS TV que não identificou movimentação nas contas bancárias das três pessoas da mesma família que estão desaparecidas em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, em mais de 40 dias. Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Isail Aguiar, de 69, e Dalmira Aguiar, 70, não são vistos desde os dias 24 e 25 de janeiro.
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    Em razão da ausência de transações financeiras por mais de 40 dias, a polícia praticamente descarta encontrar a família com vida. Silvana, inclusive, integra a lista oficial de vítimas de feminicídio no RS em 2026.
    “Nenhuma pessoa ficaria mais de 40 dias fora da sua residência sem fazer movimentações financeiras para subsistir. Não condiz com a realidade”, afirma o delegado Anderson Spier.
    A principal linha de investigação é de que se trata de feminicídio (contra Silvana), duplo homicídio (pais dela) e ocultação dos cadáveres.
    Buscas em diferentes áreas da Região Metropolitana de Porto Alegre são realizadas. As frentes mais recentes se concentraram em áreas de mata de Gravataí e Cachoeirinha, além de trechos do Rio Gravataí.
    O único suspeito é o policial militar e ex-companheiro de Silvana, Cristiano Domingues Francisco, que está preso temporariamente desde 10 de fevereiro.
    Em nota, o advogado Jeverson Barcellos, que representa Cristiano, informou que mantém “efetiva colaboração com as autoridades” e que “irá se debruçar sobre a decisão e seus fundamentos, para analisar eventual combate por via de habeas corpus”. Leia abaixo a íntegra
    Com a prorrogação da prisão de Cristiano, a polícia espera concluir o inquérito sobre o caso em até 30 dias.
    Cristiano Domingues Francisco, suspeito no desaparecimento da família Aguiar
    Renan Mattos / Agencia RBS
    Eletrônicos apreendidos
    Na semana passada, a Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa de um amigo do PM. O homem, que não é investigado e presta depoimento apenas como testemunha, foi citado por Cristiano como alguém com quem teria jantado na noite em que Silvana desapareceu. O objetivo é checar o álibi.
    Na residência, os policiais apreenderam um celular, um pen drive, um HD externo e um videogame. Conforme a polícia, o telefone foi apreendido para que seja checada a geolocalização, mensagens de texto que tenham sido trocadas com o suspeito e outros dados.
    Já o videogame foi apreendido para verificar se o dispositivo foi conectado à rede Wi-Fi da casa de Cristiano naquela noite. O amigo disse à polícia que passou a noite de 24 de janeiro na casa de Cristiano, onde também estava o filho do suspeito, e eles teriam jogado videogame até a madrugada do dia 25.
    O Instituto-Geral de Perícias (IGP) afirmou que “os laudos, assim que concluídos, sempre são entregues diretamente aos cuidados da autoridade solicitante”. Não há prazo para a devolutiva.
    Na ocasião, o advogado de Cristiano disse que ficou surpreso com as buscas na casa desse amigo, já que ele é uma testemunha indicada pela própria defesa.
    “Bastaria solicitar a entrega do aparelho para perícia, o que seria feito com o intuito de colaborar com as investigações, da mesma forma que foi a franquia no sítio deixado pelo pai de Cristiano e demais atos colaborativos”, destaca.
    Silvana Germann de Aguiar, Dalmira Germann de Aguiar e Isail Vieira de Aguiar
    Imagens cedidas/Polícia Civil
    Outros elementos apurados
    As investigações também já levaram a polícia a um sítio da família do PM e a outra propriedade dos Aguiar, além das casas dos desaparecidos e a do próprio suspeito.
    Paralelamente, a polícia tenta esclarecer quem é o dono de um carro vermelho que entrou na casa de Silvana no dia do desaparecimento. Já outra frente aguarda o resultado da perícia nas amostras de sangue encontradas no pátio da residência da vítima.
    “A gente ainda precisa de algumas perícias com relação ao material genético, que estão pendentes”, acrescenta Spier.
    Um mês do desaparecimento da família Aguiar, em Cachoeirinha (RS)
    Relembre o caso
    O g1 montou a linha do tempo que detalha os principais acontecimentos da investigação. Confira:
    Antes do sumiço
    2 de janeiro: Silvana Germann de Aguiar solicita, em um grupo de mensagens, o contato do Conselho Tutelar;
    9 de janeiro: Silvana comparece ao Conselho Tutelar para registrar que seu ex-marido, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, desrespeitava as restrições alimentares do filho do ex-casal.

    O fim de semana dos desaparecimentos
    24 de janeiro (sábado): Silvana é vista pela última vez. Uma publicação em seu perfil nas redes sociais dizia que ela havia sofrido um acidente em Gramado, mas que estava bem. Segundo a polícia, o acidente nunca aconteceu e o objetivo da postagem seria despistar o desaparecimento.
    Imagens de uma câmera de segurança registraram uma movimentação atípica de veículos na noite de 24 de janeiro:
    – 20h34: Um carro vermelho entra na residência de Silvana, e sai oito minutos depois;
    – 21h28: O veículo branco de Silvana entra na garagem da casa;
    – 23h30: Outro automóvel chega ao local, permanece por 12 minutos e vai embora.
    25 de janeiro (domingo):
    – Alertados por vizinhos sobre a postagem, os pais de Silvana, Isail e Dalmira Aguiar, saem para procurar a filha. O casal de idosos tenta registrar o desaparecimento na delegacia distrital, mas a unidade estava fechada;
    – Segundo a Polícia Civil, após saírem da delegacia, os idosos seguiram para a residência do ex-genro, Cristiano. Em depoimento prestado inicialmente como testemunha, o policial afirmou que o casal teria pedido ajuda para procurar Silvana, já que ele é policial militar. Ele teria dito que estava preparando o almoço e que auxiliaria mais tarde;
    – Ainda conforme a investigação, após a visita, os idosos teriam retornado para casa e, horas depois, teriam sido vistos por vizinhos entrando em um carro não identificado, de cor desconhecida. Desde então, não foram mais vistos.
    Início das investigações
    27 e 28 de janeiro: As ocorrências de desaparecimento são registradas formalmente. O ex-marido, Cristiano Domingues Francisco, comunica o sumiço de Silvana, e uma sobrinha, informa à polícia que os idosos também não foram mais vistos;
    28 de janeiro: Cristiano comparece ao Conselho Tutelar para pedir que o filho fique sob sua guarda durante as investigações;
    1º de fevereiro: Cristiano envia uma foto de dentro da casa dos sogros para uma conhecida, mostrando o veículo do casal;
    3 de fevereiro: A polícia ouve seis pessoas, incluindo o ex-marido e sua atual companheira. Um projétil de arma de fogo é encontrado no pátio da casa dos idosos;
    4 de fevereiro: A Polícia Civil confirma que trata o caso como crime, descartando sequestro por falta de pedido de resgate.
    Perícias e prisão
    5 de fevereiro: A perícia coleta material na casa de Silvana, encontrando vestígios de sangue no banheiro e na área externa.
    7 de fevereiro: O celular de Silvana é localizado após denúncia anônima, escondido sob uma pedra em um terreno baldio próximo à casa dos pais;
    9 de fevereiro: Reunião de autoridades confirma que o cartucho encontrado na casa dos idosos é de festim (munição não letal);
    10 de fevereiro:
    – Cristiano Domingues Francisco é preso temporariamente após quebra de sigilo telefônico indicar movimentação suspeita. A reportagem tem acesso a áudios nos quais ele estaria tentando interferir na investigação.
    – Familiares e amigos realizam um protesto e caminhada em Cachoeirinha pedindo solução para o caso;
    – O filho de Silvana é encaminhado para a casa dos avós paternos.
    Em áudio, PM suspeito de matar família no RS pergunta sobre investigação
    13 de fevereiro: É divulgado que o suspeito e sua atual companheira se recusaram a fornecer as senhas de seus aparelhos.
    20 de fevereiro:
    – O policial militar prestou depoimento à polícia. De acordo com a defesa, Cristiano ficou em silêncio;
    – Polícia confirma que o mesmo carro entrou duas vezes na residência de Silvana no dia em que ela desapareceu. Contudo, não foi possível identificar a placa. Assim, não se sabe quem é o proprietário.
    24 de fevereiro: A perícia do celular Silvana mostrou que o aparelho nunca esteve em Gramado, diferente do que indicava a publicação feita em 24 de janeiro em suas redes sociais.
    Um mês do desaparecimento
    24 e 25 de fevereiro: O desaparecimento da família Aguiar completa um mês.
    25 de fevereiro: Silvana é considerada a 20ª vítima de feminicídio no RS em 2026.
    26 e 27 de fevereiro: Polícia Civil realiza buscas pelos corpos em áreas de matas e rios próximos a Cachoerinha.
    Nota da defesa do PM preso
    “A defesa de Cristiano diante da prorrogação da prisão temporária por mais 30 dias, vai acompanhar o andamento das investigações, estando por seus familiares à disposição de manter a efetiva colaboração com as autoridades.
    Por fim, irá se debruçar sobre a decisão e seus fundamentos, para analisar eventual combate por via de habeas corpus.”
    Infográfico: pais e filha desaparecem em Cachoeirinha
    Arte/g1
    VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  • Jovem agredido por Pedro Turra no DF quer enquadrar caso como tentativa de homicídio; ‘Queria bater para matar’, diz testemunha

    Jovem agredido por Pedro Turra no DF quer enquadrar caso como tentativa de homicídio; ‘Queria bater para matar’, diz testemunha

    Jovem agredido por Pedro Turra no DF quer enquadrar caso como tentativa de homicídio; ‘Queria bater para matar’, diz testemunha
    Testemunha de agressão em Águas Claras diz que Turra chamou amigos para agredir jovem
    A defesa de Arthur Azevedo Valentim, vítima de uma das várias agressões atribuída ao ex-piloto Pedro Turra Basso, pediu à Justiça do Distrito Federal que o caso seja reclassificado como tentativa de homicídio.
    O pedido se baseia no depoimento dado por uma jovem em outro inquérito. Nele, a testemunha relata um padrão de comportamento agressivo de Turra – e a intenção do ex-piloto de “bater para matar” ao entrar em uma briga.
    ➡️ Pedro Turra virou réu por homicídio após a morte de Rodrigo Castanheira, de 16 anos, após uma briga de rua. Ele cumpre prisão preventiva no Centro de Detenção Provisória (CDP) enquanto aguarda julgamento.
    ➡️ Após a repercussão do caso, o g1 revelou que ex-piloto já tinha sido denunciado por outra agressão, em Águas Claras, meses antes. A vítima era Arthur Valentim.
    ➡️ Esse caso foi denunciado em junho de 2025, mas Pedro Turra só prestou depoimento em 27 de janeiro deste ano. A Polícia Civil (21ª Delegacia de Polícia) concluiu o caso como lesão corporal e encaminhou para a Justiça do Distrito Federal.
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    Segundo a defesa de Arthur Valentim, o depoimento dessa testemunha deixa “evidente que a conduta investigada não se limita ao crime de lesão corporal”.
    ‘Ele queria bater para matar’, diz testemunha sobre Pedro Turra em caso de Águas Claras.
    g1 DF
    O g1 teve acesso com exclusividade ao depoimento (veja os vídeos ao longo desta reportagem).
    Nele, a testemunha narra que estava com o ex-piloto no dia da briga – e que ele foi ao local onde Arthur Valentim estava com a intenção de agredi-lo.
    “Ele não queria parar de bater, ele queria bater para matar”, disse a testemunha.
    O g1 procurou a defesa de Pedro Turra, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
    ‘Ele queria bater para matar’, diz testemunha de agressão em Águas Claras sobre Turra
    ‘Corre’, avisou testemunha
    De acordo com o depoimento, a confusão foi causada por um mal-entendido envolvendo a namorada do ex-piloto, Lauanny Faria Braier Borges.
    “Eu falei: ‘Pedro, conversa com ele. Não precisa partir para agressão’ […] Ele falou: ‘Se eu pego esse moleque, eu mato’. Ele sempre falava isso: ‘Se eu pego alguém para bater, eu pego para matar’”, disse.
    A testemunha diz que estava com Pedro Turra quando o ex-piloto identificou que Arthur Valentim estava em uma praça em Águas Claras – e quando ele decidiu chamar amigos para “ajudar” na briga.
    A depoente afirma ainda que chegou a enviar uma mensagem de alerta para Valentim. Um print obtido pelo g1 mostra uma tentativa de ligação e duas mensagens entre 19h26 e 19h30 daquele dia: “Acabei de te ver. Corre.”
    ‘Corre’, escreveu testemunha em mensagem para vítima antes de agressões
    Arquivo pessoal
    “O Pedro já ficou louco para ir pegar ele na porrada. Chamou todos os amigos, um monte de amigo dele. E aí, chegaram ele e um monte de menino, assim. Encurralaram o Arthur”, contou.
    Ainda segundo o depoimento, a situação parecia resolvida após uma conversa entre os dois. Quando Valentim virou as costas para ir embora, no entanto, foi surpreendido com um mata-leão.
    O novo golpe foi motivado, segundo a testemunha, por um comentário da namorada de Pedro Turra.
    “Ele não ia mais bater nele. A Lauanny chegou no ouvido do Pedro e falou: ‘Você vai fazer de novo isso de falar e não fazer?’. Mexeu com o ego dele. Então ele foi correndo e pegou o Arthur Valentim no mata-leão. Começou a socar ele e não parava. Inclusive, sangrou o ouvido”, relatou.
    A testemunha afirmou ainda que a agressão só parou depois que ela própria decidiu intervir.
    Ela relatou à Polícia Civil que puxou Pedro Turra pelo cabelo e mentiu que “a polícia estava chegando”. Só aí, Turra teria largado Valentim.
    A mentira ainda gerou uma bronca na testemunha, que teria “atrapalhado” a briga.
    “Ele brigou, ele e a Lauanny. Veio com o grupinho todo brigar comigo, falando que eu atrapalhei a briga, que eu não devia ter me metido. Que ele [Turra] queria ter matado ele [Valentim], que tinha que ter continuado a briga, pelo menos para deixar ele muito machucado”, afirmou.
    O processo tramita no Juizado Especial Criminal de Taguatinga e ainda aguarda análise da Justiça e manifestação do Ministério Público.
    O relato da vítima
    O g1 teve acesso ao boletim de ocorrência, registrado em 28 de junho de 2025.
    Na denúncia, a vítima diz que teve um desentendimento com Pedro, no mês anterior, por conta da então namorada do piloto.
    Segundo a vítima, nessa primeira ocasião, não houve violência física.
    No dia 28 de junho, a vítima estava sozinha em uma praça de Águas Claras quando Pedro chegou acompanhado de quatro amigos.
    Eles conversaram por cerca de dez minutos e, ao final, o piloto teria dito que “estava tudo certo” entre os dois.
    A vítima afirma que, ao virar de costas para ir embora, foi surpreendida com um soco nas costelas.
    O jovem conta ainda que foi derrubado no chão e imobilizada com um golpe conhecido como “mata-leão”.
    Ele diz que conseguiu evitar o enforcamento, mas “levou diversou socos no rosto”.
    Segundo o depoimento, os amigos não agrediram a vítima, mas só interviram após cerca de cinco minutos — momento em que Pedro foi contido e a vítima fugiu correndo.
    Leia também:
    Namorada de Pedro Turra é investigada por ameaçar jovem que denunciou ex-piloto por tortura]
    Família de jovem morto em briga no DF pede que amigos de ex-piloto também respondam por homicídio
    Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
  • Musical faz homenagem a Chico Xavier no Teatro Nacional, em Brasília, neste fim de semana

    Musical faz homenagem a Chico Xavier no Teatro Nacional, em Brasília, neste fim de semana

    Musical faz homenagem a Chico Xavier no Teatro Nacional, em Brasília, neste fim de semana
    Musical sobre Chico Xavier
    Aline Grossi/Divulgação
    O musical “Anjo das Escritas Iluminadas”, em homenagem a Chico Xavier, está em cartaz no Teatro Nacional, em Brasília, entre sexta-feira (13) e domingo (15). O espetáculo celebra a vida e o legado de um dos maiores líderes espirituais do Brasil e do mundo.
    Indicado duas vezes ao Nobel da Paz, Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier, dedicou sua vida à prática do amor, da empatia e da caridade. Em 2022, a morte do líder espiritual completou 20 anos.
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    Anjo das Escritas Iluminadas
    O musical revela como as cartas psicografadas por Chico Xavier devolveram esperança à famílias enlutadas e até inocentaram injustiçados perante à Justiça.
    O espetáculo percorre momentos marcantes da trajetória de Chico: da infância humilde até se tornar o médium responsável por psicografar mais de 450 obras.
    De acordo com o ator Arthur Souza, que interpreta Chico Xavier no espetáculo, o papel é uma grande responsabilidade, ligado aos ensinamentos que o médium deixou sobre desprendimento e caridade.
    “Não é simplesmente dar voz a um personagem histórico no Brasil e no mundo, mas fazer essa interpretação trazendo o que havia de mais genuíno em Chico Xavier, que era doçura, gentileza e uma inteligência muito generosa, não vaidosa, mas muito correta e firme. E, ao mesmo tempo, receber e entender o quanto ele foi útil para todos nós por meio da literatura que ele trouxe vida”, afirma o ator.
    Quem foi Chico Xavier
    Carnaval de 2026: Tom Maior retorna ao Grupo Especial com enredo sobre Chico Xavier
    A psicografia de Chico Xavier surgiu ainda na juventude do ex-coroinha, que passou apenas quatro anos na escola. As milhares de mensagens escritas pelo médium viraram livros: mais de 450.
    Chico tinha 22 anos quando fez a primeira publicação, “Parnaso de além-túmulo”, com poemas que teriam sido ditados por Olavo Bilac, Castro Alves, Augusto dos Anjos, entre outros.
    Chico teve uma parada cardiorrespiratória no dia 30 de junho de 2002, mesma data em que o Brasil foi pentacampeão na copa Coreia-Japão.
    “Ele sempre dizia que queria morrer no dia em que o país estivesse alegre para passar desapercebido o seu desencarne”, lembra o filho dele, Eurípedes Reis.
    Musical Chico Xavier: Anjo das Escritas Iluminadas
    🗓️ Quando: sexta-feira (13), sábado (14) e domingo (15)
    ⏰ Horário: sexta, às 20h; e sábado e domingo, às 16h e às 20h
    📍 Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena
    🎫 Ingressos: a partir de R$ 80, pelo site
    Veja o que fazer em Brasília no g1 DF.
  • Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 novamente após ataques iranianos a navios

    Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 novamente após ataques iranianos a navios

    Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 novamente após ataques iranianos a navios
    Conheça o Estreito de Ormuz, crucial para o petróleo global
    O preço do petróleo Brent, a referência internacional, disparou novamente acima de US$ 100 (cerca de R$ 515,90) após ataques atingirem navios petroleiros próximo ao Estreito de Ormuz.
    Nesta quarta (11) e quinta-feira (12) foram relatados diversos ataques iranianos contra navios comerciais ao redor do Estreito de Ormuz e do porto de Basra, no Iraque. O momento é de intensificação da pressão sobre a região do Golfo, rica em petróleo.
    Os ataques a navios no Estreito de Ormuz
    Kayan Albertin / Arte g1
    Petróleo em alta
    Os preços do petróleo já tinham voltado a subir nesta quarta-feira, enquanto as Bolsas europeias e asiáticas registraram quedas, em meio à incerteza provocada pela guerra no Oriente Médio.
    O barril do West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, tinha avançado 5,91%, a US$ 88,38. O Brent do Mar do Norte, referência na Europa, tinha subido 5,05%, a US$ 92,23.
    Na terça-feira (10), as bolsas tiveram altas expressivas e o petróleo caiu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar na segunda-feira que o conflito terminaria “em breve”.
    Desde o início do conflito, o petróleo acumula alta e chegou perto de US$ 120 por barril no começo da semana, devido às interrupções no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% da produção mundial.
    Como fica a Petrobras? Petróleo em alta turbina caixa da empresa, mas pressiona política de preços e inflação
    Países disponibilizam 400 milhões de barris de petróleo
    Os 32 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) concordaram nesta quarta-feira (11) em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
    É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.
    Mais de 30 países vão disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo para conter preço
  • René Redzepi, chefe premiado, pede demissão após denúncias de agressões e humilhações

    René Redzepi, chefe premiado, pede demissão após denúncias de agressões e humilhações

    René Redzepi, chefe premiado, pede demissão após denúncias de agressões e humilhações
    René Redzepi
    The Best Chef Awards
    O chef dinamarquês René Redzepi, um dos nomes mais celebrados da alta gastronomia internacional, pediu demissão nesta quarta-feira (11) após denúncias de agressões e humilhações no Noma, restaurante que comandava há 23 anos.
    O restaurante, que acumula três estrelas Michelin, fruto da reputação construída ao longo de duas décadas, ganhou destaque internacional na última semana devido a uma reportagem do “The New York Times”. A reportagem reuniu relatos de agressões físicas e constrangimentos públicos de cerca de 35 ex-funcionários que trabalharam no Noma entre 2009 e 2017.
    Em seu perfil no Instagram, Redzepi publicou uma nota afirmando que assume responsabilidade pelas ações e pediu desculpas. (leia a nota na íntegra ao final da matéria)
    “Tenho trabalhado para ser um líder melhor e o Noma deu grandes passos para transformar sua cultura ao longo de muitos anos. Reconheço que essas mudanças não reparam o passado. Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade por minhas próprias ações”, diz a nota.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Ele ainda renunciou ao cargo de conselheiro da MAD, uma organização global sem fins lucrativos com sede em Copenhague fundada por ele.
    “Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos líderes extraordinários guiem agora o restaurante em seu próximo capítulo”, afirma o chef.
    René Redzepi usou as redes sociais para anunciar a saída do restaurante e pedir desculpas a equipe.
    Reprodução/Instagram
    Redzepi também publicou um vídeo pedindo desculpas à equipe do Noma.
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    Denúncias e repercussão
    “Ele batia, cutucava e empurrava funcionários por erros pequenos e às vezes chegava a socar alguém quando perdia a paciência”, relatou um ex-trabalhador ao “The New Yotk Times”.
    Os relatos também descrevem jornadas de trabalho extremamente longas dentro da cozinha, muitas vezes ultrapassando 12 ou até 16 horas por dia durante os períodos mais intensos do restaurante.
    Ex-funcionários disseram ainda que parte significativa da equipe era formada por estagiários estrangeiros que recebiam pouca ou nenhuma remuneração pelo trabalho, apesar da carga pesada de tarefas.
    As denúncias tiveram consequências imediatas. Dois patrocinadores desistiram de apoiar uma temporada de jantares — conhecidos como “pop-ups”, quando restaurantes operam por um período limitado em outra cidade — que o Noma estava prestes a iniciar em Los Angeles.
    A American Express e a startup de hospitalidade Blackbird anunciaram que retiraram o apoio ao evento, que teria ingressos de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 7,7 mil ) por pessoa e estava com todas as reservas esgotadas.
    As duas empresas afirmaram que vão reembolsar clientes que haviam comprado ingressos por meio delas e doar o dinheiro arrecadado a organizações que defendem trabalhadores do setor de restaurantes.
    “As práticas passadas de René, segundo ele próprio admitiu, eram inaceitáveis e abomináveis”, afirmou Ben Leventhal, fundador da Blackbird, em comunicado.
    “Não podemos simplesmente nos apoiar no tempo decorrido e em alegações de reabilitação quando essas coisas ressurgem.”
    Uma porta-voz da Resy, plataforma de reservas da American Express, afirmou que a empresa também decidiu se afastar do patrocínio do evento e que os recursos envolvidos serão redirecionados para iniciativas em apoio aos trabalhadores do setor de hospitalidade em Los Angeles.
    “Nossa prioridade é apoiar a comunidade gastronômica e não permitir que essa decisão prejudique as muitas pessoas que trabalharam arduamente para dar vida a este projeto, desde agricultores locais até fornecedores e outros profissionais envolvidos”, afirmou a empresa.
    Considerado um dos restaurantes mais influentes da gastronomia contemporânea, o Noma ajudou a redefinir a culinária moderna com pratos experimentais e forte uso de ingredientes locais, sazonais e muitas vezes colhidos diretamente na natureza.
    Leia a nota na íntegra
    As recentes semanas trouxeram atenção e conversas importantes sobre nosso restaurante, a indústria e minha liderança no passado.
    Tenho trabalhado para ser um líder melhor e o Noma deu grandes passos para transformar sua cultura ao longo de muitos anos. Reconheço que essas mudanças não reparam o passado. Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade por minhas próprias ações.
    Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos líderes extraordinários guiem agora o restaurante em seu próximo capítulo. Também renunciei ao conselho da MAD, a organização sem fins lucrativos que fundei em 2011.
    Para quem está se perguntando o que isso significa para o restaurante, deixem-me dizer claramente: a equipe do Noma hoje é a mais forte e inspiradora que já existiu. Estamos abertos há 23 anos e sinto um orgulho incrível de nossa gente, de nossa criatividade e da direção que o Noma está seguindo.
    Esta equipe seguirá em frente unida para nossa residência em Los Angeles (LA), que será um momento poderoso para eles mostrarem o que têm desenvolvido e para receberem os clientes em algo verdadeiramente especial.
    A missão do Noma para o futuro é continuar explorando ideias, descobrindo novos sabores e imaginando o que a comida pode se tornar daqui a décadas. O Noma sempre foi maior do que qualquer pessoa individualmente. E este próximo passo honra essa crença.
  • Projeto para trocar nome da Rua Peixoto Gomide avança na Câmara de SP; ex-senador que dá nome à via matou a própria filha

    Projeto para trocar nome da Rua Peixoto Gomide avança na Câmara de SP; ex-senador que dá nome à via matou a própria filha

    Projeto para trocar nome da Rua Peixoto Gomide avança na Câmara de SP; ex-senador que dá nome à via matou a própria filha
    Proposta quer rebatizar rua entre Jardins e Bela Vista como Sophia Gomide. Projeto busca impedir homenagens públicas a autores de feminicídio e ainda precisa ser votado no plenário.
    Reprodução/TV Globo
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou, na quarta-feira (11), um projeto de lei que propõe trocar o nome da Rua Peixoto Gomide, que passa pelos bairros Bela Vista e Jardim Paulista, na região central, por Rua Sophia Gomide. A proposta ainda precisa passar por votação no plenário da Casa.
    O projeto é de autoria das vereadoras Luna Zarattini (PT) e Silvia da Bancada Feminista (PSOL). Segundo as parlamentares, a mudança busca reparar uma homenagem concedida ao senador Francisco de Assis Peixoto Gomide Júnior, que matou a própria filha, Sophia Gomide, em 1906 por não aceitar o casamento dela.
    De acordo com a justificativa da proposta, a Câmara Municipal deu o nome do ex-senador à rua em 1914, sem mencionar o assassinato da filha nas homenagens oficiais.
    O parecer de legalidade foi aprovado em reunião na quarta, na CCJ, comissão responsável por analisar se os projetos são constitucionais antes de seguirem para votação no plenário. O único voto contrário foi do vereador Lucas Pavanato (PL).
    Projeto de lei em tramitação na Câmara da capital quer mudar nomes de ruas que homenageiam homens que mataram mulheres
    As autoras afirmam que o objetivo da proposta é fazer uma reparação histórica e dar dignidade à memória de Sophia Gomide.
    “Precisamos refletir sobre, e contestar, os nomes dos espaços em que pisamos, não só para que feminicidas não sejam exaltados, mas para que cada vez mais mulheres possam receber o destaque que lhes cabe”, disseram as vereadoras na justificativa do projeto.
    A proposta faz parte da campanha “Feminicida não é herói”, que reúne iniciativas para impedir homenagens públicas a autores de feminicídio na cidade.
    Nomes de ruas
    Além da Rua Peixoto Gomide, há outras vias citadas na mesma campanha e em projetos de lei ligados ao tema.
    São elas:
    Rua Moacir Piza – a proposta é mudar o nome para Nenê Romano, mulher assassinada pelo ex-companheiro Moacir Piza em 1923.
    Rua Alberto Pires – proposta de alteração para Dona Leonor de Camargo Cabral.
    Outro projeto relacionado ao tema (PL 483/2025), que proíbe a futura denominação de ruas e logradouros públicos com nomes de pessoas que tenham cometido feminicídio, já foi aprovado em primeira votação na Câmara.
    A expectativa é que a segunda votação aconteça ainda em março. Se aprovado, o texto seguirá para sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
  • O que diz a ordem do governo Trump para combater cartéis de drogas na América Latina

    O que diz a ordem do governo Trump para combater cartéis de drogas na América Latina

    O que diz a ordem do governo Trump para combater cartéis de drogas na América Latina
    Quais os critérios dos EUA para classificar organizações terroristas estrangeiras?
    O governo Trump anunciou nos últimos dias o que chamou “Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis”, que visa trabalhar com países latino-americanos para “destruir” cartéis de drogas no Hemisfério Ocidental.
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    Segundo ordem executiva assinada no sábado (7) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, o país contará com uma parceria com 16 países da América Latina e “treinará e mobilizará” os Exércitos desses países para combater esses grupos.
    “Os cartéis e as organizações terroristas estrangeiras no Hemisfério Ocidental devem ser demolidos no maior grau possível (…) Os Estados Unidos treinarão e mobilizarão os militares de países parceiros para formar a força de combate mais eficaz possível para desmantelar os cartéis e sua capacidade de exportar violência e buscar influência por meio de intimidação organizada”, afirmou a ordem executiva.
    O governo Trump não detalhou, no entanto, o que quis dizer por “treinar e mobilizar” militares dos países latino-americanos no combate aos cartéis.
    A ordem executiva diz ainda que os países parceiros dos EUA “devem manter ameaças externas afastadas, incluindo influências estrangeiras malignas vindas de fora do Hemisfério Ocidental”, uma possível referência à China. O governo Trump já disse anteriormente que busca eliminar a presença chinesa no continente.
    Veja abaixo quais são os 17 países signatários da “Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis”:
    Argentina;
    Bahamas;
    Belize;
    Bolívia;
    Costa Rica;
    El Salvador;
    Equador;
    Estados Unidos;
    Guatemala;
    Guiana;
    Honduras;
    Jamaica;
    Panamá;
    Paraguai;
    Peru;
    República Dominicana;
    Trinidad e Tobago.
    O Brasil não é signatário da coalizão, e o governo Lula teme que os EUA classifiquem o PCC e CV como organizações terroristas internacionais, o que aumentaria a possibilidade de uma ação militar unilateral de Washington em território brasileiro. (Leia mais abaixo)
    O presidente dos EUA, Donald Trump, responde a uma pergunta durante uma coletiva de imprensa no Trump National Doral Miami
    REUTERS/Kevin Lamarque
    No último sábado (7), o presidente Trump recebeu líderes latino-americanos alinhados ao seu governo na cidade de Doral, perto de Miami, na Flórida, para a primeira “reunião de cúpula” do grupo batizado de “Escudo das Américas”. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, não foi convidado.
    Dias antes, o governo Trump já havia recebido líderes militares da região em Washington D.C. Na reunião, o assessor de segurança interna da Casa Branca, Stephen Miller, afirmou que os cartéis de drogas só podem ser derrotados com o uso da força militar.
    Ações no México e no Equador
    O governo Trump tem intensificado sua investida contra cartéis. Nas últimas semanas, indícios de cooperação dos EUA com países latino-americanos já começaram a aparecer.
    No México, que não é signatário da nova coalizão, uma operação do Exército mexicano em fevereiro que resultou na morte de El Mencho, um dos narcotraficantes mais procurados do mundo, teve contribuição dos EUA com inteligência militar. O governo Sheinbaum assegurou, no entanto, que a investida foi realizada inteiramente pelas Forças Armadas do país.
    Na semana passada, o Exército equatoriano bombardeou acampamentos do grupo Comandos de la Frontera, ligado a dissidências das Farc, e os EUA tiveram participação. O Pentágono confirmou que apoiou “ações cinéticas letais” no país sul-americano por ordem do secretário de Guerra, Pete Hegseth.
    Brasil tenta evitar designação de PCC e CV como terroristas
    Por aqui, o governo Lula tenta evitar que os EUA classifiquem as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.
    Isso porque a classificação abriria caminho para eventuais ações militares contra os grupos dentro do território brasileiro, mesmo sem a aprovação de Brasília.
    O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lidera os esforços e pediu ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que barre a medida, segundo a GloboNews.
    Mesmo assim, depois da conversa, o Departamento de Estado dos EUA disse em comunicado que o governo Trump enxerga o PCC e o CV como ameaças de alcance regional.
    “Os Estados Unidos veem as organizações criminosas brasileiras, inclusive o PCC e o CV, como ameaças significativas à segurança regional em função do seu envolvimento com o tráfico de drogas, violência e crime transnacional”, diz um trecho da nota.
    O presidente Lula planeja uma viagem a Washington D.C. para se encontrar com Trump, e o tema deve estar na pauta da reunião. A data do encontro ainda está em negociação.
  • Comida estragada e louça acumulada: vídeo mostra apartamento de gaúcha após desaparecimento em Florianópolis

    Comida estragada e louça acumulada: vídeo mostra apartamento de gaúcha após desaparecimento em Florianópolis

    Comida estragada e louça acumulada: vídeo mostra apartamento de gaúcha após desaparecimento em Florianópolis
    Vídeo mostra apartamento de gaúcha desaparecida em Florianópolis após desaparecimento
    Um vídeo gravado no apartamento da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, após o desaparecimento dela em Florianópolis, mostra muita comida estragada na cozinha e louça suja acumulada na pia, com restos de alimentos, o que indica que não havia ninguém no local havia dias. A Polícia Civil investiga o caso.
    As imagens foram feitas por Matheus Estivalet Freitas, irmão de Luciani, na segunda-feira (9), quando ele entrou no apartamento acompanhado por policiais (assista acima).
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    Segundo o irmão, que mora em Itapema, no Litoral Norte do estado, o último contato com ela ocorreu em 4 de março. Na segunda-feira, após receber mensagens suspeitas enviadas pelo celular da corretora — repleta de erros gramaticais — a família decidiu registrar o desaparecimento na polícia.
    Em uma delas, Luciani diz que está bem, mas que estaria sendo perseguida por um ex-namorado (veja abaixo).
    Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, desaparecida em Florianópolis
    Arquivo pessoal
    Questionada pelo g1, a Polícia Civil não detalhou a linha de investigação, nem disse se suspeitos já foram identificados.
    De acordo com o irmão, Luciani atua como corretora e administradora de imóveis na região da praia do Santinho, área turística no Norte da Ilha.
    Após as mensagens recebidas pela família, a proprietária de um imóvel administrado por ela há dois anos também afirmou ter recebido mensagens questionáveis após atraso no pagamento de faturas.
    “Proprietários de imóveis entraram em contato que ela não repassou os aluguéis também. Chamaram ela na quinta e não obtiveram retorno. Ela somente dizendo que ‘estava na correria e já faria’. Nunca houve atraso nos repasses, e nem demora no retorno das mensagens”, disse o irmão.
    Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis
    Redes sociais/ Reprodução
    Apartamento de gaúcha desaparecida em Florianópolis
    Arquivo pessoal
    VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
  • Ambientes integrados revelam uma nova forma de viver a casa

    Ambientes integrados revelam uma nova forma de viver a casa

    Ambientes integrados revelam uma nova forma de viver a casa
    A integração entre sala, cozinha e áreas de convivência deixou de ser tendência e se firmou como escolha definitiva nos projetos residenciais. Mais do que estética, essa proposta reflete um modo de viver em que circulação, luz natural e funcionalidade caminham juntas, criando espaços mais abertos e convidativos.
    Integração de ambientes traz espaços mais leves, funcionais e cheios de personalidade
    Internet
    Nesse cenário, o piso ganha protagonismo. Revestimentos contínuos eliminam interrupções visuais e ampliam a percepção dos ambientes, enquanto os grandes formatos contribuem para uma leitura mais limpa e sofisticada do espaço. O resultado é uma casa que parece maior, mais organizada e visualmente equilibrada.
    Revestimentos que harmonizam cozinha e sala com beleza e funcionalidade
    Internet
    Na Vilarejo, cada projeto é conduzido de forma estratégica, já que a necessidade de cada morador é única. O atendimento técnico especializado auxilia na escolha dos revestimentos ideais para integrar ambientes com harmonia, funcionalidade e valorização do imóvel.
    Para ver de perto soluções que conectam ambientes com elegância e funcionalidade, visite uma loja Vilarejo e conte com uma consultoria preparada para orientar cada etapa da escolha.
    Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes, Niterói – RJ.