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VÍDEOS: Jornal do Acre 2ª edição desta terça-feira, 10 de março de 2026
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Apenas duas de 14 obras de prevenção a desastres do PAC em MG saíram do papel desde 2012

Obras contra deslizamentos atrasam em Minas
Apenas duas das 14 obras de contenção de encostas previstas para Minas Gerais pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) desde 2012 foram iniciadas até hoje. Os projetos, que deveriam reduzir riscos de deslizamentos em 18 municípios, ficaram anos sem avançar.
Parte das obras poderia evitar tragédias como a que matou o menino Luigi de Jesus, de 5 anos, em Sabará, na Grande BH. Ele foi atingido pela queda de um muro de arrimo sobre a casa da família após uma forte chuva em dezembro de 2025. Os pais e dois irmãos da criança ficaram feridos. Segundo vizinhos, se a intervenção planejada para a Rua Zilda Caldeira de Oliveira tivesse sido executada, o desastre poderia ter sido evitado.
O local é um dos 13 pontos de risco de Sabará contemplados pelo PAC Encostas há 14 anos. Pelo modelo, o governo federal financia as obras, e o estado é responsável pela execução. O projeto, no entanto, nunca saiu do papel.
Apenas duas obras começaram
Ao todo, o governo federal destinou R$ 230,8 milhões para intervenções de prevenção a desastres no estado. Apesar disso, só há obras em andamento nos municípios de Além Paraíba e Muriaé, ambas na Zona da Mata.
Nas outras 16 cidades, parte dos projetos deve entrar em licitação neste ano. Outra parcela ainda depende de aprovação de documentos no Ministério das Cidades.
Execução abaixo do previsto
Gráfico mostra relação entre valor programado e executado no âmbito do PAC, em R$, pelo governo do estado
Reprodução/TV Globo
Dados de orçamento do governo do estado ajudam a explicar o atraso. Entre 2019 e 2025, o Executivo estadual executou apenas uma fração dos recursos previstos para o PAC Encostas.
Em 2019, o governo gastou R$ 736 mil, quase o dobro do que foi planejado para o período (cerca de R$ 488 mil).
Em 2020, o estado continuou executando mais do que o previsto (R$ 1,18 milhão), e o investimento aumentou para R$ 3,4 milhões — ou seja, 285,85% superior ao programado.
Em 2021, o gasto foi um pouco maior: R$ 3,8 milhões, o equivalente a 1,91% dos R$ 200 milhões disponíveis.
Em 2022, o governo executou menos que o programado: apenas 1,2% do PAC Encostas.
Em 2023, foram R$ 110 mil — apenas 0,05% do planejado para o ano.
Em 2024, os gastos subiram para quase R$ 10 milhões, chegando a 4,42% do montante disponível.
Em 2025, o Executivo aplicou R$ 14,8 milhões, o que representa 25,76% do previsto.
‘Falta de priorização’
Para especialistas, falta priorização. A coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, afirma que investir em prevenção é mais barato e salva vidas.
“Quando você investe em prevenção, você diminui o que você tem que usar em reparação. […] Prevenir é mais barato. […] A gente não está falando só de recursos, estamos falando também de vidas humanas”, destacou.
Enquanto isso, moradores que vivem perto de encostas dizem conviver com medo sempre que chove.
“A gente fica preocupado com quem mora em encosta, quem sofre risco de desabar”, afirmou a cuidadora Graziele Cirilo.
O que diz o governo federal
O Ministério das Cidades informou que selecionou R$ 3,4 bilhões do Novo PAC, entre 2023 e 2025, para contenção de encostas e drenagem em Minas. Desse total, R$ 158 milhões são destinados à retomada dos 12 Termos de Compromisso assinados em 2012.
Segundo a pasta, apenas Muriaé e Além Paraíba têm obras em execução. O ministério afirma ainda que não houve indicação de contrapartida do governo de Minas após remanejamento de recursos.
Também informou que cabe ao estado elaborar e licitar os projetos, enquanto a Caixa acompanha e analisa a conformidade técnica.
O que diz o governo de Minas
O governo estadual declarou que herdou, em 2019, projetos “paralisados e defasados” e que desde então trabalha na atualização técnica das propostas. De acordo com o estado:
foram investidos R$ 11,7 milhões na elaboração de projetos em 2013;
obras só avançaram a partir de 2019;
há duas intervenções em andamento: Além Paraíba, com 66,74% de execução, e Muriaé, com 76,33%;
outras cinco licitações devem ser lançadas até o fim do primeiro semestre;
demais municípios estão em fase de validação técnica junto ao governo federal.
O estado afirma ainda que mudanças urbanas ao longo da década tornaram alguns projetos inviáveis e exigiram revisões, remanejamento de recursos e novas análises técnicas.
Imagem aérea mostra casa onde criança foi soterrada após deslizamento de encosta em Sabará
Reprodução/TV Globo -

TSE tem 2 votos a 0 para cassar e tornar Cláudio Castro inelegível; julgamento é interrompido

TSE tem 2 votos a 0 para cassar e tornar Cláudio Castro inelegível; julgamento é interrompido Governador do Rio é acusado de abuso de poder político, econômico, irregularidades em gastos de campanha e conduta proibida aos agentes públicos no período eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem 2 votos para cassação do mandato e inelegibilidade do governador Cláudio Castro.. Os processos se referem às eleições de 2022, quando Castro foi reeleito.. As acusações são de irregularidades na Ceperj (uma fundação estadual que atua em estratégias de políticas públicas) e na a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) .. O julgamento começou em novembro com o voto da relatora e foi retomado no dia 10 de março, com o voto do ministro Antônio Carlos Ferreira.. Em seu voto, o ministro Nunes Marques pediu vista e interrompeu o julgamento. -

Justiça da Paraíba marca audiência de instrução de policial militar réu por matar casal em abordagem

À esquerda, Guilherme Pereira, e no lado direito da imagem, Ana Luiza
TV Cabo Branco
A 1ª Vara do Tribunal do Júri de João Pessoa marcou a audiência de instrução de Thiago Almeida Filho, réu por duplo homicídio qualificado pela morte de Guilherme Pereira e a namorada Ana Luiza, durante uma aborgagem policial no bairro de Muçumagro, em João Pessoa, em 2024.
Conforme o processo, a primeira audiência de instrução sobre o caso está marcada para o dia 5 de maio. O advogado da família do casal divulgou a decisão em que o policial militar foi tornado réu nesta terça-feira (10) e o documento foi confirmado pelo g1.
Um processo administrativo na Corregedoria da Polícia Militar contra Thiago Almeida e outros quatro policiais militares que participaram da abordagem que resultou na morte do casal está em curso e ainda não há decisão sobre eventuais medidas administrativas contra os policiais. Os outros policiais não respondem criminalmente pela morte dos jovens.
O g1 entrou em contato com a Corregedoria da PM sobre o resultado do relatório do processo administrativo, que disse que vai fornecer uma resposta na quarta-feira (11).
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Relatório da Polícia Civil mostra marcas compatíveis com perfuração por projétil de arma de fogo no capacete da vítima
IPC
O jovem Guilherme Pereira, que pilotava uma moto em que a namorada Ana Luiza também estava, foi atingido com um tiro na cabeça antes da colisão, é o que revela um laudo da Polícia Civil que o g1 teve acesso no ano passado.
O laudo, assinado por três peritos do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC), aponta que o cadáver de Guilherme apresenta perfuração transfixante no crânio resultante de tiro de arma de fogo, ou seja, o jovem foi atingido com um tiro na cabeça. O documento constatou que a bala entrou pelo lado esquerdo da cabeça da vítima e saiu no lado direito.
Para chegar na conclusão do laudo, os peritos analisaram não somente o corpo do jovem, mas também fizeram análises no capacete utilizado por Guilherme enquanto pilotava a moto. Nessas análises, conforme o documento, houve a constatação de que o capacete também foi perfurado pelo projétil.
O outro documento que o g1 teve acesso trata-se de um relatório da Polícia Civil, assinado pela delegada Luísa Correia, que indiciou o policial militar pois considerou que a munição que atingiu o jovem era “similiar a utilizada em fuzis” da PMPB.
No mesmo documento de indiciamento, foi informado que policiais militares que participaram da ronda que seguiu a moto dos jovens em novembro de 2024 tiveram pedido protocolado junto ao Comando da Polícia Militar para verificação das armas utilizadas naquele dia. Dois dos policiais disseram, em depoimento para a polícia, que portavam fuzis durante a ação. O documento diz que “o policial efetuou o disparo de arma de fogo que atingiu o jovem na cabeça e provocou a colisão da moto”.
Em relação ao laudo de Ana Luiza, a outra jovem que morreu com o acidente, o laudo que a reportagem teve acesso constatou que uma pancada forte na cabeça foi a causa da morte. Conforme o documento, “nenhum elemento de munição ou fragmentos de munição” foram encontrados no corpo da mulher.Relembre o caso
Polícia divulga laudo sobre morte de casal no Muçumagro
Os dois jovens morreram na madrugada do dia 30 de novembro de 2024, no bairro Muçumagro, em João Pessoa.
Segundo informações repassadas pela PM à TV Cabo Branco, as equipes policiais foram informadas durante a madrugada sobre uma festa ilegal que estaria acontecendo na região da Praia do Sol. Quando as equipes estavam nesse deslocamento para fazer o patrulhamento, se depararam com três motocicletas em alta velocidade.
Ainda conforme o relato da PM à época, os agentes ainda conseguiram parar uma dessas motocicletas, abordou um desses casais. Cada moto tinha um casal. Só que as outras duas motos seguiram, uma foi pela contramão e a outra foi por cima da calçada, que foi nesse momento que o piloto acabou perdendo o controle e batendo com poste.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas não houve tempo para socorro. Os dois jovens acabaram morrendo na hora.
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CPMI do INSS: Mendonça torna facultativa ida do banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro no Master
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou facultativa a ida do banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no banco Master, à CPMI do INSS.
Pela decisão de Mendonça, Augusto Lima também tem direito:
ao silêncio, ou seja, de não responder a perguntas;
assistência por advogado durante o ato;
de não ser submetido ao compromisso de dizer a verdade ou de subscrever termos com esse conteúdo; e
de não sofrer constrangimentos físicos ou morais ao exercer os direitos anteriores. -
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Cerca de 10 câmeras cladestinas são apreendidas em bairro de Salvador; polícia suspeita que equipamento era utilizado por facções

Cerca de 10 câmeras usadas por facções criminosas foram apreendidas em bairro de Salvador
Ascom da 49ª CIPM/São Cristóvão
Cerca de 10 câmeras de monitoramento clandestinas foram apreendidas pela Polícia Militar (PM) no bairro de São Cristóvão, em Salvador, nesta terça-feira (10).
As câmeras estavam instaladas em ruas do bairro. A polícia suspeita que os equipamentos estariam sendo utilizados por facções criminosas para monitorar a movimentação da polícia e de moradores da região.
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Ainda conforme a PM, as câmeras foram encontradas nas travessas Senhor do Bonfim, Lessa Ribeiro e Bosque das Bromélias.
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Arma da PM é furtada de dentro de viatura durante ocorrência de perturbação do sossego em Uberlândia

Polícia procura arma furtada de dentro de viatura durante ocorrência
Uma arma de fogo, que não teve o modelo confirmado, foi furtada de dentro de uma viatura da Polícia Militar (PM) durante o atendimento de uma ocorrência de perturbação do sossego. O crime ocorreu na noite de domingo (8), na estrada do Pau Furado, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram um helicóptero da PM sobrevoando o Residencial Integração, bairro próximo de onde o furto foi registrado, na mesma noite.
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Em nota, a PM confirmou que os militares realizavam um atendimento de queixa de perturbação do sossego, com durante a cavalgada feminina Amazonas de Udia, quando um suspeito furtou o armamento que estava no veículo.
Ainda conforme a corporação, operações são realizadas para localizar a arma e prender o suspeito do furto.
“No momento, a divulgação de quaisquer informações acerca dos levantamentos realizados pode prejudicar os trabalhos já desenvolvidos”, disse a nota.
Também em nota, a organização da cavalgada Amazonas de Udia informou que durante patrulhamento realizado pela Polícia Militar na região da estrada do Pau Furado, nas proximidades do Parque das Andorinhas, foi furtado de uma viatura policial um armamento de uso restrito da corporação. Informou, ainda, que o evento é aberto ao público e que não teve ligação com o acontecido.
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Viatura da Polícia Militar (PM) de Minas Gerais.
Raquel Freitas / G1
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Polícia Civil investiga mortes de pacientes após exames de colonoscopia em clínica de RO

Famílias denunciam mortes após exames de colonoscopia em clínica de RO
A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar as mortes de dois pacientes que passaram por exames de colonoscopia em uma clínica particular de Cerejeiras (RO). Segundo a polícia, a investigação busca esclarecer o que levou os pacientes à morte.
Segundo a Polícia Civil, neste momento a clínica e o médico responsável pelos procedimentos ainda não são investigados diretamente. A corporação informou que essa definição dependerá das provas reunidas ao longo do inquérito.
Mortes após exames de colonoscopia em clínica de RO: veja o que se sabe e o que falta esclarecer
Os casos envolvem Thyago da Silva Severino, de 34 anos, que morreu em fevereiro deste ano após passar por uma colonoscopia, e Alzery Geraldo de Souza, de 69 anos, que morreu em setembro de 2025, dias depois de realizar colonoscopia e endoscopia, segundo as famílias.
As duas mortes foram denunciadas por familiares, que afirmam que os pacientes tiveram complicações após os procedimentos realizados em uma clínica particular do município.
O que aconteceu com Thyago
De acordo com a família, Thyago realizava acompanhamento médico regular porque tinha síndrome nefrótica, doença que exige monitoramento frequente.
Segundo os parentes, durante a colonoscopia realizada no dia 27 de fevereiro, houve uma perfuração no intestino. O procedimento foi interrompido pelo médico responsável.
Após o exame, Thyago foi levado ao Hospital São Lucas, em Cerejeiras, e depois transferido para o Hospital Regional de Vilhena. Ele passou por cirurgia e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu e morreu no dia seguinte.
O que aconteceu com Alzery
A família de Alzery afirma que, logo após terminar os exames, ele começou a sentir fortes dores na barriga ainda na clínica. Segundo os parentes, ele precisou de ajuda para se vestir antes de sair do local por causa da intensidade da dor.
Ainda de acordo com a família, o médico teria prescrito apenas um remédio para dor e liberado o paciente.
Com o agravamento do quadro, Alzery foi levado ao hospital de Cerejeiras e depois transferido para Vilhena, onde realizou uma tomografia.
Segundo os familiares, o exame apontou perfuração no intestino, e os médicos informaram que seria necessária uma cirurgia de emergência. Após o procedimento, Alzery entrou em coma e ficou internado por dez dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele morreu em 30 de setembro de 2025.
O que dizem a clínica, o médico e o Cremero
O g1 entrou em contato com o médico responsável pelos exames e com a clínica citada pelas famílias, mas não recebeu resposta até a última atualização das reportagens.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero) informou que tomou conhecimento do caso e que as informações serão analisadas pelos setores responsáveis. O órgão explicou que possíveis investigações são sigilosas, por isso não pode comentar detalhes neste momento.
Alzery Geraldo e Thyago da Silva Severino
Reprodução/acervo pessoal