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  • Mais de 27 mil litros de diesel destinados a garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé são apreendidos em MT

    Mais de 27 mil litros de diesel destinados a garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé são apreendidos em MT

    Mais de 27 mil litros de diesel destinados a garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé são apreendidos em MT
    Em cerca de 30 minutos, os policiais abordaram três veículos que transportavam o combustível com destino à área de garimpo.
    Reprodução JN
    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta segunda-feira (9), mais de 27 mil litros de óleo diesel que seriam destinados ao garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá.
    A apreensão ocorreu durante uma fiscalização no km 25 da BR-174B. Em cerca de 30 minutos, os policiais abordaram três veículos que transportavam o combustível com destino à área de garimpo, o que, segundo a PRF, indica uma estrutura de abastecimento da atividade ilegal na região.
    Durante a ação, um dos motoristas abandonou o caminhão e fugiu para uma área de mata ao perceber a presença dos policiais. Os veículos e todo o combustível apreendido foram encaminhados à Polícia Civil. O caso segue sob investigação.
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    Sararé
    Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro.
    Ibama
    A Terra Indígena Sararé liderou, em 2024, o ranking das terras indígenas mais desmatadas da Amazônia Legal. Entre 2021 e 2024, o desmatamento associado à área cresceu 729%. Os dados constam do relatório Cartografias da Violência na Amazônia 2025, divulgado em novembro de 2025, que analisou nove estados da região.
    De acordo com o levantamento, o principal fator associado à devastação é a expansão do garimpo ilegal. O relatório identificou a presença de garimpos ativos dentro da TI Sararé, com o uso de escavadeiras hidráulicas, balsas e bombas de sucção. Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro.
    Desde 2023, mais de 460 escavadeiras já foram neutralizadas durante ações de fiscalização em Sararé. Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro. Os agentes suspeitam que há cerca de dois mil garimpeiros e membros de organizações criminosas que atuam dentro do território indígena, o que gera conflitos armados.
    Devastação
    Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro.
    Os agentes suspeitam que há cerca de dois mil garimpeiros e membros de organizações criminosas que atuam dentro do território indígena, o que gera conflitos armados.
    Em quase dois meses de operação já foram destruídas na área mais de 160 escavadeiras, centenas de motores e estruturas diversas para suporte logístico das atividades ilegais.
    Desde 2023, mais de 460 escavadeiras já foram neutralizadas durante ações de fiscalização em Sararé.
    Operações
    PF chega em fazenda investigada por suspeita de abastecer garimpo em Sararé (MT)
    A região é alvo frequente de operações. Em janeiro deste ano, um motorista de 56 anos foi preso suspeito de tentar levar mil litros de diesel para a área. À polícia, ele disse que foi contratado para transportar um contêiner com o combustível até a ponte de acesso ao garimpo. A esposa dele, de 41 anos, também estava no veículo.
    Uma fazenda da região também foi investigada e alvo de operações da Polícia Federal por suspeita de armazenar combustível para abastecer o garimpo ilegal. Segundo a investigação, o grupo vendeu mais de quatro milhões de litros de diesel em um período de 21 meses. Imagens gravadas pela PF mostram o momento em que os agentes entram na propriedade rural (veja vídeo acima).
    A movimentação chamou a atenção dos policiais porque ocorreu em uma fazenda sem capacidade para esse tipo de produção ou comercialização.
    De acordo com a Polícia Federal, os fazendeiros envolvidos movimentaram mais de R$ 26 milhões. Dois deles foram presos preventivamente no último dia 23, e um terceiro segue foragido.
  • Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio

    Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio

    Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio
    Rihanna durante show do intervalo no Superbowl 2023
    Mark J. Rebilas/USA TODAY Sports
    A suspeita de atirar contra a casa da cantora Rihanna nos Estados Unidos foi acusada oficialmente de tentativa de assassinato e outros 13 tipos de crimes, incluindo ataque a uma pessoa com uma arma semiautomática, nesta terça-feira (10).
    O promotor do caso, Nathan Hochman, afirma que a Rihanna, seu parceiro A$AP Rocky e os três filhos do casal estavam no local na hora do ataque, neste domingo (8).
  • Mega-Sena, concurso 2.982: resultado

    Mega-Sena, concurso 2.982: resultado

    Mega-Sena, concurso 2.982: resultado
    Como funciona a Mega-sena
    O sorteio do concurso 2.982 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (10), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 56.904.436,56.
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    Veja os números sorteados: 02 – 35 – 41 – 46 – 49 – 58
    A Caixa Econômica Federal ainda não divulgou o rateio do sorteio.
    Mega-Sena, concurso 2.982
    Reprodução/Caixa
    Para apostar na Mega-Sena
    As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
    Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.
    O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
    Probabilidades
    A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
    Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
    Mega-Sena bilhete volante Loterias
    Millena Sartori/g1
  • Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio

    Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio

    Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio
    Justiça determina que morte de PM seja investigada como feminicídio
    A Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira (10) que a morte de uma policial militar seja investigada como feminicídio, e não como suicídio, como constava no primeiro boletim de ocorrência.
    A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta em casa com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro. O marido dela, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, foi quem chamou a polícia. Ele contou que os dois discutiram e que ela havia tirado a própria vida.
    Atendente da PM: Polícia Militar, emergência.
    Tenente-coronel Geraldo Neto: É… Tenente-coronel Neto. A minha esposa é policial feminina. Ela se matou com um tiro na cabeça. Manda o resgate e uma viatura aqui, agora, por favor.
    A família dela contestou essa versão. Disse que Gisele amava a vida, que queria se separar do marido e que era muito apegada à filha de 7 anos, de um relacionamento anterior. A família pediu a exumação do corpo, o que foi feito na sexta-feira (6).
    O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, ao laudo do exame que os peritos realizaram depois da exumação. Em termos técnicos, o documento atesta que Gisele tinha lesões contundentes por meio de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal. Ou seja, marcas no pescoço e no rosto provocadas por força exercida pela pressão dos dedos das mãos e marcas de unha na pele. Um outro exame, concluído logo depois da morte, também identificou “lesões compatíveis com pressão digital, ou seja, dos dedos das mãos”. Os dois laudos indicam que o tiro na cabeça foi o que causou a morte.
    Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio
    Jornal Nacional/ Reprodução
    No dia da morte da PM, uma vizinha disse que ouviu um estampido forte às 7h28 da manhã. O telefonema do marido para a polícia foi às 7h57, quase meia hora depois. O socorro chegou às 8h13.
    Em depoimento, um dos bombeiros disse que foi a primeira vez em que atendeu um caso de suicídio em que a vítima estava com a arma tão bem encaixada na mão – o que levantou desconfiança. O bombeiro também afirmou que o marido contou que estava no chuveiro quando ouviu o tiro, mas que não havia “pegada molhada” no apartamento e que o tenente-coronel estava seco. Um outro bombeiro relatou que o marido não tinha marcas de sangue que indicassem que ele teria tentado socorrer a vítima.
    Depois que a mulher foi levada ao hospital, o marido tomou um banho. Na versão dele, seria, portanto, o segundo naquela manhã. Policiais disseram que o orientaram a ir direto para a delegacia, mas que ele ignorou as ordens.
    E mais um fato que está sendo investigado. No fim da tarde do dia da morte, três mulheres disseram a uma funcionária do prédio que eram policiais militares e que foram até lá para limpar o apartamento do casal. À noite, as câmeras de segurança registraram o tenente-coronel voltando ao apartamento. Ele passou mais de uma hora lá dentro. Pegou roupas e outros objetos e foi embora.
    O Jornal Nacional procurou a defesa do tenente-coronel Geraldo Neto, mas não teve retorno.
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  • Caminhão carregado de tijolo tomba e interdita parte da BR-156 no Amapá

    Caminhão carregado de tijolo tomba e interdita parte da BR-156 no Amapá

    Caminhão carregado de tijolo tomba e interdita parte da BR-156 no Amapá
    Acidente na BR-156 nesta terça-feira (10)
    PRF/divulgação
    Um caminhão carregado de tijolos tombou e interditou um trecho da BR-165 no quilômetro 461. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o motorista perdeu o controle num trecho conhecido como “curva da morte”. Ninguém ficou ferido.
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    Imagens mostram o veículo tombado na pista e os tijolos espalhados na via. Em razão do acidente os outros condutores tiveram que usar o acostamento para se deslocar.
    Equipes da PRF se deslocaram para região pra atuar no controle do tráfego. Por volta das 20h o trânsito na região foi normalizado.
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    Outros acidentes
    As condições da área de estrada de terra da BR-210 causaram transtornos para a população na última quarta (5) e quinta (6). Em um dos casos, uma carreta atravessou a pista no quilômetro 144. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) atuaram na desobstrução da pista.
    A primeira ocorrência aconteceu por volta das 2h30 de quarta (4). Um caminhão basculante tombou ao tentar subir uma ladeira.
    O veículo ficou atravessado na pista e imagens feitas por outros condutores mostram a gravidade do acidente. A cabine foi deslocada para o sentido contrário da caçamba.
    A PRF informou que o condutor recebeu atendimento médico e passa bem. A via foi liberada cerca de 10 horas após o acidente, às 17h. O trecho é a principal via de deslocamento das comunidades da região.
    Já na madrugada desta quinta (5), um congestionamento quilométrico foi registrado no trecho de estrada de terra da BR-210, entre os municípios de Porta Grande e Serra do Navio, próximo à comunidade do Arrependimento.
    A estrada escorregadia dificultou o tráfego dos veículos e, em pouco tempo, carros, ônibus e caminhões começaram a se aglomerar na pista.
    No período do inverno Amazônico, situações como essa ocorrem com frequência, e a orientação é diminuir a velocidade, já que a estrada é rodeada de barrancos e mata.
    Pista escorregadia causa acidente e congestionamento em estrada de terra da BR-210, no AP
    Carreta tombou durante a madrugada
    PRF/Divulgação
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    VÍDEOS com as notícias do Amapá:
  • ‘Antes ele longe de mim do que eu num caixão’: vítima alerta para urgência na denúncia de violência

    ‘Antes ele longe de mim do que eu num caixão’: vítima alerta para urgência na denúncia de violência

    ‘Antes ele longe de mim do que eu num caixão’: vítima alerta para urgência na denúncia de violência
    51% das mulheres vítimas de agressões demoram para procurar a polícia em Campinas
    “Eu não quero virar mais uma estatística. Então antes ele ficar longe de mim, do que eu num caixão”. A frase é de uma mulher vítima de violência doméstica que procurou a Polícia Civil de Campinas (SP) para denunciar o companheiro no logo após sofrer uma agressão física.
    Embora o depoimento reforce a urgência da busca de ajuda para encerrar o ciclo da violência, fatores como insegurança, vergonha e até mesmo o processo emocional para lidar com a situação fazem com que muitas mulheres tenham dificuldade em denunciar seus agressores imediatamente.
    “Quando a mulher se reconhece nesse ciclo de violência, ela já está bem fragilizada. Quando há agressão física, que geralmente é o que mais a mulher procura registrar o boletim de ocorrência, ela leva um tempo pra assimilar aquela situação e que ela está nesse local de vítima. Por isso que é bem complexo pra mulher registrar no mesmo dia”, explica Grasiela Bispo, coordenadora do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceamo) de Campinas.
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    A vítima, que preferiu não se identificar, explicou que optou por denunciar o companheiro após ser agredida fisicamente. Ela vivia um relacionamento de 15 anos, com abusos patrimoniais, e colocou um basta após a violência física.
    “No ato que ele saiu de casa, eu já peguei o computador e já abri o boletim de ocorrência. Eu não queria passar mais por aquilo. Nunca mais eu quero passar por isso”, disse.
    Moradora de Campinas (SP) explica motivo de denunciar companheiro no mesmo dia em que sofreu agressão
    Reprodução/EPTV
    Demora nas denúncias
    Dados obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostram que mais da metade (50,7%) das vítimas em Campinas leva mais de um dia para registrar a ocorrência na Polícia Civil.
    Entre 2021 e 2025, foram registrados 14.867 boletins de ocorrência de violência doméstica em Campinas, sendo que 7.327 foram elaborados no mesmo dia em que a agressão ou ameaça ocorreu. Mas em alguns casos, a vítima só conseguiu pedir ajuda anos depois do ínício da violência.
    Veja os números:
    No mesmo dia: 7.327 (49,2%)
    No dia seguinte: 3.749 (25,2%)
    De 2-7 dias depois: 2.343 (15,7%)
    De 8-30 dias depois: 806 (5,4%)
    De 31-90 dias depois: 180 (1,2%)
    De 91-180 dias depois: 87 (0,58%)
    De 181-365 dias: 34 (0,22%)
    Entre mais de 1 ano (366 dias) até 5 anos depois: 34 (0,22%)
    Mais de cinco anos depois: 21 (0,14%)
    Sem data definida: 286 (1,92%)
    Ana Carolina Bacchi, delegada da 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Campinas, explica que, mais que formalizar a ocorrência, o registro permite acesso a uma rede de apoio às mulheres vítimas de violência na cidade.
    “Com o boletim de ocorrência aqui em Campinas, realmente ela pode pedir a questão do abrigo, tem o auxílio moradia, tem alguns outros auxílios que abrem espaço pra isso. Mas precisa realmente do registro. Somente com o registro ela consegue ter acesso a alguns e muitos serviços que são disponibilizados aqui pra Campinas”, explica.
    A delegada reforça que embora algumas vítimas busquem apoio inicialmente em amigos e familiares, é importante que ela procure a Polícia Civil, pois só com a denúncia ela pode ser ajudada antes que a violência possa avançar para situações mais graves e com risco de morte.
    “Existe mesmo um escalonamento, começa com agressões físicas e pode chegar sim ao feminicídio. Então quanto antes ela vier, quanto antes a gente puder ajudá-la, inclusive pedindo uma medida protetiva, e que pode ser solicitada de forma remota pelo site da Polícia Civil, pela DDM Online hoje. Então isso dá maior segurança pra ela”, completa Ana Carolina.
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  • Pentágono e Casa Branca mantém tom de incerteza sobre a duração da guerra no Oriente Médio

    Pentágono e Casa Branca mantém tom de incerteza sobre a duração da guerra no Oriente Médio

    Pentágono e Casa Branca mantém tom de incerteza sobre a duração da guerra no Oriente Médio
    Governo americano tem declarações contraditórias sobre guerra com Irã
    O Pentágono e a Casa Branca deram nesta terça-feira (10) declarações vagas sobre a duração da guerra. O conflito tem baixo índice de aprovação entre os eleitores americanos.
    Desde o início da guerra, o presidente americano, Donald Trump, tem dito que o conflito vai durar até que todos os objetivos dos Estados Unidos sejam alcançados. Chegou a dizer que o único acordo possível é uma rendição completa.
    Questionada nesta terça-feira (10) sobre o que isso significa, a porta-voz da Casa Branca disse que Trump é quem vai determinar quando o Irã deixará de representar uma ameaça direta aos Estados Unidos e aos aliados. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, foi na mesma linha. Disse que é o presidente quem decide se a guerra está no início, no meio ou no fim, e que Trump controla o acelerador da guerra.
    O Pentágono confirmou nesta terça-feira (10) que sete militares americanos morreram no conflito e cerca de 140 ficaram feridos – oito deles com gravidade -, mas a maioria já voltou aos combates.
    A Casa Branca já reforçou que as metas da guerra são:
    destruir o programa de mísseis balísticos do Irã;
    garantir que o país não construa uma arma nuclear;
    enfraquecer os grupos terroristas e extremistas financiados pelo Irã no Oriente Médio.
    “Os militares estão atingindo esses objetivos de forma rápida e eficiente, muito antes do previsto”, disse a porta-voz.
    Uma mudança de regime nunca esteve oficialmente nesta lista, apesar de Trump ter sinalizado que queria um novo líder “aceitável”.
    Pentágono e Casa Branca mantém tom de incerteza sobre a duração da guerra no Oriente Médio
    Jornal Nacional/ Reprodução
    O governo e o presidente têm dado sinais trocados sobre quanto tempo a guerra vai durar. Na semana passada, disse que duraria de quatro a cinco semanas. Na segunda-feira (9), o presidente afirmou que a guerra vai acabar muito em breve, mas não esta semana. Mais tarde, em uma rede social, fez novas ameaças:
    “Se o Irã fizer algo para impedir o fluxo de petróleo no Estreito de Hormuz, será atacado pelos Estados Unidos com força 20 vezes maior”.
    Preocupado com a alta do preço do barril de petróleo, o governo suspendeu por 30 dias sanções às importações de petróleo russo pela Índia. As restrições serviam como forma de pressão pelo fim da guerra com a Ucrânia.
    Trump está pressionado pelos impactos da guerra na economia global e pela desaprovação interna. Com tanta indefinição, os americanos não estão convencidos de que a guerra era necessária. Uma pesquisa mostrou que apenas 29% aprovam o conflito.
    Enquanto os sinais americanos são contraditórios, os motivos que levaram Israel a participar do conflito são declarados e antigos. Antes mesmo do anúncio de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo, o governo israelense já tinha ameaçado matar qualquer um que fosse o escolhido. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tem dito que Israel só estará seguro se houver uma mudança de regime no Irã. Na segunda-feira (9), Netanyahu disse que a aspiração israelense “é permitir que o povo iraniano se livre do jugo da tirania”.
    O professor de Relações Internacionais Maurício Santoro ressalta que Israel e Estados Unidos estão alinhados, mas avalia que os americanos entraram na guerra sem uma estratégia exata para o fim do conflito e estão oscilando conforme os impulsos de Donald Trump.
    “Como muitas vezes acontece no governo Trump, existe uma indefinição maior, a impulsividade do presidente. E até o impacto de outros conflitos recentes. Por exemplo, esses grandes sucessos que o Trump conseguiu na Venezuela, de certo modo, o viciaram na possibilidade de que ele vai encontrar uma Delcy Rodríguez no Irã. Quer dizer, alguém da liderança na República Islâmica que vaia aceitar fazer todas as concessões e implementar uma agenda política americana. O que não há nenhum sinal de que isso vá acontecer no Irã. Pelo contrário”.
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  • Humorista pede desculpas após fala sobre ‘salinha da enfermagem’ que repercutiu na web

    Humorista pede desculpas após fala sobre ‘salinha da enfermagem’ que repercutiu na web

    Humorista pede desculpas após fala sobre ‘salinha da enfermagem’ que repercutiu na web
    Evoney diz que nunca se casaria com uma enfermeira citando ‘sala de repouso’ como motivo
    O humorista e cantor Evoney Fernandes se desculpou, nesta terça-feira (10), por meio de nota, após uma fala em que afirma que não se casaria com enfermeira por causa da “salinha de repouso”. O conteúdo, que mostra um diálogo entre o humorista e o influenciador Fábio Netto, foi considerado desrespeitoso e um ataque à categoria (assista no vídeo acima).
    Em nota, o humorista informou que o conteúdo faz parte de um quadro de humor interpretado por um personagem e ressaltou que tem profundo respeito pelos profissionais da saúde (leia a íntegra abaixo).
    O g1 pediu posicionamento à assessoria de Fábio Netto sobre o assunto, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
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    Evoney Fernandes, que conta com mais de 10 milhões de seguidores no Instagram e no TikTok, fez a publicação no último domingo (8). No conteúdo, ele afirma, após ser questionado em uma caixinha de perguntas, que não se casaria com uma enfermeira. O influenciador Fábio Netto questiona se o motivo seria porque as enfermeiras ficam muito tempo fora de casa. Em resposta, ele afirma:
    “Né isso não. É a salinha do repouso. Tu não vai entender não […] A salinha do repouso quer dizer o quê na hora de repousar? Não sou besta, não. O descanso de um plantão para o outro.”
    O Conselho Regional de Enfermagem do Tocantins (Coren-TO) e a Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Tocantins (ABEn-TO) emitiram notas repudiando a fala do humorista (leia a íntegra abaixo).
    O humorista é proprietário do bar fictício que possui perfil nas redes
    Reprodução/Tik tok de Bar do Arueira
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    Ataque à dignidade profissional
    As entidades destacaram que as falas do humorista, que incluem insinuações maldosas sobre as “salas de repouso” nos ambientes de saúde, representam um ataque direto à moral de milhares de enfermeiras, técnicas e auxiliares.
    Para o conselho, reduzir o local de descanso a cenários de “conduta imprópria” é desrespeitar profissionais que cumprem jornadas exaustivas de 12h ou 24h para salvar vidas.
    O presidente do Coren-TO, Adeilson Reis, enfatizou que tais manifestações reforçam estereótipos de gênero ultrapassados e tentam descredibilizar uma categoria que é a maior força de trabalho da saúde brasileira, composta majoritariamente por mulheres.
    “Não podemos admitir que profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado com o próximo sejam alvo de comentários que tentam descredibilizar sua conduta e sua dignidade”, afirmou Reis.
    A nota ressalta que o episódio é ainda mais grave por ocorrer na semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher. As entidades lembraram que o repouso digno é um direito garantido pela Lei nº 14.602/2023, essencial para a recuperação física dos profissionais.
    Diante da gravidade das declarações, o Coren-TO e a ABEn-TO informaram que o caso está sendo analisado para a adoção das medidas legais cabíveis contra o humorista, reafirmando o compromisso de não tolerar que a imagem da enfermagem seja manchada por buscas de “engajamento” através do desrespeito.
    Íntegra da nota do humorista
    Diante da repercussão de um vídeo que está circulando nas redes sociais, o humorista Evoney Fernandes vem a público prestar esclarecimentos.
    O conteúdo mencionado faz parte de um quadro de humor interpretado por um personagem fictício chamado “Seu Osmar”, criado para retratar, de forma caricata, figuras populares em situações do cotidiano. O vídeo foi gravado com figurino e em um cenário montado, dentro de um contexto de atuação humorística, como parte de um conteúdo de entretenimento.
    As falas presentes no vídeo fazem parte da construção desse personagem e de uma narrativa fictícia, recurso comum em produções de humor e obras de ficção, não refletindo de maneira alguma o pensamento pessoal de Evoney Fernandes.
    Evoney ressalta que tem profundo respeito pelos profissionais da saúde, em especial pelos profissionais de enfermagem, que desempenham um papel essencial no cuidado com a população.
    Ele reconhece que a fala presente no vídeo não foi adequada e pede sinceras desculpas a todas as profissionais de enfermagem ou a qualquer pessoa que possa ter se sentido ofendida. Evoney reforça que jamais teve a intenção de desrespeitar ou diminuir qualquer profissão.
    Evoney Fernandes reforça que seu trabalho sempre esteve voltado ao humor e ao entretenimento, dentro do contexto artístico em que seus personagens são construídos.
    Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
  • Homem quebra imagem de Nossa Senhora Aparecida com machado em capela de MT: ‘a mando de espíritos’

    Homem quebra imagem de Nossa Senhora Aparecida com machado em capela de MT: ‘a mando de espíritos’

    Homem quebra imagem de Nossa Senhora Aparecida com machado em capela de MT: ‘a mando de espíritos’
    Homem quebra imagem de Nossa Senhora Aparecida com machado em capela de MT
    Um homem de 47 anos foi detido nessa segunda-feira (9) após ser flagrado destruindo com um machado a imagem de Nossa Senhora Aparecida em uma capela em Jauru, a 463 km de Cuiabá (assista acima).
    A imagem é um símbolo sagrado para os católicos e estava exposta dentro de uma caixa de vidro na entrada da cidade. A danificação ocorreu na noite de sábado (7).
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    Segundo a polícia, as imagens das câmeras de segurança ajudaram a identificar o suspeito, que foi visto andando com um machado nas mãos em direção à capela.
    Depois de quebrá-la, ele sai do local com o artefado nas mãos.
    Homem quebra imagem de Nossa Senhora Aparecida em capela de MT
    Polícia Civil
    Ao ser detido, o suspeito contou aos policiais que agiu a mando de espíritos e que depois se arrependeu de ter quebrado a imagem.
    A polícia disse que por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, ele foi ouvido e liberado logo em seguida. Contudo, o suspeito assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
    Já o machado usado foi apreendido e ficou sob custódia.
    Homem quebra imagem de Nossa Senhora Aparecida em capela de MT
    Polícia Civil
  • OMS alerta para os perigos dos ataques às refinarias de petróleo no Oriente Médio

    OMS alerta para os perigos dos ataques às refinarias de petróleo no Oriente Médio

    OMS alerta para os perigos dos ataques às refinarias de petróleo no Oriente Médio
    Na noite desta terça-feira (10), os Estados Unidos anunciaram ter destruído navios iranianos no Estreito de Ormuz. Esses navios carregavam minas explosivas para interromper o comércio de petróleo na região. Segundo o Pentágono, esta terça-feira foi o dia de bombardeios mais intensos em onze dias de guerra.
    “Destruíram a cidade inteira”, diz o passageiro de um táxi, deixando Karaj, a 13 km de Teerã.
    O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse logo cedo que esta terça-feira (10) seria o dia mais intenso de bombardeios. Na capital iraniana, equipes de resgate retiram sobreviventes dos escombros. Segundo o embaixador do Irã na ONU, pelo menos 1,3 mil civis morreram desde que os Estados Unidos e Israel lançaram os ataques contra o país, no dia 28 de fevereiro.
    A nuvem negra assustou os moradores. Assim como a chuva escura, ácida e tóxica. O vídeo enviado por um funcionário da Organização Mundial da Saúde mostra outro funcionário limpando a água preta na entrada do escritório da OMS em Teerã. A chuva escura caiu depois de ataques americanos e israelenses a depósitos de petróleo iranianos. O Crescente Vermelho alertou que ela pode causar queimaduras químicas e graves danos pulmonares.
    Em uma carta enviada na segunda-feira (9), o Irã pediu às Nações Unidas que condenassem os Estados Unidos e Israel por crime ambiental. Nesta terça-feira (10), o chefe da ONU para os Direitos Humanos afirmou que os impactos desses ataques sobre o meio ambiente e sobre os civis levantam sérias dúvidas em relação ao respeito ao direito internacional humanitário e cobrou uma análise jurídica cuidadosa.
    A OMS reforçou a recomendação das autoridades iranianas para que os moradores não saiam de casa.
    “A chuva negra e ácida representa, de fato, um perigo. Principalmente para o sistema respiratório”, explicou o porta-voz.
    Ele também destacou preocupação com uma “exposição regional mais ampla à poluição”, com ataques do Irã contra infraestruturas petrolíferas em outras nações do Golfo.
    OMS alerta para os perigos dos ataques às refinarias de petróleo no Oriente Médio
    Jornal Nacional/ Reprodução
    O Irã – que voltou a descartar a retomada de negociações com os Estados Unidos – lançou nesta terça-feira (10) novos ataques contra países da região. No Bahrein, um drone iraniano matou uma pessoa ao atingir um prédio residencial. A Arábia Saudita disse ter destruído dois drones iranianos e, o Kuwait, seis. O Catar – que abriga a maior base militar americana no Oriente Médio – disse que o pedido de desculpas do Irã não se traduziu em ações e que quer aumentar a parceria de segurança com os Estados Unidos.
    Segundo a rede americana CBS, há indícios de que o Irã esteja espalhando minas para impedir o tráfego de navios no Estreito de Ormuz. O presidente americano disse que ainda não tem relatos sobre isso, mas avisou que, se acontecer, as consequências serão algo jamais visto. No início da noite, o Comando Central americano declarou ter destruído 16 navios com minas no estreito.
    Em Israel, sirenes tocaram em Jerusalém, Tel Aviv e Haifa. Enquanto isso, forças israelenses seguem os ataques contra o Irã e também contra o grupo extremista libanês Hezbollah, que é financiado pelo regime iraniano. O Exército israelense bombardeou subúrbios da capital, Beirute, e suas tropas avançaram ainda mais no sul do país.
    O número de mortos no Líbano subiu para 570, segundo o governo local. De acordo com a ONU, só na segunda-feira (9), mais de 100 mil pessoas abandonaram suas casas. O total de deslocados se aproxima de 700 mil. Mohamed se recusou a fugir:
    “Cada um resiste como pode”, afirmou.
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