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  • Papagaio bêbado? Vídeo de ave ‘tonta’ após comer cacau fermentado viraliza em RO

    Papagaio bêbado? Vídeo de ave ‘tonta’ após comer cacau fermentado viraliza em RO

    Papagaio bêbado? Vídeo de ave ‘tonta’ após comer cacau fermentado viraliza em RO
    Papagaio bêbado? Vídeo de ave ‘tonta’ após comer cacau fermentado viraliza em RO
    Um vídeo curioso gravado em Ji-Paraná (RO) está chamando atenção nas redes sociais: um papagaio aparece com dificuldade para se equilibrar e voar, parecendo “bêbado”, após consumir cacau fermentado. O registro, feito pelo agricultor Oseias Duarte, já ultrapassou 2 milhões de visualizações.
    Segundo Oseias, o flagrante aconteceu na última semana, dentro de uma plantação de cacau. Ele conta que encontrou a ave caída no chão e tentou ajudá-la.
    “Coloquei o papagaio em um galho, mas quando passei de novo, ele tentou voar e caiu. Foi aí que resolvi gravar o vídeo”, disse.
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    Nas imagens, o animal parece desorientado, como se estivesse “tonto”. Oseias explica que o cacau fermenta rápido quando fica fora da geladeira, adquirindo cheiro e sabor mais fortes, o que pode ter atraído o papagaio.
    O g1 conversou com dois especialistas em aves para entender o comportamento do animal. O biólogo e médico veterinário Guilherme Marietto explica que frutas fermentadas podem produzir pequenas quantidades de álcool, capazes de causar efeitos semelhantes à embriaguez em animais.
    Casos assim são mais comuns em macacos, especialmente na África, com frutos da marula. Ele alerta que, embora não seja uma intoxicação grave, o risco é deixar o animal vulnerável a predadores.
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    O biólogo e professor Marco Aurélio Pizo afirma que a ingestão de frutas fermentadas pode, de fato, provocar alterações comportamentais em animais, mas ele alerta que o comportamento observado também pode estar relacionado a algum problema de saúde.
    No caso específico, o animal não foi analisado. Oseias afirma que não encontrou mais o papagaio no dia seguinte. Segundo ele, sua plantação recebe visitas frequentes de animais silvestres, como papagaios e macacos.
    Nas redes sociais, o vídeo gerou grande repercussão, com internautas fazendo brincadeiras e levantando hipóteses sobre o que teria acontecido com a ave.
    Papaguaio embriagado em RO
    Reprodução
  • Mortes ligadas a conflitos agrários em RO segue sem solução após mais de 10 anos

    Mortes ligadas a conflitos agrários em RO segue sem solução após mais de 10 anos

    Mortes ligadas a conflitos agrários em RO segue sem solução após mais de 10 anos
    Mortes ligadas a conflitos agrários em RO segue sem solução após mais de 10 anos
    Mortes de lideranças, trabalhadores rurais e outras pessoas que denunciavam grilagem de terras e exploração ilegal de madeira em Rondônia continuam sem resposta, mesmo após mais de 10 anos dos crimes. Os casos são investigados pela Polícia Federal (PF).
    Entre os assassinatos levados à esfera federal estão os de Renato Nathan Gonçalves, Gilson Gonçalves, Élcio Machado, Dinhana Nink, Gilberto Tiago Brandão, Isaque Dias Ferreira, Edilene Mateus Porto e Daniel Roberto Stivanin.
    📊Rondônia concentra histórico de violência no campo. Em 2023, foi o estado com mais registros de assassinatos por conflitos de terras, segundo o relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT): 16% de todas as mortes que ocorreram no país envolvendo disputas por terras.
    Os crimes envolvem homicídios e tentativas de homicídio. Os casos ocorreram em áreas rurais de municípios como Buritis, Alto Paraíso, Machadinho D’Oeste e Ariquemes.
    Em 2023, após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a federalização das investigações. Desde então, as mortes dessas oito pessoas seguem sem desfecho.
    Quem são as vítimas?
    Renato Nathan Gonçalves
    Também conhecida como “Professor Renato”, a vítima foi torturada e morta com três tiros à queima-roupa há mais de 11 anos, em abril de 2012. O crime aconteceu no distrito de Jacinópolis, em Nova Mamoré (RO).
    Renato era apoiador da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e lutava contra a criminalização do movimento camponês.
    De acordo com informações apresentadas no processo, há suspeita de envolvimento de policiais civis na morte do professor. Também é possível que o crime tenha ligação com uma chacina que ocorreu em Buritis (RO), quando um policial e um agente penitenciário foram mortos.
    Um inquérito civil foi instaurado em 2012 para investigar o caso e até hoje não foi concluído. Também não há sequer uma pessoa confirmada oficialmente como suspeita de ter cometido o crime.
    Gilson Gonçalves e Élcio Machado
    De acordo com informações do processo, Gilson e Élcio eram agricultores e coordenadores da LCP na região de Buritis (RO). Eles foram mortos com tiros na nuca em dezembro de 2009. Os corpos tinham marcas de torturas: unhas e dentes arrancados e orelhas cortadas.
    O inquérito aberto para investigar o caso ainda tramita na comarca de Buritis. A última movimentação é de 2013, quando o delegado-corregedor deu conta de irregularidades no inquérito. Segundo relatório, o delegado titular da delegacia da cidade foi oficiado para fornecer informações sobre as investigações, mas não apresentou resposta.
    Apenas um possível suspeito foi identificado até o momento e nenhuma diligência foi feita desde 2013.
    Dinhana Nink
    Dinhana é natural do Amazonas e fugiu do assentamento onde morava depois que um incêndio criminoso destruiu sua casa, em 2011. Ela foi morta no ano seguinte, dois meses depois de conceder uma entrevista falando sobre extração de madeira ilegal na região da Ponta do Abunã, em Porto velho.
    A mulher foi morta na frente do filho, que na época tinha cinco anos. O Ministério Público do Estado de Rondônia informou ao STJ que solicitou várias diligências da Polícia Civil, dentre elas a oitiva do filho da vítima, que viu o infrator, mas não teve resposta da delegacia.
    De acordo com informações apresentadas ao STJ, a investigação sobre o caso segue uma linha de que a morte ocorreu por briga de vizinhos e não tem ligação com a questão agrária. Não houveram investigações quanto às ameaças que a vítima recebeu.
    Trabalhadora rural é misteriosamente morta em Rondônia
    Gilberto Tiago Brandão
    Gilberto era trabalhador rural e se unia às lideranças do Acampamento Canaã, localizado no município de Machadinho D’Oeste (RO). Em 2012, ele foi vítima de disparos de armas de fogo efetuados por um suspeito que estava em uma motocicleta e morreu dois dias depois.
    Em maio de 2020, a 1ª Delegacia de Polícia de Machadinho D’Oeste informou que o inquérito ainda estava em andamento naquela comarca, sem que a autoria do crime fosse identificada. Além disso, foi destacada a falta de servidores policiais nos registros.
    Segundo os autos, apesar dos ofícios enviados às autoridades competentes, não há informações completas sobre o andamento do processo judicial.
    Isaque Dias Ferreira e Edilene Mateus Porto
    Isaque e Edilene também eram líderes da LCP e denunciaram casos de grilagem de terras públicas e reivindicavam o direito pelo assentamento de moradores do Acampamento 10 de Maio. As duas vítimas foram assassinadas na região de Alto Paraíso (RO), no dia 13 de setembro de 2016.
    Um ano antes dos crimes, Edilene registrou um boletim de ocorrência alegando que policiais da cidade de Buritis (RO) realizavam a segurança particular de proprietários de terras na região. Ela também relatou que havia uma lista de pessoas ameaçadas na região do Vale do Jamari.
    De acordo com o relatório, há suspeitas de que uma milícia armada na região, possivelmente com envolvimento de policiais, estivesse prestando serviços a fazendeiros.
    O inquérito aberto para investigar os assassinatos ainda tramita na comarca de Alto Paraíso, mas não há avanços na identificação dos autores e na motivação dos crimes.
    Daniel Roberto Stivanin
    Daniel era proprietário de terras na região da cidade de Vilhena (RO). Há mais de 11 anos, em março de 2012, ele foi assassinado por dois homens que estavam em uma motocicleta, em frente à casa onde morava, na cidade de Ariquemes (RO).
    A suspeita principal é que o crime foi encomendado por um fazendeiro e teve como motivação disputa de terras na região.
    O MP-RO alega que um dos indivíduos envolvidos no crime foi identificado, mas está foragido. Uma segunda pessoa também pode ter participado do crime.
    Federalização das investigações
    O pedido de federalização foi feito pela PGR em 2019, sob o argumento de haver “incapacidade” do Estado em responsabilizar os mandantes dos assassinatos e dificuldade em obter informações atualizadas dos inquéritos estaduais envolvendo conflitos agrários.
    Após analisar todos os casos, o STJ apontou que ficou evidenciada a “inércia” da Polícia Civil em investigar as mortes. Por esse motivo, considerou justificável a transferência da competência para a Justiça Federal.
    Ainda de acordo com a PGR, os crimes foram praticados em um cenário de violência marcado pela atuação de grupos de extermínio, com possível envolvimento de agentes de segurança pública que atuavam em favor de pessoas políticas numa tentativa de “manter o controle” de terras em Rondônia. O STJ aceitou o pedido e federalizou os inquéritos em agosto de 2023.
    O especialista em Direito Agrário, Josep Iborra Plans, afirma que a federalização pode ajudar a combater a impunidade.
    “A federalização de alguns desses casos, há esperança para que esses casos de mortes de camponeses no campo, alguns mortos pela polícia, outros por jagunços, então eles [crimes] não continuem na impunidade e não reproduzam nova violência, porque a impunidade só traz nova violência”, explica Josep.
    Como estão as investigações
    A Polícia Federal informou ao g1 que segue investigando os casos. Os inquéritos estão em estágios diferentes, mas avançam com análise de evidências, perícias técnicas e diligências.
    A PF ressaltou que, desde que assumiu as investigações, os trabalhos foram retomados, com a adoção de medidas para esclarecer os crimes. Em nota, o órgão destacou que, por causa do sigilo, não pode divulgar mais detalhes no momento.
    “Em razão do sigilo inerente às investigações criminais e para preservar o êxito das diligências em curso, detalhes adicionais sobre o conteúdo das apurações não serão fornecidos no momento”, diz trecho da nota.
    O g1 também entrou em contato com a Polícia Civil e com o Ministério Público Federal (MPF) para saber sobre o andamento das investigações, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
    Mortes ligadas a conflitos agrários em RO segue sem solução após mais de 10 anos
    Agência Brasil
  • Samuel Costa se filia ao PSB e anuncia pré-candidatura ao governo de Rondônia

    Samuel Costa se filia ao PSB e anuncia pré-candidatura ao governo de Rondônia

    Samuel Costa se filia ao PSB e anuncia pré-candidatura ao governo de Rondônia
    Samuel Costa se filia ao PSB
    Reprodução/redes sociais
    Samuel Costa se filiou ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) na noite de sábado (4) e confirmou sua pré-candidatura ao governo de Rondônia. O sargento Machado foi anunciado como pré-candidato a vice na chapa.
    O evento ocorreu na sede do diretório estadual do partido, em Porto Velho, e reuniu apoiadores, lideranças e outros pré-candidatos da sigla. Durante o encontro, o PSB também oficializou a pré-candidatura de Neidinha Suruí ao Senado, além de apresentar 25 nomes para deputado federal e 9 para deputado estadual.
    Ao g1, Samuel Costa afirmou que a prioridade da pré-campanha será ouvir a população e construir propostas a partir das demandas locais.
    “Vamos percorrer os 52 municípios do estado, ouvindo os reais anseios do povo e construindo, juntos, o melhor plano de governo, com propostas concretas e viáveis”, disse.
    O pré-candidato também destacou áreas que devem ser prioridade no plano de governo, como saúde, educação, geração de empregos e infraestrutura, além de defender maior transparência na gestão pública.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Quem é Samuel Costa?
    Samuel Costa, pré-candidato a governo de RO
    Reprodução/redes sociais
    Samuel Costa nasceu em Porto Velho, tem 34 anos e é pai de dois filhos. Ele é advogado, jornalista e professor, com especialização em Ciências Políticas.
    Em 2020 e 2024, disputou a prefeitura de Porto Velho, mas não foi eleito.
  • Assista ao JRO1 deste sábado, 04

    Assista ao JRO1 deste sábado, 04

    Assista ao JRO1 deste sábado, 04
    Assista ao JRO1 deste sábado, 04
  • Suspeito de matar mulher por joias de R$ 500 mil é preso em RO

    Suspeito de matar mulher por joias de R$ 500 mil é preso em RO

    Suspeito de matar mulher por joias de R$ 500 mil é preso em RO
    Vítima Mauzira Borges e suspeito Rubens Rebolças
    Reprodução/PC
    Um homem suspeito de matar Mauzira Borges Dutra Ferreira, de 61 anos, foi preso na sexta-feira (3), em Espigão D’Oeste (RO). Ele foi identificado como Rubens Rebolças Soares, conhecido na região como “Baianinho”.
    O caso é investigado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Segundo a polícia, joias avaliadas em cerca de R$ 500 mil desapareceram e ainda não foram encontradas.
    De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi identificado após um trabalho de inteligência, que incluiu análise de imagens de câmeras de segurança e cruzamento de informações. As investigações indicam que ele teria conversado com a vítima e marcado um encontro com o pretexto de comprar as joias.
    A polícia afirma que, ao chegar ao local combinado e entrar no carro da vítima, o homem a rendeu e a levou até uma estrada na região do Calcário. No local, ela foi morta com golpes de faca. Em seguida, o suspeito fugiu levando os objetos. Até o momento, as joias não foram recuperadas.
    Ainda conforme a polícia, o homem tem antecedentes criminais, com passagens por tráfico de drogas e roubo desde 2006. Ele foi preso em flagrante e encaminhado ao presídio de Pimenta Bueno (RO). O suspeito deve responder por latrocínio, crime cuja pena varia de 20 a 30 anos de prisão, segundo o Código Penal.
    O g1 tenta localizar a defesa do suspeito.
    O crime
    Mauzira Borges Dutra Ferreira foi encontrada morta na quinta-feira (2), na zona rural de Espigão D’Oeste (RO).
    Segundo o boletim de ocorrência, uma testemunha viu o carro da vítima estacionado por volta das 9h30. Cerca de 20 minutos depois, ao passar novamente pelo local, percebeu que o veículo estava ligado e em chamas, com uma pessoa dentro.
    Funcionários que estavam na região usaram extintores para controlar o fogo. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas, quando a equipe chegou, a vítima já estava sem vida dentro do automóvel.
    De acordo com a polícia, Mauzira era conhecida na região e trabalhava com a venda de joias. Familiares informaram que ela havia saído de casa pela manhã levando um mostruário avaliado em cerca de R$ 500 mil.
    Mauzira Borges Dutra Ferreira, de 61 anos
    Reprodução/Redes sociais
    Rubens Rebolças Soares, conhecido como “Baianinho”
    Reprodução/Polícia Civil de Rondônia (PC-RO)
    Carro onde foi encontrado o corpo da vendedora de joias Mauzira Borges Dutra Ferreira, de 61 anos
    Reprodução/ Espigão Notícias
  • Edital de R$ 150 milhões vai financiar projetos da agricultura familiar; veja como se inscrever

    Edital de R$ 150 milhões vai financiar projetos da agricultura familiar; veja como se inscrever

    Edital de R$ 150 milhões vai financiar projetos da agricultura familiar; veja como se inscrever
    Imagem produtor mexendo as sementes de café.
    Reprodução: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação/Foto: Mamirauá
    O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação abriu prazo para envio de projetos voltados à agricultura familiar e à produção de alimentos de forma sustentável. A chamada pública, feita em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos, vai investir R$150 milhões. 30% desses recursos serão destinados à região Norte.
    As inscrições começaram no dia 31 de março e seguem até 19 de junho. Podem participar instituições de pesquisa universidades, institutos de pesquisa e centros tecnológicos públicos ou privados de todo o país.
    ➡️ Clique para se inscrever
    📄 Veja o edital
    O objetivo é apoiar projetos que tragam soluções para melhorar a produção, fortalecer pequenos produtores e usar a biodiversidade brasileira de forma sustentável.
    🌱 Para que serve esse dinheiro?
    Para financiar projetos que criem, por exemplo:
    tecnologias para melhorar a produção no campo;
    alternativas mais sustentáveis (sem agredir o meio ambiente);
    soluções digitais para ajudar pequenos produtores e;
    melhorias na criação de peixes e uso da biodiversidade.
    O edital tem quatro áreas principais. Duas delas bioinsumos e produção agroecológica e orgânica podem receber até R$50 milhões cada. As outras duas, soluções digitais para pequenas propriedades e criação de peixes nativos, terão até R$25 milhões cada.
    Um ponto importante é que pelo menos 30% dos recursos serão destinados a projetos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Com isso, estados como Rondônia têm mais chances de conseguir os recursos. O dinheiro vem do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e não precisa ser devolvido.
    Podem participar instituições públicas e privadas que desenvolvem pesquisa e tecnologia. A ideia é incentivar soluções que ajudem a agricultura familiar, a pesca e a produção de alimentos no país.
    Os detalhes da chamada foram apresentados durante um seminário realizado nos dias 30 e 31 de março, em Fortaleza (CE). O evento marcou o início de um projeto chamado Agricultura Biossalina, desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Universidade Federal do Rio Grande e a Fundação Arthur Bernardes. Ao todo, participaram cerca de 150 pessoas, entre convidados, autoridades e palestrantes.
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  • Pescador instala câmera em trilha e flagra onça-pintada mordendo o equipamento em RO

    Pescador instala câmera em trilha e flagra onça-pintada mordendo o equipamento em RO

    Pescador instala câmera em trilha e flagra onça-pintada mordendo o equipamento em RO
    Pescador instala câmera em trilha e flagra onça-pintada mordendo o equipamento
    Essa é mais uma daquelas histórias de pescador que parecem invenção, mas dessa vez tem prova em vídeo. O pescador Fábio Baca registrou uma cena surpreendente: uma onça-pintada aparece bem de perto nas imagens, mexendo e até mordendo a câmera instalada no caminho da pescaria. O registro foi feito no distrito de Jaci-Paraná, em Porto Velho, e chamou atenção nas redes sociais.
    Ao g1, Fábio contou que colocou a câmera para observar os animais que circulam perto do lago onde costuma pescar. O que ele não esperava era descobrir que uma onça-pintada também passava por ali. Quando voltou, percebeu algo estranho: o pote onde a câmera estava guardada aparecia mordido e arranhado. A confirmação só veio depois, ao assistir às imagens já em casa.
    “Quando fui buscar, o potinho da câmera estava mordido, mas eu não tinha percebido na hora. Eu fui para casa e quando eu olhei as imagens que eu vi. Que a onça tinha visto tinha mordido a câmera enfim ela fica dentro de um pote de sorvete para evitar que a água da chuva caia diretamente sobre ela e aí esse pote de sorvete estava todo arranhado tinha marca de unha e marca de dente”, explicou.
    Segundo ele, a onça provavelmente sentiu o cheiro e ficou curiosa com aquele objeto diferente em seu território, se aproximando para investigar. O que mais impressionou o pescador foi o fato de o local não ser tão isolado quanto se imagina.
    “O ponto curioso é que é um não é um local desabitado assim é um fragmento florestal pequeno bem pequeno, eu não imaginava que teria uma onça ali numa um fragmento tão pequeno e tão próximo de casos de fazendas. Então é uma mensagem de que tem muito mais do que a gente imagina em locais é que a gente sequer pensa que poderia ter não”, disse.
    Essa não foi a primeira surpresa do tipo. Fábio já havia registrado, anteriormente, uma onça-parda na mesma região, que também demonstrou incômodo com a presença da câmera. Agora, ao retornar ao local, acabou tendo um encontro ainda mais raro, mesmo que só pelas imagens.
    “A reação foi uma reação de entusiasmo, porque é uma filmagem muito difícil de ser vista, tenho conhecidos que tem mais de dez câmeras que filmam há muitos anos e ainda não conseguiram fazer o registro da onça, e eu ali era a terceira vez que ela armava a câmera e a segunda onça que eu registro”, disse.
    Mesmo depois de encontrar duas onças, ele diz que vai continuar frequentando o local.
    “Se eu vou ter coragem de voltar lá? Sim, inclusive já voltei e já armei a câmera lá de novo, mas não consegui registrar a onça de novo, mas enquanto a gente estava lá retirando a câmera que a gente armou, quando a gente foi retirar a câmera a gente escutou ela esturrando, então a gente pegou a câmera, tava eu e um amigo, a gente pegou a câmera e saiu embora”, afirmou.
    Pescador instala câmera em trilha e flagra onça-pintada mordendo o equipamento
    Fábio Baca/redes sociais
  • Azul aumenta voos no interior de Rondônia e cria novas conexões

    Azul aumenta voos no interior de Rondônia e cria novas conexões

    Azul aumenta voos no interior de Rondônia e cria novas conexões
    Azul divulga novas rotas de voos em Rondônia
    Divulgação/Azul
    A Azul Linhas Aéreas Brasileiras anunciou a ampliação da oferta de voos em Rondônia a partir deste mês de abril. A medida inclui novas rotas diretas e aumento na frequência de viagens em cidades do interior do estado.
    Entre as novidades está a criação de voos diretos entre Cuiabá (MT) e Vilhena (RO). A rota começou a operar na sexta-feira (2) e conta com quatro voos semanais.
    A mesma ligação será estendida para Ji-Paraná (RO) a partir de 6 de abril e para Cacoal (RO) a partir de 7 de abril, também com quatro frequências por semana em cada cidade.
    Além das novas rotas, a companhia ampliou o número de voos entre municípios do interior de Rondônia e Campinas (SP), onde fica o Aeroporto Internacional de Viracopos. Em cada rota, a oferta mensal passou de 16 para 22 voos.
    Outra mudança é o reforço na ligação entre Porto Velho e Belo Horizonte (MG). Antes com três operações semanais, o trecho passa a ter voos diários.
    Segundo a Azul, a ampliação da malha aérea busca melhorar a conectividade entre as regiões, facilitar o deslocamento da população e impulsionar o desenvolvimento econômico de Rondônia.
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  • Polícia Militar apreende caminhões com madeira ilegal em Porto Velho

    Polícia Militar apreende caminhões com madeira ilegal em Porto Velho

    Polícia Militar apreende caminhões com madeira ilegal em Porto Velho
    Caminhão apreendido com madeira ilegal
    PM
    A Polícia Militar de Rondônia apreendeu nesta semana, mais de 47 metros cúbicos de madeira retirada ilegalmente da zona rural de Porto Velho. As operações aconteceram dentro da Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, que tem como objetivo combater crimes ambientais e transfronteiriços.
    Segundo a corporação, as equipes do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON) e do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) faziam patrulhamento na região da Vila Franciscana e em ramais próximos quando localizaram caminhões transportando madeira sem autorização.
    Na primeira ocorrência, durante a madrugada, os policiais encontraram um caminhão carregado com madeira serrada da espécie itaúba sem licença ambiental. O veículo e cerca de 4,6 m³ de madeira foram apreendidos.
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    Em outra ação, um segundo caminhão foi flagrado levando toras de piqui sem documentação, somando aproximadamente 21 m³ de madeira. Já na terceira abordagem, em uma área de difícil acesso, os militares encontraram outro caminhão com seis toras da mesma espécie, totalizando mais de 21 m³. O motorista admitiu não ter autorização para o transporte.
    No total, três caminhões foram apreendidos e os responsáveis autuados por crime ambiental. Além das medidas administrativas, como multas e termos de ocorrência, o material foi recolhido.
    De acordo com a PM, a população pode colaborar com informações de forma anônima pelo Disque-Denúncia do BPFRON: (69) 99985-0805.
    Caminhões apreendidos com madeira ilegal
    PM
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  • Ovo de Páscoa de R$ 35 mil: empresário de Rondônia cria doce de 52 quilos

    Ovo de Páscoa de R$ 35 mil: empresário de Rondônia cria doce de 52 quilos

    Ovo de Páscoa de R$ 35 mil: empresário de Rondônia cria doce de 52 quilos
    Ovo de Páscoa de R$ 35 mil: empresário de Rondônia cria doce de 52 quilos
    Um empresário de Rondônia ganhou destaque nas redes sociais ao produzir um ovo de Páscoa gigante de 52 quilos. Avaliado em cerca de R$ 35 mil, o doce leva aproximadamente quatro dias para ser concluído.
    O recheio é de pistache, sabor que se tornou o carro-chefe da confeitaria Flakes. A casca utiliza cerca de 20 quilos de chocolate, enquanto o interior soma 30 quilos de brigadeiro e creme de pistache, além de camadas crocantes.
    A criação é de Leonardo Borges, que possui confeitarias em Porto Velho e São Paulo. A ideia de investir em produtos de grande porte surgiu no Natal de 2023, quando a confeitaria lançou panetones gigantes e percebeu a procura por itens exclusivos e de alto valor agregado.
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    Desde então, a proposta foi expandida para outras datas comemorativas, como a Páscoa. Segundo Borges, os doces gigantes são pensados para consumo coletivo, especialmente entre famílias e empresas.
    Apesar da repercussão, esses produtos representam uma parcela menor das vendas. Os ovos tradicionais custam a partir de R$ 140, enquanto versões maiores, com cerca de 8 quilos, podem chegar a R$ 5 mil.
    O processo de produção é totalmente artesanal e envolve etapas como a preparação do molde, a temperagem do chocolate e o descanso entre as camadas, motivo pelo qual os itens são feitos apenas sob encomenda.
    Leonardo Borges e ovo gigante de R$35 mil
    Reprodução Flakes Brazil