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  • Saiba como conseguir vaga em universidade usando notas do ensino médio em RO

    Saiba como conseguir vaga em universidade usando notas do ensino médio em RO

    Saiba como conseguir vaga em universidade usando notas do ensino médio em RO
    Sala de aula.
    Ricardo Wolffenbüttel/Udesc
    A Universidade Federal de Rondônia (Unir) está com mais de 100 vagas abertas para candidatos que desejam ingressar na instituição utilizando as notas do ensino médio. As inscrições são gratuitas e seguem abertas até o dia 22 de maio.
    Podem participar candidatos de qualquer modalidade de ensino médio, incluindo regular, técnico e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Também são aceitas certificações obtidas por meio do Encceja, Enem e Provão.
    A inscrição poderá ser feita exclusivamente através da internet, no site da Unir.Os convocados devem entrar no portal discente, preencher os campos solicitados e encaminhar os documentos previstos no edital, de maneira remota.
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    As notas de Língua Portuguesa e Matemática dos três anos do ensino médio serão utilizadas no cálculo da média do candidato.
    Existem vagas para Arqueologia, Geografia, Física, Letras Português e Inglês, História e vários outros cursos em diferentes cidades.
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  • Acidente deixa dois mortos em RO; uma das vítimas faria aniversário em menos de duas semanas

    Acidente deixa dois mortos em RO; uma das vítimas faria aniversário em menos de duas semanas

    Acidente deixa dois mortos em RO; uma das vítimas faria aniversário em menos de duas semanas
    Acidente deixa dois mortos em RO; uma das vítimas faria aniversário em menos de duas semanas
    Duas pessoas morreram em um acidente na RO-383, no fim da tarde deste domingo (17), próximo a Cacoal. Vinicius Cardoso de Souza, de 31 anos, está entre os mortos. O aniversário dele seria celebrado no dia 29 de maio, menos de duas semanas após o acidente. A outra vítima é Vanderlei Vieira Coelho Júnior, de 25 anos.
    O acidente envolveu três veículos e aconteceu na zona rural, entre Cacoal e o distrito de Nova Estrela. Segundo testemunhas, os dois ocupantes de uma motocicleta estavam em “zigue-zague” na pista pouco antes da batida, colocando em risco quem passava pelo local.
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    A moto bateu primeiro em um carro que vinha no sentido contrário. Com a força da batida, foi jogada contra outro carro, que seguia no mesmo sentido.
    Vinicius morreu na hora. Já Vanderlei foi socorrido em estado grave e levado, junto com outras quatro pessoas que estavam nos carros, para o Hospital Euro, em Cacoal (RO). Outra vítima foi levada para o Hospital Municipal.
    Vanderlei morreu na manhã desta segunda-feira (18), após realizar procedimentos cirúrgicos.
    De acordo com a polícia, o caso foi registrado, a princípio, como homicídio culposo e lesão corporal culposa no trânsito, quando não há intenção de matar ou ferir. Ainda será feita investigação para saber quem era o condutor da motocicleta no momento do acidente.
    Acidente na RO-383 entre Cacoal e o distrito de Nova Estrela.
    Polícia Civil de Rondônia
  • Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 18

    Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 18

    Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 18
    Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 18
  • Corpus Christi é feriado? Veja o calendário de folgas em Rondônia

    Corpus Christi é feriado? Veja o calendário de folgas em Rondônia

    Corpus Christi é feriado? Veja o calendário de folgas em Rondônia
    Quais são os próximos feriados de 2026? Spoiler: restam seis
    Corpus Christi se aproxima e, junto com a data, surge a dúvida: afinal, é feriado ou ponto facultativo? A resposta depende de cada cidade. Em Rondônia, o governo estadual decretou ponto facultativo, mesma decisão adotada pela Prefeitura de Porto Velho.
    A data cai em uma quinta-feira e é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local. Porto Velho é uma das quatro capitais que consideram a data como ponto facultativo.
    Saiba quais são as 19 capitais onde Corpus Christi é feriado
    O próximo feriado em Porto Velho é dia 24 de maio, Dia de Nossa Senhora Auxiliadora, a Padroeira do Município. No entanto, o data cai em um domingo. Desta forma, a folga mais próxima será no dia 7 de setembro, dia da Independência do Brasil, que é feriado nacional.
    Veja abaixo os próximos feriados em Rondônia e os dias da semana em que caem:
    7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)
    12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
    30 de outubro, Dia do Servidor Público (sexta-feira)
    2 de novembro, Finados (segunda-feira)
    15 de novembro, Proclamação da República (domingo)
    20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)
    25 de dezembro, Natal (sexta-feira)
    Confira os próximos feriados municipais de Porto Velho:
    24 de maio, Dia de Nossa Senhora Auxiliadora (domingo)
    2 de outubro, Criação do município de Porto Velho (sexta-feira)
    Corpus Christi: ruas do país ganham tapetes coloridos confeccionados por fiéis
    Reprodução/TV Globo
  • Cirurgia de próstata com auxílio de robô é realizada pela primeira vez em RO

    Cirurgia de próstata com auxílio de robô é realizada pela primeira vez em RO

    Cirurgia de próstata com auxílio de robô é realizada pela primeira vez em RO
    Médicos operando o robô durante cirugia
    Hospital Samar
    Pela primeira vez, um robô auxiliou uma cirurgia de retirada da próstata em Rondônia. O procedimento aconteceu na última segunda-feira (12), em Porto Velho, durante uma prostatectomia robótica, técnica utilizada no tratamento de pacientes com câncer de próstata.
    A cirurgia foi realizada na Rede Hospitalar Samar pelo médico Adriano Calçado, com o uso da plataforma robótica Toumai.
    🔍 Na cirurgia robótica, o médico controla os instrumentos cirúrgicos por meio de um console. A tecnologia permite movimentos mais precisos e uma visualização ampliada da área operada.
    Entre os pacientes submetidos ao procedimento está Jorge Luiz, que descobriu recentemente o câncer de próstata. Segundo ele, a escolha pela cirurgia robótica aconteceu pela possibilidade de uma recuperação mais rápida e pela precisão do procedimento.
    “A doença é recente, eu descobri há pouco tempo. E no comecinho, ele optou por fazer essa cirurgia porque é mais, como se diz, a recuperação é mais rápida e a precisão também é muito maior do que se fosse através de uma cirurgia aberta. Então, eu espero voltar a exercer todas as funções normalmente.”
    Veja os vídeos em alta no g1:
    Vídeos em alta no g1
    Outro paciente foi Lerval Saturnino. Após receber o diagnóstico, ele chegou a considerar fazer o tratamento fora de Rondônia, já que a cirurgia robótica ainda não era oferecida no estado.
    Segundo ele, a possibilidade de realizar o procedimento em Porto Velho trouxe mais tranquilidade durante o tratamento.
    “Já tenho um pensamento positivo. Porque a precisão da incisão cirúrgica com a robótica é bem melhor. A questão realmente da sequela do pós-operatório vai ficar bem melhor. E acredito nisso e tenho fé.”
    Prostatectomia robótica
    A realização da cirurgia acontece poucos meses após a inclusão do procedimento no rol de cobertura obrigatória dos planos de saúde. Em dezembro de 2025, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou que pacientes com câncer de próstata localizado ou localmente avançado tenham direito à cirurgia robótica quando houver indicação médica.
    Entre os possíveis benefícios do procedimento estão menor sangramento, menos dor no pós-operatório, cortes menores e recuperação mais rápida. A técnica também pode contribuir para a preservação de nervos ligados ao controle urinário e à função erétil.
    O câncer de próstata é o tipo mais comum entre homens no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 71 mil novos casos são registrados todos os anos no país. A doença também é a segunda principal causa de morte por câncer entre homens brasileiros.
    Robô sendo operado pelos médicos durante cirurgia
    Hospital Samar
  • Corrida ao ritmo de ‘Noiadance’ arrasta centenas de pessoas pelas ruas de Porto Velho

    Corrida ao ritmo de ‘Noiadance’ arrasta centenas de pessoas pelas ruas de Porto Velho

    Corrida ao ritmo de ‘Noiadance’ arrasta centenas de pessoas pelas ruas de Porto Velho
    Corrida ao ritmo de ‘Noiadance’ arrasta centenas de pessoas em Porto Velho
    O que começou como uma corrida entre amigos virou um dos encontros mais movimentados de Porto Velho. Ao som do Noiadance, o Funpace reúne centenas de pessoas todas as terças-feiras em uma mistura de esporte, música e vida social.
    O encontro acontece às 19h30, no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), e ficou conhecido entre os participantes como um verdadeiro “culto”. O nome Funpace, expressão que pode ser traduzida livremente como “ritmo divertido”, resume a proposta do grupo: transformar a corrida em uma experiência coletiva, fazer amizades e um novo estilo de vida.
    🔍 O fenômeno acompanha o crescimento das corridas de rua em todo o país. Segundo a Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor (ABRACEO), a modalidade cresceu 85% em 2025, depois de já ter registrado aumento de 24% em 2024.
    Em Porto Velho, esse movimento ganhou identidade própria. O Funpace nasceu oficialmente em setembro de 2025, a partir de um evento simples criado no Strava, rede social voltada para atividades físicas. A primeira edição recebeu o nome de NR (Night Run) 01. Hoje, o coletivo já soma mais de 20 encontros.
    Em entrevista ao g1, Lucas Rômulo, um dos fundadores do coletivo, contou que entre 20 e 25 pessoas participaram do primeiro encontro. Segundo ele, a maioria era formada por mulheres.
    O início foi improvisado e até um pouco caótico. No primeiro encontro, um dos organizadores chegou atrasado, fazendo alguns participantes acreditarem que o evento poderia ser falso.
    “Hoje, essa história virou motivo de riso. Na época, era só o começo de algo despretensioso, mas com grande propósito”, conta Lucas.
    Naquele momento, os encontros aconteciam em um posto de combustível na Avenida Jorge Teixeira, próximo à Rodoviária “Destemidos Pioneiros”. O percurso de cinco quilômetros passava pelas avenidas Carlos Gomes, Farquar e Duque de Caxias antes de voltar ao ponto inicial.
    Mas o que começou pequeno cresceu rápido. A cada terça-feira, mais pessoas apareciam vestindo o dress code do grupo — roupas pretas ou brancas — até que dezenas viraram centenas. Hoje, segundo Lucas, mais de 20 mil pessoas já participaram do “culto”.
    “A cada semana era nítido que mais pessoas compareciam aos encontros. Mas, a partir da NR 09, saímos de 100 para mais de 300 participantes todas as semanas”, relembra.
    O Holidays Run, último encontro de 2025, marcou uma virada para o coletivo. Com o crescimento do público, os organizadores decidiram levar os encontros para o complexo da EFMM, em busca de um espaço que representasse melhor a identidade cultural e histórica da cidade.
    “Para a próxima estação entendemos que precisava ser em um ponto que marcasse a cultura e a história de Porto Velho e, acima de tudo, que comportasse o crescimento do movimento”, explica Lucas.
    No ritmo de Porto Velho
    No ritmo do Noiadance, coletivo de corrida transforma as noites de Porto Velho
    Reprodução/FUNPACE
    Segundo Lucas, a ideia era fugir da pressão das corridas tradicionais: nada de competição, comparação ou cobrança. A proposta era correr pelo prazer, pela experiência e pela companhia. Tudo guiado pelo lema: “ninguém solta a mão de ninguém”.
    Nos encontros, os corredores seguem juntos, guiados por um pacer, pessoa responsável por manter o ritmo coletivo. Durante os cinco quilômetros de percurso, o que move o grupo vai além do fôlego: playlists recheadas de música, principalmente o Noiadance, ajudam a transformar a corrida em uma experiência quase coreografada.
    O estilo musical ganhou projeção nacional em 2025, depois que o hit “Santinha”, do DJ Felipe Moraes, viralizou nas redes sociais. Mas em Porto Velho o Noiadance já fazia parte da cultura popular há anos, embalando festas nas zonas Leste e Sul da cidade.
    Com o tempo, o ritmo atravessou bairros, ganhou o centro da capital e passou a ocupar festas, eventos e comemorações. Hoje, já é uma das marcas culturais porto-velhenses, reunindo multidões no Carnaval com o bloco Remix Folia e, agora, também nas corridas do Funpace.
    Curiosamente, o Noiadance não fazia parte das primeiras playlists do grupo. Segundo Lucas, os encontros começaram ao som de músicas eletrônicas como “Rhythm of the Night” e “Ai Ai Ai Remix”, da cantora Vanessa da Mata.
    Mas os pedidos do público mudaram o rumo da trilha sonora e também da experiência.
    “Numa determinada terça-feira, a pedido da Victoria Souza [participante do Funpace], me rendi a deixar tocar um Noiadance que fosse audível para todos os públicos […] Foi colocar a música e a magia acontecer. Algo instantâneo aconteceu. A atmosfera mudou”, relembra.
    Segundo Lucas, a seleção musical é pensada para agradar diferentes públicos, já que muitas famílias, pais e crianças participam dos encontros. As músicas têm batidas aceleradas, ajudando o grupo a manter o ritmo durante a corrida.
    “A música é parte fundamental da nossa experiência. O Noiadance reforçou a alta carga de dopamina [neurotransmissor ligado à sensação de prazer e recompensa] na corrida, especialmente quando as pessoas sentem que podem cantar e dançar juntas”, conta Lucas.
    Corrida coletiva e os benefícios
    Desde a pandemia, a corrida de rua ganhou ainda mais espaço no Brasil. Em Porto Velho, o crescimento pode ser visto em locais como o Espaço Alternativo, o Skate Parque e outros pontos usados para atividades ao ar livre.
    Cada vez mais jovens passaram a enxergar a corrida não só como esporte, mas também como estilo de vida, lazer e forma de se conectar com outras pessoas. Esse cenário ajudou no surgimento de coletivos como o Funpace.
    🏃 Na corrida, o pace (ritmo, em inglês) representa o tempo que um corredor leva para percorrer um quilômetro (min/km). O índice ajuda a medir a velocidade média, controlar a intensidade dos treinos e planejar o desempenho nas provas.
    Ao g1, o preparador físico especializado em corrida, Sandro Migueres, afirmou que a pandemia teve papel importante nesse crescimento. Segundo ele, a corrida também se destaca por ser acessível.
    “Com a pandemia, muitas pessoas passaram a se preocupar mais com a saúde, e a corrida foi um dos poucos esportes viáveis durante aquele período. Qualquer tênis pode atender alguém no começo, e não é necessário muito para sair na rua e correr os primeiros quilômetros”, explica.
    Para Sandro, os grupos ajudam a manter a motivação e fortalecem o hábito da prática esportiva.
    Segundo ele, correr acompanhado transforma completamente a experiência. Enquanto a corrida individual exige disciplina constante, o grupo cria incentivo, amizade e sensação de pertencimento.
    “Correr sozinho é bom. Correr fazendo parte de um grupo é melhor. Mesmo que cada pessoa faça seu treino individualmente, ter aquela ‘resenha’ pós-treino é fundamental para se sentir parte do grupo e enxergar a atividade como uma extensão da vida cotidiana, e não apenas como obrigação”, afirma.
    O especialista também alerta para os excessos. Sem orientação adequada, a prática exagerada pode causar lesões.
    Além da corrida
    Para muitos participantes, o Funpace já deixou de ser apenas uma corrida. Entre músicas, encontros e quilômetros compartilhados, o grupo ajudou a criar amizades, casais e novas conexões sociais em Porto Velho.
    Segundo Lucas, o movimento também fortalece a economia local, movimenta o complexo da EFMM e representa um projeto pioneiro de corrida coletiva na região Norte.
    Na visão dele, o Funpace “furou a bolha” e ajudou a transformar hábitos e comportamentos na capital rondoniense.
    “Um horário diferente, um dia diferente, um local diferente, uma rota diferente. A adoção de dress code, linguagem própria e rituais próprios. Tudo isso para trazer um novo jeito, uma nova cultura para a cidade de Porto Velho”, conclui.
    Evento Holidays Run, último encontro de 2025
    Mateus Santos/g1 RO
    No ritmo do Noiadance, coletivo de corrida transforma as noites de Porto Velho
    Reprodução/FUNPACE
    No ritmo do Noiadance, coletivo de corrida transforma as noites de Porto Velho
    Reprodução/FUNPACE
  • Unir é denunciada por falhas na aplicação da Lei de Cotas, incluindo curso de medicina

    Unir é denunciada por falhas na aplicação da Lei de Cotas, incluindo curso de medicina

    Unir é denunciada por falhas na aplicação da Lei de Cotas, incluindo curso de medicina
    Universidade Federal de Rondônia, Unir
    Jaíne Quele Cruz/g1
    O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça Federal, nesta semana, para pedir que a Universidade Federal de Rondônia (Unir) e o governo federal passem a aplicar a Lei de Cotas em todas as formas de entrada na universidade. O pedido inclui vagas remanescentes, reingresso e transferência, até mesmo no curso de medicina.
    Segundo o MPF, vagas que deveriam ser destinadas a cotistas acabaram sendo repassadas para ampla concorrência. A justificativa da universidade seria a falta de tempo.
    O órgão também aponta que o processo seletivo permitia inscrições online de estudantes de outros estados que já cursavam faculdade particular. Como muitos não tinham interesse real em se mudar para Rondônia, várias vagas acabavam ficando vazias. Para o MPF, isso prejudica principalmente moradores da região, como pessoas de baixa renda, negras, indígenas e pessoas com deficiência.
    Para evitar essas desistências, o MPF recomendou que a Unir criasse mecanismos, como a confirmação presencial da vaga. A universidade, porém, não aceitou a recomendação.
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    A Unir informou que segue uma portaria do Ministério da Educação (MEC), que prevê outro tipo de preenchimento para essas vagas, e afirmou que seria necessária uma lei específica para aplicar as cotas nesses casos. O MEC também defendeu a portaria e a autonomia da universidade.
    Na ação, o MPF argumenta que a Lei de Cotas foi atualizada em 2023 e passou a determinar que vagas não preenchidas sejam destinadas prioritariamente a pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Segundo o órgão, uma portaria não pode contrariar uma lei federal.
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    O MPF também afirma que as universidades precisam cumprir a legislação e que os recursos públicos devem ajudar na formação de profissionais para atender a população da região, evitando vagas vazias e o chamado “turismo de vagas”.
    Por isso, o órgão pediu que a Justiça determine, com urgência, que a Unir aplique as cotas já nos próximos processos seletivos, incluindo vagas remanescentes, transferências e reingresso, sob pena de multa diária.
    Além disso, o MPF quer que, ao final do processo, a universidade seja obrigada a aplicar a Lei de Cotas em todas as formas de ingresso e que o governo federal atualize a portaria do MEC para adequá-la à lei.
    A Rede Amazônica procurou a Unir, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
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  • Homem é preso por manter ex-esposa em cárcere na frente dos filhos em RO

    Homem é preso por manter ex-esposa em cárcere na frente dos filhos em RO

    Homem é preso por manter ex-esposa em cárcere na frente dos filhos em RO
    Violência contra a mulher
    Nino Caré/Pexels
    Um homem foi preso pela Polícia Militar (PM) em Chupinguaia (RO), nesta semana, após manter a ex-esposa em cárcere privado, agredi-la e ameaçá-la para que reatasse o relacionamento. Os filhos do casal, de cinco e nove anos, presenciaram as agressões.
    Segundo a PM, a mulher conseguiu enviar uma mensagem para um conhecido pedindo ajuda, e a corporação foi acionada. O nome do suspeito não foi divulgado.
    A vítima relatou aos policiais que está em processo de separação e, ao chegar em casa, encontrou o ex-marido esperando por ela na varanda. Ele estava filmando e dizia que ela “iria se arrepender” caso os dois não reatassem o relacionamento.
    Ainda de acordo com a mulher, ela foi agredida e arrastada para dentro da residência, onde foi mantida em cárcere privado. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram o casal e as crianças na casa. O homem foi preso em flagrante.
    A vítima também contou que sofre há mais de dez anos com o comportamento possessivo do ex-companheiro. Além disso, segundo ela, recentemente ele passou a persegui-la e difamá-la.
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  • Mulher que perdeu a mama em tratamento contra câncer faz ensaio amamentando a filha em RO

    Mulher que perdeu a mama em tratamento contra câncer faz ensaio amamentando a filha em RO

    Mulher que perdeu a mama em tratamento contra câncer faz ensaio amamentando a filha em RO
    Mulher que perdeu a mama em tratamento contra câncer faz ensaio amamentando a filha em RO
    Após vencer um câncer e precisar retirar uma das mamas, Lilian Reis emocionou a internet ao compartilhar fotos amamentando a filha mais nova. A moradora de Presidente Médici (RO) chegou a ouvir de médicos que poderia ficar infértil por causa do tratamento, mas, anos depois, realizou o sonho de ser mãe em dose dupla. Para ela, o ensaio representa muito mais do que a maternidade.
    “Eu consigo me sentir mulher, eu consigo me sentir sensual, eu consigo me sentir bonita, mesmo com essa cicatriz. Eu quis mostrar que sou além de uma mama, sou além de um peito”, contou.
    Lilian recebeu o diagnóstico de câncer de mama aos 30 anos, poucos meses depois de sobreviver a um aneurisma cerebral rompido.
    Lilian Reis amamentando filha
    Yara Renata
    O tratamento contra a doença incluiu 16 sessões de quimioterapia, uma mastectomia total com esvaziamento axilar e 25 sessões de radioterapia. Segundo ela, a retirada da mama foi a fase mais difícil emocionalmente.
    “Eu fiquei bem perdida. Chorei durante uma semana, porque ficava pensando: ‘Como vou me olhar no espelho? Como o meu marido vai reagir ao me ver sem um peito?’”, relembrou.
    Hoje, Lilian está em remissão total do câncer e faz acompanhamento médico a cada seis meses. O ensaio publicado nas redes sociais surgiu justamente como uma forma de ressignificar esse processo para ela e outras mulheres que podem passar ou passaram pela mesma situação.
    “Essa foto representa a vida. A minha vida, porque eu sobrevivi a tudo o que passei.”
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    O sonho de engravidar
    Lilian Reis e filhos
    Yara Renata
    Durante o tratamento, os médicos alertaram que a quimioterapia poderia causar infertilidade. Segundo Lilian, a oncologista chegou a sugerir o congelamento de óvulos.
    Após o tratamento, ela entrou na menopausa precoce e ficou mais de um ano sem menstruar. Mais tarde, ouviu de médicos que dificilmente conseguiria engravidar naturalmente.
    Mesmo assim, em novembro de 2023, descobriu a primeira gravidez. O filho recebeu o nome de Isaac, escolhido anos antes.
    “Eu já orava por ele havia uns 10 anos. Sempre pedia ao Senhor que, se ele me desse um filho homem, o nome dele seria Isaac”, contou.
    Meses depois, Lilian engravidou novamente, desta vez de Maria Helena. Segundo ela, a gestação aconteceu justamente no ovário que, de acordo com exames, não apresentava folículos, que são as estruturas responsáveis por armazenar e liberar os óvulos.
    “Se isso não é milagre, eu não sei”, relata.
    Lilian explica que tanto o Isaac quanto a Maria Helena não tiveram uma amamentação exclusiva, já que apenas uma mama não produzia leite suficiente. Para complementar a alimentação, ela incluiu a fórmula. Ainda assim, considera a experiência uma vitória pessoal.
    “Mesmo que tenha sido pouco, eu consegui amamentar. Minhas médicas sempre falavam: ‘Você vai conseguir’. E eu consegui. Eu não desisti”, afirmou.
    Lilian Reis e filhos
    Yara Renata