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  • Assista ao JRO2 desta quarta-feira, 15

    Assista ao JRO2 desta quarta-feira, 15

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  • MP pede indenização de R$ 800 mil à família de empresária que foi morta e teve joias roubadas em RO

    MP pede indenização de R$ 800 mil à família de empresária que foi morta e teve joias roubadas em RO

    MP pede indenização de R$ 800 mil à família de empresária que foi morta e teve joias roubadas em RO
    Latrocínio em Espigão do Oeste: Polícia prende suspeito de matar mulher e roubar jóias
    O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) denunciou Rubens Rebolças Soares, acusado de matar a empresária Mauzira Borges Dutra Ferreira, de 61 anos, e roubar joias avaliadas em R$ 500 mil. Além da condenação criminal, o órgão pede indenização de R$ 800 mil à família da vítima.
    O crime aconteceu no dia 3 de abril, na zona rural de Espigão D’Oeste (RO). O homem foi denunciado por latrocínio, sequestro, cárcere privado, tortura e fraude processual.
    Segundo as investigações, o suspeito atraiu a vítima por meio de uma falsa negociação, fingindo interesse na compra de joias e de um imóvel. Para dar credibilidade à proposta, ele afirmou ter recebido uma herança e convenceu a mulher a marcar um encontro.
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    No dia marcado, a vítima foi levada para um lugar afastado, onde foi mantida refém. Segundo a denúncia, a mulher foi agredida e sofreu golpes com um objeto cortante, que atingiram órgãos como o coração e os pulmões.
    A denúncia também destaca que a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico antes de morrer, tendo sido mantida vendada e privada de liberdade. A causa da morte foi choque hemorrágico provocado por perfuração no coração, conforme apontou o laudo pericial.
    Após o crime, o suspeito, que está preso, levou joias, documentos e o celular da vítima. O valor dos bens subtraídos foi estimado em cerca de R$500 mil.
    Segundo o MPRO, o homem colocou fogo no carro da vítima com o objetivo de destruir provas e dificultar o trabalho da polícia e da perícia.
    Vítima Mauzira Borges e suspeito Rubens Rebolças
    Reprodução/PC
  • Homem é condenado a 30 anos de prisão por feminicídio de fisioterapeuta em RO

    Homem é condenado a 30 anos de prisão por feminicídio de fisioterapeuta em RO

    Homem é condenado a 30 anos de prisão por feminicídio de fisioterapeuta em RO
    Catia Vagmacker Cantao, de 43 anos (vítima)
    Reprodução/Redes sociais
    O réu Thiago Rigonini foi condenado a 30 anos de prisão, na terça‑feira (14), pelo assassinato da fisioterapeuta Cátia Vagmacker Cantão, de 43 anos, em Santa Luzia do Oeste (RO). O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri, e o crime foi classificado como feminicídio.
    De acordo com o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), o caso ocorreu na noite de 24 de julho de 2025, dentro do consultório onde a vítima trabalhava. Cátia tinha acabado de realizar o último atendimento do dia quando o réu entrou no local.
    A vítima e o acusado mantinham um relacionamento amoroso, encerrado dias antes do crime. Segundo o TJRO, Thiago não aceitava o fim do relacionamento. Ainda conforme as investigações, houve uma discussão entre os dois e, durante o desentendimento, o réu sacou uma arma de fogo e efetuou disparos contra a fisioterapeuta, que morreu no local.
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    O corpo de Cátia Vagmacker Cantão foi encontrado na madrugada do dia seguinte ao crime pelo próprio filho da vítima. Ele estranhou a falta de contato com a mãe e saiu para procurá‑la. No consultório, o filho encontrou a porta aberta e a fisioterapeuta já sem vida.
    Após o crime, Thiago fugiu e dias depois, ele se apresentou espontaneamente às autoridades em São Francisco do Guaporé (RO), onde foi ouvido e liberado. Na época, a Polícia Civil solicitou a prisão do suspeito, mas o pedido foi negado pela Justiça. Com a repercussão do caso, a prisão preventiva foi posteriormente autorizada, e o réu permaneceu detido até o julgamento.
    Local onde o corpo de Catia Vagmacker Cantao foi encontrado pelo filho
    Reprodução/Redes sociais
  • Policial civil aposentado morre em região de conflito agrário em RO

    Policial civil aposentado morre em região de conflito agrário em RO

    Policial civil aposentado morre em região de conflito agrário em RO
    Um policial civil aposentado morreu em uma área de conflito agrário em Rondônia na terça-feira (14). Até o momento, as autoridades não divulgaram oficialmente o nome da vítima nem o motivo de sua presença no local.
    O caso ocorreu na Fazenda Norbrasil, localizada no distrito de Nova Mutum Paraná, em Porto Velho. A região é marcada há anos por disputas violentas no campo.
    ➡️ Contexto: Em março de 2025, uma chacina na área deixou seis pessoas mortas. O mesmo território também foi palco do assassinato de dois policiais em 2020.
    Diante da recorrência de episódios de violência, forças de segurança mobilizaram uma operação para acessar o local na manhã desta quarta-feira (15). A Polícia Civil e diferentes agrupamentos da Polícia Militar foram enviados para a região.
    A região também é a mesma onde o marido da influenciadora Thais Reolon, disse ter passado cerca de 12 horas escondido na mata depois de levar um tiro. João Martins é sobrinho de Antônio Martins, conhecido em Rondônia como “Galo Velho”, dono das terras.
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    Polícias deflagram operação para prender grupo que matou PMs em fazenda de Rondônia.
    Reprodução/Rede Amazônica
  • Assista ao JRO1 desta quarta-feira, 15

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  • Veja quem são os pré-candidatos ao Senado em Rondônia

    Veja quem são os pré-candidatos ao Senado em Rondônia

    Veja quem são os pré-candidatos ao Senado em Rondônia
    Urna eletrônica
    Divulgação
    O quadro de pré-candidatos ao Senado por Rondônia nas eleições de 2026 já começa a se consolidar, reunindo nomes de diferentes partidos e trajetórias. A lista inclui políticos com experiência em mandatos, lideranças sociais e novas pessoas que buscam espaço na disputa.
    As pré-candidaturas ainda podem mudar até as convenções partidárias, quando os nomes serão oficializados. A seguir, veja quem já se colocou como pré-candidato ao Senado até a manhã desta terça-feira (14):
    *Os nomes foram organizados por ordem alfabética. A lista poderá ser atualizada conforme novos pré-candidatos sejam apresentados.
    Acir Gurgacz (PDT)
    Acir Gurgacz
    Senado Federal
    Acir Gurgacz nasceu em Cascavel (PR), tem 60 anos e se mudou para Rondônia na década de 1970. Iniciou a carreira política ao ser eleito prefeito de Ji-Paraná em 2000.
    Acir assumiu uma cadeira no Senado pela primeira vez em 2009, após o vencedor da disputa que representava Rondônia ter o diploma cassado pela Justiça Eleitoral. Ele exerceu dois mandatos consecutivos. Em 2022, disputou novamente o cargo, mas não foi eleito.
    Anandreia Trovó (PSOL)
    Anandreia Trovó (PSOL)
    Reprodução/redes sociais
    Anandreia Trovó atua há mais de duas décadas na educação pública de Rondônia. Mestre em Gestão e Avaliação da Educação Pública, possui formação diversificada em licenciaturas e em áreas voltadas à gestão, comunicação e tecnologia.
    Ao longo de sua carreira, desempenhou funções na rede estadual de ensino, tanto em atividades técnico-pedagógicas quanto em cargos de gestão educacional, com destaque para sua atuação na região de Vilhena. Participou da implementação de políticas públicas e de programas voltados ao ensino básico, profissional e à educação de jovens e adultos.
    Bruno Scheid (PL)
    Bruno Scheid
    Reprodução/acervo pessoal
    Bruno Scheid é produtor rural de Ji-Paraná (RO). Atuou como assessor político do ex-presidente Jair Bolsonaro e também ocupa a vice-presidência do Partido Liberal (PL) em Rondônia.
    Essa é a primeira candidatura de Scheid. Ganhou visibilidade nas redes sociais ao relatar uma relação de proximidade com o ex-presidente Bolsonaro.
    Luciana Oliveira (PT)
    Luciana Oliveira
    Arquivo Pessoal/Luciana Oliveira
    Luciana Oliveira é natural de Porto Velho. Ela atua como jornalista e também tem formação em Direito. A pré-candidata é ativista pelos Direitos Humanos.
    Luciana concorreu ao cargo de deputada estadual de Rondônia partido PSB em 2018 e ficou como suplente. Dois anos depois, em 2020, tentou uma das cadeiras na Câmara Municipal de Porto Velho pelo PT, mas não foi eleita.
    Luís Fernando (PSD)
    Luís Fernando Pereira
    Reprodução/redes sociais
    Luís Fernando Pereira da Silva nasceu no Rio de Janeiro, em 1968, e mudou-se para Porto Velho ainda na infância. É servidor público de carreira desde 2003 e tem atuação na área de finanças públicas.
    Formado em Administração pela Universidade Federal de Rondônia (Unir), possui especializações em gestão e mestrado em Fazenda Pública e Administração Tributária. Ao longo da carreira, também atuou no setor bancário, como consultor, professor e auditor fiscal de tributos estaduais. Em 2019, assumiu a Secretaria de Estado de Finanças de Rondônia.
    Fernando Máximo (União Brasil)
    Dr Fernando Máximo
    Reprodução/Governo de RO
    Fernando Máximo nasceu em Ceres (GO), tem 46 anos e é médico formado pela Universidade Federal do Amazonas. Atuou como secretário de Estado da Saúde de Rondônia, inclusive durante a pandemia de Covid-19.
    Também exerceu funções como médico cirurgião, professor e perito. Em 2022, foi eleito deputado federal, sendo o candidato mais votado do estado, em seu primeiro mandato.
    Mariana Carvalho (Republicanos)
    Mariana Carvalho
    Reprodução/União Brasil
    Mariana Carvalho nasceu em São Paulo, tem 37 anos e é médica com especialização em cardiologia. Também possui formação em Direito, mestrado em Administração Pública e doutorado em bioética.
    Iniciou a carreira política aos 21 anos, como vereadora em Porto Velho. Em 2014, foi eleita deputada federal e reeleita em 2018. Já disputou cargos no Executivo e ao Senado. Atualmente, atua como reitora de uma instituição de ensino superior que pertence a sua família.
    Neidinha Suruí (PSB)
    Neidinha Suruí
    Reprodução/redes sociais
    Neidinha Suruí é indigenista e ativista com atuação na defesa dos povos indígenas e do meio ambiente na Amazônia. Trabalhou na Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e participou de ações de proteção de territórios indígenas.
    Em 1992, fundou a Associação Kanindé, voltada à defesa socioambiental. Em 2024, disputou uma vaga de vereadora em Porto Velho, mas não foi eleita.
    Nilton Souza (PSDB)
    Nilton Souza
    Reprodução/redes sociais
    Nilton de Souza Melo nasceu em Cruzeiro do Sul (AC), em 1983, e é formado em Direito. Atuou por mais de 15 anos como agente penitenciário e policial penal.
    Também trabalhou na administração da Câmara Municipal de Porto Velho. Disputou eleições para vereador em 2016 e 2020 e em ambas ficou como suplente. Em 2024, foi eleito vereador da capital, iniciando seu primeiro mandato em 2025.
    Silvia Cristina (PP)
    Silvia Cristina
    Reprodução/Câmara Federal
    Silvia Cristina Amancio Chagas nasceu em Linhares (ES), tem 52 anos e é jornalista e professora. Mudou-se para Rondônia em 2003.
    Entrou na política em 2012, ao ser eleita vereadora em Ji-Paraná. Em 2018, foi eleita deputada federal, tornando-se a primeira mulher negra a ocupar o cargo pelo estado. Atualmente, exerce mandato na Câmara dos Deputados.
  • Empresa é condenada por não pagar salários antes da morte de trabalhador em RO

    Empresa é condenada por não pagar salários antes da morte de trabalhador em RO

    Empresa é condenada por não pagar salários antes da morte de trabalhador em RO
    Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região – TRT 14º
    Reprodução/CNJ
    A Justiça do Trabalho da 14ª Região (RO/AC) determinou que uma empresa de assessoria e serviços terceirizados, que não teve o nome divulgado, pague salários atrasados e outras verbas à família de um trabalhador que morreu em São Miguel do Guaporé (RO). A decisão também prevê indenização por danos morais.
    Segundo o juiz, a empresa deixou de pagar os salários dos últimos quatro meses de vida do funcionário, entre dezembro de 2024 e março de 2025. Além disso, não quitou as verbas rescisórias após a morte.
    Na ação, a família informou que não recebeu nem os salários desse período nem os valores devidos após o falecimento. A empresa negou as irregularidades, mas não apresentou comprovantes de pagamento.
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    Diante disso, a Justiça decidiu a favor da família. A empresa foi condenada a pagar salários atrasados, férias, 13º salário e indenização pelos transtornos causados, especialmente em um momento difícil.
    Segundo a Justiça do Trabalho, a decisão reforça que a morte do trabalhador não extingue as dívidas da empresa. Os valores continuam devidos e devem ser pagos aos familiares ou dependentes.
    Além disso, o Município de Ji-Paraná também foi responsabilizado de forma subsidiária. Isso significa que, se a empresa não cumprir a decisão, a prefeitura poderá ser acionada para garantir o pagamento à família.
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  • Chefe de facção criminosa que ordenou ataque a tiros de dentro da cadeia é transferido para presídio federal em RO

    Chefe de facção criminosa que ordenou ataque a tiros de dentro da cadeia é transferido para presídio federal em RO

    Chefe de facção criminosa que ordenou ataque a tiros de dentro da cadeia é transferido para presídio federal em RO
    Cleuton Gomes Pereira, o “Frajola”, estaria emitindo ordens de dentro da penitenciária de segurança máxima em que está preso, no Espírito Santo.
    Reprodução
    O traficante Cleuton Gomes Pereira, conhecido como “Frajola” e apontado como chefe da facção criminosa Primeiro Comando de Vitória (PCV), foi transferido para a Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, nesta segunda-feira (13), por volta das 9h. A unidade é de segurança máxima.
    A transferência do criminoso foi solicitada pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), pelo prazo de até três anos. A medida pode ser renovada por períodos iguais.
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    Já a autorização para a mudança do preso foi concedida pelo Juízo da 7ª Vara Criminal de Vila Velha, com anuência da Justiça Federal de Rondônia.
    Segundo investigações, mesmo estando preso na Penitenciária de Segurança Máxima II de Viana, na Grande Vitória, desde 2017, Frajola continuava ordenando atividades criminosas, como ataques a tiros na região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha.
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    O traficante, condenado a 54 anos e cinco meses de prisão, comandava a facção de dentro da prisão por meio de recados levados durante visitas. No último mês, três advogados e três guardas municipais de Vila Velha foram presos suspeitos de repassar as ordens durante a terceira fase da Operação Telic.
    O agente municipal Iuri Silva, que chegou a ser comandante da Guarda de Vila Velha no ano de 2020, a esposa dele, a advogada criminalista Bárbara Bastos, e o advogado de Frajola, Arlis Schmidt, estão entre os presos.
    Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Vila Velha, Cariacica e Serra, todos municípios da Grande Vitória. Celulares e bilhetes manuscritos ou ditados por detentos e redigidos por advogados foram localizados.
    As operações têm o objetivo de identificar a atuação de integrantes do PCV na região da Grande Terra Vermelha, que enfrenta intensa disputa de território por facções criminosas nos últimos meses, com ataques a tiros e mortes registradas.
    Entre fevereiro e março, pelo menos dez assassinatos foram registrados na área, região que reúne 21 bairros e cerca de 200 mil moradores.
    ‘Catuques’ e drogas desviadas de apreensões
    De acordo com o Ministério Público do Espírito Santo, o aprofundamento das investigações comprovou vínculos entre investigados, advogados e servidores públicos, o que pode caracterizar violação de sigilo funcional e cooperação ilícita em diligências policiais.
    A investigação revelou que Frajola emite ordens de dentro da penitenciária de segurança máxima em que está preso por meio de bilhetes conhecidos popularmente como “catuques”.
    Segundo o MPES, Arlis Schmidt assumiu o papel de mensageiro do PCV depois que a advogada Bárbara Bastos foi alvo de busca e apreensão em agosto do ano passado.
    As ordens repassadas por familiares e advogados seriam para a realização de ataques a tiros, a fim de matar rivais, e cumpridas por integrantes em liberdade.
    Ainda segundo o MPES, como contrapartida ao desvio de função pública, os agentes municipais estariam envolvidos com o tráfico de entorpecentes, vendendo drogas que tinham sido apreendidas pela polícia e também desviando dinheiro e materiais sob a responsabilidade deles.
    O guarda municipal Iuri Silva e a esposa dele, a advogada criminalista Bárbara Bastos, presos em operação deflagrada no Espírito Santo.
    Reprodução
    “Núcleo de inteligência do tráfico”
    Conforme as investigações do MPES, Frajola também tinha a intenção de formar um grupo restrito de pessoas de sua confiança para selecionar e executar integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP), rivais do tráfico de drogas.
    Este núcleo responsável por informações mais sigilosas ainda seria encarregado de realizar ações focadas em expandir o poder da facção.
    Traficantes do ES planejavam criar núcleo de inteligência para executar rivais
    O outro lado
    O advogado Ricardo Luiz de Oliveira Rocha Filho, que representa Frajola, disse que vai questionar a necessidade de transferência do cliente.
    “Agora terá uma fase de contraditório para que os advogados possam se manifestar, o que faremos esta semana, avaliando se houve algum erro processual e questionando a real necessidade de transferir Cleuton para o presídio em Porto Velho”.
    Sobre os advogados presos durante a Operação Telic, a Comissão de Prerrogativas da OAB-ES informou que acompanhou o caso, com o objetivo de assegurar o pleno respeito às prerrogativas da advocacia e à preservação do Estado Democrático de Direito. Como o processo corre em sigilo, não é possível divulgar outras informações.
    Já a Prefeitura de Vila Velha disse que a Corregedoria da Guarda Municipal está acompanhando o caso e a Guarda irá colaborar no que for necessário.
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  • Operação prende dois por suspeita de estupro de vulnerável em RO; mãe da vítima está entre os detidos

    Operação prende dois por suspeita de estupro de vulnerável em RO; mãe da vítima está entre os detidos

    Operação prende dois por suspeita de estupro de vulnerável em RO; mãe da vítima está entre os detidos
    Infância despedaçada: como curar o trauma do abuso sexual?
    Duas pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (14), suspeitas de estupro de vulnerável, durante uma operação na zona rural de Candeias do Jamari (RO). Uma das detidas é mãe da vítima.
    A ação foi realizada pela 1ª Delegacia do município, com apoio do Conselho Tutelar, que acompanhou o cumprimento dos mandados de prisão na casa dos suspeitos.
    Segundo a Polícia Civil, o caso corre em segredo de Justiça por envolver uma vítima menor de idade, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para garantir a proteção e o acolhimento da vítima.
    O crime de estupro de vulnerável tem pena prevista de 8 a 15 anos de prisão. A infração é considerada hedionda e não permite fiança, de acordo com o Código Penal.
    Mãe é presa suspeita de estupro de vulnerável
    Banco de imagens
  • Novo processo para tirar a primeira CNH já está em vigor em Rondônia; veja o que mudou

    Novo processo para tirar a primeira CNH já está em vigor em Rondônia; veja o que mudou

    Novo processo para tirar a primeira CNH já está em vigor em Rondônia; veja o que mudou
    Mudanças na obtenção da CNH: Autoescolas em RO e especialista em trânsito comenta medida
    O novo processo para obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) já está em vigor em Rondônia. As mudanças seguem uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e trazem mais flexibilidade nas etapas de formação de novos condutores.
    Entre as principais mudanças está a possibilidade de iniciar o processo de forma totalmente digital, por meio do aplicativo “CNH do Brasil”. Para acessar o serviço, o candidato precisa ter cadastro no gov.br.
    Pelo aplicativo, é possível preencher o requerimento da primeira habilitação, escolher a categoria desejada, A (moto), B (carro) ou ambas, e informar o estado onde serão realizados os exames.
    Após o cadastro online, o candidato deve comparecer a uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) para a coleta biométrica e realização dos exames de aptidão física e mental, além da avaliação psicológica.
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    Curso teórico
    Outra mudança importante está no curso teórico. Agora, o candidato pode optar por estudar de forma independente, utilizando o material didático disponibilizado no aplicativo, ou continuar frequentando uma autoescola.
    Depois da preparação, é necessário realizar a prova teórica, composta por 30 questões de múltipla escolha. Para ser aprovado, o candidato precisa acertar pelo menos 20 perguntas.
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    Aulas práticas
    No curso prático, a nova regulamentação permite que as aulas sejam realizadas tanto em autoescolas quanto com instrutores autônomos credenciados pelo Detran. A carga horária mínima foi reduzida de 20 para duas horas-aula, mas o candidato pode fazer mais aulas, caso considere necessário.
    No caso dos instrutores independentes, o veículo utilizado pode ser do próprio profissional ou do aluno, desde que atenda às exigências de segurança e passe por vistoria obrigatória.
    A prova prática também passou por mudanças. O candidato começa o exame com zero ponto e pode acumular até 10 pontos sem ser reprovado. As faltas continuam sendo classificadas por gravidade:
    Leve: 1 ponto
    Média: 2 pontos
    Grave: 4 pontos
    Gravíssima: 6 pontos
    Quem ultrapassar o limite de pontos é reprovado automaticamente.
    Após a aprovação em todas as etapas, o condutor recebe a Permissão para Dirigir (PPD), válida por um ano. Para obter a CNH definitiva, o motorista não pode cometer infração grave ou gravíssima, nem ser reincidente em infração média durante esse período.
    Novo processo para obtenção da primeira CNH já está em vigor em Rondônia
    Roberto Dziura Jr/AEN
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