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  • Conheça a rondoniense que trabalha com peças de alta joalheria em Paris e leva a Amazônia no portfólio

    Conheça a rondoniense que trabalha com peças de alta joalheria em Paris e leva a Amazônia no portfólio

    Conheça a rondoniense que trabalha com peças de alta joalheria em Paris e leva a Amazônia no portfólio
    Ayahuasca e Uirapuru, joias criadas por Roberta Barbosa
    Reprodução/acervo pessoal
    Paris, passarelas e alta joalheria pareciam um horizonte distante para a rondoniense Roberta Barbosa. Hoje, esse universo faz parte de sua trajetória profissional: ela construiu carreira na área em Paris e desenvolve um portfólio marcado por referências da Amazônia.
    Ao g1, ela explicou que crescer na Amazônia foi determinante para o seu olhar como designer, principalmente pela conexão com a natureza. Segundo Roberta, no início o objetivo era “ganhar o mundo”, mas hoje ela reconhece que a vivência em Porto Velho foi essencial na sua formação.
    “Pra mim, ser uma profissional da Amazônia numa marca global é, antes de tudo, representatividade. É ser a única brasileira do time. Acredito de verdade que minha origem é minha maior força criativa. Na França (ou qualquer lugar pra falar a verdade), ninguém consegue imaginar a riqueza que é crescer na Amazônia”, disse.
    Essa identidade aparece diretamente no trabalho. No portfólio, peças inspiradas no Uirapuru e na Ayahuasca traduzem em joias elementos da região onde cresceu.
    “Fiz da minha cultura a minha especialidade. Transformei o Uirapuru em broche, a Ayahuasca em brinco e trouxe comigo as minhas referências de vida. É só olhar meu portfolio: é todo verde. Estou aqui mas uma parte minha continua aí, e isso pra mim ficou muito forte nessa época”, completou.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Trajetória de uma designer de alta joalheria
    O interesse pela criação sempre esteve presente, mas a joalheria entrou na vida de Roberta ainda na infância, dentro de casa. A mãe produzia colares de pérolas, atividade que depois se transformou em negócio da família. Esse contato influenciou a forma como ela enxerga as peças até hoje.
    “Sempre me interessei por arte, desenho e criação, mas a joalheria fez parte da minha vida de uma forma muito orgânica. Eu cresci mergulhada nesse mundo. Eu cresci vendo a joia ocupar esse lugar ambíguo entre o íntimo e o público. É pequeno, mas afirma algo muito forte”, disse.
    Apesar disso, a escolha profissional inicial foi outra. Roberta cursou arquitetura, buscando uma área ligada à arte e à criação. A decisão de seguir na joalheria veio apenas no fim da graduação, após um curso feito com o irmão em um ateliê montado pelo pai.
    “Era algo muito minimalista, com pedras brasileiras, muito íntimo, mas pra mim virou uma chave”, disse.
    Em busca de formação mais específica, ela passou a procurar cursos na área e encontrou poucas opções no Brasil. Foi então que decidiu se candidatar a uma escola especializada em joalheria em Paris. Preparou portfólio, intensificou os estudos de francês e contou com o apoio de professores de Porto Velho.
    A mudança para a França, em 2020, trouxe desafios imediatos. A cidade estava com restrições, ela ainda não dominava o idioma e precisou se adaptar rapidamente ao novo ambiente.
    “Chegar aqui em 2020 foi extremamente desafiador, porque a cidade estava praticamente fechada. O turismo bloqueado. Eu não conhecia ninguém. Meu francês ainda em desenvolvimento (e minha escola era totalmente em francês). Eu estava tentando assimilar tudo ao mesmo tempo”, explicou.
    Criação inspirada na Ayahuasca
    Reprodução/acervo pessoal
    Mesmo assim, não desistiu. Durante a formação, Roberta passou a valorizar ainda mais suas origens e incorporá-las ao trabalho. Elementos da Amazônia ganharam mais espaço nas criações, reforçando uma identidade que hoje é central no seu processo criativo.
    “Por não falar a mesma língua e não fazer parte da mesma cultura, eu tinha que me provar 2x mais. O início foi realmente um desafio, mas foi na escola que aprendi a valorizar ainda mais a minha identidade”, disse.
    Na escola, participou de concursos importantes, e um deles foi decisivo para abrir portas no mercado internacional. O projeto vencedor garantiu visibilidade e marcou o início da sua atuação profissional na área.
    “Fiz um broche que replicava movimento, fluidez e um elemento da montaria, e fiquei em primeiro lugar. Ter ganhado esse prêmio me proporcionou a visibilidade que eu precisava pra ter essa oportunidade”, comentou.
    Hoje, trabalhando com alta joalheria, ela desenvolve desenhos que partem de conceitos criativos e se transformam em peças. Única brasileira no time em que atua, Roberta vê sua origem como diferencial.
  • Mais de meia tonelada de ouro ilegal foi apreendida no Brasil em 5 anos; Roraima lidera em 2024 e 2025

    Mais de meia tonelada de ouro ilegal foi apreendida no Brasil em 5 anos; Roraima lidera em 2024 e 2025

    Mais de meia tonelada de ouro ilegal foi apreendida no Brasil em 5 anos; Roraima lidera em 2024 e 2025
    Mais de meia tonelada de ouro ilegal foi apreendida no Brasil em 5 anos; Roraima lidera em
    Ao menos 503,26 kg de ouro ilegal foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Brasil entre 2021 e 2025. Roraima concentra o maior volume recente de apreensões nos últimos anos, com 187,26 kg interceptados.
    O estado passou de 1,3 kg apreendidos em 2023 para 22,27 kg em 2024. Só em 2025, a PRF interceptou 163,69 kg do minério no estado — mais do que o total apreendido em todo o Brasil em cada um dos quatro anos anteriores.
    Alta de apreensões ano passado no estado foi puxada por uma operação em dezembro, quando 103 kg de ouro em barras minério foram encontradas com um empresário em Boa Vista.
    O número de apreensões pode ser ainda maior, já que os dados consideram apenas ocorrências registradas pela PRF e não incluem operações de outras forças policiais. O g1 solicitou à Polícia Federal (PF) os números completos dos últimos cinco anos, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
    O diretor de Operações da PRF, Marcus Vinicius de Almeida, afirma que a fiscalização foi intensificada na Amazônia Legal a partir de 2023 com o plano Amazônia: Segurança e Soberania. A iniciativa combate crimes ambientais e organizações criminosas e reforça ações de inteligência nos principais pontos de escoamento do minério, como Roraima, na fronteira com Guiana e Venezuela.
    “A gente acredita que Roraima é rota de saída do ouro no país. Seria uma ‘rota mais fácil’ para esquentar o ouro lá fora”, disse.
    Na PF, a avaliação é semelhante: segundo o órgão, o crescimento está ligado ao reforço na fiscalização e à suspeita de que o estado tenha se tornado rota de escoamento de ouro ilegal vindo de outras áreas da Amazônia. O fim da presunção de boa-fé no comércio de ouro também contribuiu para o aumento dos registros.
    Ouro apreendido desde 2021
    Os dados da PRF mostram oscilação anual, com queda em 2023 e avanço expressivo a partir de 2024, e o volume recorde de 2025. O período também destaca a forte participação dos estados da região Norte, especialmente Roraima e Pará, além de registros relevantes em Minas Gerais e Mato Grosso em anos específicos. Veja os números:
    2021: 66,6 kg de ouro apreendidos. Mato Grosso liderou com 27,7 kg, seguido por Amazonas (12,8 kg) e Pará (5,5 kg).
    2022: 151,8 kg. Minas Gerais concentrou 120 kg, cerca de 79% do total nacional.
    2023: 23,1 kg, o menor da série. O maior registro ocorreu no Rio de Janeiro (10 kg), seguido por Goiás (4 kg).
    2024: 48,08 kg. Roraima liderou com 22,27 kg, seguido pelo Pará (14,2 kg).
    2025: 213,68 kg, maior volume do período. Roraima concentrou 163,69 kg, seguido pelo Pará (40,43 kg).
    Escoamento do ouro por Roraima
    Em entrevista ao g1, o delegado da PF em Roraima, Caio Luchini, explicou que criminosos aproveitam a localização do estado, na fronteira com a Venezuela e a Guiana, para escoar ouro extraído ilegalmente em outras regiões do país, especialmente na Amazônia.

    “Acreditamos que grande parte do ouro apreendido aqui não tem origem em Roraima. Muitos vêm de outros estados e são trazidos para cá por causa da fronteira com a Venezuela e a Guiana, onde a comercialização desse minério é permitida. E por lá mesmo, o ouro é vendido”, afirmou o delegado.
    Ainda de acordo com Luchini, criminosos usam essas rotas para transportar o material e fugir das operações mais rigorosas nas áreas de garimpo.
    “O padrão que identificamos até agora é o uso das mesmas rodovias. E o transporte é feito por pessoas que, muitas vezes, simulam viagens em família para tentar burlar as fiscalizações”, revelou Luchini.
    As investigações indicam o uso de rotas terrestres específicas, como a BR-401, que leva a Bonfim, na fronteira com a Guiana, e a BR-174, que liga Roraima à Venezuela.
    Realidade na Amazônia
    Outras apreensões ajudam a dimensionar o cenário do ouro ilegal na Amazônia. No fim de outubro, a PM apreendeu 72,6 kg de ouro no Amazonas, avaliados em cerca de R$ 45 milhões, em uma ação que prendeu seis pessoas, entre elas dois policiais militares e um policial civil.
    Dias antes, em Altamira (PA), a PRF apreendeu 40 kg de ouro em barras, avaliados em R$ 20 milhões, que eram transportados em um carro de luxo pela BR-230, a Transamazônica. Essa apreensão ocorreu menos de dois dias após a apreensão recorde em Roraima.
    ARTE QUE PODE SER REAPROVEITADA:
    INFOGRÁFICO: apreensão de ouro ilegal tem alta no Brasil
    Arte/g1
    O procurador da República André Porreca, do 2º Ofício da Amazônia Ocidental, frisa ainda que o garimpo ilegal na Amazônia envolve uma rede criminosa que vai muito além da extração do minério.
    No caso de Roraima, ainda existem garimpos ativos na região e há, historicamente, o envio de ouro a outras partes do país.
    “O garimpo ilegal não é só a extração de minério. Existe toda uma logística de transporte, lavagem de dinheiro, financiamento por organizações criminosas, fornecimento de combustível e até exportação do ouro para outros países.”
    Porreca também avalia que a continuidade do garimpo ilegal está relacionada à baixa punição dos envolvidos: “Infelizmente ainda existe um cenário de impunidade que favorece esse tipo de crime altamente lucrativo.”
    Fim da presunção da boa-fé
    Em abril de 2023, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a aplicação da chamada “presunção da boa-fé” no comércio de ouro, ou seja, utilizando exclusivamente informações prestadas pelos vendedores — e deu 90 dias para o governo criar regras mais rígidas.
    O governo editou uma medida provisória com efeito imediato, extinguindo a presunção de boa-fé e exigindo emissão de nota fiscal eletrônica.
    Paralelamente, enviou ao Congresso um projeto de lei para estabelecer um marco regulatório permanente.
    O projeto continua em análise nas comissões da Câmara dos Deputados.
    Luchini afirma que as apreensões cresceram também após a intensificação das operações de fiscalização nas rotas que levam ouro para a Venezuela e a Guiana (países com maior facilidade para vender ouro ilegal). A medida foi tomada depois do avanço no combate ao garimpo ilegal em terras indígenas, coordenada pela Casa Governo, órgão do governo federal em Roraima.
    “Num primeiro momento, o foco era retirar garimpeiros das terras indígenas, e isso tem sido feito com sucesso. Reduzimos significativamente os alertas de novas áreas de garimpo. Depois, intensificamos a fiscalização nas rotas terrestres”, explicou o delegado.
    Cinco apreensões seguidas em Roraima
    Além da emblemática apreensão de 103 kg de ouro em agosto em Roraima, o estado registrou outras quatro apreensões em quase quatro meses. Em três delas, a PF identificou o mesmo padrão: barras escondidas em compartimentos dos veículos.
    Ouro apreendido em Roraima
    Caíque Rodrigues/g1 RR
    O que é feito com o ouro apreendido?
    Todo o ouro apreendido vai para o Instituto Nacional de Criminalística da PF, em Brasília, onde passa por perícia no projeto Ouro Alvo — iniciativa que identifica o “DNA do ouro”, ou seja, rastreia a origem exata de onde foi extraído.
    “Com essa análise, conseguimos descobrir se o ouro veio de áreas de garimpo ilegal, inclusive dentro de terras indígenas. É um trabalho técnico, demorado, mas essencial para combater a origem do crime”, destacou Luchini.
    Monumento ao garimpeiro e rua do ouro: Roraima tem história de apoio a atividade ilegal, ‘projeto de estado’, dizem pesquisadores

  • Suspeito de matar adolescente com bala perdida em RO é morto a tiros na Bolívia

    Suspeito de matar adolescente com bala perdida em RO é morto a tiros na Bolívia

    Suspeito de matar adolescente com bala perdida em RO é morto a tiros na Bolívia
    Suspeito de matar adolescente com bala perdida em RO é morto a tiros na Bolívia
    Luís Gabriel Vinhorque de Souza, de 22 anos, foi morto a tiros na noite de quinta-feira (19), em Guayaramerín, cidade da Bolívia que faz fronteira com Rondônia. Ele era investigado por dois crimes no Brasil, incluindo o assassinato do estudante Arthur Amora Ribeiro, morto em 2022 após ser atingido por uma bala perdida enquanto empinava pipa em Porto Velho.
    O ataque foi registrado em vídeo por moradores. As imagens mostram o momento em que um homem se aproxima e faz vários disparos contra o jovem, que já estava caído no chão (veja acima).
    De acordo com o comandante da Polícia do departamento de Beni, Ivan Bernal Salazar, o crime aconteceu na praça Hernán Roca, no centro da cidade. Segundo ele, uma pessoa em um carro branco atirou várias vezes contra duas pessoas que estavam em uma motocicleta. Luís Gabriel morreu no local. A outra vítima foi socorrida e levada para um hospital.
    Durante a perícia, a polícia encontrou com o jovem uma pistola Glock calibre 9 mm, com 17 munições, além de um carregador extra. A identidade dele foi confirmada por meio de troca de informações entre as polícias da Bolívia e do Brasil.
    Horas depois, a polícia localizou um carro queimado a cerca de 10 quilômetros do local do crime. A suspeita é de que o veículo tenha sido usado na ação e incendiado para apagar possíveis provas.
    A principal linha de investigação indica que o crime pode ter sido motivado por vingança, possivelmente relacionada ao tráfico de drogas na região de fronteira. O comandante também negou rumores que circularam nas redes sociais sobre várias mortes na mesma noite. Segundo ele, apenas este caso foi confirmado.
    Relembre o crime
    Arthur Amora Ribeiro, de 13 anos, foi atingido na cabeça por um tiro enquanto soltava pipa com amigos. De acordo com a Polícia Civil, antes do adolescente ser baleado, houve uma briga entre Luís Gabriel e outra pessoa na esquina das ruas Guanabara e Quintino Bocaiúva, em Porto Velho.
    Cerca de meia hora após a discussão, o suspeito retornou ao local, desta vez armado, e efetuou disparos. Naquele momento, vários motociclistas passavam pela região e, por isso, inicialmente acreditava-se que o tiro tivesse sido efetuado por esse grupo.
    A bala disparada por Luís Gabriel atingiu a cabeça do estudante, que chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
    Segundo a Polícia Civil, Luís Gabriel não foi mais visto em Porto Velho desde que sua identidade foi revelada e era considerado foragido. A polícia informou ainda que ele é investigado por outro crime além do assassinato do adolescente, mas não divulgou detalhes por estar sob segredo de Justiça.
    Luís Gabriel Vinhorque de Souza, de 22 anos, morto em Guayaramerín
    Reprodução/Redes sociais
    Suspeito de matar adolescente com bala perdida em RO é morto na Bolívia
    Reprodução/Redes sociais
    Arthur Amora Ribeiro tinha 14 anos e morreu após ser baleado em Porto Velho
    Reprodução/Redes sociais
  • Pirarucu: entenda porque peixe nativo da Amazônia se tornou invasor dentro do próprio rio

    Pirarucu: entenda porque peixe nativo da Amazônia se tornou invasor dentro do próprio rio

    Pirarucu: entenda porque peixe nativo da Amazônia se tornou invasor dentro do próprio rio
    Pirarucu adulto pode passar de 2 metros de comprimento
    manimiranda
    O pirarucu, um dos peixes mais conhecidos da Amazônia, passou a ser tratado como espécie invasora em um trecho do rio Madeira, em Porto Velho, acima da barragem de Santo Antônio. A mudança foi oficializada nesta semana por uma medida do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que liberou o abate do peixe sem limite nessa região.
    Na prática, isso significa que pescadores — tanto profissionais quanto artesanais — agora podem capturar e abater o pirarucu sem restrições de quantidade, tamanho ou período do ano. Mas por que essa decisão foi tomada?
    Segundo a doutora em Biodiversidade e Biotecnologia, Dayane Catâneo, a expansão do pirarucu para novas áreas do rio está diretamente ligada às mudanças no ambiente. Antes, a espécie era encontrada principalmente na parte do rio Madeira abaixo da antiga Cachoeira de Santo Antônio, onde as condições naturais eram mais favoráveis.
    Naquela região, a presença de várias corredeiras, com águas rápidas e turbulentas, funcionava como uma espécie de barreira natural. Esse tipo de ambiente não favorece o pirarucu, que prefere águas mais calmas, como lagos e áreas de pouca correnteza.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Com as alterações no rio, essas barreiras deixaram de existir, facilitando a chegada do peixe a novos trechos.
    De acordo com Dayane Catâneo, o pirarucu é um predador de topo da cadeia alimentar e não possui predadores naturais. Isso faz com que, ao ocupar novos ambientes, ele possa reduzir a população de outras espécies nativas e causar desequilíbrios no ecossistema aquático.
    “Como o é um predador forte, o pirarucu pode diminuir outras espécies e mudar o equilíbrio do rio. Por isso, mesmo sendo da Amazônia, ele é considerado invasor nessas regiões específicas, onde pode causar impactos ao meio ambiente”, explicou Dayane.
    Ainda de acordo com Dayane, o problema não está no peixe em si, mas nas mudanças ambientais que permitiram sua expansão. Por isso, ela defende o controle da espécie como uma forma de evitar impactos maiores na biodiversidade local.
    Decisão
    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) classificou o pirarucu como espécie invasora na região acima da barragem de Santo Antônio, no rio Madeira, em Porto Velho. Além disso, o órgão autorizou a captura e o abate sem limite do peixe nessa área. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta semana.
    No caso do rio Madeira, acima da barragem de Santo Antônio, os peixes não poderão ser devolvidos em suas áreas de origem, caso capturados: todos devem ser abatidos obrigatoriamente.
    Os produtos da pesca só podem ser comercializados dentro do estado onde o peixe foi retirado. Caso sejam transportados para outro estado, serão apreendidos.
    A norma também autoriza que governos estaduais e municipais incentivem ações de controle da espécie. O pirarucu abatido poderá ser destinado a programas sociais, como merenda escolar, hospitais públicos e iniciativas de combate à fome.
    Em unidades de conservação, o controle dependerá de autorização dos gestores e deverá seguir os planos de manejo específicos.
    A decisão será reavaliada em três anos, para verificar se a medida é eficaz no controle da presença do pirarucu fora de sua área natural.
  • Assista ao JRO2 desta sexta-feira, 20

    Assista ao JRO2 desta sexta-feira, 20

    Assista ao JRO2 desta sexta-feira, 20
    Assista ao JRO2 desta sexta-feira, 20
  • Guilherme Briggs, Diogo Defante, Julio Cocielo: confira programação completa da feira Tecnogame

    Guilherme Briggs, Diogo Defante, Julio Cocielo: confira programação completa da feira Tecnogame

    Guilherme Briggs, Diogo Defante, Julio Cocielo: confira programação completa da feira Tecnogame
    Evento Tecnogame acontece em Porto Velho neste final de semana
    Reprodução
    O Festival Tecnogame Brasil acontece nos dias 21 e 22 de março em Porto Velho. Voltado para games, tecnologia, inovação e cultura digital, o evento será realizado na Villa Privilege, na zona Leste, e promete reunir fãs de e-sports, criadores de conteúdo, estudantes e profissionais da área tecnológica.
    A entrada será solidária: cada participante deve doar três quilos de alimentos não perecíveis, destinados a projetos sociais. Para garantir a vaga, foi necessário realizar inscrição prévia no site oficial do festival. Os ingressos estão esgotados.
    Entre as atrações nacionais confirmadas estão:
    🎤 Artistas Nacionais
    Julio Cocielo
    Jotapê
    GianZeta
    Muca Muriçoca
    Danilo Gentili
    Toguro
    Diogo Defante
    🎙️ Dubladores Nacionais
    Ursula Bezerra
    Fred Mascarenhas
    Guilherme Briggs
    Bianca Alencar
    Feh Dubs
    O festival contará com competições de esportes eletrônicos em jogos populares como League of Legends, Counter-Strike 2, Free Fire, Fortnite, Mortal Kombat, Street Fighter e Pokémon Go.
    Veja vídeos em alta no g1:
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    A estrutura do evento será dividida em quatro espaços principais:
    Arena Inovação, com projetos de tecnologia e desenvolvimento de jogos;
    Arena Gamer, dedicada às disputas de e-sports e jogos retrô;
    Arena Music, com apresentações musicais e batalhas de rima;
    Arena Geek, voltada para cosplay, dança e cultura pop.
    Além das atividades abertas ao público, a programação inclui rodadas de negócios ligadas à tecnologia e à economia criativa, além da oferta de bolsas para cursos na área de inovação.
    O Tecnogame Brasil é organizado pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel).
    Confira a programação completa:
    📅 Sábado
    Palco Tecnogame
    14h00 – Abertura dos portões
    14h30 – Concurso K-pop
    15h30 – Concurso Cosplay
    16h30 – Julio Cocielo
    18h00 – Show do Jotapê
    19h00 – Batalha da Aldeia
    22h30 – Campeão BDA All Star Tour
    23h00 – Encerramento
    Palco Agon by AOC
    14h00 – Abertura do evento
    14h30 – Competição de eSports
    15h30 – Competição de eSports
    16h00 – Core + GianZeta
    17h00 – Calígrafo + GianZeta
    18h00 – Úrsula Bezerra + Fred Mascarenhas
    19h00 – Guaxinim + Felps + Tiemiau + GianZeta
    20h00 – Competição de eSports
    Palco Inovação
    14h00 – Abertura oficial
    14h15 – HealthTech Revolution
    15h00 – Women in Tech (Ana Clara Triplone – SC)
    15h45 – Desburocratizando a Inovação (Cesar Vandeilei – RO)
    16h30 – Agro 4.0 na Amazônia (Leandro Dill – RO + startups convidadas)
    17h30 – Encerramento e agradecimentos
    17h40 – Networking e interações
    📅 Domingo
    Palco Tecnogame
    13h00 – Competição de eSports
    14h00 – Competição de eSports
    15h00 – Bruno PlayHard
    16h00 – Competição de eSports
    17h30 – Competição de eSports
    19h00 – Bianca Alencar e Feh Dubs
    20h00 – Competição de eSports
    22h00 – Competição de eSports
    Palco Inovação
    13h00 – Abertura oficial
    13h15 – Inovação em Rede (Elisângela Gavino – RO)
    14h00 – Grande Pitch – competição (host: Clarissa Oliveira)
    15h30 – Premiação eSports
    16h30 – Jornada de uma Startup (Bruno Oliveira – AM)
    17h00 – Palestra convidada (mediador: Rangel Miranda – RO)
    18h00 – Premiação Game Jam
    20h00 – Mínimo Produto Viável (mediador: Rangel Miranda – RO)
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  • Suspeitos de matar ex-vereador por cobrança de dívidas são presos em operação

    Suspeitos de matar ex-vereador por cobrança de dívidas são presos em operação

    Suspeitos de matar ex-vereador por cobrança de dívidas são presos em operação
    Policiais civis em imagem pousada junto aos dois suspeitos presos
    Assessoria da Polícia Civil
    Dois homens foram presos preventivamente pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (20), em Ministro Andreazza (RO), suspeitos de envolvimento na morte do ex-vereador e comerciante José Solano. O crime aconteceu em São Miguel do Guaporé (RO)
    Além das prisões por suspeita de envolvimento na morte do ex-vereador, a polícia também deu voz de prisão em flagrante para um dos suspeitos por porte ilegal de arma de fogo. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de medida cautelar simultaneamente em São Miguel do Guaporé (RO) e Ministro Andreazza (RO).
    De acordo com a apuração da Polícia Civil, o crime teria sido motivado por um desentendimento entre a vítima e os suspeitos. A discussão começou por causa da cobrança de um dinheiro que teria sido levado anteriormente, o que pode ter levado ao crime.
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    A polícia informou que as investigações estão em fase avançada e que a operação ajudou bastante a esclarecer o caso, identificar os envolvidos e reunir mais provas. As investigações continuam para a apurar a participação dos suspeitos no crime.
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  • Ex-PM de Rondônia condenado por estuprar mulher é preso em Santa Inês no MA

    Ex-PM de Rondônia condenado por estuprar mulher é preso em Santa Inês no MA

    Ex-PM de Rondônia condenado por estuprar mulher é preso em Santa Inês no MA
    Ex-PM de Rondônia condenado por estuprar mulher é preso em Santa Inês no MA
    Divulgação/PC-MA
    Um ex-policial militar de Rondônia, de 51 anos, foi preso nessa quinta-feira (19), em Santa Inês. O homem estava foragido da Justiça após ser condenado por estupro na cidade de Ariquemes, em Rondônia.
    Segundo a polícia, o crime aconteceu em fevereiro de 2021, quando o ex-PM, usando capacete, invadiu um estabelecimento comercial localizado no centro de Ariquemes, logo após a vítima chegar para trabalhar. No local, o homem se dirigiu à parte interna do estabelecimento, onde praticou o crime.
    Imagens de câmeras de segurança registraram toda a movimentação do autor antes e durante a ação criminosa. Após o crime, o homem fugiu, deixando vestígios no interior do estabelecimento, entre eles material genético que foi coletado pela perícia técnica.
    Imagens mostram o momento que o ex-PM invade o local de trabalho da vítima
    Reprodução
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    De acordo com a Polícia Militar de Rondônia, horas depois do crime, o ex-PM foi localizado escondido em um imóvel no bairro Jardim Paulista, na mesma cidade. Ele foi preso em flagrante, reconhecido pela vítima e passou a responder ao processo criminal que resultou na condenação. Na época, a corporação informou que ele havia sido excluído dos quadros da instituição.
    Segundo a polícia, durante a execução penal, o ex-PM fugiu e foi localizado no município de Santa Inês, na região do Vale do Pindaré, no Maranhão.
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  • Pirarucu: entenda porque peixe nativo da Amazônia se tornou invasor dentro do próprio rio

    Ibama classifica pirarucu como invasor em trecho do rio Madeira e libera pesca sem limite em RO

    Pirarucu: entenda porque peixe nativo da Amazônia se tornou invasor dentro do próprio rio
    Pirarucu adulto pode passar de 2 metros de comprimento
    manimiranda
    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) classificou o pirarucu como espécie invasora na região acima da barragem de Santo Antônio, no rio Madeira, em Porto Velho. Além disso, o órgão autorizou a captura e o abate sem limite do peixe nessa área. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta semana.
    Com a nova regra, pescadores, tanto profissionais quanto artesanais, podem realizar a captura e o abate sem restrição de quantidade, tamanho ou período do ano.
    No caso do rio Madeira, acima da barragem de Santo Antônio, os peixes não poderão ser devolvidos em suas áreas de origem, caso capturados: todos devem ser abatidos obrigatoriamente.
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    Os produtos da pesca só podem ser comercializados dentro do estado onde o peixe foi retirado. Caso sejam transportados para outro estado, serão apreendidos.
    A norma também autoriza que governos estaduais e municipais incentivem ações de controle da espécie. O pirarucu abatido poderá ser destinado a programas sociais, como merenda escolar, hospitais públicos e iniciativas de combate à fome.
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    Em unidades de conservação, o controle dependerá de autorização dos gestores e deverá seguir os planos de manejo específicos.
    A decisão será reavaliada em três anos, para verificar se a medida é eficaz no controle da presença do pirarucu fora de sua área natural.
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