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  • Césio-137: veja cronologia do maior acidente radiológico

    Césio-137: veja cronologia do maior acidente radiológico

    Césio-137: veja cronologia do maior acidente radiológico
    Após 30 anos, vítimas do acidente com césio-137 dizem sofrer com a falta de apoio médico
    A contaminação do Césio-137, em Goiânia, marcou para sempre a história da cidade e também do Brasil. O caso foi o maior acidente radiológico do mundo, deixando quatro pessoas mortas e mais de mil pessoas afetadas. A tragédia ganhou nova repercussão desde o lançamento de uma minissérie na Netflix, “Emergência Radioativa”.
    Para se ter uma ideia do perigo representado por aquela substância azul brilhante, o acidente de 1987 foi classificado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear como nível 5 , em uma escala de 1 a 7. Ele só não fez mais vítimas porque houve a atuação de pessoas da população e de especialistas, como o físico Walter Mendes, que se deram conta da gravidade da situação.
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    Mesmo contida a contaminação e passadas quase quatro décadas desde que aconteceu, o episódio ficou marcado na memória da sociedade goianiense, ainda que a cidade tenha tentado apagá-la.
    Confira abaixo a cronologia do acidente radioativo, de acordo com o livro “Césio 137”, da Secretaria de Estado de Saúde de Goiás:
    13 de setembro de 1987
    Wagner Mota Pereira e Roberto Santos Alves retiraram um aparelho de radioterapia abandonado das ruínas do IGR, no Setor Central, em um terreno que pertencia à Santa Casa de Misericórdia. O objetivo era vender a peça para um ferro-velho. Por isso, eles removem o lacre da cápsula, na qual estava a substância até então desconhecida.
    Equipamento de radiologia onde foi encontrada a cápsula do Césio-137
    Divulgação/Cnen
    18 de setembro
    Nesse dia, Devair Alves Ferreira, dono de um ferro-velho localizado na Rua 26-A, no Setor Aeroporto, comprou a peça e a deixou em seu depósito. À noite, ao passar pelo pátio do local, ele percebeu que a emissão de um brilho azul. Era o pó de Césio-137. Impressionado, ele levou a peça para casa. Nos dias seguintes, a substância brilhante foi distribuída entre amigos e familiares que o visitaram.
    O que aconteceu com as vítimas do Césio-137?
    Como estão os locais atingidos pelo Césio-137?
    28 de setembro
    Depois de as pessoas que manipularam a substância começaram a apresentar problemas de saúde, como coceiras, vômitos e diarreia, a esposa de Devair, Maria Gabriela, pegou a cápsula e levou, de ônibus, em uma sacola plástica, à Vigilância Sanitária, também no Setor Aeroporto.
    29 de setembro
    Nesse dia, o físico Walter Mendes Ferreira foi chamado para analisar a substância desconhecida deixada na Vigilância Sanitária. Com um aparelho de medição de radiações ionizantes, ele identificou o risco e orientou a evacuação imediata. O acidente foi oficialmente reconhecido e notificado à Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), que depois comunicou o caso à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
    30 de setembro
    Técnicos da Cnen chegaram a Goiânia e, com o auxílio de medidores de radiação, mapearam outros locais contaminados na cidade. Entre eles estava o físico José de Júlio Rozental, que ficou responsável por coordenar as ações de controle e na mitigação das consequências do acidente.
    Outubro de 1987
    Ao longo de todo o mês de outubro, o Estádio Olímpico, atual Centro de Excelência do Esporte, foi palco de um gigantesco esquema de triagem e monitoramento, pelo qual passaram 112.800 pessoas. Dessas, 249 foram identificadas com contaminação, em menor ou maior nível. No final, 129 necessitaram de acompanhamento médico permanente.
    Maria Gabriela, de 35 anos, e Leide das Neves, de 6, morreram vítimas do césio-137, em Goiás
    Reprodução/TV Anhanguera
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    23 de outubro
    Morrem Leide das Neves Ferreira, de 6 anos, e Maria Gabriela Ferreira, sobrinha e esposa de Devair, o dono do ferro-velho. Ivo Alves Ferreira, pai de Leide, foi visitá-lo no dia 24 de setembro e levou fragmentos de césio para a casa da família. A filha pequena foi a mais afetada por ter brincado com o pó e ingerido partículas. Já Maria Gabriela foi a responsável por evitar que a tragédia fosse ainda maior por ter desconfiado de que havia algo errado com a substância.
    25 de outubro
    Os rejeitos do Césio 137 chegam ao então distrito de Abadia de Goiás, a pouco mais de 20 km da capital, e são armazenados em um depósito provisório, embaixo de um piso de concreto a céu aberto.
    27 de outubro
    Morre a terceira vítima do acidente, Israel Batista dos Santos, de 20 anos, funcionário de Devair. Ele trabalhou na remoção do chumbo da fonte.
    28 de outubro
    Admilson Alves de Souza se torna a quarta vítima fatal. Ele também era um funcionário do ferro-velho, que manipulou a fonte radioativa. Ele perdeu a vida com apenas 18 anos. Ele e as outras três vítimas foram enterradas em caixões revestidos de chumbo.
    Milhares de pessoas foram avaliadas na época do acidente com césio-137 e 129 apresentaram radiação no corpo Goiânia Goiás
    Reprodução/Cara
    30 de setembro a 21 de dezembro
    Durante todo esse período, foi feito o processo de descontaminação de Goiânia, que envolveu 40 técnicos da Cnen, que trabalhavam em um revezamento de dez técnicos por semana. No total, sete casas foram demolidas e 41 evacuadas, por focos terem sido identificados.
    10 de março de 1988
    Em uma audiência no Congresso Nacional à Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal, o presidente da CNEN, Rex Nazaré Alves, apresenta o “Relatório do Acidente Radiológico de Goiânia”. O fato é considerado o marco da conclusão da descontaminação da capital.
    1989
    Fica decidido que o repositório construído em Abadia de Goiás seria o local definitivo dos rejeitos radioativos. E no dia 1º de junho daquele ano, foi criado o Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste (CRCN-CO) para representar regionalmente a Cenen. Somente em 1991 começou a construção do depósito definitivo que abrigaria os rejeitos e do complexo administrativo que sediaria o CRCN-CO.
    5 de junho de 1997
    Quase uma década após o acidente radiológico, foi inaugurado o Depósito de Rejeitos Radioativos de Abadia de Goiás. O espaço abriga dois depósitos: um com 40% do total de rejeitos, considerada a parcela menos radioativa, e outro nos quais foram abrigados 60% dos rejeitos, considerados efetivamente radioativos. Nesse segundo local estão os restos da fonte principal que originou o acidente de Goiânia.
    📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
  • ‘Será que?’: Criador de trend nas redes sociais, João Inácio Júnior foi apresentador que passou mais tempo à frente de telejornal no CE

    ‘Será que?’: Criador de trend nas redes sociais, João Inácio Júnior foi apresentador que passou mais tempo à frente de telejornal no CE

    ‘Será que?’: Criador de trend nas redes sociais, João Inácio Júnior foi apresentador que passou mais tempo à frente de telejornal no CE
    Vídeos de apresentador cearense João Inácio Jr. viram trend com repercussão nacional
    A cantora Ivete Sangalo e o humorista Whindersson Nunes foram alguns dos brasileiros que entraram, nos últimos meses, na trend iniciada pelo apresentador cearense João Inácio Júnior (confira no vídeo acima). Autor de vídeos que viralizaram nas redes sociais, ele tem 50 anos de carreira no rádio e na televisão.
    Na TV Verdes Mares, afiliada da TV Globo no Ceará, João Inácio foi o apresentador que passou mais tempo à frente de um telejornal: foram 22 anos no comando do noticiário da noite, que se chamava Jornal do 10 e hoje é o CE2.
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    Com uma dança de estilo próprio e brincadeiras em torno da pergunta “será que eu sou gay?”, os vídeos de João Inácio Júnior começaram a “viralizar” por todo o país a partir de novembro de 2025.
    A escolha do tema faz humor com a própria trajetória, pois ele conta que escuta perguntas e especulações sobre a sexualidade desde o início da carreira. O sucesso dos vídeos abre também espaço para que ele continue se posicionando como apoiador da causa LGBTQIA+.
    Apresentador de telejornais
    João Inácio Jr. comenta sobre passado como apresentador de telejornais no Ceará
    Uma versão mais séria do João Inácio Júnior esteve no ar nos telejornais locais do Ceará até o início dos anos 2000. Na TV Verdes Mares, ele passou 22 anos no comando do Jornal do 10, antigo nome do CE2.
    Isso faz com que ele seja o apresentador com maior tempo à frente de um telejornal da emissora.
    “Eu apresentava durante 15 minutos notícias aqui do Ceará, e aí, depois de 15 minutos, pontualmente às oito da noite, eu dizia: ‘Agora as notícias do Brasil e do mundo com Cid Moreira e Sérgio Chapelin’”, lembrou João Inácio, em entrevista pelos 50 anos da TV Verdes Mares.
    Ao g1, ele explicou que acabou passando por todos os telejornais nos anos em que esteve no ar pela emissora (confira no vídeo acima).
    E falou sobre a diferença na postura dos âncoras no passado. Como recorda, os apresentadores geralmente se posicionavam sentados atrás de uma bancada, em um padrão de movimentos e expressões mais contidos em comparação com os dias atuais.
    ‘Agora a Ivete fica famosa’
    Ivete Sangalo e Whindersson Nunes são alguns dos famosos que fizeram trend iniciada por João Inácio Jr.
    Reprodução
    Na última segunda-feira (30), a cantora Ivete Sangalo publicou um vídeo utilizando a trend criada por João Inácio Júnior. No vídeo, a artista divulgou informações sobre a nova turnê com referências aos vídeos do apresentador, como a expressão ‘o pau que rola na internet’.
    Entre os amigos, o comunicador escutou que ‘agora a Ivete fica famosa’, em tom de brincadeira sobre a crescente repercussão dos vídeos dele nas redes sociais.
    Todos os dias, ele acompanha os novos usos da trend feitos por pessoas de idades e profissões diversas em todo o Brasil. O movimento tem sido uma nova etapa do sucesso dele nas redes.
    O comunicador explicou que, há pelo menos dois anos, gera comentários e brincadeiras com o público local por causa dos vídeos em que apresenta uma dança, que ele criou misturando passos do piseiro, da aeróbica e dos movimentos de um jogador de futebol.
    O amor pelo esporte também aparece na escolha do visual para os vídeos. As chuteiras de futebol de campo geralmente têm cores vibrantes combinando com outros acessórios. Ele veste também camisas de times, mas evita os clubes locais para não despertar confusões com torcedores.
    João Inácio Jr. nos vídeos que viralizaram nas redes sociais
    Reprodução
    A novidade que acabou viralizando nacionalmente foi quando ele adicionou frases aos vídeos de dança.
    Para ele, a brincadeira remete às especulações sobre a sua sexualidade, que carrega desde o início da carreira (confira abaixo na reportagem). Para além da piada, o humor virou oportunidade para que ele enfatize a defesa de um mundo mais diverso e menos preconceituoso.
    “Eu escolhi um tema que tem a ver com toda a minha história e é um tema bacana, de inclusão, de amor, de apoio. Eu não tinha ideia da repercussão. É claro que eu sabia que ia ter uma repercussão grande aqui [no Ceará], porque o pessoal vê o cara da televisão e do rádio dando pulinho numa praça… Isso já chamaria atenção por si só. Aí eu resolvi falar durante os pulinhos, com um tema muito interessante”, contou ao g1.
    Para o comunicador, uma das maiores surpresas foi quando ele foi abordado em um shopping por um homem que veio agradecer pelas mensagens de apoio à comunidade LGBTQIA +. O homem, de 35 anos, relatou que ficou muito tempo sem falar com o pai depois de ter revelado ser gay.
    “Ele disse: ‘Meu pai é muito seu fã. Depois que você começou a fazer isso, ele me chamou para uma conversa. Ele quis me pedir perdão por tanta dor que ele causou’. Eu acho isso tão bacana, sabe? Essas pessoas sofreram tanto, e saber que posso contribuir de alguma forma me deixa muito feliz”, relatou João Inácio, bastante emocionado.
    A partir da brincadeira do ‘será que?’, ele conta que a trend tem sido usada de formas diversas, desde políticos mostrando seus resultados até pessoas que querem falar de suas profissões. Tudo isso ao som de “La Isla Bonita”, da cantora Madonna.
    O sucesso também é evidenciado nas dezenas de convites que João Inácio tem recebido para propagandas e participações em podcasts e programas de TV, em todo o Brasil.
    50 anos de histórias
    João Inácio Jr. atua há 50 anos na comunicação cearense, com programas no rádio e na televisão
    Arquivo SVM
    Foi em 1976 que, aos 19 anos, João Inácio Júnior começou a trabalhar em uma rádio de Fortaleza como noticiarista, lendo as principais notícias no ar. Era o início de uma carreira na qual ele exploraria linguagens e formatos diversos.
    Ainda no primeiro mês, ele ganhou um programa próprio, no qual passou a mesclar música e informação na rádio. A passagem para a televisão também veio em pouco tempo, no segundo mês de atividades.
    “Eu comecei na TV da Rede Tupi, aqui no Ceará, e na rádio. Em dois meses, eu era muito conhecido, era um sucesso absoluto. E aí, iniciou essa história de que eu era gay. E eu nunca me incomodei porque eu nunca vi problema em uma pessoa ser gay ou ser lésbica. Eu não me incomodava nem explicava”, contou ao g1.
    Uma das atividades do comunicador era também apresentar eventos, como os desfiles de moda seguidos de bailes em Fortaleza. Nas festas, as pessoas começaram a perguntar se ele também sabia cantar.
    “Eu me meti a cantar de brincadeira. E aí virou sério, e eu virei cantor durante 22 anos”, recorda João Inácio. Nas décadas de 1980 e 1990, ele foi vocalista do grupo de forró Banda Malícia.
    Ele brinca que o uso de collant e calças bem apertadas durante as apresentações ajudou a espalhar os comentários sobre a sua sexualidade.
    E recorda que sempre se posicionou como aliado da causa LGBTQIA+, destacando, em seus programas, momentos importantes, como a transmissão de um casamento coletivo homoafetivo. O evento havia sido organizado pelo humorista cearense Paulo Diógenes, que atuava na defesa da diversidade sexual.
    Aos 69 anos, João Inácio Júnior relembra histórias de seus 50 anos como comunicador no Ceará
    Ismael Soares/SVM
    Alguns dos programas de sucesso comandados por João Inácio Júnior foram o Disque e Toque, na FM 93, e o João Inácio Show, na Rádio Verdes Mares AM e na TV Diário.
    A voz marcante, o humor e os personagens do rádio foram aspectos que ajudaram o comunicador a entrar para a história da mídia cearense. Um dos personagens mais famosos foi o Seu Gereba, um velho ‘esculhambado’ que abusava das piadas escrachadas ou de duplo sentido.
    Atualmente, João Inácio apresenta o programa Bafulê, trazendo informações e entretenimento na TV Diário e na rádio Verdinha 92.5. Com um formato em que aparece sempre no vídeo, o comunicador conta que deu um tempo nos personagens que dependiam apenas da sua voz.
    “Eu precisaria de bonecos para operacionalizar isso. Ou agora, criar com inteligência artificial. Mas a criatividade também não é tão simples. Ali, no caso dos personagens, eu pegava o tema do momento. Então, eu estava falando uma notícia, e já entravam os personagens, era uma criação imediata. Com bonecos ou inteligência artificial, eu teria que criar antes”, explicou.
    As histórias do Seu Gereba, do Chico Lacraia ou do Vovô Maraponga estão apenas na memória dos cearenses por enquanto. No entanto, João Inácio continua encontrando novas formas de entreter o seu público.
    Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
  • Moradores relatam medo antes mesmo da queda de avião em Capão da Canoa: ‘passavam muito baixo, parecia que ia bater’

    Moradores relatam medo antes mesmo da queda de avião em Capão da Canoa: ‘passavam muito baixo, parecia que ia bater’

    Moradores relatam medo antes mesmo da queda de avião em Capão da Canoa: ‘passavam muito baixo, parecia que ia bater’
    Moradores relatam medo antes da queda de avião no RS: “muito baixo, parecia que ia bater”
    Vizinhos do restaurante destruído após queda de avião em Capão da Canoa, no Litoral Norte do RS, relatam que mesmo antes do acidente que deixou quatro vítimas já sentiam medo com a frequência de voos baixos. O local do acidente fica a cerca de 200 metros do aeródromo da cidade.
    A zeladora Lenilda dos Santos, moradora do bairro Santa Luzia, conta que a preocupação era constante. “Parecia às vezes que os helicópteros passavam muito baixo. Parece que vai bater nas casas”, afirma.
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    Para ela, se o avião não tivesse atingido o restaurante, a tragédia poderia ter acometido sua família. “Se não tivesse esse restaurante aqui, tinha batido na casa da minha filha. Eles têm que ter um pouco mais de cuidado. Passa muito baixo, é horrível”, desabafa Lenilda.
    O pedreiro Moisés Melo dos Santos concorda: “Se não parasse aqui, ia pegar na casa da filha dela. Deus o livre. Ninguém quer uma coisa dessa”.
    Queda de avião de pequeno porte no RS causa estragos em apartamentos
    Nos dias seguintes ao acidente, o cenário na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis é de destruição e mobilização. O avião se chocou contra um poste em frente ao estabelecimento, derrubando a fiação e deixando parte do bairro sem luz.
    Equipes da CEEE Equatorial trabalhavam no local para instalar novos postes e restabelecer a energia elétrica. Com isso, os moradores que haviam deixado suas casas começaram a voltar.
    Engenheiros avaliaram a estrutura de uma casa de dois andares ao lado do restaurante. Segundo o Corpo de Bombeiros, a estrutura não foi abalada. Mesmo assim, os moradores foram aconselhados a deixar o imóvel temporariamente por causa do forte cheiro de querosene de aviação e fumaça.
    Queda de avião de pequeno porte no RS causa estragos em apartamentos vizinhos ao do restaurante que foi destruído
    Katielly Oliveira/Arquivo pessoal
    Avião de pequeno porte cai no Litoral Norte do RS; quatro mortes são confirmadas
    Vítimas passam a ser veladas
    Polícia instaura inquérito para apurar queda
    Casal de empresários, dono de empresa de aviação e piloto: quem são as vítimas
    Dono diz que restaurante deveria estar aberto com funcionários e família, mas reforma impediu: ‘era para estar toda a equipe’
    ‘Explodiu, parecia uma bomba’: moradores relatam queda de avião no RS
    A queda do avião
    Queda de avião no RS: imagens aéreas mostram como ficou local após acidente com 4 mortes
    Um avião de pequeno porte caiu e destruiu totalmente um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte do RS, na manhã de sexta-feira (3). Residências vizinhas também foram atingidas. Imagens aréas mostram como ficou o local após o impacto.
    As quatro pessoas a bordo da aeronave morreram, segundo o Corpo de Bombeiros. As vítimas foram identificadas como os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, além do piloto Nelio Pessanha, e o sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes. Eles passaram a ser velados a partir da noite de sábado (4).
    O restaurante que funcionava há 10 anos no local da queda foi destruído com o impacto e consumido pelas chamas. O que sobrou da estrutura foi demolido pelas equipes que atuaram no local.
    Destroços do restaurante que foi atingido pela queda de um avião de pequeno porte em Capão da Canoa (RS)
    Matheus Goulart/Agência RBS
    Avião de pequeno porte cai e piloto morre no Litoral Norte do RS
    Infográfico – Avião de pequeno porte cai no Litoral Norte do RS
    Arte/g1
    Avião de pequeno porte cai e piloto morre no Litoral Norte do RS
    Reprodução/Câmera de segurança
    Avião de pequeno porte cai e quatro pessoas morrem no Litoral Norte do RS
    Reprodução/Câmera de segurança
    VÍDEOS: Tudo sobre o RS
  • Distrito no Sul de MG guarda histórias submersas pelas águas de Furnas e cemitério acessível apenas de barco

    Distrito no Sul de MG guarda histórias submersas pelas águas de Furnas e cemitério acessível apenas de barco

    Distrito no Sul de MG guarda histórias submersas pelas águas de Furnas e cemitério acessível apenas de barco
    Distrito de Itaci, em Carmo do Rio Claro, guarda história submersa pelas águas de Furnas
    Cercado por mato e vestígios do que um dia foi um povoado movimentado, o antigo cemitério do distrito de Itaci, em Carmo do Rio Claro (MG), passou a ser acessado apenas por barco após a construção da Usina Hidrelétrica de Furnas, na década de 1960. O local permanece na margem oposta do atual distrito e ainda abriga sepultamentos, tornando-se um símbolo das mudanças provocadas pelas águas.
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    📺 Até o dia 10 de abril, o g1 Sul de Minas e a EPTV percorrem o Lago de Furnas na expedição especial “Travessia das Águas”, que mostra a dimensão, a importância econômica e as histórias de quem vive da água em torno do maior reservatório de água doce do Sudeste e um dos maiores do Brasil. Além das reportagens especiais no portal e de conteúdos exibidos nos telejornais da EPTV, é possível acompanhar os bastidores da expedição em um diário de bordo em tempo real.
    A travessia até a região é feita pelo Lago de Furnas, conhecido como “Mar de Minas”. A balsa que liga a sede do município ao distrito de Itaci está em funcionamento desde 1965 e leva cerca de 15 minutos. Do outro lado, vivem atualmente cerca de 120 moradores, em um ambiente que mantém características de arraial.
    ⚰️🚤 Antigo cemitério do distrito de Itaci só pode ser acessado por barco, após o alagamento causado pela Usina de Furnas
    🌊 Campo santo ficou isolado na margem oposta do atual distrito, cercado pelas águas do Lago de Furnas
    🌿 Local está tomado pelo mato, mas ainda preserva muros, colunas e sepultamentos antigos
    Distrito de Itaci, em Carmo do Rio Claro, guarda história submersa pelas águas de Furnas e cemitério acessível apenas de barco
    Reprodução EPTV
    Itaci foi fundado às margens do Rio Sapucaí e se desenvolveu em torno do comércio e da fé. A primeira igreja do povoado marcou o início da devoção ao Bom Jesus dos Aflitos, tradição mantida mesmo após o alagamento quase total do antigo distrito. Com a formação do reservatório, uma nova povoação foi construída às margens do lago, junto com um novo santuário, que permanece ativo até hoje.
    Enquanto o novo distrito se reorganizava, o antigo cemitério ficou isolado. O acesso passou a ser possível apenas pela água, reforçando o sentimento de distanciamento em relação a um espaço carregado de memória.
    Uma das pessoas que mantém ligação direta com o local é a lavradora Sueli Maria Maia Batista, que tem familiares enterrados no antigo cemitério. Ela aceitou voltar ao espaço após muitos anos.
    “Muitos anos, muitos anos, porque depois que fez o cemitério de lá e assim que meu pai foi sepultado aqui, demorou pouco tempo, aí já não teve que enterrar minha mãe de outro lado.”
    🕯️ Há pessoas enterradas no cemitério antigo, que segue como espaço de memória e respeito
    👩‍🌾 Moradores ainda visitam o local, mesmo com o difícil acesso, para rever túmulos de familiares
    🕰️ Distrito de Itaci foi fundado às margens do Rio Sapucaí, antes de ser praticamente inundado nos anos 1960
    Vista do distrito do Itaci, em Carmo do Rio Claro.
    Lorena Lemos/g1
    Sueli conta que tinha apenas 10 anos quando o pai morreu afogado nas águas que tomaram a região. Pouco tempo depois, o novo cemitério foi construído próximo ao atual distrito, ao lado do Santuário do Bom Jesus dos Aflitos. A mãe dela já foi enterrada nesse novo espaço.
    No antigo cemitério, ainda é possível identificar muros, colunas e estruturas que resistem ao tempo, apesar de estarem parcialmente encobertas pela vegetação. O cenário evidencia o abandono forçado de uma área que fazia parte do cotidiano da antiga comunidade.
    As transformações provocadas pela chegada das águas também são lembradas pelos moradores mais antigos. Dona Iolanda Pereira Iunes, de 92 anos, viveu o período anterior ao alagamento e relembra como era o distrito antes da hidrelétrica.
    “O Juscelino, quando vinha para a Boa Esperança, dar palestra, fazer comício, vinha de noite jantar na fazenda do pai da minha madrinha e posava tudo aí com aqueles homens, porque a fazenda era uma fazenda, parecia um palácio. Tinha um jardim na frente, uma coisa mais linda. Era só trazer flor para pôr na igreja.”
    ⛪ Devoção ao Bom Jesus dos Aflitos começou na antiga igreja do distrito, antes da formação do lago
    🏗️ Novo santuário foi construído na década de 1960, junto com a nova povoação às margens de Furnas
    🙏 Santuário à beira do lago recebe cerca de 15 mil fiéis em agosto, durante a festa do padroeiro
    Distrito de Itaci, em Carmo do Rio Claro, guarda história submersa pelas águas de Furnas e cemitério acessível apenas de barco
    Reprodução EPTV
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    O antigo Itaci chegou a ser um importante polo comercial, com telégrafo, cartório próprio e intensa circulação de mercadorias, impulsionada pelo Rio Sapucaí. O farmacêutico Henrique Pereira Iunes explica que o distrito reunia imigrantes de diferentes origens.
    “O Itaci, ele era uma colônia de sírio-libaneses, todos tinham comércio aqui e graças ao Rio Sapucaí, esse comércio era escoado através de um vapor, que trazia mercadorias, trazia pessoal para cá. E aqui tinha colônia libanesa, que era bastante gente, tinha portugueses, espanhóis, todo esse pessoal trabalhava aqui com comércio.”
    Distrito de Itaci guarda histórias e lembranças da época da construção do lago de Furnas
    Hoje, Carmo do Rio Claro é o município com a maior área alagada pelo Lago de Furnas: são 208,06 quilômetros quadrados de área inundada. A cidade tem área total de 1.065,685 km² e população estimada em 21.506 habitantes em 2025.
    🧓 Moradores mais antigos relatam a chegada das águas e as profundas mudanças na paisagem e na vida da comunidade
    🗺️📊 Carmo do Rio Claro é o município com a maior área alagada pelo Lago de Furnas, com 208,06 km² inundados
    💧🕊️ O cemitério antigo se tornou um dos símbolos mais silenciosos do impacto de Furnas sobre o distrito
    Antigo distrito do Itaci desapareceu com a inundação de Furnas na década de 1960
    Reprodução EPTV
    Às margens do lago, o novo Santuário do Bom Jesus dos Aflitos se tornou um dos principais pontos de peregrinação do Sul de Minas. Segundo a Prefeitura, a festa do padroeiro, realizada em agosto, chega a reunir cerca de 15 mil pessoas todos os anos.
    Sobre a importância do local, a agente comunitária de saúde Liliana Aparecida de Souza Oliveira destaca o valor histórico e cultural da imagem venerada.
    “A imagem do Bom Jesus dos Aflitos, que está aqui no santuário, que é um dos santuários de maior peregrinação de Minas Gerais, é uma imagem belíssima do Cristo ressuscitado. Constatou-se indícios de que trata-se de uma obra de um discípulo de Aleijadinho. É uma imagem que tem um valor cultural, além do grande valor que tem espiritual, religioso para a nossa região.”
    Infográfico – Usina de Furnas em números
    Arte g1
    Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
  • Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado

    Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado

    Quando a criança pode ir no banco da frente? Veja como evitar erros na volta do feriado
    Cadeirinhas infantis: veja as regras para usar cada uma
    A escolha e o uso adequado da cadeirinha infantil ainda despertam dúvidas entre pais e responsáveis, mesmo após a sua obrigatoriedade em veículos de passeio, estabelecida em setembro de 2010.
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    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) permite o transporte no banco da frente em situações específicas:
    Crianças a partir de 10 anos, com cinto de segurança;
    Quando o banco traseiro só tem cinto de dois pontos;
    Em veículos sem banco traseiro, como picapes de cabine simples;
    Quando há mais crianças do que lugares no banco traseiro — a de maior estatura pode ir na frente;
    Equipamentos certificados.
    Segundo a Senatran, apenas bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação são considerados dispositivos adequados. O Inmetro reforça que não há certificação para outros tipos de equipamentos.
    “Sem um equipamento certificado, ou seja, que passou por testes rigorosos, a criança não estará devidamente protegida”, alerta Fábio Viviani, especialista em segurança veicular.
    Bebê conforto, cadeirinha e assento com elevação: os dispositivos indispensáveis para transportar crianças
    g1
    Confira abaixo as principais dúvidas sobre transporte seguro de crianças em carros:
    Qual cadeirinha usar no carro?
    Quando trocar a cadeirinha?
    Como usar e fixar o assento de elevação?
    Onde instalar a cadeirinha?
    O que é e como usar o Isofix?
    Qual cadeirinha usar no carro?
    No papel, a regra do Contran define faixas etárias para cada tipo de equipamento:
    Bebê conforto: até 1 ano ou 13 kg;
    Cadeirinha: de 1 a 4 anos ou entre 9 kg e 18 kg;
    Assento de elevação: de 4 a 7 anos; entre 15 kg e 36 kg ou até 1,45 m de altura;
    Banco traseiro com cinto de segurança: de 7 anos a 10 anos, desde que a criança tenha pelo menos 1,45 m de altura.
    O uso incorreto da cadeirinha, além da insegurança para o bebê ou a criança, inclui multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo.
    O Inmetro, que certifica os produtos, classifica os dispositivos por grupos que combinam idade, peso e altura. Há modelos que abrangem mais de um grupo e podem ser usados por mais tempo.
    “Existem cadeirinhas certificadas que comportam de 0 kg a 25 kg, por exemplo. Outras duram praticamente todo o tempo em que a criança vai precisar usar dispositivo de retenção”, afirma Gustavo Kuster, do Inmetro.
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    Quando trocar a cadeirinha?
    O modelo da cadeirinha deve acompanhar o crescimento da criança, garantindo que ela esteja sempre firme e protegida. Como cada versão é indicada para uma faixa etária específica, a troca do equipamento se torna necessária conforme o desenvolvimento.
    A transição entre os dispositivos deve considerar, na seguinte ordem de prioridade:
    💺 O conforto;
    👶 O tamanho da criança;
    🎂 A idade da criança.
    Um bebê que já não cabe no bebê conforto, por exemplo, pode ir para a cadeirinha, mesmo que ainda não tenha completado a idade mínima para a transição.
    “Se ela ainda cabe naquele dispositivo, está confortável, com o cinto bem preso, pode continuar nele”, afirma Kuster.
    A posição do bebê conforto — voltado para o encosto do banco — é recomendada por causa da anatomia dos recém-nascidos. “O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido”, explica Celso Arruda, especialista da Unicamp.
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    Como usar e fixar o assento de elevação?
    Para os mais crescidos, a altura é o fator mais importante na hora de dispensar o assento de elevação.
    Crianças com menos de 1,45 m não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais de 7 anos. O assento serve para posicionar corretamente o cinto de três pontos, que deve passar pelo peito.
    “Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, diz Kuster.
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    Onde instalar a cadeirinha?
    O lugar mais seguro para transportar a criança é o banco traseiro, com cinto de três pontos e o dispositivo adequado. Mas há exceções.
    Em carros que só têm cinto de dois pontos no banco de trás — e não há cadeirinha certificada para esse tipo de cinto — o ideal é levar a criança no banco da frente, com cinto de três pontos e o equipamento de retenção.
    Mas é preciso desligar o airbag, nos carros equipamentos com o dispositivo, para não eclodir em caso de acidente e causar mais danos do que proteger a criança.
    “Dar um jeito de fixar a cadeirinha feita para cinto de três pontos em um cinto com dois pontos é ruim”, alerta Viviani.
    “Pode até parecer que ficou firme, mas nos crash tests é impressionante ver as forças envolvidas. A cadeirinha sem esse terceiro ponto de fixação não vai trabalhar da maneira como foi projetada”.
    Nesses casos, a recomendação é recuar o banco dianteiro ao máximo, para afastar a criança do painel.
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    O que é e como usar o Isofix?
    Uma das formas de prender o bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação nos carros é o Isofix, que ancora a cadeirinha ao assento traseiro do carro. Porém, a lei do Isofix foi sancionada em 2015 e somente em 2020 é que passou a ser obrigatória para todos os veículos novos fabricados ou importados no país.
    Este tipo de ancoragem exige pontos de fixação específicos, tanto no veículo quanto na cadeirinha.
    O sistema é composto por dois pontos de fixação na base da cadeirinha ou do bebê-conforto, que se encaixam a dois pontos no veículo, localizados no vão entre o assento e o encosto do banco traseiro.
    Pontos de ancoragem do Isofix em um Volkswagen Golf
    divulgação/Volkswagen
    Para fixar a cadeirinha, você precisa:
    Localizar os pontos de ancoragem no banco traseiro, que podem ser visíveis como na imagem acima, ou escondidos. Neste caso, um ícone de cadeirinha infantil ou o nome “Isofix” fica fisível.
    Guiar os pontos da cadeirinha aos locais do banco e empurrar, até escutar um “clique”.
    Em algumas cadeirinhas, uma indicação em verde aparece próxima do local de ancoragem no assento do veículo.
    Ponto de ancoragem Isofix em um Volkswagen Golf
    divulgação/Volkswagen
    Um terceiro ponto pode estar no carro e ele se liga a uma espécie de gancho da cadeirinha, evitando que o dispositivo se movimente. Esse ponto tem nome de Top Tether e, se estiver no seu carro, estará em um dos seguintes locais:
    No assoalho;
    Na parte de trás do encosto (na área do porta-malas, como na imagem abaixo);
    Na lateral do carro (na mesma área de onde saem os cintos de segurança).
    Top tether em um Volvo XC40
    divulgação/Volvo
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  • Trump confirma que piloto americano foi resgatado: ‘são e salvo’

    Trump confirma que piloto americano foi resgatado: ‘são e salvo’

    Trump confirma que piloto americano foi resgatado: ‘são e salvo’
    Os Estados Unidos resgataram o tripulante do caça F-15E derrubado na última sexta-feira (3), no Irã. A informação havia sido divulgada inicialmente pela rede de notícias Al Jazeera e pela agência Reuters, logo depois, confirmada por Donald Trump em sua rede social: “são e salvo”.
    Entretanto, segundo fontes do canal internacional, o militar ainda não está em total segurança. A equipe de resgate ainda precisa deixar o território iraniano e retornar à base em segurança.
    Durante a madrugada deste domingo (5) o presidente americano comentou o resgate afirmando que o piloto “estava atrás das linhas inimigas nas traiçoeiras montanhas do Irã, sendo caçado”. Confira o pronunciamento:
    Donald Trump confirma resgate de piloto americano no Irã
    Reprodução Redes/Truth @realDonaldTrump
    ➡️ Esta reportagem traz informações preliminares que podem ser atualizadas assim que novos dados forem confirmados pelas autoridades.
    Iranianos pegam em armas para tentar capturar piloto americano desaparecido
    Contexto da operação de resgate
    O caça F-15E foi abatido por defesas aéreas iranianas em uma região montanhosa no sudoeste do país. Dois tripulantes estavam a bordo e conseguiram ejetar antes da queda. Enquanto um dos militares foi localizado e salvo por forças dos EUA poucas horas após o incidente, o segundo permanecia desaparecido até então.
    Além do F-15E, um segundo avião militar americano, modelo A-10 Thunderbolt II, também teria sido abatido na sexta-feira perto do Estreito de Ormuz. O piloto desta segunda aeronave, que estava sozinho, foi resgatado com sucesso — contou o jornal The New York Times.
    Gif mostra caça F-35 sendo alvejado pelo Irã
    Reprodução
    Corrida contra o tempo e recompensas
    A busca pelo tripulante do F-15E tornou-se uma “corrida contra o relógio”. O regime iraniano mobilizou tropas por terra e ofereceu uma recompensa de US$ 60 mil (cerca de R$ 300 mil) para moradores que ajudassem a capturar o piloto americano.
    A missão de resgate enfrentou forte resistência. Vídeos divulgados pela mídia estatal iraniana mostraram homens armados disparando contra helicópteros Black Hawk da Força Aérea dos EUA que vasculhavam a área. Fontes do governo americano confirmaram que aeronaves foram atingidas por fogo inimigo, mas conseguiram retornar às bases.
    O episódio marca a primeira vez na guerra que aviões tripulados dos EUA são abatidos dentro do território iraniano. O presidente Donald Trump, que anteriormente havia declarado que a defesa aérea do Irã estava fragilizada, deu um ultimato de 48 horas para que o país aceite um acordo, sob ameaça de ataques severos a infraestruturas de energia e petróleo.
  • Trump confirma resgate de piloto no Irã; ACOMPANHE

    Trump confirma resgate de piloto no Irã; ACOMPANHE

    Trump confirma resgate de piloto no Irã; ACOMPANHE
    Trump confirma resgate de piloto no Irã; ACOMPANHE Trump afirmou que episódio não atrapalha negociações, mas deu novo ultimato para que Teerã reabra Estreito de Ormuz. Os Estados Unidos resgataram o tripulante do caça F-15E derrubado na última sexta-feira (3), no Irã; Trump: ‘são e salvo’. Os EUA ainda não se manifestaram. Enquanto isso, Donald Trump deu prazo até segunda-feira para Irã reabrir Estreito de Ormuz. . Em sinal de flexibilização, o Irã autoriziou a passagem de navios com bens essenciais pelo estreito. . Ainda assim, o Conselho de Segurança vai votar resolução que permite uso da força no Estreito de Ormuz. A votação foi adiada para negociações. . Já no front de guerra, Israel disse ter bombardeado usinas siderúrigicas e petroquímicas do Irã.
  • O que se sabe sobre a queda do avião de deixou quatro mortos no RS (e o que falta saber)

    O que se sabe sobre a queda do avião de deixou quatro mortos no RS (e o que falta saber)

    O que se sabe sobre a queda do avião de deixou quatro mortos no RS (e o que falta saber)
    Avião de pequeno porte cai e piloto morre no Litoral Norte do RS
    Por volta das 10h38 da Sexta-feira Santa, em 3 de abril, um avião de pequeno porte caiu e se chocou contra um restaurante em Capão da Canoa, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. As quatro pessoas a bordo da aeronave morreram.
    Imagens registradas por câmeras de segurança da prefeitura captaram o momento em que o avião cai. Em seguida, é registrada uma explosão.
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    Testemunhas que presenciaram a fatalidade relatam que a explosão decorrente do choque da aeronave com o restaurante causou “um cogumelo de fogo para cima”.
    O trajeto
    Infográfico – Avião de pequeno porte cai no Litoral Norte do RS
    Arte/g1
    O avião decolou de Itápolis, município do noroeste paulista, em direção ao Rio Grande do Sul. A aeronave ainda fez escala na cidade de Forquilha, em Santa Catarina, para abastecer.
    De acordo com o proprietário da aeronave, Allan Peluzzi, dono da Peluzzi Aviation, empresa de venda e aluguel de aviões, o modelo Piper Jetprop DLX estava se deslocando para Capão da Canoa para ser vendido.
    O voo que acabou em tragédia seria uma demonstração da aeronave aos futuros donos. Essa era a primeira vez do casal em um avião deste tipo.
    Conforme a Brigada Militar, a aeronave “estaria voando em baixa altitude, momento em que passou a perder altura e veio a cair”.
    As vítimas
    Vítimas de queda de avião são o casal Deborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o piloto Nelio Pessanha e o sócio da empresa de aviação Renan Saes
    Reprodução/Redes sociais
    Nenhum dos quatro ocupantes da aeronave resistiu ao impacto. As vítima foram identificadas como os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, que eram casados, o sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, e o piloto Nelio Pessanha.
    O casal de empresários atuava no setor de eventos e ficou conhecido pela organização de feiras comerciais voltadas ao segmento têxtil. Juntos, eles não tiveram filhos em comum, mas formavam uma família com filhos de relacionamentos anteriores. Déborah era mãe de trigêmeos, e Luis, pai de um filho.
    Naturais de Ibitinga (SP), cidade reconhecida nacionalmente como a Capital Nacional do Bordado, eles viveram por muitos anos no município antes de se mudarem para Xangri-lá (RS), onde passaram a desenvolver parte dos negócios na cidade vizinha Capão da Canoa.
    O casal estava à frente de uma feira itinerante inspirada na tradicional Feira do Bordado de Ibitinga, uma das maiores feiras de enxovais da América Latina, realizada anualmente na cidade do interior de São Paulo. A feira organizada pelo casal utilizava a reputação do polo têxtil de Ibitinga para promover eventos comerciais em diferentes cidades do RS.
    Em depoimento ao g1, uma amiga do casal, a empresária Fernanda de Matos, relata que Déborah e Luis eram muito unidos: “eles partiram juntos porque o amor deles era forte e verdadeiro”.
    O piloto e sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, publicou um vídeo nas redes sociais momentos antes da fatalidade. Na postagem, feita por volta das 9 horas em seu perfil pessoal, é possível ver imagens da vista da janela do avião.
    No post, o piloto marcou a página da empresa Peluzzi Aviation. O sócio de Renan, Allan Peluzzi, confirma que o vídeo trata-se do avião que caiu. Ele acredita que a gravação foi feita pouco antes do pouso no aeroporto de Forquilhinha. Nas imagens, é possível ver a paisagem, um complexo de energia eólica e também o painel da aeronave.
    O Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul liberou os corpos das quatro vítimas e os velórios passaram a ser realizados entre a noite deste sábado (4) e a manhã de domingo (5), em três estados diferentes: Capão da Canoa (RS), Itápolis (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ).
    As causas
    Avião de pequeno porte cai e piloto morre no Litoral Norte do RS
    Reprodução/Câmera de segurança
    As causas do acidente ainda são desconhecidas. A Força Aérea Brasileira (FAB) é a responsável por apurar o que ocorreu por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
    Investigadores do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, com sede em Canoas, foram acionados para realizar a ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave.
    A ação inicial é quando profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação.
    Paralelamente, a Polícia Civil do RS instaurou um inquérito para investigar a queda do avião. A polícia fará a apuração criminal dos fatos, com o objetivo de verificar eventual ocorrência de ilícitos penais, esclarecer as circunstâncias do acidente e identificar possíveis responsabilidades decorrentes do evento.
    O local
    Queda de avião no RS: imagens aéreas mostram como ficou local após acidente com 4 mortes
    A tragédia poderia ter sido ainda maior. O restaurante atingido pela aeronave estava fechado para reforma pontuais, mas tinha previsão inicial de estar aberto sendo preparado para receber clientes no feriado da Páscoa.
    “Há dois dias decidimos que não abriríamos na Sexta-feira Santa para o almoço, porque eu queria fazer umas pequenas reformas. Então, a gente não abriu. Era para estar toda a equipe trabalhando”, declarou o empresário Douglas Roos, no dia do acidente.
    O estabelecimento foi completamente destruído pelo impacto e consumido pelas chamas, antes de ser demolido pelo Corpo de Bombeiros, como mostram imagens áreas captadas após a colisão. O restaurante que funcionava há 10 anos no local da queda.
    Destroços do restaurante que foi atingido pela queda de um avião de pequeno porte em Capão da Canoa (RS)
    Matheus Goulart/Agência RBS
    Nos dias seguintes ao acidente, o cenário na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis é de destruição e mobilização. O avião se chocou contra um poste em frente ao estabelecimento, derrubando a fiação e deixando parte do bairro sem luz.
    Engenheiros avaliaram a estrutura das casas ao lado do restaurante. Segundo o Corpo de Bombeiros, a estrutura não foi abalada. Mesmo assim, os moradores foram aconselhados a deixar o imóvel temporariamente por causa do forte cheiro de querosene de aviação e fumaça.
    Moradores relatam medo antes da queda de avião no RS: “muito baixo, parecia que ia bater”
    Confira a cobertura completa da queda do avião
    Avião de pequeno porte cai no Litoral Norte do RS; quatro mortes são confirmadas
    VÍDEO mostra momento da queda de avião de pequeno porte em Capão da Canoa
    ‘Cogumelo de fogo’, relata testemunha de queda de avião
    Casal de empresários, dono de empresa de aviação e piloto: quem são as vítimas
    Casal de empresários organizava feiras de roupas e enxovais; vítima era mãe de trigêmeos
    Dono diz que restaurante onde avião caiu no deveria estar aberto com funcionários e família, mas reforma impediu: ‘era para estar toda a equipe’
    VÍDEO mostra como ficou o restaurante atingido por avião
    Piloto gravou vídeo de dentro de avião e fez post nas redes sociais momentos antes da queda
    Casal de empresários iria comprar a aeronave, diz dono
    ‘Partiram juntos porque o amor deles era forte e verdadeiro’, diz amiga de empresários vítimas
    Polícia instaura inquérito para apurar queda de avião que deixou quatro mortos no RS
    Vítimas de avião que caiu no RS passam a ser veladas
    Queda de avião de pequeno porte no RS causa estragos em apartamentos
    Avião de pequeno porte cai e quatro pessoas morrem no Litoral Norte do RS
    Reprodução/Câmera de segurança
    VÍDEOS: Tudo sobre o RS
  • Dupla Sena hoje: resultado do concurso 2940 e números sorteados

    Dupla Sena hoje: resultado do concurso 2940 e números sorteados

    Dupla Sena hoje: resultado do concurso 2940 e números sorteados
    Volantes da Dupla Sena
    G1
    Veja abaixo os números do sorteio do concurso 2940 da Dupla Sena realizado neste sábado (4):
    1º sorteio: 5 – 13 – 18 – 29 – 31 – 33
    2º sorteio: 1 – 8 – 15 – 19 – 21 – 22
    Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 2940:
    1º sorteio:
    6 acertos: 4 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 10.049.459,88;
    5 acertos: 874 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 4.262,38;
    4 acertos: 44.299 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 96,10;
    3 acertos: 779.197 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 2,73.
    2º sorteio:
    6 acertos: 1 aposta ganhadora, que vai receber R$ 4.097.855,51;
    5 acertos: 579 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 5.790,66;
    4 acertos: 35.048 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 121,47;
    3 acertos: 666.204 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 3,19;
    Isso significa que a Dupla Sena não acumulou após o concurso 2940.
    O próximo sorteio acontece na segunda-feira (6).
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    Como jogar na Dupla Sena
    Na Dupla Sena, o jogador participa de dois sorteios com um volante, escolhendo entre 6 e 15 números dentre os 50 disponíveis em cada sorteio. Vence o prêmio as apostas que acertarem 3, 4, 5 e 6 números no primeiro sorteio, no segundo sorteio ou nos dois.
    Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. Outra opção é repetir seu jogo da sorte por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.
    O valor mínimo da aposta é de R$ 3,00.
    O valor da aposta e a chance de acerto variam conforme a quantidade de números escolhidos e de trevos escolhidos:
    Chances de acerto e valor da aposta
    A divisão do prêmio é a seguinte:
    Para o 1º sorteio:
    30% entre os acertadores de 6 números;
    10% entre os acertadores de 5 números;
    8% entre os acertadores de 4 números;
    4% entre os acertadores de 3 números.
    Para o 2º sorteio:
    11% entre os acertadores de 6 números;
    9% entre os acertadores de 5 números;
    8% entre os acertadores de 4 números;
    4% entre os acertadores de 3 números.
    Sorteio da Dupla Sena
    A Dupla Sena tem três sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 21h.
    Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.
  • Auto de Páscoa de São José dos Campos mobiliza 2,3 mil voluntários e reúne multidão na Semana Santa

    Auto de Páscoa Evangélico reúne pessoas de várias religiões em São José dos Campos
    Em São José dos Campos, Vale do Paraíba, São Paulo, o Alto de Paschoal Evangélico reúne pessoas de diversas religiões.
    A história mais conhecida da humanidade vai além do espetáculo. É trabalho coletivo movido pela fé e pela arte. A cada ano na Semana Santa, as apresentações reúnem 5.500 pessoas por dia. Nos bastidores, são 2.300 voluntários envolvidos em cada detalhe.
    Maquiagem, figurino, balé, teatro, técnica e uma orquestra ao vivo. Atrás do palco, cada movimento precisa de sincronismo.
    “Quem vai por ali, quem volta por aqui. Então, a gente tem considerado esse camarim também como uma grande coreografia”, diz a coordenadora de elenco de cança Fernanda Rodrigues.
    Milhares de peças e acessórios trocados em ritmo acelerado conforme o roteiro para ninguém se perder. Para o personagem principal, uma equipe inteira, oito maquiadores só para ele.
    Nos bastidores, tudo precisa ser rápido e cronometrado. Jesus, entre uma cena e outra, tem pouquíssimo tempo para poder mudar completamente o personagem. Foi meio minuto para preparar ele para o julgamento, menos de 50 segundos para a crucificação e agora vão ser cerca de 6 minutos para deixar ele pronto para o último ato do espetáculo, a ressurreição.
    “Desafio de fazer esse quebra-cabeça, juntar colocar todas as peças, cada uma no seu lugar, é grande, mas é muito valioso”, comenta Leila Paes, coordenadora geral do Auto de Páscoa.
    Pessoas de diferentes crenças se encontram e a mensagem vai além do palco.
    “Afinal de contas, nós somos todos cristãos, né? Todos adoramos o mesmo Deus. É uma mensagem cada vez mais necessária e todos os anos, eles inovam”, revela o padre Vladimir Ferreira Coelho.
    “Maravilhoso, é é um espetáculo. É muito bom ver Cristo e uma representação tão bonita.”, comenta a arquiteta Letícia Harumi.
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