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  • Jovem morto em frigorífico iniciou na empresa como menor aprendiz e se tornou supervisor 

    Jovem morto em frigorífico iniciou na empresa como menor aprendiz e se tornou supervisor 

    Jovem morto em frigorífico iniciou na empresa como menor aprendiz e se tornou supervisor 
    Jovem morre em acidente de trabalho em frigorífico no interior do TO
    Casado, pai de um bebê de oito meses e padrasto de uma criança de cinco anos, Pedro Henrique Pereira Costa Silva, de 21 anos, trabalhava no frigorífico onde morreu desde o primeiro emprego. Segundo a família, ele entrou no local como jovem aprendiz e atualmente ocupava o cargo de supervisor. O jovem não resistiu aos ferimentos após ser atingido por estruturas de madeira, em Nova Olinda.
    O acidente ocorreu na quinta-feira (2). Segundo a Polícia Militar, testemunhas informaram que o jovem foi atingido por pallets — estruturas de madeira que servem para sustentar e transportar cargas. Ele foi socorrido e morreu após dar entrada no hospital do município.
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    De acordo com Aline Facundo, prima de Pedro, o rapaz se dedicava à profissão e fazia cursos para evoluir na carreira. “Um funcionário exemplar, dedicado, focado em trabalhar. Pedro era apaixonado pela esposa. Cuidava de todas as mulheres da família. Sempre quis ser pai, pois não teve pai presente”, disse.
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    Quem era o jovem que morreu após acidente de trabalho em frigorífico no TO
    Jovem morre após acidente de trabalho em frigorífico no interior do TO
    Acidente aconteceu nesta quinta-feira (2) em unidade da Masterboi
    Reprodução/Instagram Colégio Estadual Dr. Hélio Souza Bueno
    Em nota, a Masterboi lamentou a morte de Pedro Henrique e prestou solidariedade aos familiares e amigos. A empresa informou que abriu uma apuração interna e está colaborando com a polícia, além de garantir apoio à família da vítima (veja a nota na íntegra abaixo).
    O Colégio Estadual Dr. Hélio Souza Bueno, onde Pedro Henrique estudou, também manifestou pesar. Em nota, a instituição lamentou a morte do ex-aluno, descrevendo-o como um jovem exemplar e atencioso durante o período em que frequentou a escola.
    A Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP) informou que a Polícia Civil investiga as causas do acidente.
    Íntegra da nota da Materboi
    A Masterboi lamenta profundamente o acidente ocorrido em sua unidade industrial de Nova Olinda, no Tocantins, que resultou no falecimento do colaborador. A empresa manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas neste momento de dor.
    A companhia informa que iniciou imediatamente a apuração dos fatos para esclarecer as circunstâncias do ocorrido, seguindo seus protocolos internos e colaborando com as autoridades competentes.
    A Masterboi afirma que vai prestar todo o apoio necessário aos familiares do colaborador neste momento difícil.
    Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
  • Como região da Bolívia virou refúgio para o PCC e por que é difícil desmantelar facções criminosas no país

    Como região da Bolívia virou refúgio para o PCC e por que é difícil desmantelar facções criminosas no país

    Como região da Bolívia virou refúgio para o PCC e por que é difícil desmantelar facções criminosas no país
    Membros de organizações criminosas do Brasil e do Uruguai operam da Bolívia
    Getty Images/BBC
    Na manhã do dia 13 de março, Santa Cruz de la Sierra acordou em alvoroço com a prisão de um dos traficantes mais procurados da América Latina.
    Tratava-se de Sebastián Marset, líder do chamado Primeiro Cartel Uruguaio (PCU), capturado enquanto dormia em sua casa na capital de Santa Cruz, considerada a cidade mais rica e elitizada da Bolívia.
    Marset havia deixado Montevidéu, no Uruguai, em 2018 e, após passar pelo Paraguai e por Dubai, refugiou-se na Bolívia.
    Durante o período em que viveu no país, chegou a usar uma identidade brasileira falsa para jogar na liga de futebol de Santa Cruz e cultivou vínculos com grupos criminosos poderosos como o Primeiro Comando da Capital (PCC).
    Em um vídeo publicado em suas redes sociais em outubro de 2025, ele apareceu fortemente armado ao lado de um grupo de pessoas encapuzadas e um símbolo do PCC, afirmando que estavam “preparados para fazer guerra com quem fosse”.
    Extraditado aos Estados Unidos — onde é investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro — no mesmo dia em que foi preso, Marset não foi o único alvo das autoridades policiais.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Dias após sua captura, o governo boliviano informou que cinco colombianos e dois equatorianos também foram detidos em Santa Cruz durante uma operação para desarticular organizações criminosas.
    As prisões recentes refletem um padrão que tem consolidado a cidade como refúgio de lideranças do crime organizado, inclusive de facções brasileiras.
    Em maio do ano passado, Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta, foi preso durante uma operação conjunta das autoridades bolivianas e da Polícia Federal. Ele foi identificado após tentar renovar sua identidade usando um documento falso.
    Segundo o Ministério Público de São Paulo, Tuta era um dos principais coordenadores de um esquema internacional de lavagem de dinheiro vinculado ao PCC e estava na lista vermelha da Interpol, a Organização Internacional de Polícia Criminal.
    O Ministério Público acredita que outros integrantes da facção, que estão foragidos, possam estar escondidos na Bolívia.
    Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que Santa Cruz se tornou um “hub logístico e financeiro para o tráfico”, ao concentrar localização estratégica e infraestrutura que facilitam a atuação do crime organizado.
    “É um local que dá condições operativas para esses grupos se fixarem e estabelecerem seus negócios”, diz Rodrigo Chagas, professor da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e pesquisador sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
    O vice-ministro de Substâncias Controladas da Bolívia, Ernesto Justiniano, reconhece que Santa Cruz de la Sierra ocupa uma posição estratégica nas rotas do tráfico de drogas, mas afirma que o problema não é exclusivo de seu país, e sim de uma “rede criminosa que opera em diferentes lugares”.
    Sebastián Marset, líder do chamado Primeiro Cartel Uruguaio (PCU), dormia ao ser surpreendido pela polícia
    Reuters
    O caminho da coca
    Localizada fora do altiplano, Santa Cruz de la Sierra fica nas áreas mais baixas do país, com extensas planícies que favorecem o cultivo de grãos como soja e trigo.
    Essa região não se destaca pelo cultivo de coca devido ao clima mais seco em comparação com as duas principais áreas produtoras do país: as Yungas de La Paz e o Chapare, em Cochabamba.
    No entanto, o plantio ocorre de forma limitada na cidade de Yapacaní, na província de Ichilo, próxima à fronteira com Cochabamba, segundo o relatório Territórios da Coca e da Cocaína, publicado em outubro pela Universidade Internacional da Flórida.
    Embora a folha de coca de Yungas de La Paz seja usada principalmente para o “acullico”, um consumo cultural legal em várias regiões, a proveniente do Chapare e de Ichilo, mais resistente, geralmente entra na cadeia de produção de drogas que abastece o tráfico.
    A importância desse cultivo ajuda a explicar como Evo Morales, que ainda lidera o sindicato dos produtores de coca do Chapare, chegou à Presidência com o lema “Coca sim, cocaína não”.
    Apesar de Santa Cruz não ter grandes extensões de terra dedicadas ao cultivo da planta, especialistas afirmam que houve um transição na região, de um processamento pequeno de coca para a produção de cocaína.
    “As folhas chegam do Chapare, são processadas em fábricas de cocaína em Yapacaní e, a partir daí, enviadas de avião aos países vizinhos”, explica o professor boliviano Eduardo Gamarra, da Universidade Internacional da Flórida, que é autor do relatório.
    O documento, publicado em parceria com o Comando Sul dos Estados Unidos, aponta que o processamento da droga tem se deslocado progressivamente das zonas tropicais do Chapare para áreas rurais da fronteira de Santa Cruz.
    As autoridades bolivianas já haviam observado em 2019 que Yapacaní tinha se tornado “uma base para refinar a pasta de coca do Chapare e convertê-la em cloridrato de cocaína”, acrescenta Gamarra.
    Soldados destroem plantas de coca como parte de um programa para erradicar o excedente das folhas, em Chimoré, na Bolívia
    Reuters
    De qualquer forma, a Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) constatou que os cultivos de coca em Santa Cruz representam apenas 0,5% do total das áreas cultivadas no Trópico de Cochabamba.
    Além disso, houve uma redução de 71% da superfície cultivada em comparação com o ano anterior. Esse número contrasta com a tendência nacional, que registrou um aumento de 10% no cultivo de coca no ano passado, atingindo 34.000 hectares.
    “A quantidade de hectares cultivados disparou nos últimos anos no país”, afirma o vice-ministro de Substâncias Controladas da Bolívia, ressaltando, contudo, que Santa Cruz não é conhecida pela produção da planta.
    Mas qual é o papel de Santa Cruz na rota do tráfico, afinal?
    Distribuição e comercialização
    A cerca de três horas de carro de Yapacaní, na moderna capital de Santa Cruz, encontra-se o principal mercado de folhas de coca do país.
    Segundo o último relatório Monitoramento de Cultivos de Coca — elaborado com suporte técnico do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e publicado em dezembro do ano passado —, Santa Cruz concentra 37% da folha comercializada na Bolívia, tornando-se o principal destino para a venda dessa planta, embora grande parte do comércio não ocorra pelo mercado legal.
    De toda forma, o negócio não se limita à folha, mas também inclui a venda do alcaloide derivado da planta.
    Segundo especialistas ouvidos pela BBC, há alguns anos a Bolívia recebe a pasta base produzida no Peru e a transforma em cloridrato de cocaína em seus laboratórios. A cocaína que sai do Trópico de Cochabamba em pequenas aeronaves chega a hangares em Santa Cruz e, de lá, é transportada para o Paraguai, para a Argentina ou para o Brasil, tendo e Europa como destino final.
    “Hoje foi Sebastián Marset, mas amanhã pode ser outra pessoa a se aproveitar desse ‘caldo’ de cocaína feito com coca ilegal produzida em nosso país”, afirma o vice-ministro.
    Segundo o último relatório da ONU, as apreensões de pasta base de cocaína aumentaram 73% em relação ao ano anterior na Bolívia, enquanto as de cloridrato de cocaína subiram 115%.
    Refúgio do PCC
    Mas o que tem levado líderes de organizações criminosas de outros países a se estabelecer em Santa Cruz?
    Os analistas concordam que, em primeiro lugar, isso se deve à localização estratégica da região.
    O leste boliviano compartilha uma extensa fronteira com o Brasil e o Paraguai e, embora não tenha saída para o mar, possui acesso a rios que conectam o país aos vizinhos.
    “Santa Cruz ocupa territorialmente uma posição privilegiada do ponto de vista logístico do tráfico, por sua proximidade com o Brasil — que abriga um dos principais portos, o de Santos — e com a hidrovia Paraguai-Paraná, por onde a cocaína é exportada para a Europa”, diz Gabriela Reyes Rodas, especialista boliviana em tráfico de drogas e comércio ilícito.
    O pesquisador Rodrigo Chagas aponta que essa posição está diretamente ligada à estrutura logística necessária para o funcionamento do tráfico em escala internacional.
    “É chave para grupos como o PCC terem acesso a portos, aeroportos e rotas de escoamento. Estamos falando de toneladas de droga e de dinheiro. A logística é central — como movimentar, ocultar, dar aparência legal a essas operações”, ele afirma.
    O fenômeno também está ligado ao crescimento econômico exponencial de Santa Cruz, impulsionado por investimentos privados de grandes empresários do país, que movimentam o setor imobiliário.
    “É um lugar muito fácil para ocultar lavagem de dinheiro. Ele pode se misturar a investimentos legais em comércios e imóveis”, acrescenta Reyes.
    Vista aérea de uma casa onde foi realizada operação para tentar prender o uruguaio Sebastián Marset em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, em 2023
    Getty Images/BBC
    Nesse sentido, o Grupo de Ação Financeira (GAFI) — organismo internacional de combate à lavagem de dinheiro — incluiu a Bolívia, em meados do ano passado, na lista de países com “deficiências estratégicas” no enfrentamento dessa atividade.
    Os especialistas também analisam o papel desempenhado pelo Judiciário no país. “A operação para capturar Marset foi realizada sem a participação da Justiça. Isso explica a desconfiança que pode existir em relação a um setor da polícia e ao que resta do Judiciário na Bolívia”, argumenta Gamarra.
    Em 2023, Sebastián Marset já havia conseguido escapar de uma tentativa de prisão. Em entrevista à televisão uruguaia naquele mesmo ano, ele admitiu que foi avisado sobre a operação para prendê-lo.
    “Eles me avisaram, sim. Fiz as malas com minhas roupas, as roupas das crianças e fui embora”, disse Marset ao Canal 4 do Uruguai.
    Reyes pontua que na captura deste ano, por exemplo, não participaram nem a Procuradoria-Geral nem qualquer outro órgão da Justiça, pois “existiam suspeitas de que informações sobre a operação poderiam vazar”.
    O presidente da Bolívia promete desmantelar as redes de tráfico de drogas que operam no leste do país
    Getty Images/BBC
    Por que a Bolívia atrai facções
    A facilidade de subornar autoridades e viver com documentos falsos é apontada pelo promotor Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco), como um dos motivos que levam integrantes do PCC a se esconder na Bolívia.
    Em entrevista ao G1 em maio de 2025, logo após a prisão de Tuta, Gakiya afirmou que os faccionados têm “grande facilidade para ir e vir” no país, sem serem incomodados.
    “O PCC domina a Bolívia. Nos anos 1990 e 2000, eles se escondiam no Paraguai, depois migraram para a Bolívia por essa facilidade de viver com documento falso, contando com a corrupção de policiais e autoridades locais”, disse o promotor, que há duas décadas investiga o PCC.
    Há indícios, inclusive, da formação de um núcleo da chamada Sintonia Final do PCC em Santa Cruz de la Sierra, com objetivo de fortalecer, manter e expandir o tráfico de drogas, segundo as investigações.
    “A Bolívia é o principal fornecedor de cocaína para o PCC. Os integrantes da facção têm contatos próximos com criminosos de lá”, disse Chagas. “Estão próximos das áreas produtoras de cocaína e, ao mesmo tempo, em um espaço mais seguro em relação à Justiça, fora do alcance das autoridades de outros países.”
    Combate ao crime organizado
    “Graças ao novo governo, a Bolívia deixou de ser um refúgio para criminosos.” A declaração é do subsecretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, após a captura de Sebastián Marset.
    O novo governo mencionado por Landau é liderado pelo conservador Rodrigo Paz, que foi eleito presidente em novembro do ano passado, marcando o fim da esquerda na Bolívia.
    Entre as principais medidas adotadas para combater o tráfico, o presidente boliviano reatou os vínculos com a Administração de Repressão às Drogas (DEA, na sigla em inglês) e outras agências dos Estados Unidos, após 17 anos sem atuação no país.
    Além disso, no dia 7 de março, a Bolívia formalizou sua entrada no chamado “Escudo das Américas”, uma estratégia de segurança para a América Latina promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
    Soma-se a isso um acordo assinado recentemente com o Brasil para intensificar a cooperação contra o crime organizado por meio do intercâmbio de informações e inteligência.
    A falta de cooperação internacional sempre foi um dos principais motivos de crítica do promotor Lincoln Gakiya.
    A posição incômoda que a Bolívia — e especialmente Santa Cruz de la Sierra — ocupa nas rotas do tráfico é justamente o que o governo busca combater com operações como a que levou à captura de Marset.
    Segundo o vice-ministro de Substâncias Controladas da Bolívia, o objetivo é enviar uma mensagem clara de que a Bolívia não é mais “território para o tráfico”.
    “Se chegarem à Bolívia, não vão mais encontrar um país isolado, mas sim um país inserido no mundo, que não permitirá que as organizações do tráfico se estabeleçam”, afirmou Justiniano à BBC.
    Resta saber qual será o impacto dessa mensagem nas lideranças dessas organizações que continuam operando da Bolívia.
    Mapa e gráficos por Laís Alegretti e Caroline Souza, da equipe de jornalismo visual da BBC News Mundo.
  • Ministério da Saúde amplia assistência a pessoas com TEA no MA com centro de reabilitação em Zé Doca

    Ministério da Saúde amplia assistência a pessoas com TEA no MA com centro de reabilitação em Zé Doca

    Ministério da Saúde amplia assistência a pessoas com TEA no MA com centro de reabilitação em Zé Doca
    O Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Zé Doca recebeu investimento de cerca de R$ 2,3 milhões do governo federal, para ampliar o acesso a serviços de reabilitação física e intelectual.
    Divulgação/Prefeitura de Zé Doca
    O Sistema Único de Saúde (SUS) reforçou o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Maranhão, na última quinta-feira (2), Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A medida inclui a habilitação de um novo Centro Especializado em Reabilitação (CER) em Zé Doca, com investimento de cerca de R$ 2,3 milhões, para ampliar o acesso a serviços de reabilitação física e intelectual.
    As portarias que oficializam o funcionamento do centro fazem parte de um conjunto de ações para ampliar o diagnóstico precoce e garantir atendimento adequado às crianças com autismo.
    “Estamos estruturando uma rede cada vez mais preparada para cuidar das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no SUS, desde a identificação precoce na atenção primária até o atendimento especializado, com equipes multidisciplinares. Esse investimento fortalece serviços em todo o país e garante mais qualidade de vida para crianças e suas famílias”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
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    Ampliação da rede
    Em todo o Brasil, o Ministério da Saúde está investindo R$ 83,3 milhões para habilitar 59 novos serviços. Entre eles estão Centros Especializados em Reabilitação, oficinas ortopédicas, transporte adaptado e incentivo adicional para atendimento a pessoas com autismo.
    A ampliação da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD) vai alcançar 20 estados. Estão previstas a criação de 19 novos centros e a ampliação de outras três unidades, com inclusão de modalidades como atendimento auditivo, intelectual, físico e visual.
    Com isso, o SUS passará a contar com 361 Centros Especializados em Reabilitação em todo o país, com investimento anual superior a R$ 1 bilhão.
    Além disso, 20 novos serviços terão um incentivo extra de 20% para atendimento a pessoas com TEA. Ao todo, 59 unidades passam a receber esse recurso, que soma R$ 37 milhões por ano.
    O pacote também inclui a implantação de duas oficinas ortopédicas e a entrega de três veículos adaptados para transporte de pacientes.
    Mais atendimentos
    Segundo o governo federal, os atendimentos a pessoas com autismo cresceram 84% no SUS. O número passou de 12 milhões, em 2022, para mais de 22 milhões, em 2025.
    Os investimentos também aumentaram. Em 2022, foram destinados R$ 119,3 milhões para consultas, exames e internações. Em 2025, o valor chegou a R$ 221,8 milhões.
    Diagnóstico precoce
    No SUS, o atendimento a pessoas com TEA inclui acompanhamento individualizado, por meio do Projeto Terapêutico Singular (PTS). O plano é elaborado por equipes de saúde e leva em conta as necessidades de cada paciente.
    A rede também orienta que profissionais da atenção primária façam o rastreio de sinais de autismo em crianças de 16 a 30 meses.
    Para isso, o Ministério da Saúde adotou o M-CHAT, um questionário usado para identificar sinais precoces de TEA. A ferramenta está disponível na Caderneta Digital da Criança e no sistema e-SUS APS.
    O sistema também passou a contar com uma entrevista digital de acompanhamento, que ajuda a reduzir erros no rastreio e melhora o encaminhamento para diagnóstico e tratamento.
    Desde julho de 2025, cerca de 129 mil crianças foram atendidas com o uso do M-CHAT.
    Capacitação de profissionais
    O Ministério da Saúde também investe na formação de profissionais e na melhoria do atendimento. Entre as ações, está a oferta de um Guia de Intervenção Precoce, com orientações sobre terapias e estímulos para crianças com sinais de autismo.
    Há ainda parcerias para capacitação, como com o Instituto Santos Dumont (ISD), que implementa o Programa de Treinamento de Habilidades para Cuidadores, da Organização Mundial da Saúde (OMS).
    Outras iniciativas incluem cursos que já alcançaram milhares de profissionais em todo o país, como capacitações sobre desenvolvimento infantil e cuidados na primeira infância.
  • Homem é preso após matar ex-companheira a facadas no DF

    Homem é preso após matar ex-companheira a facadas no DF

    Homem é preso após matar ex-companheira a facadas no DF
    Bruna Stephanie Freitas Brandão, de 36 anos, foi morta a facadas no Riacho Fundo 2, no DF
    reprodução
    Um homem foi preso após matar a ex-companheira a facadas no Riacho Fundo II, no Distrito Federal, na sexta-feira (3). O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio.
    Bruna Stephanie Freitas Brandão, de 36 anos, chegou a ser levada para uma unidade de atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos. Elenilton Pereira Bezerra, de 37 anos, foi localizado e preso pela Polícia Militar.
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    Segundo o delegado Josué Pinheiro, da 27ª Delegacia, Elenilton Bezerra é de Caldas Novas (GO) e estava há um ano sem falar com a vítima. Bruna Stephanie tinha medida protetiva contra o autor e era orientada pela família a não se aproximar dele.
    Nesta sexta-feira, Elenilton Bezerra foi até a casa da vítima, no Riacho Fundo II, onde havia um outro homem que ainda não foi identificado. No local, Elenilton atacou a vítima com uma faca de cozinha e fugiu.
    Uma vizinha levou Bruna Stephanie até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, mas ela não resistiu. Elenilton Bezerra foi localizado e preso por policiais militares.
  • Alerta de temporais: Inmet aponta risco de chuva forte e ventos no Vale do Paraíba e região; confira a previsão

    Alerta de temporais: Inmet aponta risco de chuva forte e ventos no Vale do Paraíba e região; confira a previsão

    Alerta de temporais: Inmet aponta risco de chuva forte e ventos no Vale do Paraíba e região; confira a previsão
    Chuva em São José.
    Sérgio dos Santos/Vanguarda Repórter
    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para chuvas intensas para o Vale do Paraíba, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira e região bragantina. O aviso é válido deste sábado (4) até segunda-feira (6).
    Apesar de não haver nenhum sistema meteorológico relevante atuando na região no momento, as chuvas devem ser causadas pelo calor durante o dia.
    “A pancada de chuva deve ser isolada, causada principalmente em função do calor e da umidade”, explicou o meteorologista Gustavo Escobar.
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    O Inmet classifica o alerta como amarelo, ou seja, há um perigo potencial. Ainda existem outros dois níveis de avisos, o laranja e o vermelho, que tratam sobre perigo e grande perigo, respectivamente.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    O comunicado válido entre este sábado e a próxima segunda-feira avisa sobre chuvas de até 50 milímetros no dia e ventos que podem chegar a 60 km/h.
    Além disso, ainda há o risco de corte na energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
    O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, a população não se abrigue debaixo de árvores e evite estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, devido ao risco de queda.
    O instituto recomenda atenção redobrada, principalmente para moradores de áreas mais vulneráveis ou com histórico de alagamentos e deslizamentos. Em caso de emergência, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.
    Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
  • Famosa expressão mineira, UAI também é nome de órgãos públicos e surpreende nas redes quem não vive em Minas Gerais

    Famosa expressão mineira, UAI também é nome de órgãos públicos e surpreende nas redes quem não vive em Minas Gerais

    Famosa expressão mineira, UAI também é nome de órgãos públicos e surpreende nas redes quem não vive em Minas Gerais
    UAI Morumbi
    Danilo Henriques/Secom/PMU
    Tão fácil de usar em uma frase, tão difícil de explicar. Se você perguntar a um mineiro o que significa a união das três vogais, a resposta vem quase automática: “Uai… uai é uai, uai!”. Um dos símbolos linguístico de Minas Gerais pode expressar tantas coisas que saiu das conversas do dia a dia e passou a dar nome até a órgãos e serviços públicos do estado.
    🔎 Segundo o dicionário Michaelis, “uai” é uma interjeição que expressa espanto, admiração, surpresa, susto ou impaciência.
    Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, quem tem algum sintoma ou precisa de atendimento médico de urgência não procura uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas sim a UAI. Na cidade vizinha, em Uberaba, UAI é onde idosos têm acesso a atividades recreativas, artísticas e acompanhamento de saúde.
    E não é só nas cidades do Triângulo Mineiro: há outras UAIs espalhadas por Minas Gerais. Com o mesmo nome e a mesma sigla, o governo estadual criou a unidade, em 2007, com a proposta de facilitar a relação entre o cidadão e o Estado. Conheça mais sobre os serviços das unidades abaixo.
    Se, para os mineiros, o uso do “uai”, tanto na prosa quanto nos serviços públicos, já é algo natural, quem vê de fora costuma achar graça.
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    Nesta semana, no X (antigo Twitter), um usuário se surpreendeu ao descobrir que o Poupatempo, programa que reúne diversos serviços públicos em São Paulo, ganha um “apelido” bem mineiro por aqui. Veja abaixo.
    A relação entre a expressão mineira e o nome da unidade pública surpreende
    Redes sociais/reprodução
    Nos comentários, mineiros reagiram com bom humor e orgulho, explorando trocadilhos entre as expressões típicas e os serviços públicos.
    “Vocês têm que entender que o mineiro é obcecado em ser mineiro”, comentou um usuário.
    Outros trocadilhos mineiros
    Nos comentários da publicação, usuários do X também lembraram de outros trocadilhos entre expressões mineiras e serviços públicos.
    “Imagine quando você descobrir que a frota de ônibus metropolitano de BH se chama TREM”, revelou um mineiro.
    E, de fato, em Belo Horizonte, ônibus e metrô são chamados de TREM, sigla para Transporte Estadual Metropolitano. O sistema de transporte público da Região Metropolitana da capital mineira adotou o nome em 2024, em alusão a outro termo típico do estado.
    Outra relação curiosa é que a combinação de vogais “UAI” também aparece entre as sequências de letras usadas nas placas de veículos em Minas Gerais, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
    “UAI” aparece entre as sequências de letras usadas nas placas de veículos em Minas Gerais
    Fipe/reprodução
    As UAIs de Minas
    Foi em 1994 que o então secretário de Saúde de Uberlândia, Paulo Roberto Salomão, teve a ideia de criar um modelo de unidade para descentralizar os atendimentos do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU): a Unidade de Atendimento Integrado.
    O nome, que forma a sigla “UAI” em referência à expressão mineira, também partiu dele. Atualmente, Uberlândia conta com cinco unidades, localizadas nos bairros Luizote, Martins, Pampulha, Planalto e Tibery.
    Na cidade vizinha, em Uberaba, existe a Unidade de Atendimento ao Idoso, que também vira UAI. Localizado na avenida Leopoldina de Oliveira, no bairro do Parque do Mirante, o local oferece atividades recreativas, artísticas e acompanhamento de saúde às pessoas da terceira idade.
    Em nível estadual, a UAI é uma evolução do antigo Psiu (Posto de Serviço Integrado Urbano). De acordo com o governo de Minas Gerais, hoje são cerca de 60 unidades distribuídas por todas as regiões do estado, oferecendo aproximadamente 800 serviços.
    Precisa emitir a Carteira de Identidade Nacional? Vai na UAI. Dar entrada na segunda via da Carteira Nacional de Habilitação? UAI. Em algumas cidades, a unidade resolve até questões eleitorais. Em Uberlândia, são duas: uma no Terminal Central e outra no Pátio Sabiá, no bairro Tibery.
    UAI Documentos do Terminal Central amplia horário de atendimento
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    Oficial administrativo apresenta atestado falso da UAI Planalto e é exonerado em Uberlândia
    Com acessibilidade e nova sala de espera, UAI Luizote passa por reforma e ampliação em Uberlândia
    VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas
  • Lei determina sinalização de ralos e sistemas de sucção em piscinas de uso público no RN

    Lei determina sinalização de ralos e sistemas de sucção em piscinas de uso público no RN

    Lei determina sinalização de ralos e sistemas de sucção em piscinas de uso público no RN
    Piscina em área pública
    aopsan/Freepik
    Uma nova lei no Rio Grande do Norte determina a sinalização de sistemas de sucção – como drenos, grades e ralos – em piscinas de uso público em todo o estado.
    A lei foi sancionada pelo governo do Estado e publicada na edição de quarta-feira (1º) do Diário Oficial.
    📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp
    Estão inclusos na lei piscinas em estabelecimentos públicos ou privados que possuam piscinas de uso público.
    A partir da data de publicação, os estabelecimentos têm até 180 dias, ou seja, cerca de seis meses, para realizar as adaptações necessárias.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Após esse período, quem descumprir a norma estará sujeito a sanções que variam conforme a gravidade e a reincidência. As punições são:
    Advertência;
    Multa de 50 UFIRNs (Unidade Fiscal de Referência do RN);
    Interdição do local até que a sinalização seja devidamente instalada;
    “Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro”, diz o texto da lei.
    O projeto de lei é de autoria do deputado estadual Nelter Queiroz e visa “prevenir acidentes graves e potencialmente fatais”.
    O que diz a lei
    De acordo com o texto, a sinalização deve ser instalada em local de destaque. Ficou determinado que a sinalização deve ser:
    ser visível e de fácil compreensão;
    conter informações sobre os riscos de acidentes por sucção;
    ser afixada em local de destaque próximo à piscina;
    incluir ilustrações indicativas da localização dos sistemas de sucção;
    incluir desenhos ou esquemas que indiquem exatamente onde os sistemas de sucção estão localizados no fundo ou nas laterais da piscina.
    Justificativa
    Na justificativa, o projeto cita que os sistemas de sucção das piscinas representam um risco “significativo e muitas vezes ignorado à segurança dos usuário”.
    O documento destaca que esses sistemas, responsáveis pela circulação e filtragem da água, podem gerar uma força de sucção potente, capaz de prender partes do corpo, como cabelos, membros e até mesmo o tronco, provocando afogamentos e lesões graves.
    “A preocupação com estes tipos de acidentes justifica-se pela sua gravidade e pelo fato de que afetam principalmente crianças e adolescentes, que desconhecem os riscos e, por curiosidade ou diversão, aproximam-se desses sistemas sem a devida cautela”, cita a justificativa.
    O projeto de lei reforça que é preciso considerar que muitos destes acidentes poderiam ser evitados com medidas simples de prevenção e informação.
    Segundo o documento, a falta de conhecimento sobre a localização exata dos sistemas de sucção e seus potenciais perigos “contribui signicativamente para a ocorrência destes casos”.
    O projeto cita que a sinalização adequada constitui uma medida preventiva de baixo custo e alta eficácia.
    “Nesse contexto, estudos técnicos realizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) apontam que a força de sucção em um dreno de piscina pode atingir pressões capazes de prender uma pessoa debaixo d’água, impossibilitando sua liberação sem assistência externa. Portanto, a informação preventiva torna-se uma ferramenta indispensável para a proteção dos usuários”, citou o documento.
    O projeto cita que outros estados – como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais – já aplicaram legislação semelhante, obtendo resultados expressivos na redução de acidentes.
    “Esta proposta legislativa busca não apenas tornar obrigatória a sinalização dos sistemas de sucção, mas também promover a conscientização sobre os riscos associados a estes equipamentos. Dessa forma, contribui-se para a criação de um ambiente mais seguro nas áreas de lazer aquático do Estado do Rio Grande do Norte”, escreve.
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  • Em corrida contra o tempo, Irã e EUA fazem buscas a piloto norte-americano desaparecido

    Em corrida contra o tempo, Irã e EUA fazem buscas a piloto norte-americano desaparecido

    Em corrida contra o tempo, Irã e EUA fazem buscas a piloto norte-americano desaparecido
    Irã derruba dois aviões americanos
    Em uma corrida contra o tempo, o Irã e os Estados Unidos buscam o piloto norte-americano que seguia desaparecido neste sábado (4) após ejetar de um dos aviões militares dos EUA derrubados por forças iranianas.
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    As duas aeronaves foram alvejadas na sexta-feira (3) quando sobrevoavam o território iraniano. Na primeira delas, dois pilotos estavam a bordo e ejetaram antes da queda. Apenas um deles, no entanto, havia sido encontrado e resgatado por forças dos EUA. Outro, que estava sozinho a bordo do segundo avião derrubado pelo Irã, também foi resgatado (leia mais abaixo).
    O episódio pegou Washington de surpresa, já que o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, havia garantido que os EUA conseguiram o controle do espaço aéreo iraniano. E também escalou as tensões entre EUA e Irã, que esboçam uma tentativa de negociação para o fim da guerra.
    Na sexta, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o caso não interfere nas tratativas. Mas seu governo ordenou que mais aeronaves se deslocassem ao Irã para reforçar as buscas pelo piloto desaparecido. Ainda não havia informações sobre as forças norte-americanas já acharam pistas do militar até a última atualização desta reportagem.
    Especialistas ouvidos pela imprensa internacional disseram que o piloto provavelmente tem um kit de sobrevivência e pode enviar sinais de socorro às Forças Armadas dos EUA.
    Já a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que está “vasculhando” uma área ao sudoeste do país próxima ao local da queda do avião. O governador da região prometeu na sexta-feira uma condecoração para quem capturasse ou matasse “forças do inimigo hostil”.
    Iranianos ouvidos pela mídia estatal do país comemoraram na sexta a queda dos aviões. O presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, ironizou os EUA pelo episódio e disse que a guerra foi “rebaixada de mudança de regime para uma caçada a pilotos”.
    A apresentadora de um noticiário da TV estatal iraniana também pediu, em rede nacional, que os moradores ajudassem a capturar o piloto. “Se vocês entregarem os pilotos inimigos com vida, receberão uma valiosa recompensa e um prêmio”, disse ela. A imprensa chegou a divulgar um valor equivalente a mais de US$ 60 mil (cerca de R$ 300 mil) e publicou fotos do que seriam destroços do caça.
    Aviões derrubados
    A-10 Thunderbolt ii da Força Aérea norte-americana
    Redes Sociais
    O Exército do Irã afirmou ter abatido um avião militar do modelo A-10 Thunderbolt II que sobrevoava o Estreito de Ormuz na manhã desta sexta-feira (3). A informação foi divulgada por porta-vozes militares na mídia estatal do país:
    “Uma aeronave modelo A-10, pertencente ao inimigo americano-sionista agressor, foi alvo após ter sido detectada e enfrentada pelos sistemas da rede integrada de defesa aérea do país, nas águas do sul, próximo ao Estreito de Ormuz”.
    Fontes militares citadas pelo “The New York Times” confirmaram a queda do avião, mas não especificaram as circunstâncias que levaram ao incidente. Até o momento da publicação dessa reportagem, não houve comentário público do CENTCOM, o centro de comando militar norte-americano.
    Ainda segundo o jornal norte-americano, o A-10 abatido estava tripulado apenas pelo piloto, que foi resgatado.
    O A-10 é o segundo avião dos EUA que caiu em missão, nesta sexta-feira (3). Mais cedo, um caça modelo F-15E, tripulado com dois oficiais, foi derrubado na porção central do território iraniano, forçando os militares a ejetar. Até o momento, apenas um dos pilotos do caça foi resgatado.
    Durante as buscas, dois helicópteros Blackhawk também foram atingidos por fogo iraniano, mas conseguiram sair do espaço aéreo do país, disseram dois oficiais americanos à agência de notícias Reuters.
    Em entrevista concedida à rede “CBS”, o presidente Donald Trump disse que os incidentes envolvendo as aeronaves não interferem nas conversas entre o Irã e os Estados Unidos. Ao “The Independent”, o republicano acrescentou que não estaria preparado para dizer o que Washington faria se o militar desaparecido aparecesse ferido.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    A-10 Thunderbolt II é especializado em suporte aéreo
    O A-10 Thunderbolt II é um avião militar dos Estados Unidos projetado especificamente para dar suporte direto a tropas em combate no solo. Ele dispõe de um canhão de 30 mm e pode carregar até 7,2 toneladas de armamentos.
    O modelo começou a ser desenvolvido nos anos 1970 e entrou em operação em 1977. Com o tempo, foi modernizado, dando origem ao A-10C, que tem sistemas mais avançados, como armas guiadas por GPS e sensores modernos.
    O A-10 opera na região desde o início da Operação Epic Fury. O general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, confirmou que os A-10 Warthog estão “envolvidos em todo o flanco sul, caçando e destruindo embarcações de ataque rápido no Estreito de Ormuz”.
  • Piloto gravou VÍDEO de dentro de avião e fez post nas redes sociais momentos antes da queda no RS

    Piloto gravou VÍDEO de dentro de avião e fez post nas redes sociais momentos antes da queda no RS

    Piloto gravou VÍDEO de dentro de avião e fez post nas redes sociais momentos antes da queda no RS
    Piloto gravou VÍDEO de dentro de avião momentos antes da queda no RS
    Momentos antes da queda de um avião de pequeno porte que causou quatro mortes em Capão da Canoa, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, um dos pilotos publicou um vídeo nas redes sociais. Na postagem no perfil de Renan Saes, feita por volta das 9 horas, é possível ver imagens da vista da janela do avião.
    No post, o piloto marcou a página da empresa de venda e aluguel de aviões da qual era sócio.
    Em nota, a Peluzzi Aviation lamentou o acidente: “Quatro vidas que deixam saudades eternas. Neste momento pedimos respeito às famílias e amigos, com a empatia e a sensibilidade que este momento exige. Agradecemos de coração todas as mensagens, orações e demonstração de carinho recebidas.”
    O sócio de Renan, Allan Peluzzi, confirma que o vídeo trata-se do avião que caiu. Ele acredita que a gravação foi feita pouco antes do pouso no aeroporto de Forquilhinha, em Santa Catarina, onde abasteceu antes de chegar ao RS. Nas imagens, é possível ver a paisagem, um complexo de energia eólica e também o painel da aeronave.
    VÍDEO mostra como ficou o restaurante atingido por avião de pequeno porte no RS
    Leia na íntegra a nota da empresa
    “Hoje, a Peluzzi aviation se encontra em silêncio.
    É com profunda tristeza que nos despedimos do nosso sócio, Renan Saes, e do nosso querido amigo, comandante Nélio Passanha. Estendemos também nossas condolências a Déborah e Luiz Ortolani, com os nossos mais sinceros sentimentos. Quatro vidas que deixam saudades eternas.
    Neste momento pedimos respeito às famílias e amigos, com a empatia e a sensibilidade que este momento exige. Agradecemos de coração todas as mensagens, orações e demonstração de carinho recebidas.”
    Piloto gravou vídeo de dentro de avião e fez post nas redes sociais momentos antes da queda no RS
    Reprodução/Instagram
    Quem eram as vítimas
    As quatro vítimas da queda do avião em Capão da Canoa são os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o piloto e sócio da empresa de aviação a que pertencia a aeronave, Renan Saes, e o piloto Nelio Pessanha.
    O avião de pequeno porte caiu sobre um restaurante no Litoral Norte do RS. Residências vizinhas também foram atingidas.
    O casal de empresários atuava no setor de eventos e ficou conhecido pela organização de feiras comerciais voltadas ao segmento têxtil. Juntos, eles não tiveram filhos em comum, mas formavam uma família com filhos de relacionamentos anteriores. Déborah era mãe de trigêmeos, e Luis, pai de um filho.
    Vítimas de queda de avião são o casal Deborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani, o piloto Nelio Pessanha e o sócio da empresa de aviação Renan Saes
    Reprodução/Redes sociais
    VÍDEO mostra momento da queda da aeronave e explosão
    ‘Cogumelo de fogo para cima’, relata testemunha
    Casal de empresários organizava feiras de roupas e enxovais; vítima era mãe de trigêmeos
    O acidente
    O acidente aconteceu por volta das 10h40, na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis, uma região residencial de Capão da Canoa.
    A aeronave teria colidido em um poste próximo ao fim da pista de decolagem e caiu sobre o restaurante, que estava fechado. Os moradores das casas ao lado não sofreram ferimentos e foram removidos em segurança. Conforme o Corpo de Bombeiros, nenhum prédio no entorno está com a estrutura comprometida, o que possibilita aos moradores que vivem ao redor do restaurante a retornarem para casa.
    A prefeitura informou que a aeronave partiu de São Paulo.
    “Conforme informações preliminares, a aeronave estaria voando em baixa altitude, momento em que passou a perder altura e veio a cair”, diz comunicado da Brigada Militar (BM).
    Imagens registradas por câmeras de segurança da prefeitura captaram o momento em que o avião cai. Em seguida, é registrada uma explosão. Veja vídeo abaixo.
    Imagens mostram momento da queda de avião sobre uma casa
    Infográfico – Avião de pequeno porte cai no Litoral Norte do RS
    Arte/g1
    Avião de pequeno porte cai e piloto morre no Litoral Norte do RS
    Reprodução/Câmera de segurança
    Avião de pequeno porte cai e quatro pessoas morrem no Litoral Norte do RS
    Reprodução/Câmera de segurança
    VÍDEOS: Tudo sobre o RS
  • Ex-toureiro morre após ser atacado por touro em arena na Espanha

    Ex-toureiro morre após ser atacado por touro em arena na Espanha

    Ex-toureiro morre após ser atacado por touro em arena na Espanha
    ex-toureiro Ricardo Ortiz
    Reprodução/X
    Um ex-toureiro morreu após ser atacado por um touro dentro da praça de touros La Malagueta, em Málaga, no sul da Espanha. O acidente ocorreu na noite de sexta-feira (3), durante os preparativos para uma tradicional corrida que seria realizada neste sábado (4).
    Ricardo Ortiz, de 51 anos, trabalhava no desembarque e manejo dos animais quando foi atingido de forma inesperada por um dos touros. Segundo informações da empresa responsável pela arena, ele atuava nos currais no momento em que o animal, que estava sendo tratado por uma lesão, avançou repentinamente.
    Ortiz não conseguiu desviar e sofreu um ataque considerado fatal.
    Após o incidente, a Polícia Nacional espanhola assumiu a investigação. O caso é tratado inicialmente como um acidente de trabalho, e as circunstâncias exatas ainda estão sendo apuradas por uma unidade especializada.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Trajetória na tauromaquia
    Ricardo Ortiz teve carreira como toureiro antes de se aposentar. Ele vinha de uma família tradicional no meio taurino —seu pai também atuou como matador e banderilheiro.
    Ortiz iniciou a trajetória ainda jovem e ganhou destaque no fim da década de 1980, quando recebeu o prêmio “Sapato de Ouro” (Zapato de Oro), concedido a novilheiros em um importante festival na cidade de Arnedo.
    Ele se tornou matador oficialmente em 1994, em uma cerimônia realizada em Quito, no Equador. O matador é o toureiro principal da apresentação, responsável por conduzir a parte final da corrida e enfrentar diretamente o touro na arena. Anos depois, confirmou o título na tradicional praça de Las Ventas, em Madri.
    Após deixar os ringues no início dos anos 2000, seguiu trabalhando nos bastidores das corridas, atuando nos currais da praça de Málaga —onde ocorreu o acidente.
    Repercussão e programação mantida
    A morte provocou comoção entre profissionais ligados à tauromaquia. Em nota, a empresa que administra a arena afirmou que Ortiz era uma pessoa “muito querida e respeitada” no meio.
    Apesar do ocorrido, a corrida programada para este sábado foi mantida. O evento faz parte das celebrações tradicionais da Semana Santa na cidade.
    Os organizadores não informaram se haverá homenagens durante a apresentação.