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  • Dupla é presa com anabolizantes e remédio proibido na Via Dutra, em Piraí

    Dupla é presa com anabolizantes e remédio proibido na Via Dutra, em Piraí

    Dupla é presa com anabolizantes e remédio proibido na Via Dutra, em Piraí
    Dupla é presa com anabolizantes e remédio proibido na Via Dutra, em Piraí
    Divulgação/Polícia Rodoviária Federal
    Dois homens foram presos com anabolizantes e remédio proibido na quinta-feira (12), durante uma fiscalização de rotina, na Via Dutra, em Piraí (RJ). O caso aconteceu no km 233.
    Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os agentes deram ordem de parada para o veículo com os suspeitos e durante a abordagem, eles informaram que estavam retornando de uma viagem de dois dias a Foz do Iguaçu (PR), onde cruzaram a fronteira para realizar compras no Paraguai.
    Ainda de acordo com a PRF, ao serem questionados sobre a presença de itens ilícitos, o condutor admitiu o transporte das substâncias.
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    No veículo foram encontrados anabolizantes e 24 ampolas de Tirzepatida, medicamento estrangeiro proibido pela Anvisa.
    Para tentar justificar a posse dos medicamentos, os suspeitos apresentaram Receituários de Controle Especial.
    Após ser questionado na Polícia Federal, o motorista confessou que ele mesmo fraudou os documentos, preenchendo todos os campos e falsificando as assinaturas para tentar burlar a fiscalização rodoviária.
    Os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Volta Redonda, onde o caso foi registrado. Eles vão responder por contrabando, falsificação e uso de documento público falso e, crime contra a saúde pública, e estão à disposição da Justiça.
    O material apreendido passará por perícia técnica. Os suspeitos estão à disposição da Justiça.
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  • Haitianos dormiram em cadeiras e colchões de sala reservada após avião ficar retido em Viracopos

    Haitianos dormiram em cadeiras e colchões de sala reservada após avião ficar retido em Viracopos

    Haitianos dormiram em cadeiras e colchões de sala reservada após avião ficar retido em Viracopos
    Imigrantes Haitianos ficam retidos no Aeroporto de Viracopos, em Campinas
    Os imigrantes haitianos retidos no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), desde a manhã de quinta-feira (12) por problemas de documentação, passaram a noite em cadeiras e colchões de uma sala reservada do terminal. Na manhã desta sexta (13), eles permaneciam no local à espera de iniciar o processo de admissão no Brasil.
    Imagens recebidas pela EPTV, afiliada da TV Globo, mostram o grupo acomodado na sala. Entre essas pessoas estão as enteadas de 8 e 15 anos de Louis Yinder, que é do Haiti e mora em Santa Catarina com a esposa, além da cunhada de 25. Ele chegou ao terminal na manhã de quinta com a expectativa de levá-las para casa.
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    “Tem duas filhas da minha esposa e a irmã dela está lá também. Chegou ontem, 9h. Eu cheguei 10h. Falaram que não ia dar para liberar. A Polícia Federal está segurando eles, mas não sei porque está segurando”, comentou. Segundo Louis, as três possuem passaporte e visto válidos.
    O homem conta que as familiares receberam alimentação e estão bem. Porém, sem perspectiva de quando serão liberadas, ele diz que precisou dormir no saguão do aeroporto e que ainda não comprou as passagens de volta. “Ontem, muita tristeza pra mim dormir no aeroporto. Fui atrás de hotel, mas não deu certo. A gente fica aqui mesmo. Dormi aqui mesmo”, diz.
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    Haitianos dormiram em cadeiras e colchões de sala reservada após avião ficar retido em Viracopos
    Imagens cedidas
    Companhia aérea será investigada
    Na manhã desta sexta-feira (13), a Polícia Federal confirmou que a companhia aérea responsável pelo voo fretado que trouxe os haitianos será investigada por contrabando de migrantes.
    ⚖️ Entenda: previsto no Art. 232-A do Código Penal, o crime se configura ao promover, por qualquer meio, com o fim de obter vantagem econômica, a entrada ilegal de estrangeiro em território nacional ou de brasileiro em país estrangeiro. A pena é de 2 a 5 anos de reclusão.
    Segundo a PF, serão adotadas medidas para apurar irregularidades relacionadas à falsificação de documentos e a organização do deslocamento irregular de imigrantes, com a instauração de procedimento investigativo para identificar os responsáveis.
    O problema com o voo, segundo a PF, envolveu a identificação de vistos humanitários falsificados. Com isso, a medida administrativa de inadmissão foi para reembarque dos haitianos e a obrigação da companhia aérea de retornar os passageiros ao local de origem. Na manhã desta sexta-feira (13), porém, o grupo permanecia em uma sala restrita do terminal, aguardando regularizar a situação.
    A Aviación Tecnológica S.A. (Aviatsa), responsável pelo voo, afirmou que os imigrantes fariam pedido de refúgio ou proteção migratória no Brasil, e que todos estavam devidamente identificados e com passaporte válido. O g1 solicitou e aguarda um posicionamento do Ministério das Relações Exteriores sobre o caso.
    Retidos no pátio por 10 horas
    A aeronave chegou ao aeroporto em Campinas por volta de 9h desta quinta (12), e segundo a PF, ao meio-dia “todos já se encontravam a bordo, com a porta da aeronave fechada e autorização de decolagem concedida, para retorno ao ponto de origem do voo”.
    “A aeronave, contudo, permaneceu no pátio do aeroporto por questões operacionais relacionadas ao voo, cuja gestão é de responsabilidade da companhia aérea e da tripulação. A Polícia Federal não possui ingerência sobre decisões operacionais de voo”, destacou a PF, em nota.
    O grupo com 118 haitianos acabou liberado do avião por volta de 19h — a PF fala em 113 de 115 haitianos com vistos falsificados. Eles passariam a noite em uma sala restrita no aeroporto, com acesso a banheiro, chuveiro, e devem receber alimentação.
    Na manhã de sexta-feira (13), deverão iniciar o processo de admissão no Brasil.
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    Avião com 118 imigrantes do Haiti fica retido em Viracopos
    A organização Advogados Sem Fronteiras (ASF) informou, em nota, que advogados de direitos humanos que se encontravam no aeroporto para prestar assistência jurídica aos passageiros foram impedidos de acessá-los.
    Disseram também que, entre os imigrantes, estão pessoas com condições médicas preexistentes (como portadores de asma) e crianças com visto de reunião familiar expedido por autoridade consular brasileira.
    “ASF Brasil reconhece a competência soberana do Estado brasileiro para exercer controle migratório. Não é disso que se trata. O que esta nota documenta é a opção por uma modalidade de exercício desse controle que priva seres humanos de qualquer regime jurídico de proteção, mantendo-os suspensos em um limbo deliberadamente criado para que nenhum direito possa ser exercido”, diz a nota.
    A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos informou que não tem competência sobre processos de controle migratório, emissão de vistos ou decisão sobre entrada de estrangeiros no país. Segundo a administração do aeroporto, essas funções são exclusivas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Polícia Federal, e do Ministério das Relações Exteriores.
    Avião com 118 imigrantes do Haiti fica retido em Viracopos
    Arquivo pessoal
    Crise no Haiti
    O Haiti está sem governo e enfrenta uma onda de violência das gangues. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o país enfrenta, atualmente, “uma das crises humanitárias mais graves do mundo”.
    A situação no país caribenho é impulsionada pela violência de gangues, instabilidade política e uma profunda crise econômica, onde há escassez de comida, medicamentos e outros produtos básicos.
    O país não realiza eleições desde 2016 e sofre há anos com instabilidade política e insegurança.
    O que diz a Aviatsa?
    Aeronave da Aviatsa com haitianos pousou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), nesta quinta-feira (12)
    Arquivo pessoal
    “A Aviación Tecnológica S.A. – AVIATSA, por meio de sua assessoria jurídica, manifesta profunda preocupação e repúdio diante dos fatos ocorridos na manhã de 12 de março de 2026, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).
    A aeronave da companhia, procedente de Porto Príncipe (Haiti), pousou regularmente por volta das 9h, transportando 120 passageiros haitianos. Dentre eles, 118 passageiros foram impedidos de desembarcar e estão sendo mantidos dentro da aeronave por determinação da Polícia Federal.
    Essas pessoas buscavam exercer o direito de solicitar refúgio ou proteção migratória em território brasileiro, direito assegurado pela Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017) e pela Lei do Refúgio (Lei nº 9.474/1997).
    Advogados de direitos humanos encontravam-se no aeroporto para prestar assistência jurídica aos passageiros, mas foram impedidos de acessá-los.
    Neste momento, os passageiros e parte da tripulação permanecem confinados dentro da aeronave, sem autorização para desembarque ou decolagem. Segundo relatos recebidos pela companhia, essas pessoas estão há horas dentro do avião, sem acesso adequado a água e alimentação.
    A AVIATSA reconhece a competência do Estado brasileiro para realizar controle migratório e fiscalização administrativa. Caso a autoridade entendesse haver qualquer irregularidade, medidas administrativas poderiam ser adotadas contra a companhia aérea.
    Entretanto, a opção por manter pessoas vulneráveis confinadas dentro de uma aeronave, sem assistência e sem acesso à defesa jurídica, configura situação incompatível com os princípios básicos de dignidade humana e proteção internacional aos refugiados.
    A companhia reafirma que operou o voo em conformidade com as normas da aviação civil internacional, transportando passageiros devidamente identificados e portadores de passaporte válido.
    Em nome da AVIATSA, esta subscritora repudia a condução da operação pela Polícia Federal no Aeroporto de Campinas, por entender que a situação criada hoje representa grave violação de direitos humanos.
    A companhia está avaliando todas as medidas jurídicas cabíveis para resguardar os direitos dos passageiros e da tripulação.”
    O que diz a PF?
    “Em relação à informação sobre o voo procedente de Porto Príncipe (Haiti), que chegou ao Aeroporto Internacional de Viracopos (SP) na manhã desta quinta-feira (12/3), a Polícia Federal esclarece:
    O Aeroporto Internacional de Viracopos recebe regularmente voos provenientes do Haiti, atualmente com cerca de três operações semanais e aproximadamente 600 passageiros nesse fluxo migratório. Na grande maioria das operações, os passageiros chegam ao país com a documentação migratória adequada, sendo eventuais e pontuais os casos de inadmissão por irregularidades documentais.
    No caso do voo mencionado, durante o procedimento regular de controle migratório, realizado pela Polícia Federal, foi identificado que 113 dos 115 passageiros que desembarcaram apresentavam vistos humanitários falsificados. Diante da constatação de irregularidade documental, foi aplicada a medida administrativa de inadmissão, conforme previsto na Lei nº 13.445/2017 (Lei de Migração).
    Nessas situações, conforme a legislação migratória e as normas internacionais do transporte aéreo, a responsabilidade pelo retorno do passageiro inadmitido ao ponto de origem é da companhia aérea transportadora, que também possui o dever de verificar previamente a documentação necessária para o embarque.
    Após a comunicação da inadmissão, os passageiros foram reembarcados na aeronave. Por volta do meio-dia, todos já se encontravam a bordo, com a porta da aeronave fechada e autorização de decolagem concedida, para retorno ao ponto de origem do voo. A aeronave, contudo, permaneceu no pátio do aeroporto por questões operacionais relacionadas ao voo, cuja gestão é de responsabilidade da companhia aérea e da tripulação. A Polícia Federal não possui ingerência sobre decisões operacionais de voo.
    Também não procede a informação de que teria sido impedido o acesso de assistência jurídica aos passageiros. Posteriormente, diante da presença de representantes de organizações e entidades de assistência jurídica no aeroporto, os estrangeiros foram orientados a desembarcar e receber apoio para eventual formalização de pedidos de refúgio, caso assim desejassem.
    Nos termos da Lei nº 9.474/1997 (Lei do Refúgio), o pedido de reconhecimento da condição de refugiado é personalíssimo e deve ser apresentado individualmente à autoridade migratória. Atualmente, o procedimento é iniciado por meio do Sistema Sisconare (Sistema Eletrônico de Processamento de Refúgio), com o preenchimento do formulário eletrônico. Após essa etapa, o solicitante deve comparecer à unidade da Polícia Federal responsável pelo controle migratório – no caso, a instalada no próprio Aeroporto de Viracopos – para validação das informações e emissão do protocolo provisório de solicitação de refúgio.
    Durante esse período, os estrangeiros foram encaminhados para área adequada nas dependências do aeroporto, disponibilizada pela concessionária responsável pela administração do terminal, com acesso a instalações sanitárias e alimentação, não cabendo à Polícia Federal a gestão ou o custeio dessas providências logísticas.
    A Polícia Federal também adotará as medidas cabíveis para apurar eventuais crimes relacionados à falsificação de documentos e à organização do deslocamento irregular de migrantes, com a instauração de procedimento investigativo para identificar os responsáveis.”
    Avião com 118 imigrantes do Haiti fica retido em Viracopos
    Arquivo pessoal
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  • Carretas batem de frente na BR-262 e um dos veículos pega fogo; rodovia está interditada

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou, na manhã desta sexta-feira (13), um grave acidente no km 160 da BR‑262, em Ribas do Rio Pardo (MS). Dois caminhões bateram de frente por volta das 6h30, causando tombamento e incêndio em um dos veículos.
    Os caminhões eram de nove eixos: um estava carregado com celulose e o outro, uma caçamba, seguia vazio. Após a colisão, um deles saiu da pista e pegou fogo.
    Os dois motoristas, ambos com cerca de 40 anos, ficaram gravemente feridos. Um foi levado ao hospital por um condutor que passava pelo local. O outro aguardou atendimento no trecho e foi socorrido por uma ambulância. Os dois foram encaminhados para uma unidade de saúde em Água Clara (MS).
    Por causa do acidente e do incêndio, a BR‑262 segue totalmente interditada desde as 6h30. Ainda não há previsão de liberação.
    Delegado ajuda a salvar motorista preso em cabine em chamas
    O delegado Thiago José Passos da Silva, assessor do Departamento de Polícia do Interior, chegou ao local instantes após o acidente, cerca de 15 km de Água Clara, e ajudou a resgatar um dos motoristas.
    Ele contou que o caminhão estava em chamas e que o motorista permanecia preso dentro da cabine. Um jovem que passava pela rodovia já tentava quebrar o vidro da porta, travada após o impacto. Para liberar o acesso, o delegado precisou efetuar um disparo com a pistola.
    “Conseguimos apoiar os braços da vítima, que estava consciente e responsiva e ajudou muito nesse resgate. Conseguimos retirar o motorista e arrastá‑lo para um local mais distante, por causa das chamas. Aguardamos socorro por cerca de meia hora. Uma médica que passava no local constatou que a vítima estava estável e, diante disso, a transportamos na viatura do DPI até Água Clara”, contou o delegado.
    Thiago Passos acompanhou o motorista no Hospital Auxiliadora, em Água Clara. O outro condutor também foi encaminhado para atendimento no município. Depois disso, o delegado retornou ao trecho para auxiliar a Polícia Rodoviária Federal.
    Segundo ele, a provável causa do acidente foi a invasão da pista contrária por um dos caminhões, que seguia no sentido Água Clara–Campo Grande, provocando a batida frontal.
    (Esta reportagem está em atualização)
  • 59º Festival de Parintins é lançado no Teatro Amazonas

    59º Festival de Parintins é lançado no Teatro Amazonas

    59º Festival de Parintins é lançado no Teatro Amazonas
    Garantido e Caprichoso se apresentaram durante o lançamento do 58º Festival de Parintins na Ilha Tupinambarana.
    Divulgação
    O Governo do Amazonas lança nesta sexta-feira (13) o 59º Festival Folclórico de Parintins. A cerimônia acontece com a participação dos itens oficiais e torcedores das duas agremiações no Teatro Amazonas, em Manaus, e marca o início da temporada dos bois-bumbás Caprichoso e Garantido em 2026.
    O festival é realizado tradicionalmente no último fim de semana de junho, no município de Parintins. Cada boi apresenta um tema diferente a cada edição.
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    Em 2026, o Boi Caprichoso vai defender o tema “Caprichoso: brinquedo que canta seu chão”. A proposta transforma o amor pelo Caprichoso em arte e cultura, além de celebrar o boi como símbolo da identidade amazônica e do orgulho de Parintins.
    O Boi Garantido escolheu o tema “Parintins: Portal do Encantamento”. A agremiação promete levar o público a uma viagem mágica pela Ilha Encantada, celebrando ancestralidade, batuques e encantarias.
  • Nove toneladas de peixe são apreendidas em caminhão na Bahia

    Nove toneladas de peixe são apreendidas em caminhão na Bahia

    Nove toneladas de peixe são apreendidas em caminhão na Bahia
    Peixes foram apreendidos em caminhão que passava pela cidade de Milagres, no interior da Bahia
    Polícia Rodoviária Federal
    Nove toneladas de peixe foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-116, no município de Milagres, no interior da Bahia, na quinta-feira (12). Os alimentos estavam sendo transportados de forma irregular em um caminhão.
    Segundo a PRF, os peixes eram transportados em caixas de madeira, sem nenhum sistema de refrigeração e em condições inadequadas de higiene.
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    Além disso, o motorista do caminhão não tinha nota fiscal dos alimentos, nem a documentação sanitária obrigatória do Serviço de Inspeção Federal (SIF), que comprova a origem e a regularidade do produto.
    A polícia não informou o que será feito com os alimentos apreendidos.
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  • Motociclista é encontrado morto em vala após acidente em Espinosa

    Motociclista é encontrado morto em vala após acidente em Espinosa

    Motociclista é encontrado morto em vala após acidente em Espinosa
    Motociclista foi encontrado morto em vala
    Montagem/g1
    Um motociclista, de 45 anos, morreu em um acidente no bairro Santa Cláudia, em Espinosa, nesta quinta-feira (12).
    O veículo e a vítima foram encontrados por policiais militares em uma vala aberta às margens de uma rua de terra.
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    Uma equipe do Samu foi acionada para prestar socorro, mas, ao chegar ao local, constatou que o homem já estava morto. Ele foi identificado como Renaildo Mendes Gonçalves.
    A dinâmica do acidente não foi esclarecida, já que não houve testemunhas. A perícia da Polícia Civil foi acionada e, após os trabalhos de praxe, liberou o corpo.
    A motocicleta da vítima foi entregue aos familiares.
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  • Equipamentos de UPA do DF estão há 3 anos parados; Tribunal de Contas cobra explicação

    Equipamentos de UPA do DF estão há 3 anos parados; Tribunal de Contas cobra explicação

    Equipamentos de UPA do DF estão há 3 anos parados; Tribunal de Contas cobra explicação
    Upa de Ceilândia foi inaugurada nesta sexta-feira (24), no DF
    Agência Brasília/Reprodução
    O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) deu 15 dias para o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges) se manifestar sobre equipamentos hospitalares que estão parados na UPA Ceilândia II desde 2023.
    De acordo com o tribunal, são equipamentos como ventiladores mecânicos e monitores cardíacos. A reportagem entrou em contato com o Iges, mas não obteve retorno.
    O TCDF afirma que o Iges tem um contrato de R$ 9,8 milhões firmado com uma empresa de manutenção. Já houve aditivos ao acordo, levando o repasse à soma de R$ 34 milhões. Mesmo assim, as manutenções não são feitas, aponta o tribunal.
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    Irregularidades
    Ainda segundo a representação, há irregularidades nos ajustes de contrato feito entre o instituto e a empresa:
    falhas na execução dos serviços de manutenção;
    justificativas frágeis da contratada para a falta de conserto dos equipamentos;
    ausência de inventário e de documentos obrigatórios sobre as máquinas com defeito.
    Mesmo após falhas na execução do contrato terem sido apontadas, a Secretaria de Saúde autorizou os aditivos, segundo a corte. O documento aponta ainda que a empresa também expandiu a sua atuação para o Hospital Cidade do Sol, em Ceilândia, com aumentos de 6,35% a 28% nos valores dos contratos.
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  • Acidente entre duas motos deixa vítima ferida e congestiona Avenida Lix da Cunha, em Campinas

    Acidente entre duas motos deixa vítima ferida e congestiona Avenida Lix da Cunha, em Campinas

    Acidente entre duas motos deixa vítima ferida e congestiona Avenida Lix da Cunha, em Campinas
    Não há informações oficiais sobre interdição da via, mas um denunciante afirmou que apenas a faixa de ônibus está liberada para o tráfego.
    Arquivo Pessoal
    Um acidente entre duas motocicletas deixou uma pessoa levemente ferida na manhã desta sexta-feira (13), na Avenida Lix da Cunha, em Campinas (SP).
    A vítima foi encaminhada ao Hospital Mário Gatti, mas até o momento não há confirmação sobre o estado de saúde.
    A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e o Corpo de Bombeiros foram ao local do acidente.
    Segundo um motorista que passou pelo local, apenas a faixa de ônibus estava liberada para o tráfego até a publicação desta reportagem.
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    Segundo a Polícia Militar, o caso foi registrado como queda de motocicleta.
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    VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região
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  • ‘Nasci de novo’: motociclistas são atingidos no pescoço por fiação em rua

    ‘Nasci de novo’: motociclistas são atingidos no pescoço por fiação em rua

    ‘Nasci de novo’: motociclistas são atingidos no pescoço por fiação em rua
    Vídeo mostra momento em que fio atinge motociclistas em rua de Campo Grande
    Um acidente causado por um fio solto deixou dois motociclistas feridos na noite de quarta-feira (11), em Campo Grande. O caso aconteceu por volta das 19h40, na Rua Brilhante, próximo ao Terminal Bandeirantes.
    Câmeras de segurança registraram o momento em que os motociclistas são atingidos pelo cabo, que estava atravessado na via.
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    Segundo relato de Renato Corrêa, uma das vítimas, ele estava voltando do trabalho e parou no semáforo vermelho no cruzamento da Rua Brilhante com a Rua Guaianases quando o fio atingiu seu pescoço.
    “Eu parei no semáforo e o fio de um cabo de energia ou telefonia enroscou no meu pescoço. Quase morri”, contou em um vídeo gravado após o acidente.
    Ele sofreu um corte no pé, que precisou de três pontos, além de escoriações na coxa, panturrilha, costas e braços. O ferimento mais preocupante foi no pescoço, onde o cabo provocou um corte e queimaduras na pele.
    Renato foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para a UPA Leblon. Segundo ele, o médico que o atendeu disse que ele teve muita sorte.
    Motociclistas são atingidos por fio no pescoço e escapam por pouco em Campo Grande
    Divulgação
    “Ele perguntou se eu acreditava em milagre. Eu disse que sim. Então ele falou: ‘você é um milagre, não era para você estar aqui hoje’”, relatou.
    Ainda de acordo com Renato, se o fio fosse mais fino, o acidente poderia ter sido fatal.
    “Realmente eu nasci de novo”, disse.
    Outra motociclista também ficou ferida
    “Nasci de novo”, diz motociclista atingido por fio no pescoço
    A outra vítima é a motociclista Aryanne Duarte Mineiro, de 29 anos. Ela contou que estava ao lado de Renato quando o fio arrebentou e acabou atingindo os dois.
    Segundo Aryanne, o cabo primeiro atingiu o outro motociclista e, em seguida, acabou acertando também o pescoço dela.
    “Na hora eu tentei tirar o fio com a mão, mas não consegui. Acabei sendo jogada para trás e caí da moto”, relatou.
    Após a queda, a motocicleta permaneceu em pé por alguns instantes e acabou caindo próximo à placa do posto de combustível.
    Aryanne também teve ferimentos no pescoço e afirmou que nunca tinha passado por uma situação parecida.
    Problema antigo na cidade
    Casos envolvendo fios soltos não são raros em Campo Grande. Moradores relatam com frequência a presença de cabos pendurados ou espalhados pelas ruas e calçadas, o que aumenta o risco de acidentes com motoristas, ciclistas e pedestres.
    Apesar do problema recorrente, a capital sul-mato-grossense ainda não tem uma lei municipal que obrigue a retirada de cabos sem uso.
    Em setembro de 2023, o governo federal criou o programa Poste Legal, que estabelece regras para organizar os fios nos postes das cidades brasileiras. A medida prevê que cabos e equipamentos sejam instalados de forma a reduzir riscos para a população e também diminuir o impacto visual causado pelos emaranhados de fios.
    Mesmo assim, em Campo Grande não há legislação local específica. Em 2024, um projeto de lei chegou a ser apresentado para obrigar empresas de telefonia a retirar cabos sem uso após o cancelamento de serviços, mas a proposta foi rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça e não avançou.
    Mutirão retirou fios irregulares
    No fim do ano passado, uma força-tarefa chamada Projeto Limpa Fios começou a retirar cabos soltos, irregulares ou abandonados no quadrilátero central de Campo Grande.
    A ação reuniu a Agência Estadual de Regulação (Agems), a prefeitura e o Grupo Energisa. Em apenas uma noite de trabalho, foram retirados cerca de 15 mil metros de cabos irregulares ou abandonados em 43 postes da região central da cidade.
    Mesmo com iniciativas pontuais, moradores ainda relatam a presença de fios soltos em diferentes pontos da capital, situação que continua representando risco de acidentes como o registrado na Rua Brilhante.
    Por que retirar os fios irregulares
    O acúmulo de cabos abandonados e clandestinos é um problema nacional e já possui normativas específicas, explica o engenheiro Paulo Patrício, coordenador da Câmara Técnica de Energia da AGEMS.
    “As regras da Aneel permitem a retirada de cabos irregulares. A medida é essencial para garantir segurança, conformidade e organização no compartilhamento da infraestrutura”, pontua.
    De acordo com o Grupo Energisa, 144 empresas cadastradas foram notificadas previamente. Mesmo assim, anos de instalações não autorizadas resultaram em excesso de peso nos postes, risco de acidentes — especialmente em períodos de chuva — e poluição visual.
    O coordenador de construção e manutenção da Energisa, João Ricardo Nascimento, reforça que muitos cabos foram instalados sem identificação ou controle técnico.
    Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: