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  • Jovem agredido por Pedro Turra no DF quer enquadrar caso como tentativa de homicídio; ‘Queria bater para matar’, diz testemunha

    Jovem agredido por Pedro Turra no DF quer enquadrar caso como tentativa de homicídio; ‘Queria bater para matar’, diz testemunha

    Jovem agredido por Pedro Turra no DF quer enquadrar caso como tentativa de homicídio; ‘Queria bater para matar’, diz testemunha
    Testemunha de agressão em Águas Claras diz que Turra chamou amigos para agredir jovem
    A defesa de Arthur Azevedo Valentim, vítima de uma das várias agressões atribuída ao ex-piloto Pedro Turra Basso, pediu à Justiça do Distrito Federal que o caso seja reclassificado como tentativa de homicídio.
    O pedido se baseia no depoimento dado por uma jovem em outro inquérito. Nele, a testemunha relata um padrão de comportamento agressivo de Turra – e a intenção do ex-piloto de “bater para matar” ao entrar em uma briga.
    ➡️ Pedro Turra virou réu por homicídio após a morte de Rodrigo Castanheira, de 16 anos, após uma briga de rua. Ele cumpre prisão preventiva no Centro de Detenção Provisória (CDP) enquanto aguarda julgamento.
    ➡️ Após a repercussão do caso, o g1 revelou que ex-piloto já tinha sido denunciado por outra agressão, em Águas Claras, meses antes. A vítima era Arthur Valentim.
    ➡️ Esse caso foi denunciado em junho de 2025, mas Pedro Turra só prestou depoimento em 27 de janeiro deste ano. A Polícia Civil (21ª Delegacia de Polícia) concluiu o caso como lesão corporal e encaminhou para a Justiça do Distrito Federal.
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    Segundo a defesa de Arthur Valentim, o depoimento dessa testemunha deixa “evidente que a conduta investigada não se limita ao crime de lesão corporal”.
    ‘Ele queria bater para matar’, diz testemunha sobre Pedro Turra em caso de Águas Claras.
    g1 DF
    O g1 teve acesso com exclusividade ao depoimento (veja os vídeos ao longo desta reportagem).
    Nele, a testemunha narra que estava com o ex-piloto no dia da briga – e que ele foi ao local onde Arthur Valentim estava com a intenção de agredi-lo.
    “Ele não queria parar de bater, ele queria bater para matar”, disse a testemunha.
    O g1 procurou a defesa de Pedro Turra, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
    ‘Ele queria bater para matar’, diz testemunha de agressão em Águas Claras sobre Turra
    ‘Corre’, avisou testemunha
    De acordo com o depoimento, a confusão foi causada por um mal-entendido envolvendo a namorada do ex-piloto, Lauanny Faria Braier Borges.
    “Eu falei: ‘Pedro, conversa com ele. Não precisa partir para agressão’ […] Ele falou: ‘Se eu pego esse moleque, eu mato’. Ele sempre falava isso: ‘Se eu pego alguém para bater, eu pego para matar’”, disse.
    A testemunha diz que estava com Pedro Turra quando o ex-piloto identificou que Arthur Valentim estava em uma praça em Águas Claras – e quando ele decidiu chamar amigos para “ajudar” na briga.
    A depoente afirma ainda que chegou a enviar uma mensagem de alerta para Valentim. Um print obtido pelo g1 mostra uma tentativa de ligação e duas mensagens entre 19h26 e 19h30 daquele dia: “Acabei de te ver. Corre.”
    ‘Corre’, escreveu testemunha em mensagem para vítima antes de agressões
    Arquivo pessoal
    “O Pedro já ficou louco para ir pegar ele na porrada. Chamou todos os amigos, um monte de amigo dele. E aí, chegaram ele e um monte de menino, assim. Encurralaram o Arthur”, contou.
    Ainda segundo o depoimento, a situação parecia resolvida após uma conversa entre os dois. Quando Valentim virou as costas para ir embora, no entanto, foi surpreendido com um mata-leão.
    O novo golpe foi motivado, segundo a testemunha, por um comentário da namorada de Pedro Turra.
    “Ele não ia mais bater nele. A Lauanny chegou no ouvido do Pedro e falou: ‘Você vai fazer de novo isso de falar e não fazer?’. Mexeu com o ego dele. Então ele foi correndo e pegou o Arthur Valentim no mata-leão. Começou a socar ele e não parava. Inclusive, sangrou o ouvido”, relatou.
    A testemunha afirmou ainda que a agressão só parou depois que ela própria decidiu intervir.
    Ela relatou à Polícia Civil que puxou Pedro Turra pelo cabelo e mentiu que “a polícia estava chegando”. Só aí, Turra teria largado Valentim.
    A mentira ainda gerou uma bronca na testemunha, que teria “atrapalhado” a briga.
    “Ele brigou, ele e a Lauanny. Veio com o grupinho todo brigar comigo, falando que eu atrapalhei a briga, que eu não devia ter me metido. Que ele [Turra] queria ter matado ele [Valentim], que tinha que ter continuado a briga, pelo menos para deixar ele muito machucado”, afirmou.
    O processo tramita no Juizado Especial Criminal de Taguatinga e ainda aguarda análise da Justiça e manifestação do Ministério Público.
    O relato da vítima
    O g1 teve acesso ao boletim de ocorrência, registrado em 28 de junho de 2025.
    Na denúncia, a vítima diz que teve um desentendimento com Pedro, no mês anterior, por conta da então namorada do piloto.
    Segundo a vítima, nessa primeira ocasião, não houve violência física.
    No dia 28 de junho, a vítima estava sozinha em uma praça de Águas Claras quando Pedro chegou acompanhado de quatro amigos.
    Eles conversaram por cerca de dez minutos e, ao final, o piloto teria dito que “estava tudo certo” entre os dois.
    A vítima afirma que, ao virar de costas para ir embora, foi surpreendida com um soco nas costelas.
    O jovem conta ainda que foi derrubado no chão e imobilizada com um golpe conhecido como “mata-leão”.
    Ele diz que conseguiu evitar o enforcamento, mas “levou diversou socos no rosto”.
    Segundo o depoimento, os amigos não agrediram a vítima, mas só interviram após cerca de cinco minutos — momento em que Pedro foi contido e a vítima fugiu correndo.
    Leia também:
    Namorada de Pedro Turra é investigada por ameaçar jovem que denunciou ex-piloto por tortura]
    Família de jovem morto em briga no DF pede que amigos de ex-piloto também respondam por homicídio
    Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
  • Musical faz homenagem a Chico Xavier no Teatro Nacional, em Brasília, neste fim de semana

    Musical faz homenagem a Chico Xavier no Teatro Nacional, em Brasília, neste fim de semana

    Musical faz homenagem a Chico Xavier no Teatro Nacional, em Brasília, neste fim de semana
    Musical sobre Chico Xavier
    Aline Grossi/Divulgação
    O musical “Anjo das Escritas Iluminadas”, em homenagem a Chico Xavier, está em cartaz no Teatro Nacional, em Brasília, entre sexta-feira (13) e domingo (15). O espetáculo celebra a vida e o legado de um dos maiores líderes espirituais do Brasil e do mundo.
    Indicado duas vezes ao Nobel da Paz, Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier, dedicou sua vida à prática do amor, da empatia e da caridade. Em 2022, a morte do líder espiritual completou 20 anos.
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    Anjo das Escritas Iluminadas
    O musical revela como as cartas psicografadas por Chico Xavier devolveram esperança à famílias enlutadas e até inocentaram injustiçados perante à Justiça.
    O espetáculo percorre momentos marcantes da trajetória de Chico: da infância humilde até se tornar o médium responsável por psicografar mais de 450 obras.
    De acordo com o ator Arthur Souza, que interpreta Chico Xavier no espetáculo, o papel é uma grande responsabilidade, ligado aos ensinamentos que o médium deixou sobre desprendimento e caridade.
    “Não é simplesmente dar voz a um personagem histórico no Brasil e no mundo, mas fazer essa interpretação trazendo o que havia de mais genuíno em Chico Xavier, que era doçura, gentileza e uma inteligência muito generosa, não vaidosa, mas muito correta e firme. E, ao mesmo tempo, receber e entender o quanto ele foi útil para todos nós por meio da literatura que ele trouxe vida”, afirma o ator.
    Quem foi Chico Xavier
    Carnaval de 2026: Tom Maior retorna ao Grupo Especial com enredo sobre Chico Xavier
    A psicografia de Chico Xavier surgiu ainda na juventude do ex-coroinha, que passou apenas quatro anos na escola. As milhares de mensagens escritas pelo médium viraram livros: mais de 450.
    Chico tinha 22 anos quando fez a primeira publicação, “Parnaso de além-túmulo”, com poemas que teriam sido ditados por Olavo Bilac, Castro Alves, Augusto dos Anjos, entre outros.
    Chico teve uma parada cardiorrespiratória no dia 30 de junho de 2002, mesma data em que o Brasil foi pentacampeão na copa Coreia-Japão.
    “Ele sempre dizia que queria morrer no dia em que o país estivesse alegre para passar desapercebido o seu desencarne”, lembra o filho dele, Eurípedes Reis.
    Musical Chico Xavier: Anjo das Escritas Iluminadas
    🗓️ Quando: sexta-feira (13), sábado (14) e domingo (15)
    ⏰ Horário: sexta, às 20h; e sábado e domingo, às 16h e às 20h
    📍 Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena
    🎫 Ingressos: a partir de R$ 80, pelo site
    Veja o que fazer em Brasília no g1 DF.
  • Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 novamente após ataques iranianos a navios

    Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 novamente após ataques iranianos a navios

    Preço do petróleo ultrapassa US$ 100 novamente após ataques iranianos a navios
    Conheça o Estreito de Ormuz, crucial para o petróleo global
    O preço do petróleo Brent, a referência internacional, disparou novamente acima de US$ 100 (cerca de R$ 515,90) após ataques atingirem navios petroleiros próximo ao Estreito de Ormuz.
    Nesta quarta (11) e quinta-feira (12) foram relatados diversos ataques iranianos contra navios comerciais ao redor do Estreito de Ormuz e do porto de Basra, no Iraque. O momento é de intensificação da pressão sobre a região do Golfo, rica em petróleo.
    Os ataques a navios no Estreito de Ormuz
    Kayan Albertin / Arte g1
    Petróleo em alta
    Os preços do petróleo já tinham voltado a subir nesta quarta-feira, enquanto as Bolsas europeias e asiáticas registraram quedas, em meio à incerteza provocada pela guerra no Oriente Médio.
    O barril do West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, tinha avançado 5,91%, a US$ 88,38. O Brent do Mar do Norte, referência na Europa, tinha subido 5,05%, a US$ 92,23.
    Na terça-feira (10), as bolsas tiveram altas expressivas e o petróleo caiu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar na segunda-feira que o conflito terminaria “em breve”.
    Desde o início do conflito, o petróleo acumula alta e chegou perto de US$ 120 por barril no começo da semana, devido às interrupções no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% da produção mundial.
    Como fica a Petrobras? Petróleo em alta turbina caixa da empresa, mas pressiona política de preços e inflação
    Países disponibilizam 400 milhões de barris de petróleo
    Os 32 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) concordaram nesta quarta-feira (11) em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
    É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.
    Mais de 30 países vão disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo para conter preço
  • René Redzepi, chefe premiado, pede demissão após denúncias de agressões e humilhações

    René Redzepi, chefe premiado, pede demissão após denúncias de agressões e humilhações

    René Redzepi, chefe premiado, pede demissão após denúncias de agressões e humilhações
    René Redzepi
    The Best Chef Awards
    O chef dinamarquês René Redzepi, um dos nomes mais celebrados da alta gastronomia internacional, pediu demissão nesta quarta-feira (11) após denúncias de agressões e humilhações no Noma, restaurante que comandava há 23 anos.
    O restaurante, que acumula três estrelas Michelin, fruto da reputação construída ao longo de duas décadas, ganhou destaque internacional na última semana devido a uma reportagem do “The New York Times”. A reportagem reuniu relatos de agressões físicas e constrangimentos públicos de cerca de 35 ex-funcionários que trabalharam no Noma entre 2009 e 2017.
    Em seu perfil no Instagram, Redzepi publicou uma nota afirmando que assume responsabilidade pelas ações e pediu desculpas. (leia a nota na íntegra ao final da matéria)
    “Tenho trabalhado para ser um líder melhor e o Noma deu grandes passos para transformar sua cultura ao longo de muitos anos. Reconheço que essas mudanças não reparam o passado. Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade por minhas próprias ações”, diz a nota.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Ele ainda renunciou ao cargo de conselheiro da MAD, uma organização global sem fins lucrativos com sede em Copenhague fundada por ele.
    “Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos líderes extraordinários guiem agora o restaurante em seu próximo capítulo”, afirma o chef.
    René Redzepi usou as redes sociais para anunciar a saída do restaurante e pedir desculpas a equipe.
    Reprodução/Instagram
    Redzepi também publicou um vídeo pedindo desculpas à equipe do Noma.
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    Denúncias e repercussão
    “Ele batia, cutucava e empurrava funcionários por erros pequenos e às vezes chegava a socar alguém quando perdia a paciência”, relatou um ex-trabalhador ao “The New Yotk Times”.
    Os relatos também descrevem jornadas de trabalho extremamente longas dentro da cozinha, muitas vezes ultrapassando 12 ou até 16 horas por dia durante os períodos mais intensos do restaurante.
    Ex-funcionários disseram ainda que parte significativa da equipe era formada por estagiários estrangeiros que recebiam pouca ou nenhuma remuneração pelo trabalho, apesar da carga pesada de tarefas.
    As denúncias tiveram consequências imediatas. Dois patrocinadores desistiram de apoiar uma temporada de jantares — conhecidos como “pop-ups”, quando restaurantes operam por um período limitado em outra cidade — que o Noma estava prestes a iniciar em Los Angeles.
    A American Express e a startup de hospitalidade Blackbird anunciaram que retiraram o apoio ao evento, que teria ingressos de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 7,7 mil ) por pessoa e estava com todas as reservas esgotadas.
    As duas empresas afirmaram que vão reembolsar clientes que haviam comprado ingressos por meio delas e doar o dinheiro arrecadado a organizações que defendem trabalhadores do setor de restaurantes.
    “As práticas passadas de René, segundo ele próprio admitiu, eram inaceitáveis e abomináveis”, afirmou Ben Leventhal, fundador da Blackbird, em comunicado.
    “Não podemos simplesmente nos apoiar no tempo decorrido e em alegações de reabilitação quando essas coisas ressurgem.”
    Uma porta-voz da Resy, plataforma de reservas da American Express, afirmou que a empresa também decidiu se afastar do patrocínio do evento e que os recursos envolvidos serão redirecionados para iniciativas em apoio aos trabalhadores do setor de hospitalidade em Los Angeles.
    “Nossa prioridade é apoiar a comunidade gastronômica e não permitir que essa decisão prejudique as muitas pessoas que trabalharam arduamente para dar vida a este projeto, desde agricultores locais até fornecedores e outros profissionais envolvidos”, afirmou a empresa.
    Considerado um dos restaurantes mais influentes da gastronomia contemporânea, o Noma ajudou a redefinir a culinária moderna com pratos experimentais e forte uso de ingredientes locais, sazonais e muitas vezes colhidos diretamente na natureza.
    Leia a nota na íntegra
    As recentes semanas trouxeram atenção e conversas importantes sobre nosso restaurante, a indústria e minha liderança no passado.
    Tenho trabalhado para ser um líder melhor e o Noma deu grandes passos para transformar sua cultura ao longo de muitos anos. Reconheço que essas mudanças não reparam o passado. Um pedido de desculpas não é suficiente; assumo a responsabilidade por minhas próprias ações.
    Após mais de duas décadas construindo e liderando este restaurante, decidi me afastar e permitir que nossos líderes extraordinários guiem agora o restaurante em seu próximo capítulo. Também renunciei ao conselho da MAD, a organização sem fins lucrativos que fundei em 2011.
    Para quem está se perguntando o que isso significa para o restaurante, deixem-me dizer claramente: a equipe do Noma hoje é a mais forte e inspiradora que já existiu. Estamos abertos há 23 anos e sinto um orgulho incrível de nossa gente, de nossa criatividade e da direção que o Noma está seguindo.
    Esta equipe seguirá em frente unida para nossa residência em Los Angeles (LA), que será um momento poderoso para eles mostrarem o que têm desenvolvido e para receberem os clientes em algo verdadeiramente especial.
    A missão do Noma para o futuro é continuar explorando ideias, descobrindo novos sabores e imaginando o que a comida pode se tornar daqui a décadas. O Noma sempre foi maior do que qualquer pessoa individualmente. E este próximo passo honra essa crença.
  • Projeto para trocar nome da Rua Peixoto Gomide avança na Câmara de SP; ex-senador que dá nome à via matou a própria filha

    Projeto para trocar nome da Rua Peixoto Gomide avança na Câmara de SP; ex-senador que dá nome à via matou a própria filha

    Projeto para trocar nome da Rua Peixoto Gomide avança na Câmara de SP; ex-senador que dá nome à via matou a própria filha
    Proposta quer rebatizar rua entre Jardins e Bela Vista como Sophia Gomide. Projeto busca impedir homenagens públicas a autores de feminicídio e ainda precisa ser votado no plenário.
    Reprodução/TV Globo
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou, na quarta-feira (11), um projeto de lei que propõe trocar o nome da Rua Peixoto Gomide, que passa pelos bairros Bela Vista e Jardim Paulista, na região central, por Rua Sophia Gomide. A proposta ainda precisa passar por votação no plenário da Casa.
    O projeto é de autoria das vereadoras Luna Zarattini (PT) e Silvia da Bancada Feminista (PSOL). Segundo as parlamentares, a mudança busca reparar uma homenagem concedida ao senador Francisco de Assis Peixoto Gomide Júnior, que matou a própria filha, Sophia Gomide, em 1906 por não aceitar o casamento dela.
    De acordo com a justificativa da proposta, a Câmara Municipal deu o nome do ex-senador à rua em 1914, sem mencionar o assassinato da filha nas homenagens oficiais.
    O parecer de legalidade foi aprovado em reunião na quarta, na CCJ, comissão responsável por analisar se os projetos são constitucionais antes de seguirem para votação no plenário. O único voto contrário foi do vereador Lucas Pavanato (PL).
    Projeto de lei em tramitação na Câmara da capital quer mudar nomes de ruas que homenageiam homens que mataram mulheres
    As autoras afirmam que o objetivo da proposta é fazer uma reparação histórica e dar dignidade à memória de Sophia Gomide.
    “Precisamos refletir sobre, e contestar, os nomes dos espaços em que pisamos, não só para que feminicidas não sejam exaltados, mas para que cada vez mais mulheres possam receber o destaque que lhes cabe”, disseram as vereadoras na justificativa do projeto.
    A proposta faz parte da campanha “Feminicida não é herói”, que reúne iniciativas para impedir homenagens públicas a autores de feminicídio na cidade.
    Nomes de ruas
    Além da Rua Peixoto Gomide, há outras vias citadas na mesma campanha e em projetos de lei ligados ao tema.
    São elas:
    Rua Moacir Piza – a proposta é mudar o nome para Nenê Romano, mulher assassinada pelo ex-companheiro Moacir Piza em 1923.
    Rua Alberto Pires – proposta de alteração para Dona Leonor de Camargo Cabral.
    Outro projeto relacionado ao tema (PL 483/2025), que proíbe a futura denominação de ruas e logradouros públicos com nomes de pessoas que tenham cometido feminicídio, já foi aprovado em primeira votação na Câmara.
    A expectativa é que a segunda votação aconteça ainda em março. Se aprovado, o texto seguirá para sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
  • O que diz a ordem do governo Trump para combater cartéis de drogas na América Latina

    O que diz a ordem do governo Trump para combater cartéis de drogas na América Latina

    O que diz a ordem do governo Trump para combater cartéis de drogas na América Latina
    Quais os critérios dos EUA para classificar organizações terroristas estrangeiras?
    O governo Trump anunciou nos últimos dias o que chamou “Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis”, que visa trabalhar com países latino-americanos para “destruir” cartéis de drogas no Hemisfério Ocidental.
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    Segundo ordem executiva assinada no sábado (7) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, o país contará com uma parceria com 16 países da América Latina e “treinará e mobilizará” os Exércitos desses países para combater esses grupos.
    “Os cartéis e as organizações terroristas estrangeiras no Hemisfério Ocidental devem ser demolidos no maior grau possível (…) Os Estados Unidos treinarão e mobilizarão os militares de países parceiros para formar a força de combate mais eficaz possível para desmantelar os cartéis e sua capacidade de exportar violência e buscar influência por meio de intimidação organizada”, afirmou a ordem executiva.
    O governo Trump não detalhou, no entanto, o que quis dizer por “treinar e mobilizar” militares dos países latino-americanos no combate aos cartéis.
    A ordem executiva diz ainda que os países parceiros dos EUA “devem manter ameaças externas afastadas, incluindo influências estrangeiras malignas vindas de fora do Hemisfério Ocidental”, uma possível referência à China. O governo Trump já disse anteriormente que busca eliminar a presença chinesa no continente.
    Veja abaixo quais são os 17 países signatários da “Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis”:
    Argentina;
    Bahamas;
    Belize;
    Bolívia;
    Costa Rica;
    El Salvador;
    Equador;
    Estados Unidos;
    Guatemala;
    Guiana;
    Honduras;
    Jamaica;
    Panamá;
    Paraguai;
    Peru;
    República Dominicana;
    Trinidad e Tobago.
    O Brasil não é signatário da coalizão, e o governo Lula teme que os EUA classifiquem o PCC e CV como organizações terroristas internacionais, o que aumentaria a possibilidade de uma ação militar unilateral de Washington em território brasileiro. (Leia mais abaixo)
    O presidente dos EUA, Donald Trump, responde a uma pergunta durante uma coletiva de imprensa no Trump National Doral Miami
    REUTERS/Kevin Lamarque
    No último sábado (7), o presidente Trump recebeu líderes latino-americanos alinhados ao seu governo na cidade de Doral, perto de Miami, na Flórida, para a primeira “reunião de cúpula” do grupo batizado de “Escudo das Américas”. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, não foi convidado.
    Dias antes, o governo Trump já havia recebido líderes militares da região em Washington D.C. Na reunião, o assessor de segurança interna da Casa Branca, Stephen Miller, afirmou que os cartéis de drogas só podem ser derrotados com o uso da força militar.
    Ações no México e no Equador
    O governo Trump tem intensificado sua investida contra cartéis. Nas últimas semanas, indícios de cooperação dos EUA com países latino-americanos já começaram a aparecer.
    No México, que não é signatário da nova coalizão, uma operação do Exército mexicano em fevereiro que resultou na morte de El Mencho, um dos narcotraficantes mais procurados do mundo, teve contribuição dos EUA com inteligência militar. O governo Sheinbaum assegurou, no entanto, que a investida foi realizada inteiramente pelas Forças Armadas do país.
    Na semana passada, o Exército equatoriano bombardeou acampamentos do grupo Comandos de la Frontera, ligado a dissidências das Farc, e os EUA tiveram participação. O Pentágono confirmou que apoiou “ações cinéticas letais” no país sul-americano por ordem do secretário de Guerra, Pete Hegseth.
    Brasil tenta evitar designação de PCC e CV como terroristas
    Por aqui, o governo Lula tenta evitar que os EUA classifiquem as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.
    Isso porque a classificação abriria caminho para eventuais ações militares contra os grupos dentro do território brasileiro, mesmo sem a aprovação de Brasília.
    O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lidera os esforços e pediu ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que barre a medida, segundo a GloboNews.
    Mesmo assim, depois da conversa, o Departamento de Estado dos EUA disse em comunicado que o governo Trump enxerga o PCC e o CV como ameaças de alcance regional.
    “Os Estados Unidos veem as organizações criminosas brasileiras, inclusive o PCC e o CV, como ameaças significativas à segurança regional em função do seu envolvimento com o tráfico de drogas, violência e crime transnacional”, diz um trecho da nota.
    O presidente Lula planeja uma viagem a Washington D.C. para se encontrar com Trump, e o tema deve estar na pauta da reunião. A data do encontro ainda está em negociação.
  • Comida estragada e louça acumulada: vídeo mostra apartamento de gaúcha após desaparecimento em Florianópolis

    Comida estragada e louça acumulada: vídeo mostra apartamento de gaúcha após desaparecimento em Florianópolis

    Comida estragada e louça acumulada: vídeo mostra apartamento de gaúcha após desaparecimento em Florianópolis
    Vídeo mostra apartamento de gaúcha desaparecida em Florianópolis após desaparecimento
    Um vídeo gravado no apartamento da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, após o desaparecimento dela em Florianópolis, mostra muita comida estragada na cozinha e louça suja acumulada na pia, com restos de alimentos, o que indica que não havia ninguém no local havia dias. A Polícia Civil investiga o caso.
    As imagens foram feitas por Matheus Estivalet Freitas, irmão de Luciani, na segunda-feira (9), quando ele entrou no apartamento acompanhado por policiais (assista acima).
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    Segundo o irmão, que mora em Itapema, no Litoral Norte do estado, o último contato com ela ocorreu em 4 de março. Na segunda-feira, após receber mensagens suspeitas enviadas pelo celular da corretora — repleta de erros gramaticais — a família decidiu registrar o desaparecimento na polícia.
    Em uma delas, Luciani diz que está bem, mas que estaria sendo perseguida por um ex-namorado (veja abaixo).
    Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, desaparecida em Florianópolis
    Arquivo pessoal
    Questionada pelo g1, a Polícia Civil não detalhou a linha de investigação, nem disse se suspeitos já foram identificados.
    De acordo com o irmão, Luciani atua como corretora e administradora de imóveis na região da praia do Santinho, área turística no Norte da Ilha.
    Após as mensagens recebidas pela família, a proprietária de um imóvel administrado por ela há dois anos também afirmou ter recebido mensagens questionáveis após atraso no pagamento de faturas.
    “Proprietários de imóveis entraram em contato que ela não repassou os aluguéis também. Chamaram ela na quinta e não obtiveram retorno. Ela somente dizendo que ‘estava na correria e já faria’. Nunca houve atraso nos repasses, e nem demora no retorno das mensagens”, disse o irmão.
    Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis
    Redes sociais/ Reprodução
    Apartamento de gaúcha desaparecida em Florianópolis
    Arquivo pessoal
    VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias
  • Ambientes integrados revelam uma nova forma de viver a casa

    Ambientes integrados revelam uma nova forma de viver a casa

    Ambientes integrados revelam uma nova forma de viver a casa
    A integração entre sala, cozinha e áreas de convivência deixou de ser tendência e se firmou como escolha definitiva nos projetos residenciais. Mais do que estética, essa proposta reflete um modo de viver em que circulação, luz natural e funcionalidade caminham juntas, criando espaços mais abertos e convidativos.
    Integração de ambientes traz espaços mais leves, funcionais e cheios de personalidade
    Internet
    Nesse cenário, o piso ganha protagonismo. Revestimentos contínuos eliminam interrupções visuais e ampliam a percepção dos ambientes, enquanto os grandes formatos contribuem para uma leitura mais limpa e sofisticada do espaço. O resultado é uma casa que parece maior, mais organizada e visualmente equilibrada.
    Revestimentos que harmonizam cozinha e sala com beleza e funcionalidade
    Internet
    Na Vilarejo, cada projeto é conduzido de forma estratégica, já que a necessidade de cada morador é única. O atendimento técnico especializado auxilia na escolha dos revestimentos ideais para integrar ambientes com harmonia, funcionalidade e valorização do imóvel.
    Para ver de perto soluções que conectam ambientes com elegância e funcionalidade, visite uma loja Vilarejo e conte com uma consultoria preparada para orientar cada etapa da escolha.
    Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes, Niterói – RJ.
  • Pedro Sampaio lança funk em espanhol com colaborador de Bad Bunny na produção e feat com cantor mexicano

    Pedro Sampaio lança funk em espanhol com colaborador de Bad Bunny na produção e feat com cantor mexicano

    Pedro Sampaio lança funk em espanhol com colaborador de Bad Bunny na produção e feat com cantor mexicano
    Pedro Sampaio (de pé) faz feat com o cantor mexicano de reggaeton El Bogueto no single ‘G-Latina’, produzido pelo duo porto-riquenho Subelo NEO
    Steff Lima / Divulgação
    ♫ NOTÍCIA
    ♬ Com a intenção de expandir a carreira em direção ao mercado pop latino internacional ao longo de 2026, o DJ e produtor musical Pedro Sampaio lança às 21h desta quinta-feira, 12 de março, single com inédito funk composto em espanhol e gravado com tempero de salsa.
    O funk se chama “G-Latina” e apresenta feat de Sampaio com o cantor mexicano El Bogueto, artista de trajetória ascendente nos correntes anos 2020 e associado ao universo do reggaeton.
    Detalhe: colabora na composição e na produção musical do funk “G-Latina” o duo porto-riquenho Subelo NEO, conhecido por assinar hits do astro porto-riquenho Bad Bunny como “Me porto bonito” e “Yo perreo sola”. Habitual colaborador de Sampaio, o brasileiro Pedro Breder também está envolvido na produção e na criação da música.
    A autoria do funk “G-Latina” é creditada a Pedro Sampaio, Pedro Breder, El Bogueto, Subelo NEO, Carolzinha e o mexicano Jozu. A intenção de Pedro Sampaio foi apresentar um funk de sotaque global.
    Com a palavra, o artista: “A música é uma linguagem universal e eu uso isso a meu favor. ‘G-Latina’ é música cantada em espanhol, mas você não precisa entender a língua para saber que se trata de uma música para cima que chama o ouvinte pra dançar, rebolar e se jogar. Tem elementos sonoros, fonéticos e visuais nela que passam essa mensagem, independentemente da língua. Esse é um cuidado que sempre trago nas minhas produções pensadas para o mercado global. A ideia é ser democrático e encurtar distâncias culturais”, ressalta o DJ, produtor e cantor carioca.
    Na sequência do single “G-Latina”, Pedro Sampaio dá sequência ao movimento de expansão da carreira além do Brasil com turnê que o levará a nove países entre abril e agosto.
    Capa do single ‘G-Latina’, de Pedro Sampaio
    Divulgação
  • Kim Jong-un é fotografado atirando com armas de fogo durante visita a fábrica de munições na Coreia do Norte

    Kim Jong-un é fotografado atirando com armas de fogo durante visita a fábrica de munições na Coreia do Norte

    Kim Jong-un é fotografado atirando com armas de fogo durante visita a fábrica de munições na Coreia do Norte
    O líder norte-coreano Kim Jong Un visita uma fábrica de munições em Pyongyang, Coreia do Norte, nesta foto divulgada em 12 de março de 2026 pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA), órgão oficial da Coreia do Norte.
    KCNA via REUTERS
    O líder norte-coreano Kim Jong-un foi fotografado enquanto testava pistolas em visita a fábrica de munições, segundo a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).
    A visita ocorreu nesta quarta-feira (11). Jung-un estava acompanhado da filha adolescente. Segundo a KCNA, os dois testaram as armas de fogo.
    Ambos vestiam jaquetas de couro pretas, e Ju Ae aparece participando de um exercício de tiro ao lado de oficiais militares.
    Durante a visita, Kim teria supervisionado a produção e pedido a modernização do processo. Segundo declarações de Kim, a fábrica “desempenha um papel muito importante no aumento da eficiência de combate do exército”.
    Fábrica de munições fica em Pyongyang, capital Coreia do Norte
    KCNA via REUTERS
    Conforme a KCNA, ele enfatizou a necessidade de expandir a capacidade de produção da fábrica “de forma visionária”.
    Kim, que frequentemente tenta exibir o poderio militar do estado detentor de armas nucleares, foi recentemente visto supervisionando o teste de lançamento de um míssil de cruzeiro estratégico em um destróier recém-lançado, de acordo com a KCNA.
    Provável sucessora do pai
    Kim Jong-un assiste a teste de míssil e cruzeiro da Coreia do Norte ao lado da filha
    Korean Central News Agency/Korea News Service via AP
    A jovem, supostamente chamada Kim Ju-ae e com cerca de 13 anos, acompanha o pai em diversos eventos importantes, incluindo desfiles militares e lançamentos de armas, desde o final de 2022.
    A agência de inteligência da Coreia do Sul avaliou no mês passado que Kim Jong Un estaria perto de designá-la como sua sucessora.
    Na terça-feira (10), Kim Jong-un assistiu ao lado de sua filha a testes de mísseis de cruzeiro disparados de um navio de guerra.
    Kim Jong-un leva filha para assistir a teste de míssil da Coreia do Norte
    Reuters
    Imagens enviadas pela Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA) mostraram os dois em uma sala de conferências, observando uma tela que exibia o lançamento de armas do Choe Hyon, um destróier com um ano de serviço.
    Os testes ocorrem num momento em que a Coreia do Norte ameaça retaliar os exercícios militares conjuntos entre Estados Unidos e Coreia do Sul na região.
    Kim assistiu aos lançamentos de mísseis por vídeo na terça-feira (10) e enfatizou a necessidade de manter “uma estratégia de dissuasão nuclear poderosa e confiável”, informou a KCNA em um comunicado que não mencionou sua filha.
    A KCNA afirmou que os mísseis atingiram ilhas-alvo na costa oeste da Coreia do Norte. A reportagem citou Kim Jong-un dizendo que os lançamentos tinham como objetivo demonstrar a postura ofensiva estratégica da Marinha e familiarizar as tropas com o disparo de armas.