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  • Irã diz que não pode jogar Copa em ‘hipótese alguma’: os impactos do conflito com os EUA no Mundial mais politizado dos últimos tempos

    Irã diz que não pode jogar Copa em ‘hipótese alguma’: os impactos do conflito com os EUA no Mundial mais politizado dos últimos tempos

    Irã diz que não pode jogar Copa em ‘hipótese alguma’: os impactos do conflito com os EUA no Mundial mais politizado dos últimos tempos
    Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Fifa, Gianni Infantino, formaram um relacionamento próximo
    EPA via BBC
    Daqui a pouco mais de três meses, os Estados Unidos serão um dos três países anfitriões da Copa do Mundo de futebol masculino. E o Irã é uma das seleções classificadas para a disputa.
    No final de fevereiro, os Estados Unidos atacaram o Irã, em uma operação conjunta com Israel que segue em andamento, despertando uma guerra em todo o Golfo Pérsico.
    O que o conflito pode significar para os países envolvidos, para a Fifa e para uma Copa do Mundo que já estava altamente politizada?
    O Irã ainda irá disputar a Copa do Mundo?
    Ministro do Esporte do Irã diz que seleção não vai participar da Copa do Mundo
    Nesta quarta-feira (11/3), o ministro dos Esportes, Ahmad Donyamali, disse que o Irã não poderá participar da Copa do Mundo de 2026 depois dos ataques americanos e da morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
    “Considerando que este regime corrupto assassinou nosso líder, em hipótese alguma podemos participar da Copa do Mundo”, disse o ministro à televisão estatal iraniana.
    “Nossos filhos não estão seguros e, fundamentalmente, tais condições para participação não existem”, disse Donyamali.
    “Dadas as ações maliciosas que realizaram contra o Irã, nos impuseram duas guerras em oito ou nove meses e mataram e martirizaram milhares de nossos cidadãos. Portanto, certamente não podemos ter tal presença.”
    No dia anterior, o presidente da Fifa havia dito que o presidente americano, Donald Trump, afirmou que o Irã será “bem-vindo” para disputar a Copa.
    Esta seria a quarta Copa do Mundo consecutiva com a participação do Irã. Seus três jogos na fase de grupos estão marcados para os Estados Unidos: contra a Nova Zelândia e a Bélgica, em Los Angeles, e contra o Egito, em Seattle.
    O Irã não desistiu da competição no ano passado, quando os Estados Unidos bombardearam três instalações nucleares iranianas.
    Antes das declarações do ministro dos Esportes, o presidente da federação iraniana de futebol já havia levantado dúvidas sobre a participação do país na Copa.
    “Com o que aconteceu… e com aquele ataque dos EUA, é improvável que possamos olhar para a Copa do Mundo à nossa frente, mas os dirigentes do esporte são quem deve tomar a decisão”, teria dito Mehdi Taj à televisão iraniana.
    Em meio à morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei (1939-2026), e às imensas incertezas sobre o futuro cenário político do país, é impossível prever qual será essa decisão — e até mesmo quem irá tomá-la.
    “Para Teerã, esta não é uma guerra curta de 12 dias, nem uma escalada contida que possa sofrer uma pausa e, depois, reiniciar”, afirma Sanam Vakil, diretora do Programa de Oriente Médio e Norte da África do grupo de estudos sobre assuntos internacionais Chatham House.
    Para ela, “este novo estágio de conflito é existencial e claramente sobre a sobrevivência do regime. É também improvável que ele termine rapidamente.”
    A Fifa, que dirige o futebol mundial, declarou estar acompanhando os acontecimentos. Mas, neste momento, as autoridades estão afirmando de forma privada que esperam que o Irã participe da Copa do Mundo.
    No sábado (1/3), o secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom, declarou que “o nosso objetivo é ter uma Copa do Mundo segura, com a participação de todos”.
    Pelas regras da Fifa, no caso da desistência ou exclusão de uma equipe, a entidade pode “tomar qualquer ação que considerar necessária” e “pode decidir substituir a associação participante por outra”.
    A BBC Sport entrou em contato com a Fifa, pedindo esclarecimentos sobre as sugestões de que o Irã poderia ser substituído por outra equipe da Confederação Asiática de Futebol (AFC, na sigla em inglês).
    Se isso acontecer, os favoritos seriam o Iraque, que ainda poderá ganhar uma vaga na repescagem intercontinental a ser disputada no final deste mês, ou os Emirados Árabes, que foram desclassificados nas eliminatórias.
    A equipe masculina de futebol do Irã comemora a classificação para a Copa do Mundo 2026, após empatar com o Uzbequistão, em março do ano passado
    Getty Images via BBC
    ‘Estamos em território desconhecido’
    O presidente americano, Donald Trump, assinou no ano passado uma ordem executiva proibindo a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de 12 países, incluindo o Irã. O motivo indicado foi uma tentativa de gerenciar ameaças à segurança americana.
    Os jogadores e a equipe técnica das equipes que irão disputar a Copa do Mundo são exceções, mas o Irã ameaçou boicotar o sorteio da Copa, realizado em Washington no mês de dezembro, quando os pedidos de visto de parte das suas autoridades foram rejeitados.
    Mas, se o Irã jogar a Copa, provavelmente haverá um escrutínio ainda maior em relação à segurança dos jogos da equipe e da base de treinamento planejada pelo Irã, no Arizona.
    Os jogos da seleção iraniana na Copa do Mundo do Catar, em 2022, ocorreram em um cenário de protestos em massa contra o governo no Irã. As partidas incluíram uma derrota por 1×0 frente aos EUA.
    Na segunda partida da seleção iraniana, contra o País de Gales, houve confrontos entre torcedores com visões opostas sobre o governo do país.
    E, considerando as esperanças de Trump em relação a uma possível mudança de regime no Irã, é possível que ocorra uma situação parecida na Copa deste ano. Afinal, Los Angeles, que irá receber duas partidas do Irã, abriga uma das maiores comunidades iranianas do planeta.
    “Estamos em território desconhecido, a apenas pouco mais de três meses do início da Copa do Mundo e com os anfitriões lançando uma guerra de agressão contra um país participante”, afirma Nick McGeehan, do grupo de defesa dos direitos humanos FairSquare.
    “Se o Irã retirar sua equipe da Copa (uma decisão que parece totalmente plausível), a Fifa provavelmente irá suspirar de alívio, considerando a possibilidade de protestos e distúrbios.”
    Mesmo se o Irã não comparecer, as tensões poderão aumentar, especialmente considerando que o evento fará parte das comemorações dos 250 anos da Declaração de Independência dos EUA. Espera-se que Trump seja uma presença muito visível no evento, como ocorreu no Mundial de Clubes de futebol e na Ryder Cup de golfe, no ano passado.
    O conflito começou poucos dias depois que autoridades do governo americano foram alertadas de que poderá haver consequências “catastróficas” para a segurança se as 11 cidades-sede norte-americanas não receberem o dinheiro que foi congelado em meio a um fechamento parcial do governo do país. Afirma-se que o cronograma das preparações está atrasado.
    Também existem preocupações cada vez maiores sobre a possibilidade de uso de autoridades do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) durante o torneio e com um surto de violência dos cartéis no México, país vizinho e outro anfitrião da Copa.
    Além disso, as relações entre os Estados Unidos e o terceiro anfitrião, o Canadá, também sofreram tensões, com Trump impondo uma série de tarifas de importação para o vizinho do norte.
    Durante o fim de semana (28/2-1/3), o chefe da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, Andrew Giuliani, elogiou os ataques de Trump ao Irã. Ele postou nas redes sociais que suas ações iriam “fazer do mundo um lugar seguro”.
    “Cuidaremos do futebol amanhã”, acrescentou ele. “Esta noite, comemoramos a chance de liberdade” do povo iraniano.
    Mas o conflito no Oriente Médio provavelmente aumentará as críticas ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, sobre seu relacionamento próximo com Donald Trump.
    E o ‘Prêmio da Paz’ da Fifa?
    Durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo 2026, Donald Trump recebeu das mãos de Gianni Infantino o ‘Prêmio da Paz’ da Fifa
    Reuters via BBC
    Em dezembro, a Fifa concedeu a Donald Trump seu primeiro “Prêmio da Paz”, durante a cerimônia do sorteio da Copa do Mundo de 2026.
    A entidade declarou que o presidente americano “desempenhou papel fundamental” no estabelecimento de um cessar-fogo entre Israel e os palestinos, além de buscar pôr fim a outros conflitos.
    Desde a entrega do prêmio, os Estados Unidos realizaram ações militares na Venezuela, Nigéria e Irã, além de indicarem possíveis operações na Groenlândia, no México (outro país-sede da Copa do Mundo) e na Colômbia, que também participa do torneio.
    Em janeiro, Trump também disse a Cuba que “faça um acordo” ou enfrente as consequências.
    Trump vem defendendo intensamente sua política externa. Ele insiste que está agindo no interesse dos Estados Unidos.
    No mês passado, Infantino defendeu a concessão do “Prêmio da Paz”. Ele chegou a comparecer à primeira reunião do Conselho de Paz do presidente americano, usando um boné temático de Trump, com as inscrições “USA” e “45-47” (Trump, com dois mandatos não consecutivos, é o 45° e 47° presidente americano).
    A decisão de Donald Trump de atacar o Irã foi objeto de apoio e de condenação. Mas o certo é que ela irá gerar maior escrutínio sobre a decisão da Fifa de se alinhar com o presidente americano.
    Críticos defendem que este posicionamento gerou o risco de politização do órgão que dirige o futebol mundial.
    Em janeiro, 27 políticos britânicos trabalhistas, liberal-democratas, do Partido Verde e do Plaid Cymru (o Partido do País de Gales) subscreveram uma moção no parlamento nacional convocando as organizações esportivas a considerar a expulsão dos Estados Unidos das principais competições internacionais, incluindo a Copa do Mundo de futebol.
    A moção afirma que esses eventos “não devem ser empregados para legitimar ou normalizar violações do direito internacional por Estados poderosos”.
    Também no mês passado, uma autoridade da Federação Alemã de Futebol declarou que está na hora de considerar um boicote à Copa do Mundo de 2026, em vista das ações de Donald Trump.
    Essas demandas poderão ser repetidas. E os Estados do Golfo Pérsico também podem pedir a punição do Irã pelos ataques retaliatórios ao seu território.
    A Fifa defende que, como organizadora de eventos futebolísticos, sua obrigação estatutária é permanecer neutra.
    Neste sentido, Infantino declarou no ano passado que a Fifa “não pode resolver problemas geopolíticos”, em meio às pressões para sancionar Israel, quando uma comissão das Nações Unidas concluiu que o país cometeu genocídio contra os palestinos na Faixa de Gaza.
    O Ministério das Relações Exteriores israelense rejeitou categoricamente o relatório, considerado “falso e distorcido”.
    Alguns críticos acreditam que as regras da Fifa devem ser fortalecidas, para que a entidade possa reagir adequadamente a eventos geopolíticos sérios. E esta não é a primeira vez que o organismo sofre pressões devido a ações tomadas por um país-sede da Copa do Mundo.
    Em 2018, o torneio foi realizado na Rússia, quatro anos depois que o país anexou a península da Crimeia. A Rússia também foi acusada de ciberataques, interferência em eleições ocidentais e de realizar o ataque com o agente nervoso Novichok em Salisbury, no Reino Unido.
    A Rússia acabou banida da Fifa em 2022, após a invasão da Ucrânia. Diversos países europeus se recusaram a competir contra o país.
    Mas Infantino declarou recentemente que a punição não funcionou. O presidente da entidade afirmou que ele deseja considerar a suspensão da medida e alterar o estatuto da Fifa para evitar boicotes.
    Certamente, não há sinal de que ele tenha qualquer disposição para criar sanções contra os Estados Unidos, por mais controversa que possa ser a política externa americana.
    O que fica claro é que, nos últimos dias, o que já era um cenário político complicado para a Copa do Mundo se transformou em um desafio ainda maior.
  • Laboratório suspeito de adulterar exames é investigado em Tangará da Serra (MT)

    Laboratório suspeito de adulterar exames é investigado em Tangará da Serra (MT)

    Laboratório suspeito de adulterar exames é investigado em Tangará da Serra (MT)
    Equipe da Polícia Civil recolhendo arquivos, pastas e computadores no laboratório
    Reprodução
    Um laboratório localizado em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Rua Oswaldo Donato, em Tangará da Serra, a 253 km de Cuiabá, está sendo investigado pela Polícia Civil após denúncias de supostas adulterações de exames laboratoriais.
    Nesta quarta-feira (11), uma equipe esteve no local e recolheu arquivos, pastas e computadores. O espaço era credenciado ao Sistema Único de Saúde (SUS) no município, mas teve o contrato rescindido em fevereiro deste ano.
    Segundo a polícia, uma morte também está sendo investigada. No entanto, mais detalhes não foram divulgados porque o caso corre sob sigilo. O g1 entrou em contato com o laboratório, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
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    O delegado responsável pela investigação, Ivan Albuquerque, informou que foram identificados indícios do uso de CPFs de pessoas que nunca estiveram no município, vinculados à emissão de exames laboratoriais.
    Em entrevista à TV Centro América, o prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, afirmou que a prefeitura acompanha o caso e colabora com as investigações.
    O delegado também pediu que pessoas que tenham realizado exames no laboratório e suspeitem de possíveis irregularidades procurem a polícia para relatar a situação, destacando a importância das denúncias para o avanço das investigações.
    O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.
  • Governo confirma apoio à candidatura da Michelle Bachelet como secretária-geral da ONU

    Governo confirma apoio à candidatura da Michelle Bachelet como secretária-geral da ONU

    Governo confirma apoio à candidatura da Michelle Bachelet como secretária-geral da ONU
    O governo brasileiro manifestou nesta terça-feira (10) apoio à candidatura e Michelle Bachelet como secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
    A manifestação foi feita durante a 70ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU, em Nova York, onde estavam presentes a primeira-dama Janja Lula da Silva e a ministra das Mulheres, Márcia Lopes.
    Na ocasião, a ministra das Mulheres destacou que, apesar de décadas de atuação internacional pela igualdade de gênero, a ONU nunca foi liderada por uma mulher.
    “A América Latina tem demonstrado maturidade política ao representar lideranças altamente qualificadas. A trajetória da presidenta Michelle Bachelet é amplamente reconhecida por sua contribuição à democracia, aos direitos humanos e à igualdade de gênero, raça e etnia”, afirmou.
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    Essa não é a primeira vez que o governo brasileiro cita Bachelet como um dos nomes “excelentes” para assumir a liderança da ONU. A própria diplomacia brasileira listou Bachelet entre candidatas qualificadas para o cargo, ao lado de outras lideranças da região.
    O atual secretário-geral da ONU, o português António Guterres, está na função desde 2017 e terminará seu mandato neste ano. Ele deve deixar o cargo em 31 de dezembro.
    O processo para eleger o próximo secretário-geral da ONU começou oficialmente em novembro do ano passado, quando os Estados-membro foram convidados a indicar candidatos para assumir o cargo no início do ano que vem.
    Quem é Michelle Bachelet
    Michelle Bachelet é médica, socialista e ex-presidente do Chile, tendo governado o país duas vezes, entre 2006 e 2010 e depois entre 2014 e 2018.
    No retorno ao cargo, ela assumiu com a promessa de fazer reformas na educação, no sistema tributário e reduzir desigualdades sociais.
    No cenário internacional, Bachelet ganhou destaque como alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, cargo no qual fez críticas a ataques às instituições democráticas e se posicionou em defesa da transparência eleitoral em diferentes países, incluindo o Brasil.
    A chefe do Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, em última entrevista coletiva antes de deixar o posto, em 25 de agosto de 2022.
    Pierre Albouy/ Reuters
    -Esta reportagem está em atualização
  • Cerimônia em Parintins marca despedida do compositor do Boi Garantido Tadeu Garcia

    Cerimônia em Parintins marca despedida do compositor do Boi Garantido Tadeu Garcia

    Cerimônia em Parintins marca despedida do compositor do Boi Garantido Tadeu Garcia
    Morre Tadeu Garcia, compositor do Boi Garantido
    O compositor de toadas do Boi Garantido Tadeu Garcia foi homenageado nesta quarta-feira (11) em Parintins, no Amazonas. A cerimônia de despedida aconteceu na Cidade Garantido e reuniu familiares, fãs e integrantes do Boi Garantido. Garcia morreu no último sábado (7), aos 68 anos, em São Paulo.
    Nascido em Parintins, Tadeu era conhecido como “Mestre das Evoluções”, apelido que recebeu pelo talento em compor toadas que descrevem o movimento do boi na arena do Bumbódromo, durante o Festival de Parintins. O corpo foi cremado na capital paulista e as cinzas foram levadas para a cidade natal, conforme pedido feito pelo próprio artista.
    Equipes do Boi Garantido prepararam o espaço desde cedo para receber as homenagens. A cerimônia contou com a presença de itens oficiais do bumbá, membros da diretoria, amigos e admiradores do compositor. Também foi realizada uma celebração religiosa em memória do artista.
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    As cinzas de Tadeu Garcia permanecem nesta quarta-feira (11) na Cidade Garantido, em Parintins, para que fãs possam prestar as últimas homenagens.
    Por volta das 15h, está previsto um cortejo pelas ruas da cidade. O trajeto inclui a sede do Boi Caprichoso, onde haverá uma homenagem ao compositor.
    Depois, o cortejo segue para a Catedral de Nossa Senhora do Carmo. Em seguida, as cinzas devem ser levadas ao cemitério da cidade, onde serão depositadas no túmulo da família, conforme o desejo de Tadeu.
    LEIA TAMBÉM: Morre Tadeu Garcia: relembre as toadas mais marcantes compostas pelo ‘mestre das evoluções’ de Parintins
    Morre Tadeu Garcia, compositor histórico do Boi Garantido
    Divulgação
    Tadeu Garcia
    Considerado por muitos torcedores o maior compositor da história do Boi Garantido, Tadeu Garcia escreveu toadas que marcaram gerações. Entre elas estão 18 toadas de evolução, criadas especialmente para as apresentações do bumbá no Festival de Parintins.
    Além da música, ele também se dedicou à literatura, com livros sobre mitos e lendas amazônicas e sobre a cultura de Parintins, tema que inspirou grande parte de suas obras.
  • Light realiza mutirão de podas de árvores em Paty do Alferes

    Light realiza mutirão de podas de árvores em Paty do Alferes

    Light realiza mutirão de podas de árvores em Paty do Alferes
    Light realiza mutirão de podas de árvores em Paty do Alferes
    Divulgação/Light
    A Light começou um mutirão de podas de árvores na segunda-feira (9) em Paty do Alferes (RJ). Durante toda a semana, serão realizadas ações preventivas em vários pontos da cidade.
    Segundo a empresa, o mutirão tem como principal objetivo aumentar a segurança e a qualidade do fornecimento de energia na região. Além de reduzir o número de interrupções causadas por quedas de galhos durante tempestades.
    As regiões são atendidas conforme o nível de criticidade definido pela Light, Secretaria de Meio Ambiente e também da Defesa Civil de Paty do Alferes.
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    Cerca de 80 colaboradores da empresa, funcionários e equipes da prefeitura da cidade foram mobilizados para apoiar os trabalhos.
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  • Inema interdita empresa após praia ser contaminada em Salvador

    Inema interdita empresa após praia ser contaminada em Salvador

    Inema interdita empresa após praia ser contaminada em Salvador
    Moradores denunciam suspeita de contaminação em praia de Salvador; caso é investigado pelo Inema
    Reprodução/TV Bahia
    O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) interditou temporariamente, nesta quarta-feira (11), as atividades da empresa Terminal Itapuã, localizada na praia de São Tomé de Paripe, em Salvador. A medida foi tomada após um laudo apontar a presença de Cobre e Nitrato na água e na areia da praia.
    As investigações do Inema começaram após moradores da região notarem líquidos amarelo e azul na praia. O laudo indicou que o líquido amarelo indica a presença de Nitrato (NO₃), enquanto o líquido azul indica concentração de Cobre (Cu).
    Os materiais foram encontrados na faixa de areia situada na área posterior à empresa Terminal Itapuã, que faz operações de estocagem e movimentação de graneis sólidos. Após inspeções serem feitas no local, irregularidades foram constatadas e ficou comprovado que a contaminação tem correlação com as atividades operacionais do terminal.
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    Inema confirma contaminação por cobre e nitrato em praia de Salvador
    O Inema informou em nota que a interdição tem caráter preventivo e as atividades da empresa ficarão suspensas até que sejam adotadas as medidas corretivas para garantir a segurança ao meio ambiente e à saúde pública.
    O órgão ainda informou que vai emitir notificações com exigências técnicas a serem cumpridas pela empresa, e que o atendimento às determinações será avaliado por profissionais do Inema.
    *Essa informação está em atualização
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  • TJ-AL deve julgar mais de 1.2 mil processos nas câmeras criminal e cível

    TJ-AL deve julgar mais de 1.2 mil processos nas câmeras criminal e cível

    TJ-AL deve julgar mais de 1.2 mil processos nas câmeras criminal e cível
    Tribunal de Justiça de Alagoas, TJ-AL
    Caio Loureiro/TJ
    O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) informou que, durante os dias 11 e 13 de março, as câmaras cíveis e criminal devem julgar 1.259 processos que estão pautados. Os processos são de natureza cível, execuções fiscais e demandas criminais.
    Apesar da quantidade chamar atenção, a assessoria de comunicação do órgão explicou que esse número varia, que há semanas em que mais processos são julgados.
    De acordo com o TJ, a 1ª Câmara Cível está pautado para o julgamento de 10 processos de executivo fiscal na quinta-feira (12). A 2ª Câmara Cível está com 98 processos para a sessão ordinária de quinta.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Já a 3ª Câmara Cível tem 140 processos previstos para 12 de março e outros 279 para a sexta-feira (13). Por fim, a 4ª Câmara Cível possui 505 processos incluídos na pauta dessa terça.
    Na área penal, a Câmara Criminal deve analisar 227 processos durante a sessão marcada para essa terça.
  • Volta Redonda recebe corrida noturna em homenagem às mulheres

    Volta Redonda recebe corrida noturna em homenagem às mulheres

    Volta Redonda recebe corrida noturna em homenagem às mulheres
    Volta Redonda recebe corrida noturna em homenagem às mulheres
    Divulgação/Câmara dos Dirigentes Lojistas de Volta Redonda
    Volta Redonda (RJ) vai receber uma corrida noturna em homenagem às mulheres no próximo dia 28 de março (sábado). O evento ‘Noite D’Elas Run’ é voltado para as comemorações pelo Mês Internacional da Mulher.
    Segundo os organizadores, a largada está prevista para às 19h30, na Câmara dos Diligentes Lojistas (CDL-VR), localizada na Rua Simão da Cunha Gago, no bairro Aterrado e o percurso será nas ruas do bairro.
    A ação tem como objetivo, celebrar a trajetória diária das mulheres, reforçar valores como união, autocuidado, saúde, bem-estar e empoderamento feminino.
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    As interessadas devem se inscrever pelo site. Os kits tem valores variam entre R$ 99,90 e R$ 109,90. Já o kit premium, que concede o direito para área vip, espaço recovery, coquetel com bebidas, comidas, banheiro privativo, lounge, massagens e outros benefícios, tem um outro valor, além de brindes extras.
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  • Brasileiro de 7 anos morre após acidente de ônibus na Europa, diz família

    Brasileiro de 7 anos morre após acidente de ônibus na Europa, diz família

    Brasileiro de 7 anos morre após acidente de ônibus na Europa, diz família
    Brasileiro de 7 anos morre após acidente de ônibus na Europa, diz família
    Um menino goiano de 7 anos morreu após um acidente de ônibus em Bruxelas, capital da Bélgica. Enzo Fernandes de Souza ficou internado em estado gravíssimo por uma semana antes de morrer. Segundo a família, o menino estava atravessando uma faixa de pedestres quando foi atropelado.
    O g1 entrou em contato com a empresa de ônibus, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
    Em entrevista ao g1, o pai de Enzo, João Vitor Fernandes da Silva, de 25 anos, contou que o acidente aconteceu no dia 3 de março. Segundo ele, o filho voltava da escola com a tia quando foi atropelado pelo ônibus.
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    “Ele estava saindo da escola e foi atropelado por um ônibus quando estava atravessando a faixa de pedestres com a tia, que estava levando ele para casa”, contou João Vitor.
    Enzo Fernandes morreu após um acidente de ônibus em Bruxelas
    Arquivo pessoal/João Vitor Fernandes da Silva
    De acordo com o pai, Enzo ficou internado em estado gravíssimo no Hospital Acadêmico Saint-Luc. Ainda segundo João Vitor, Enzo teve uma perna amputada e um pedaço da bacia retirado em decorrência do acidente.
    O menino faleceu na madrugada desta quarta-feira (10). Segundo a família, Enzo será velado e cremado hoje, em Bruxelas, onde a família mora há dois anos.
    Segundo João, a polícia não deu mais informações sobre o caso de Enzo. O g1 entrou em contato com a assessoria do gabinete do prefeito da cidade de Bruxelas e aguarda retorno.
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    Homenagens
    Segundo João, a família é toda de Goiânia, mas ele trabalha como pintor na Bélgica, onde morava com Enzo, a esposa e o mais um filho de apenas um mês. Nas redes sociais, familiares e amigos da família prestaram homenagens ao menino.
    “Vou sempre guardar no meu coração as lembranças tão preciosas que vivemos. […] Estamos com o coração muito triste, mas também em paz por saber que o Senhor tinha os planos d’Ele para vocês”, escreveu uma familiar.
    Ao g1, João Vitor contou que o filho era apaixonado pelo Vila Nova e que sempre iam ao estádio para ver o time jogar quando moravam no Brasil. Nas redes sociais, uma das torcidas organizadas do Vila Nova publicou uma homenagem para o menino.
    Camiseta do Vila Nova enviada para Enzo por jogador
    Arquivo pessoal/João Vitor Fernandes da Silva
    “Enzo, você foi forte e corajoso. Seus dias foram amáveis e felizes. E com muita coragem e bravura lutou até o fim!”, diz a nota. Ainda segundo o pai, o jogador Emerson Urso enviou uma camisa do time para Enzo, que chegou um dia depois de sua morte.
    João Vitor conta que o hospital permitiu que a mãe, Brenda Rodrigues de Souza, de 26 anos, ficasse ao lado do filho até os momentos finais. “Estamos destruídos”, contou.
    📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.
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  • Homem condenado por ataque contra grupo de judeus em 2005 é preso em imóvel de alto padrão em Porto Alegre

    Homem condenado por ataque contra grupo de judeus em 2005 é preso em imóvel de alto padrão em Porto Alegre

    Homem condenado por ataque contra grupo de judeus em 2005 é preso em imóvel de alto padrão em Porto Alegre
    RELEMBRE: Júri condena dois acusados de atacar judeus em 2005, em Porto Alegre
    Um homem condenado a 14 anos de prisão por ataque a um grupo de judeus em Porto Alegre foi preso pela Polícia Civil na tarde de terça-feira (11). Leandro Comaru Jachetti, de 46 anos, foi considerado culpado após julgamento realizado em 2019 e estava foragido. Relembre o caso abaixo
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    De acordo com o delegado André Luiz Freitas, os agentes da 4ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa capturaram Jachetti em sua residência, um prédio de alto padrão no bairro Petrópolis. Ele tinha um mandado de prisão em aberto contra si, expedido em fevereiro deste ano pela 2ª Vara do Júri da capital.
    “Foi empregado empenho máximo para a localização e prisão deste procurado, um dos autores deste crime grave e de repercussão nacional”, diz o delegado.
    O g1 tenta localizar a defesa do preso. Em depoimento ao júri, na ocasião, Jachetti negou participação no crime pelo qual foi condenado e afirmou que se defendeu “para não ser agredido”.
    Condenado por ataque contra grupo de judeus é preso em Porto Alegre
    Divulgação/Polícia Civil
    O caso
    O crime aconteceu no dia 8 de maio de 2005, na calçada de uma lanchonete na Cidade Baixa, bairro movimentado e tradicional de Porto Alegre. Os três homens judeus, identificados pelo quipá, o chapéu judaico, foram cercados pelo grupo de neonazistas.
    Os homens foram agredidos com socos e pontapés. Dois deles sofreram ferimentos por golpes de faca e de canivetes. Uma das vítimas ficou hospitalizada em estado grave.
    O Ministério Público apontou que os denunciados integram uma organização criminosa de skinheads que prega preconceitos contra determinados grupos raciais e sociais, entre eles judeus, negros, homossexuais e punks.
    Relato de vítima de ataque contra judeus em Porto Alegre, ocorrido em 2005
    Reprodução
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