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  • Incêndio atinge área atrás de clínica particular em Ananindeua, no Pará

    Incêndio atinge área atrás de clínica particular em Ananindeua, no Pará

    Incêndio atinge área atrás de clínica particular em Ananindeua, no Pará
    Um incêndio atingiu a área de uma loja de pneus, atrás de uma clínica particular de saúde, no bairro Guanabara, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém, na manhã desta quarta-feira (11).
    O g1 solicitou mais detalhes para o Corpo de Bombeiros Militar do Pará, que está no local combatendo as chamas.
    A fumaça chamou atenção de quem passou pelo trecho da BR-316, no km 2, em que a clínica e a loja de pneus estão localizadas.
    Não há confirmação de feridos, nem do local exato de onde o fogo começou.
    Esta matéria está sendo atualizada.
    Incêndio atinge loja de pneus atrás de clínica particular de saúde em Ananindeua, no Pará.
    Reprodução / TV Liberal
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  • Quatro navios são atingidos no Estreito de Ormuz; origem dos ataques é desconhecida; ACOMPANHE

    Quatro navios são atingidos no Estreito de Ormuz; origem dos ataques é desconhecida; ACOMPANHE

    Quatro navios são atingidos no Estreito de Ormuz; origem dos ataques é desconhecida; ACOMPANHE
    Quatro navios são atingidos no Estreito de Ormuz; origem dos ataques é desconhecida; ACOMPANHE Bloqueio do Estreito de Ormuz, importante o fluxo de petróleo mundial, pelo Irã tem ganhado evidência na guerra no Oriente Médio. Agência marinha britânica reportou incidentes envolvendo petroleiros na região, e governo Trump disse na terça (10) ter destruído navios iranianos que instalavam minas marítimas no estreito. Quatro navios foram atacados enquanto trafegavam no Estreito de Ormuz nesta quarta (11). . A origem dos ataques ainda é desconhecida.. Enquanto isso, Israel lançou uma nova onda de ataques a Teerã nesta madrugada. O Irã prometeu retaliação. . No Golfo Pérsico, a Arábia Saudita interceptou mísseis, e os Emirados Árabes Unidos fecharam refinaria após ataque de drones.
  • Mega-Sena: 18 apostas ganham prêmio no Piauí; veja valores

    Mega-Sena: 18 apostas ganham prêmio no Piauí; veja valores

    Mega-Sena: 18 apostas ganham prêmio no Piauí; veja valores
    G1 | Loterias – Mega-Sena 2982
    Dezoito apostas realizadas no Piauí foram premiadas no concurso 2.982 da Mega-Sena, sorteado nesta terça-feira (10), em São Paulo. Em Teresina, uma única aposta acertou cinco dezenas e o apostador levou R$ 87.399,64. Mais oito municípios também tiveram pessoas premiadas no estado.
    Os números sorteados deste concurso foram: 02 – 35 – 41 – 46 – 49 – 58. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso. Assim, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 65 milhões para o próximo sorteio, que será realizado nesta quinta-feira (12).
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    Ainda na capital, uma aposta ganhadora com quatro acertos levou R$20.942,70 e outra feita em uma lotérica alternativa R$4.188,54.
    Em outros pontos espalhados pelo estado, quinze apostas levaram o prêmio no valor R$1.396,16 cada.
    As apostas premiadas foram registradas nas seguintes cidades:
    Teresina (10 apostas)
    Alto Longá (1 aposta)
    Avelino Lopes (1)
    Fronteiras (1)
    Murici dos Portelas (1)
    Parnaíba (1)
    Picos (1)
    Santo Antônio de Lisboa (1)
    São Miguel do Tapuio (1)
    Como apostar na Mega-Sena
    Como funciona a Mega-sena
    As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica do país. Também é possível apostar pela internet, no site ou no aplicativo Loterias Caixa, disponíveis para celulares, computadores e outros dispositivos.
    Os bolões digitais podem ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online ou pelo aplicativo.
    Nas apostas online, o pagamento pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou internet banking para correntistas da Caixa. É necessário ter 18 anos ou mais para participar.
    Volantes da Mega-Sena
    Rafa Neddermeyer / Agência Brasil
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  • Homem é preso por suspeita de estuprar a filha da cuidadora da mãe, em Piraí

    Homem é preso por suspeita de estuprar a filha da cuidadora da mãe, em Piraí

    Homem é preso por suspeita de estuprar a filha da cuidadora da mãe, em Piraí
    Homem é preso por suspeita de estuprar a filha da cuidadora da mãe, em Piraí
    Divulgação/Polícia Civil
    Um homem, de 53 anos, foi preso por suspeita de estuprar a filha da cuidadora da própria mãe na terça-feira (10) em Piraí (RJ).
    Segundo a Polícia Civil, na noite de segunda-feira (9), devido à um acidente que aconteceu na Via Dutra, a vítima, de 21 anos, não conseguiu pegar o ônibus de volta para casa, que fica no bairro Jaqueira.
    Ainda de acordo com a Polícia Civil, a mãe do homem, então convidou a jovem para que ela dormisse no local e retornasse para casa no dia seguinte.
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    ”Tempo depois, ela sentiu o homem deitando na cama em que ela estava. No dia seguinte, ela fugiu da casa e veio direto para a delegacia para registrar o caso”, informou Antônio Furtado, delegado de Piraí.
    Após registrar o caso, a jovem foi encaminhada para o Hospital Flávio Leal para realizar alguns exames.
    A Polícia Civil informou ainda que durante as buscas, o suspeito foi encontrado enquanto almoçava em um restaurante, no Centro da cidade.
    ”Ao chegar na delegacia, o suspeito negou o crime. Mas, conseguimos várias provas. Um documento do Hospital Flávio Leal, onde uma psicóloga atestou que a vítima apresentava estado de choque, confusão emocional, raiva e repulsa”, disse o delegado.
    Ainda segundo a corporação, os agentes verificaram que o homem já tinha algumas anotações criminais pelos crimes de lesão corporal, resistência, tráfico de drogas e homicídio.
    Ele vai responder pelo crime de estupro de vulnerável. Em seguida, ele será transferido para a cadeia pública de Volta Redonda (RJ), cidade vizinha e vai aguardar por audiência de custódia.
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  • Oposição aciona STF para garantir criação de CPMI do Master

    Oposição aciona STF para garantir criação de CPMI do Master

    Oposição aciona STF para garantir criação de CPMI do Master
    Parlamentares da oposição protocolaram nesta segunda-feira (9) no Supremo Tribunal Federal (STF) um mandado de segurança com pedido de liminar para garantir a instalação imediata da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master.
    Na ação, os parlamentares — deputados e senadores — argumentam que o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), age com “omissão inconstitucional” por não realizar a leitura do requerimento de criação do colegiado, apresentado em 3 de fevereiro de 2026.
    Entre os parlamentares que assinam a peça estão Bia Kicis, Kim Kataguiri, Marcel van Hattem, Eduardo Girão, Rogério Marinho e Cabo Gilberto Silva.
    Eles argumentam que o requerimento preenche todos os requisitos da Constituição: assinatura de mais de um terço dos membros do Congresso, fato determinado e prazo certo.
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    “Apesar disso, a autoridade coatora tem se omitido em adotar as providências necessárias à leitura do requerimento e consequente instauração da CPMI, impedindo o exercício do direito público subjetivo das minorias parlamentares de ver instaurada investigação parlamentar, em afronta à jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal”, diz um trecho do documento.
    Suspeitas contra autoridades
    A CPMI tem como objetivo investigar fraudes financeiras atribuídas ao Banco Master e estimadas em mais de R$ 12,2 bilhões, que envolveriam manipulação contábil, falsificação de contratos e a criação de ativos inexistentes.
    O requerimento também menciona uma suposta articulação para transferir passivos do Banco Master para o Banco Regional de Brasília (BRB), o que colocaria em risco o patrimônio público e fundos de previdência de servidores
    O documento detalha ainda pontos que os parlamentares pretendem apurar, incluindo:
    acordos entre o banco e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, com valor global estimado em até R$ 129 milhões;
    reuniões entre o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Banco Central durante o período de supervisão e liquidação do banco;
    um deslocamento do ministro do Supremo Dias Toffoli para assistir à final da Copa Libertadores em aeronave privada, onde também estaria um advogado de defesa de um diretor do Banco Master investigado pela Polícia Federal.
    Foto de 28 de fevereiro de 2026 mostra o prédio que abrigava o Banco Master, no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, cercado por tapumes
    Felipe Cordeiro/g1
    Conexão com investigação no STF
    Os parlamentares solicitam que o mandado de segurança seja distribuído ao ministro André Mendonça, que já é relator no caso Master.
    Segundo o documento encaminhado ao Supremo, a CPMI e a investigação judicial tratam dos mesmos agentes — como Daniel Vorcaro, dono do banco — e das mesmas provas colhidas pela Polícia Federal na “Operação Compliance Zero” — que, em sua última fase, terminou com Vorcaro preso mais uma vez.
    O texto cita como precedente a decisão do STF que obrigou a instalação da CPI da Covid, afirmando que, uma vez preenchidos os requisitos, a criação do colegiado é um ato vinculado.
    Os parlamentares pedem uma decisão liminar (urgente) alegando que a demora na instalação da comissão pode permitir a destruição de provas e a ocultação de patrimônio.
    Eles afirmam que a investigação parlamentar é essencial para apurar responsabilidades políticas e falhas regulatórias que a esfera penal não alcança.
  • VÍDEOS: Bom Dia Minas, de quarta-feira, 11 de março de 2026

    Assista aos vídeos com as principais notícias de Minas Gerais.
  • TV Integração de Uberlândia ao vivo: assista aos telejornais

    TV Integração de Uberlândia ao vivo: assista aos telejornais
  • TV Integração de Uberaba ao vivo: assista aos telejornais

    TV Integração de Uberaba ao vivo: assista aos telejornais
  • Morte de bebê e mãe em caso denunciado como negligência completa um ano com inquérito ainda sem conclusão

    Morte de bebê e mãe em caso denunciado como negligência completa um ano com inquérito ainda sem conclusão

    Morte de bebê e mãe em caso denunciado como negligência completa um ano com inquérito ainda sem conclusão
    Jorge Elô e Maria Danielle, mulher que morreu após perder filho e útero em maternidade de Campina Grande
    Reprodução/TV Paraíba
    Esta quarta-feira, 11 de março, marca um ano da primeira denúncia do “Caso ISEA”, como ficou conhecida a investigação de uma suposta negligência médica que resultou na morte de um bebê na Maternidade Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA), em Campina Grande, Agreste da Paraíba. Pouco depois da denúncia, a mãe do bebê, Maria Danielle Cristina Morais, que também teve o útero retirado no parto, morreu. Um ano depois, o inquérito policial que investiga o caso ainda não foi concluído.
    A família de Maria Danielle, que era assistente social, segue em busca de respostas e de Justiça. O viúvo dela, Jorge Elô, diz que confia nas informações repassadas pelas advogadas da família, por mais que tenha a saúde mental afetada pela demora das investigações. Segundo Jorge, a demora seria justificada pela “robustez” do inquérito que investiga o caso.
    “O que a gente tem de informação é que eles estão coletando o máximo possível de declarações, querem de fato fazer um inquérito robusto. Eles tiveram que conversar com muitas testemunhas, coletaram uma quantidade enorme de provas. E a justificativa tá batendo nessa questão de ser um inquérito robusto suficiente para que, quando chegar no Ministério Público, não seja arquivado. Por mais que seja uma demora enorme, por mais que isso afete minha saúde mental e que seja muito difícil pra mim, as advogadas sempre estão me orientando a entender que isso é em benefício do caso”, disse Jorge.
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    Segundo especialistas, um inquérito policial deve ser concluído de forma breve. Caso o réu esteja preso, o inquérito deve ser encerrado em até 10 dias. Quando o réu está solto, o prazo passa a ser de 30 dias, havendo a possibilidade de prorrogação mediante validação judicial – como é o caso das investigações relacionadas ao Caso ISEA.
    Por conta da inconclusão das investigações, a família de Danielle precisa lidar com um luto inacabado. Entre as várias burocracias com as quais Jorge Elô e outros familiares e amigos da assistente social se depararam desde a primeira denúncia de violência obstétrica, está a ausência da emissão da certidão de óbito dela, que impediu a identificação do túmulo da vítima.
    Segundo Jorge Elô, quando Danielle faleceu o corpo dela foi para autópsia no Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC). Ele inclusive chegou a resistir à possibilidade, mas foi convencido pelas próprias advogadas de que o procedimento era necessário para certificar a causa morte da esposa.
    Quando o corpo de Danielle foi liberado do IPC as primeiras análises não haviam identificado a causa morte, ainda segundo Jorge. Outros exames foram realizados e a família aguardou os resultados para emitir a certidão de óbito com a causa morte, apontada como Acidente Vascular Cerebral (AVC) segundo os próprios familiares.
    No entanto, o prazo legal para emissão da certidão de óbito já havia se encerrado quando o resultado dos exames saíram, e a família precisou entrar na Justiça para conseguir o documento. Jorge Elô afirma aguarda a assinatura do juiz para homologação da certidão de óbito.
    “A gente não queria que na certidão de óbito saísse causa indeterminada. Quando saiu o resultado já tinha passado o prazo legal pra emissão da certidão. A gente teve que entrar na Justiça e até agora está faltando a assinatura do juiz pra eu emitir a certidão de óbito, deixar no cemitério e eles colocarem o nome dela no túmulo”, explica o viúvo.
    A denúncia de negligência médica
    O caso de suposta negligência médica foi denunciado pelo pai do bebê, Jorge Elô, através das redes sociais em março de 2025. Segundo a família, Maria Danielle deu entrada na maternidade do ISEA no dia 27 de fevereiro e, no dia seguinte, exames indicaram a possibilidade de parto vaginal.
    De acordo com o relato, a equipe iniciou a indução do parto com medicação. Na madrugada de 1º de março, o médico de plantão, que também acompanhava o pré-natal da gestante, substituiu o medicamento por outro intravenoso para intensificar as contrações.
    O pai afirma que, durante o atendimento, enfermeiras constataram que a cabeça do bebê já estava coroada e aumentaram a dosagem da medicação. O trabalho de parto teria parado de evoluir e, segundo ele, Danielle desmaiou e ficou sem pulso, sendo levada às pressas para uma cirurgia.
    Jorge relata que só entrou na sala depois e viu a equipe retirando o bebê já sem vida e segurando o útero da mãe.
    Parto aconteceu na maternidade do ISEA, em Campina Grande
    Reprodução/TV Cabo Branco
    A morte de Danielle
    Maria Danielle morreu menos de um mês depois da morte do bebê e da retirada do útero, no dia 25 de março de 2025. De acordo com familiares, ela acordou bem mas sentiu uma dor de cabeça intensa, começou a gritar e caiu no chão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, e ela foi encaminhada ao Hospital Pedro I pela manhã. No período da tarde, o marido recebeu a notícia de seu falecimento.
    Na época da morte de Danielle, a Secretaria de Saúde de Campina Grande informou que ela se recuperou bem de uma segunda cirurgia realizada no Hospital Doutor Edgley, e tinha recebido alta, mas foi internada no Hospital Pedro I com sinais de um possível Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico.
    Comoção e tristeza marcam enterro de mulher que perdeu bebê no Isea, em CG
    O andamento das investigações
    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) abriu investigação sobre a denúncia de negligência médica no Caso ISEA em 12 de março de 2025. Um ano depois, o órgão informou ao g1 que o procedimento está em fase final.
    O MPPB destacou que a investigação criminal é conduzida pela Polícia Civil e que o inquérito só será encaminhado ao promotor criminal após ser concluído. Sobre a conduta ética dos profissionais que atenderam Danielle, o órgão informou que os Conselhos de Medicina e Enfermagem acompanham o caso.
    O delegado responsável, Renato Leite, afirmou ao g1 que o inquérito ainda não foi finalizado. Segundo ele, um novo prazo de 30 dias começa a contar a partir da quinta-feira (12), para diligências complementares. Após essa etapa, o caso será enviado à Justiça ou poderá ter novo pedido de prorrogação.
    Na época da denúncia, a Secretaria de Saúde de Campina Grande informou que abriu uma sindicância. Agora, o departamento jurídico confirmou que o relatório final recomendou medidas como o afastamento da equipe envolvida. O documento também foi encaminhado à Procuradoria-Geral do Município para análise e possível abertura de processo administrativo disciplinar.
    A Procuradoria informou que, entre os profissionais afastados durante a sindicância, o médico não voltou a trabalhar no ISEA e a enfermeira teve o contrato encerrado no fim de 2025. Já os técnicos de enfermagem retornaram às atividades na maternidade.
    Jorge Elô, viúvo de Maria Danielle, que morreu após perder bebê e útero no ISEA, transformou dor em causa de vida
    Divulgação/Instagram/@daniedavielo
    A transformação da dor em luta
    Nas semanas entre a perda do bebê e a morte de Maria Danielle, e o marido pensaram juntos em uma forma de transformar a dor em luta. Após a morte da assistente social, Jorge Elô decidiu dar continuidade a ideia e combater a violência obstétrica através da criação da plataforma “Dani e Davi Elô – Guia para a gestante e o acompanhante de parto”.
    A ferramenta serve como um manual onde tanto gestantes quanto acompanhantes podem encontrar as principais informações sobre o parto, facilitando a identificação de ações que se configuram como violência obstétrica.
    “Dani, durante o mês que ela ainda passou viva, teve ideia e me ajudou a construir a plataforma. O guia traz informações importantes para identificar sinais de alerta, saber o que é violência obstétrica, como fazer as denúncias, como procurar a equipe médica caso algo não esteja correto, as etapas de trabalho de parto… Tem a função de informar às gestantes e aos acompanhantes essas etapas”, explicou Jorge Elô.
    Jorge diz acreditar que se ele e a esposa tivessem conhecimento de algumas informações que estão na cartilha, as mortes do bebê e de Danielle poderiam ter sido evitadas. Por isso, transmitir informações sobre a violência obstétrica se tornou uma causa de vida para ele.
    “A gente identificou que se a gente tivesse tido algumas informações simples relacionada à violência obstétrica, talvez a gente tivesse percebido sinais de alertas e evitado a tragédia. A gente sabe que a violência obstétrica é algo bem presente no Brasil. Danielle não foi a única vítima anteriormente e também não está sendo a última vítima. Continua acontecendo”, disse.
    Jorge Elô, viúvo de Maria Danielle, apresentando ferramenta criada por eles contra a violência obstétrica
    Divulgação/Instagram/@daniedavielo
    O que é e como denunciar violência obstétrica
    A violência obstétrica é um tipo de violência de gênero que afeta milhares de gestantes no Brasil. Denúncias de possíveis casos de violência obstétrica podem ser feitas por telefone no Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher) e no Disque 136 (Disque Saúde – Ouvidoria do SUS).
    Gestantes e acompanhantes também podem denunciar os casos diretamente na Ouvidoria da maternidade ou do hospital em questão, bem como nos conselhos de classe, como Conselho Regional de Medicina (CRM), a depender de quem tenha praticado a suposta violação.
    Os casos também podem ser denunciados diretamente junto a Polícia Civil, através do registro de um Boletim de Ocorrência. Outros órgãos, como a Defensoria Pública e a Agência Nacional de Saúde também podem ser acionados.
    “É importante juntar a documentação, como o prontuário médico – é um direito da mulher, na verdade do paciente, ter acesso a copia integral do seu prontuário – além todas as provas que forem possíveis de serem guardadas, como cartão da gestante, exames, registros de conversas… Sempre que possível, tenha acompanhantes ou pessoas que estiveram no acompanhamento da gestante, que elas possam prestar o depoimento também, detalhe o ocorrido com a hora, a data, todos os procedimentos que foram, por exemplo, realizados sem o consentimento da gestante”, explica a advogada Nayane Ramalho.
    A advogada também explica que é preciso saber identificar o que pode ser considerado uma violência obstétrica, que segundo ela seria “tudo que desrespeite o corpo e a autonomia da gestante”.
    “Violência obstétrica é negar, por exemplo, uma medicação para diminuir a dor, fazer qualquer procedimento que ela não consinta, impedir a presença de acompanhante durante o parto. Todas essas são situações que muitas de nós passamos e nem sabemos desse nosso direito. E denunciar é fundamental para que, além de gerarmos estatísticas, a gente, de fato, possa combater essa prática”, reitera a especialista.
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  • Facape promove palestra gratuita sobre gestão do agronegócio em Petrolina

    Facape promove palestra gratuita sobre gestão do agronegócio em Petrolina

    Facape promove palestra gratuita sobre gestão do agronegócio em Petrolina
    Faculdade de Petrolina (Facape)
    Ascom / Facape
    A Faculdade de Petrolina (Facape) vai realizar na quarta-feira (12) uma palestra gratuita com o tema “Gestão do Agronegócio no Vale do São Francisco: desafios, oportunidades e perspectivas”. O evento acontece às 19h no auditório principal da instituição.
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    O público-alvo são estudantes e profissionais da área. Os interessados não precisam se inscrever, basta comparecer no horário do evento.
    A palestra será ministrada por Gabriela Olinda, profissional com MBA em Gestão do Agronegócio. Serão discutidas estratégias de gestão, tendências do setor e o papel do Vale do São Francisco como um dos principais polos de produção agrícola do país.
    A iniciativa integra a programação do projeto de extensão universitária da Facape, “Papo de Administrador”, que busca aproximar o ambiente acadêmico das discussões do mercado.
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