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  • Pai que matou e enterrou corpo de bebê é condenado a 21 anos de prisão no interior de SP

    Pai que matou e enterrou corpo de bebê é condenado a 21 anos de prisão no interior de SP

    Pai que matou e enterrou corpo de bebê é condenado a 21 anos de prisão no interior de SP
    Bebê foi enterrada pelos pais em área na zona rural de São José do Barreiro
    Arquivo Pessoal
    Um homem de 26 anos foi condenado a mais de 21 anos de prisão por matar e enterrar o corpo da filha de apenas sete meses em São José do Barreiro, no interior de São Paulo.
    Carlos Eduardo da Silva era o principal suspeito pelo crime e foi julgado nesta terça-feira (10). O crime aconteceu em março de 2023.
    Segundo a decisão da juíza Luciene Belan Ferreira Allemand, da Vara Única de Bananal (SP), Carlos foi condenado por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime com as qualificadoras de motivo fútil, emprego de meio cruel e crime praticado contra menor de 14 anos.
    A condenação estabeleceu que ele deve cumprir a pena total de 21 anos e 1 mês de prisão em regime inicial fechado.
    O g1 acionou a defesa de Carlos Eduardo da Silva e aguarda um retorno.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    O crime
    No boletim de ocorrência registrado pelos policiais à época, Carlos relatou que ‘a bebê de sete meses começou a chorar e, por conta disso, o indiciado pegou a mesma no colo e lhe tacou contra o colchão.’
    Depois disso, ele teria ido tomar banho com a jovem de 17 anos e, quando voltou para o quarto, encontrou a cabeceira de madeira da cama em cima da testa da criança – a mãe da menina deu à polícia uma versão diferente desse momento (leia aqui).
    Quando constataram que a bebê estava morta, o casal decidiu enterrá-la em uma parte externa do imóvel. Em seguida, decidiram que iriam à delegacia da cidade na segunda-feira seguinte para inventar uma história de sequestro.
    Apesar de iniciarem a falsa denúncia, os dois acabaram confessando aos policiais que a criança estava morta e que eles a haviam enterrado. Os agentes, então, foram até o local e encontraram o cadáver ocultado.
    Casal é preso por matar a filha de sete meses em São José do Barreiro
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  • Justiça suspende curso de Medicina da UFPE para para sem-terra e quilombolas

    Justiça suspende curso de Medicina da UFPE para para sem-terra e quilombolas

    Justiça suspende curso de Medicina da UFPE para para sem-terra e quilombolas
    Prédio do curso de Medicina no Centro Acadêmico do Agreste (CAA) da UFPE
    Reprodução/UFPE
    A Justiça Federal determinou a suspensão do curso de Medicina ofertado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no campus Caruaru por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). O curso de Medicina era destinado exclusivamente a 80 alunos sem-terra e quilombolas.
    A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), que apontou irregularidades no processo seletivo e na implementação da turma criada pelo programa.
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    Uma série de disputas judiciais envolvem o edital desde o lançamento, em setembro de 2025. À época, decisões da Justiça chegaram a suspender o processo seletivo em diferentes momentos, antes de o próprio TRF-5 autorizar novamente a realização da seleção e o início das atividades acadêmicas.
    Segundo a decisão mais recente, as aulas deverão ser interrompidas após o término do primeiro semestre letivo, já que as disciplinas foram iniciadas em dezembro. A suspensão permanecerá até que as irregularidades apontadas no processo sejam analisadas e, eventualmente, corrigidas.
    Os questionamentos que deram origem às ações judiciais foram apresentados a partir da atuação do vereador do Recife Tadeu Calheiros (MDB), que criticou o modelo adotado para a seleção dos estudantes e para a implantação do curso voltado a beneficiários da reforma agrária.
    “O nosso compromisso sempre foi defender a qualidade da formação médica e o respeito à saúde da população. Não se pode flexibilizar critérios em uma área tão sensível quanto a medicina. Essa decisão da Justiça reafirma a importância de seguir regras claras e garantir processos justos e transparentes”, afirmou o parlamentar.
    Histórico de disputas judiciais
    O edital para seleção da turma de Medicina voltada ao Pronera foi alvo de questionamentos e críticas desde a sua publicação, em setembro de 2025. O processo seletivo previa o preenchimento de 80 vagas no campus Caruaru da UFPE, destinadas a beneficiários do programa federal voltado à educação em áreas de reforma agrária.
    A primeira liminar suspendendo o edital foi concedida pela Justiça Federal em Pernambuco no início de outubro, após ação popular apresentada pelo vereador Tadeu Calheiros. Na decisão, o juiz responsável apontou possível violação aos princípios da igualdade e da impessoalidade na criação de vagas destinadas a um público específico.
    Poucos dias depois, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região derrubou essa decisão após recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU). O tribunal considerou que o Pronera é uma política pública prevista em lei e que a parceria entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e universidades públicas permite a criação de turmas voltadas a assentados da reforma agrária.
    Cronologia envolvendo o curso
    ➡️ 10 de setembro de 2025 – Publicação do edital
    A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) publica o edital nº 31/2025 para seleção de 80 alunos de Medicina do Campus Caruaru, exclusivamente para beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera).
    ➡️ 24 de setembro de 2025 – Críticas
    A prova para seleção dos alunos estava prevista para 5 de outubro. Entidades médicas, como o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), Sindicato dos Médicos, Associação Médica de Pernambuco e Academia Pernambucana de Medicina, criticaram a criação de vagas exclusivas, alegando violação do princípio da isonomia.
    ➡️ 01 de outubro de 2025 – Primeira suspensão judicial
    A Justiça Federal em Pernambuco suspende o edital, atendendo ação popular do vereador do Recife Tadeu Calheiros (MDB). O juiz Ubiratan de Couto Maurício argumenta que a criação de vagas para um público específico fora das hipóteses previstas em lei é ilegal, ferindo os princípios da igualdade, impessoalidade e moralidade administrativa.
    ➡️ 4 de outubro de 2025 – MPPE abre investigação
    O Ministério Público de Pernambuco instaura inquérito civil para apurar possíveis irregularidades no edital. A promotora Gilka Maria Almeida Vasconcelos de Miranda ressalta que a medida poderia violar princípios constitucionais e a exigência de ingresso no ensino superior via processo seletivo previsto na LDB.
    ➡️ 07 de outubro de 2025 – Liminar derrubada pelo TRF5
    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) derruba a liminar que suspendia o edital. O relator, desembargador Fernando Braga Damasceno, destaca que o Pronera é uma política pública legalmente amparada e que as vagas são suplementares.
    ➡️ 08 de outubro de 2025 – Nova suspensão da Justiça Federal
    A 9ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco volta a suspender o edital, atendendo a pedido de tutela de urgência do vereador Thiago Medina (PL), alegando precariedade e desproporcionalidade no processo seletivo.
    ➡️ 10 de outubro de 2025 – TRF5 libera seleção para turma de Medicina
    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) decidiu, pela segunda vez em menos de uma semana, manter o processo seletivo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para a turma extra do curso de Medicina em Caruaru, no Agreste do estado, voltada a beneficiários do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera).
  • Sindicato de postos em MG diz que guerra no Oriente Médio já causa escassez de combustível e aumento de preços no estado

    Sindicato de postos em MG diz que guerra no Oriente Médio já causa escassez de combustível e aumento de preços no estado

    Sindicato de postos em MG diz que guerra no Oriente Médio já causa escassez de combustível e aumento de preços no estado
    Preço do petróleo cai depois de um dia de forte alta
    O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro) informou que a guerra no Oriente Médio já está causando restrição de abastecimento de combustível no estado e aumento de preços.
    Desde que iniciaram os ataque dos Estados Unidos ao Irã, o Estreito de Ormuz, área por onde passa um quinto do petróleo distribuído globalmente, está bloqueado pelos iranianos. A medida já afetou o mercado internacional do combustível.
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    Segundo o Minaspetro, os donos de postos de Minas informaram que a Vibra, subsidiária da Petrobras e maior distribuidora de combustível do país, está restringindo etanol, gasolina e diesel.
    O g1 entrou em contato com a Vibra, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
    O aumento do preço nos postos já entrou no alvo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). A pasta pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investigue os recentes altas, mesmo sem alterações nos valores praticados pela Petrobras, principal fornecedora nacional. Além do Minaspetro, outros sindicatos informaram sobre aumentos nos últimos dias.
    “O Minaspetro monitora a situação e externa sua preocupação com a defasagem dos preços dos combustíveis e o repasse antecipado das distribuidoras”, diz o sindicato em nota.
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    Alain Jocard/AFP
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  • Idoso foragido por estupro de menina de 11 anos é preso em Boa Vista

    Idoso foragido por estupro de menina de 11 anos é preso em Boa Vista

    Idoso foragido por estupro de menina de 11 anos é preso em Boa Vista
    Polícia Civil prende idoso foragido por estupro de vulnerável ocorrido em Alto Alegre em 2021.
    Divulgação/PCRR
    A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (10) um idoso de 82 anos suspeito de estuprar uma menina de 11 anos em Alto Alegre, no interior do estado. O homem, que era vizinho da vítima, estava foragido há mais de quatro anos e foi localizado no bairro Silvio Leite, na zona Oeste de Boa Vista
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    O crime ocorreu em setembro de 2021, na Vila São Silvestre, região rural de Alto Alegre. Segundo o Ministério Público (MP) de Roraima , a criança foi à casa do suspeito buscar água devido à falta de energia elétrica.
    No local, ele ofereceu refrigerante e dinheiro para que a menina tivesse relações sexuais com ele. A vítima conseguiu fugir e gravou um áudio em que o homem confessava parte dos abusos.
    Ainda na época dos abusos, o suspeito foi confrontado pela irmã da vítima e fugiu. Em razão da fuga, o processo na Justiça chegou a ser suspenso, mas deve retomar a tramitação agora, com a captura do idoso.
    O mandado de prisão preventiva foi cumprido por agentes da Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter). Após ser preso, o homem foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e deve passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (11).
    Veja reportagem sobre os danos da violência sexual infantil:
    Infância despedaçada: como curar o trauma do abuso sexual?
    Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
  • Operação contra facção que expulsava moradores em Fortaleza e Caucaia prende 14 suspeitos

    Operação contra facção que expulsava moradores em Fortaleza e Caucaia prende 14 suspeitos

    Operação contra facção que expulsava moradores em Fortaleza e Caucaia prende 14 suspeitos
    14 são presos por expulsar famílias em Fortaleza e Caucaia
    Uma operação da Polícia Civil prendeu 14 suspeitos e cumpriu 33 mandados de busca e apreensão contra integrantes de uma facção criminosa suspeitos de expulsar moradores de bairros em Fortaleza e Caucaia, na Região Metropolitana, nesta terça-feira (10).
    Segundo a Polícia, os alvos são investigados por integrar organização criminosa, tráfico de drogas, comércio de armas e munições e “constrangimento ilegal no contexto de deslocamento forçado”, prática em que moradores são obrigados a deixar suas casas por ordem de grupos criminosos.
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    De acordo com as investigações, os suspeitos integram a facção carioca Comando Vermelho (CV) e são apontados como responsáveis por expulsar moradores dos bairros Quintino Cunha, Bom Jardim e Genibaú, em Fortaleza, além do bairro Jurema, em Caucaia.
    14 suspeitos são presos por expulsar famílias em Fortaleza e Caucaia.
    Reprodução/SSPDS
    Prisões e apreensões
    Durante a operação, sete mandados de prisão preventiva foram cumpridos contra suspeitos que estavam em liberdade.
    Um homem de 36 anos, que já responde por tráfico de drogas, também foi preso em flagrante pelo mesmo crime. Com ele, os policiais apreenderam cerca de 1,5 quilo de drogas, 18 aparelhos celulares e mais de R$ 24 mil em dinheiro.
    Uma mulher apontada como companheira do suspeito também foi autuada em flagrante por tráfico de drogas.
    Mandados no sistema prisional
    Também foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva contra suspeitos que já estavam detidos no sistema penitenciário. Além das prisões, a Operação Impacto III cumpriu 33 mandados de busca e apreensão.
    A Justiça ainda determinou o bloqueio de 18 contas bancárias ligadas aos suspeitos, totalizando cerca de R$ 4 milhões.
    Após as capturas, os suspeitos foram levados à Delegacia de Capturas, onde permanecem à disposição da Justiça.
    Mais de 90 presos por expulsar moradores
    De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), 91 pessoas já foram presas no Ceará desde julho de 2025 por crimes ligados ao deslocamento forçado de moradores.
    A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos nesse tipo de crime.
    Já a Polícia Militar realiza monitoramento de imóveis ligados a ocorrências de ameaça a moradores. Quando casas são ocupadas por pessoas que não são os moradores legítimos, os policiais adotam medidas para a restituição do imóvel, segundo a SSPDS.
    Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:
  • Registros de casos de ódio contra mulheres dispararam de forma alarmante nos últimos anos

    Registros de casos de ódio contra mulheres dispararam de forma alarmante nos últimos anos

    Registros de casos de ódio contra mulheres dispararam de forma alarmante nos últimos anos
    Polícia Federal investiga vídeos em redes sociais que incitam violência contra mulheres
    A Polícia Federal está investigando redes sociais que incitam a violência contra as mulheres.
    O “não” de uma mulher não se discute. E quando é desrespeitado, vira crime. Maria Neuzete Batista é recepcionista de um hotel em Curitiba. Ela foi assediada por um hóspede. Disse não. Em troca, apanhou até desmaiar.
    “Aquilo foi uma cena de horror. Estou me sentindo um lixo, porque a defesa dele alega que foi um simples ponto casual. Eu não quis dar um beijo nele, porque eu simplesmente estava no meu trabalho. Eu pedi: ‘Senhor, aqui não pode beber, não pode beber na recepção’. Ele faz isso comigo”, conta Maria Neuzete.
    O agressor foi identificado como Jhonathan Reynaldo dos Santos. Ele tem 24 anos e foi preso em flagrante.
    “Esse homem ia matar ela, sem dúvida alguma, ia matar ela. E essa morte aconteceria por um único fato: ela é mulher e ele foi rejeitado por ela”, afirma Jackson Bahls, advogado da vítima.
    Os registros de casos de ódio contra mulheres dispararam de forma alarmante nos últimos anos. Esse tipo de violência encontra nas redes sociais um território livre para se alastrar. É o que mostram pesquisas de duas importantes instituições do país. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas revela que, só em uma plataforma, o Telegram, tem 200 mil usuários em grupos que estimulam a violência contra mulheres. Essas comunidades cresceram 600 vezes da pandemia para cá.
    “A lógica aqui é dizer: nós, homens, estamos sendo oprimidos, agredidos por essa sociedade que quer favorizar as mulheres. São homens que não conseguem se encontrar nesse contexto de emancipação das mulheres, de empoderamento, de exercício de liberdade, e entendem qualquer limite, qualquer ‘não’ como uma agressão contra eles”, afirma Julie Ricard, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas.
    Os pesquisadores do NetLab, laboratório de estudos digitais da Universidade Federal do Rio, voltaram os olhos para o YouTube. Nove em cada dez canais que propagam ódio, desprezo, aversão ou controle sobre as mulheres permanecem no ar mesmo depois de terem sido identificados, e acumulam 23 milhões de inscritos – um crescimento de 18%.
    “A misoginia também precisa ser criminalizada. Então, essa é uma lacuna. A única lei sobre misoginia no Brasil é a Lei Lola, que é uma lei de 2018, que atribui à Polícia Federal a responsabilidade de investigar crimes de disseminação de discursos de ódio contra mulheres em ambientes digitais”, diz Luciane Belin, pesquisadora do NetLab/UFRJ.
    Registros de casos de ódio contra mulheres dispararam de forma alarmante nos últimos anos
    Jornal Nacional/ Reprodução
    O caso mais recente investigado pela Polícia Federal diz respeito a vídeos que viralizaram nas redes sociais. As publicações ganharam a legenda “treinando caso ela diga não” e mostram jovens simulando chutes, socos e facadas em objetos usados para representar mulheres. Os vídeos tiveram origem em quatro perfis do TikTok, que acabaram removidos da plataforma.
    A mulher que sofreu violência apenas por dizer “não” exige justiça:
    “Eu lutei pela minha vida. Só porque eu não deixei uma pessoa… Eu disse não. Então, eu sou obrigada a pessoa chegar e me assediar e eu aceitar para não morrer?”, pergunta Maria Neuzete Batista.
    A defesa de Jhonathan Reynaldo dos Santos, que agrediu a recepcionista em Curitiba, disse que só vai se manifestar nos autos do processo.
    O TikTok afirmou que retirou os conteúdos do ar assim que recebeu as primeiras denúncias e que a prioridade é manter a comunidade segura e protegida.
    O YouTube disse que discursos de ódio, assédio e cyberbullying não são permitidos na plataforma e que aplica com rigor políticas de conteúdo.
    O Telegram não respondeu aos questionamentos do Jornal Nacional.
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  • Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio

    Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio

    Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio
    Justiça determina que morte de PM seja investigada como feminicídio
    A Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira (10) que a morte de uma policial militar seja investigada como feminicídio, e não como suicídio, como constava no primeiro boletim de ocorrência.
    A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta em casa com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro. O marido dela, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, foi quem chamou a polícia. Ele contou que os dois discutiram e que ela havia tirado a própria vida.
    Atendente da PM: Polícia Militar, emergência.
    Tenente-coronel Geraldo Neto: É… Tenente-coronel Neto. A minha esposa é policial feminina. Ela se matou com um tiro na cabeça. Manda o resgate e uma viatura aqui, agora, por favor.
    A família dela contestou essa versão. Disse que Gisele amava a vida, que queria se separar do marido e que era muito apegada à filha de 7 anos, de um relacionamento anterior. A família pediu a exumação do corpo, o que foi feito na sexta-feira (6).
    O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, ao laudo do exame que os peritos realizaram depois da exumação. Em termos técnicos, o documento atesta que Gisele tinha lesões contundentes por meio de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal. Ou seja, marcas no pescoço e no rosto provocadas por força exercida pela pressão dos dedos das mãos e marcas de unha na pele. Um outro exame, concluído logo depois da morte, também identificou “lesões compatíveis com pressão digital, ou seja, dos dedos das mãos”. Os dois laudos indicam que o tiro na cabeça foi o que causou a morte.
    Exclusivo: laudo contraria versão do marido de policial achada morta em apartamento; caso passa a ser investigado como homicídio
    Jornal Nacional/ Reprodução
    No dia da morte da PM, uma vizinha disse que ouviu um estampido forte às 7h28 da manhã. O telefonema do marido para a polícia foi às 7h57, quase meia hora depois. O socorro chegou às 8h13.
    Em depoimento, um dos bombeiros disse que foi a primeira vez em que atendeu um caso de suicídio em que a vítima estava com a arma tão bem encaixada na mão – o que levantou desconfiança. O bombeiro também afirmou que o marido contou que estava no chuveiro quando ouviu o tiro, mas que não havia “pegada molhada” no apartamento e que o tenente-coronel estava seco. Um outro bombeiro relatou que o marido não tinha marcas de sangue que indicassem que ele teria tentado socorrer a vítima.
    Depois que a mulher foi levada ao hospital, o marido tomou um banho. Na versão dele, seria, portanto, o segundo naquela manhã. Policiais disseram que o orientaram a ir direto para a delegacia, mas que ele ignorou as ordens.
    E mais um fato que está sendo investigado. No fim da tarde do dia da morte, três mulheres disseram a uma funcionária do prédio que eram policiais militares e que foram até lá para limpar o apartamento do casal. À noite, as câmeras de segurança registraram o tenente-coronel voltando ao apartamento. Ele passou mais de uma hora lá dentro. Pegou roupas e outros objetos e foi embora.
    O Jornal Nacional procurou a defesa do tenente-coronel Geraldo Neto, mas não teve retorno.
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  • Caminhão carregado de tijolo tomba e interdita parte da BR-156 no Amapá

    Caminhão carregado de tijolo tomba e interdita parte da BR-156 no Amapá

    Caminhão carregado de tijolo tomba e interdita parte da BR-156 no Amapá
    Acidente na BR-156 nesta terça-feira (10)
    PRF/divulgação
    Um caminhão carregado de tijolos tombou e interditou um trecho da BR-165 no quilômetro 461. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o motorista perdeu o controle num trecho conhecido como “curva da morte”. Ninguém ficou ferido.
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    Imagens mostram o veículo tombado na pista e os tijolos espalhados na via. Em razão do acidente os outros condutores tiveram que usar o acostamento para se deslocar.
    Equipes da PRF se deslocaram para região pra atuar no controle do tráfego. Por volta das 20h o trânsito na região foi normalizado.
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    Outros acidentes
    As condições da área de estrada de terra da BR-210 causaram transtornos para a população na última quarta (5) e quinta (6). Em um dos casos, uma carreta atravessou a pista no quilômetro 144. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) atuaram na desobstrução da pista.
    A primeira ocorrência aconteceu por volta das 2h30 de quarta (4). Um caminhão basculante tombou ao tentar subir uma ladeira.
    O veículo ficou atravessado na pista e imagens feitas por outros condutores mostram a gravidade do acidente. A cabine foi deslocada para o sentido contrário da caçamba.
    A PRF informou que o condutor recebeu atendimento médico e passa bem. A via foi liberada cerca de 10 horas após o acidente, às 17h. O trecho é a principal via de deslocamento das comunidades da região.
    Já na madrugada desta quinta (5), um congestionamento quilométrico foi registrado no trecho de estrada de terra da BR-210, entre os municípios de Porta Grande e Serra do Navio, próximo à comunidade do Arrependimento.
    A estrada escorregadia dificultou o tráfego dos veículos e, em pouco tempo, carros, ônibus e caminhões começaram a se aglomerar na pista.
    No período do inverno Amazônico, situações como essa ocorrem com frequência, e a orientação é diminuir a velocidade, já que a estrada é rodeada de barrancos e mata.
    Pista escorregadia causa acidente e congestionamento em estrada de terra da BR-210, no AP
    Carreta tombou durante a madrugada
    PRF/Divulgação
    Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá
    VÍDEOS com as notícias do Amapá:
  • Mais de 27 mil litros de diesel destinados a garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé são apreendidos em MT

    Mais de 27 mil litros de diesel destinados a garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé são apreendidos em MT

    Mais de 27 mil litros de diesel destinados a garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé são apreendidos em MT
    Em cerca de 30 minutos, os policiais abordaram três veículos que transportavam o combustível com destino à área de garimpo.
    Reprodução JN
    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta segunda-feira (9), mais de 27 mil litros de óleo diesel que seriam destinados ao garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá.
    A apreensão ocorreu durante uma fiscalização no km 25 da BR-174B. Em cerca de 30 minutos, os policiais abordaram três veículos que transportavam o combustível com destino à área de garimpo, o que, segundo a PRF, indica uma estrutura de abastecimento da atividade ilegal na região.
    Durante a ação, um dos motoristas abandonou o caminhão e fugiu para uma área de mata ao perceber a presença dos policiais. Os veículos e todo o combustível apreendido foram encaminhados à Polícia Civil. O caso segue sob investigação.
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    Sararé
    Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro.
    Ibama
    A Terra Indígena Sararé liderou, em 2024, o ranking das terras indígenas mais desmatadas da Amazônia Legal. Entre 2021 e 2024, o desmatamento associado à área cresceu 729%. Os dados constam do relatório Cartografias da Violência na Amazônia 2025, divulgado em novembro de 2025, que analisou nove estados da região.
    De acordo com o levantamento, o principal fator associado à devastação é a expansão do garimpo ilegal. O relatório identificou a presença de garimpos ativos dentro da TI Sararé, com o uso de escavadeiras hidráulicas, balsas e bombas de sucção. Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro.
    Desde 2023, mais de 460 escavadeiras já foram neutralizadas durante ações de fiscalização em Sararé. Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro. Os agentes suspeitam que há cerca de dois mil garimpeiros e membros de organizações criminosas que atuam dentro do território indígena, o que gera conflitos armados.
    Devastação
    Dos 67 mil hectares, mais de três mil já foram devastados pela exploração ilegal de ouro.
    Os agentes suspeitam que há cerca de dois mil garimpeiros e membros de organizações criminosas que atuam dentro do território indígena, o que gera conflitos armados.
    Em quase dois meses de operação já foram destruídas na área mais de 160 escavadeiras, centenas de motores e estruturas diversas para suporte logístico das atividades ilegais.
    Desde 2023, mais de 460 escavadeiras já foram neutralizadas durante ações de fiscalização em Sararé.
    Operações
    PF chega em fazenda investigada por suspeita de abastecer garimpo em Sararé (MT)
    A região é alvo frequente de operações. Em janeiro deste ano, um motorista de 56 anos foi preso suspeito de tentar levar mil litros de diesel para a área. À polícia, ele disse que foi contratado para transportar um contêiner com o combustível até a ponte de acesso ao garimpo. A esposa dele, de 41 anos, também estava no veículo.
    Uma fazenda da região também foi investigada e alvo de operações da Polícia Federal por suspeita de armazenar combustível para abastecer o garimpo ilegal. Segundo a investigação, o grupo vendeu mais de quatro milhões de litros de diesel em um período de 21 meses. Imagens gravadas pela PF mostram o momento em que os agentes entram na propriedade rural (veja vídeo acima).
    A movimentação chamou a atenção dos policiais porque ocorreu em uma fazenda sem capacidade para esse tipo de produção ou comercialização.
    De acordo com a Polícia Federal, os fazendeiros envolvidos movimentaram mais de R$ 26 milhões. Dois deles foram presos preventivamente no último dia 23, e um terceiro segue foragido.
  • Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio

    Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio

    Suspeita de atirar na casa de Rihanna vai responder a acusação de tentativa de homicídio
    Rihanna durante show do intervalo no Superbowl 2023
    Mark J. Rebilas/USA TODAY Sports
    A suspeita de atirar contra a casa da cantora Rihanna nos Estados Unidos foi acusada oficialmente de tentativa de assassinato e outros 13 tipos de crimes, incluindo ataque a uma pessoa com uma arma semiautomática, nesta terça-feira (10).
    O promotor do caso, Nathan Hochman, afirma que a Rihanna, seu parceiro A$AP Rocky e os três filhos do casal estavam no local na hora do ataque, neste domingo (8).