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  • Fiéis lotam o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida no Domingo de Páscoa

    Fiéis lotam o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida no Domingo de Páscoa

    Fiéis lotam o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida no Domingo de Páscoa
    Milhares de fiéis celebram o Domingo de Páscoa no Santuário Nacional de Aparecida
    Pedro Melo/TV Vanguarda
    Milhares de fiéis lotam o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), neste Domingo de Páscoa.
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    A Páscoa é a celebração mais importante do ano para os católicos. A data marca a ressurreição de Jesus Cristo, que, na fé cristã, venceu a morte, ressuscitou ao terceiro dia e trouxe a salvação à humanidade.
    Para os católicos, o Domingo de Páscoa representa um tempo de perdão, vida nova, renovação da fé e esperança. O dia é o ápice da Semana Santa, que relembra a Paixão e morte de Jesus.
    No Santuário Nacional, as celebrações do Domingo de Páscoa começaram às 5h30, com a primeira missa do dia. Às 6h30, os fiéis participaram a procissão da ressurreição, que saiu da Nave Norte da Basílica.
    Milhares de fiéis celebram o Domingo de Páscoa no Santuário Nacional de Aparecida
    Pedro Melo/TV Vanguarda
    A principal missa do dia foi celebrada às 8h, por Dom Orlando Brandes. Todas as celebrações ficaram lotadas e a expectativa é que o movimento aumente até o final do dia.
    Confira a programação completa do Domingo de Páscoa no Santuário Nacional
    05h30 – Missa
    06h30 – Procissão da Ressurreição (Saindo da Nave Norte)
    08h – Missa
    10h – Missa
    12h – Missa
    14h – Missa
    15h – Missa – Basílica Histórica
    16h – Missa
    18h – Missa
    19h – Missa – Basílica Histórica
    Todos os eventos do Santuário podem ser acompanhados online, pela TV Aparecida e redes sociais, garantindo que quem não puder ir presencialmente participe das celebrações.
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  • Caminhoneiro é atropelado pelo próprio caminhão, que depois invadiu pista e bateu em outro veículo na BR-376, no Paraná

    Caminhoneiro é atropelado pelo próprio caminhão, que depois invadiu pista e bateu em outro veículo na BR-376, no Paraná

    Caminhoneiro é atropelado pelo próprio caminhão, que depois invadiu pista e bateu em outro veículo na BR-376, no Paraná
    O acidente aconteceu na BR-376
    Polícia Rodoviária Federal
    Um caminhoneiro de 68 anos ficou ferido após ser atropelado pelo próprio caminhão enquanto fazia manutenção no veículo na tarde deste sábado (4) na margem da BR-376 em Imbaú, nos Campos Gerais do Paraná.
    Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo perdeu o freio e, após atingir o homem, ainda invadiu a pista e bateu em outro veículo, que estava parado no acostamento. O caminhão só parou ao atingir um talude.
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    SAMU ou Bombeiros? Entenda a diferença
    O acidente aconteceu por volta das 15h30 no km 386 da rodovia, que fica entre Imbaú e Tibagi e liga o norte do estado à capital e ao litoral.
    A PRF afirma que o trânsito ficou em meia pista por cerca de duas horas até a remoção dos veículos.
    O motorista do veículo atingido, que é de Telêmaco Borba, não se feriu.
    O caminhoneiro atropelado é de Rio Negrinho (SC) e foi levado para um hospital de Telêmaco Borba. O nome dele não foi divulgado.
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  • Ovos de whey protein, caranguejo e camarão: empreendedores do PI tentam inovar na Páscoa

    Ovos de whey protein, caranguejo e camarão: empreendedores do PI tentam inovar na Páscoa

    Ovos de whey protein, caranguejo e camarão: empreendedores do PI tentam inovar na Páscoa
    Páscoa com sabor de novidade: ovos doces e versões salgadas conquistam consumidores
    A Páscoa, comemorada neste domingo (5), é aguardada por quem aprecia os tradicionais ovos de chocolate. No Piauí, empreendedores decidiram desenvolver outras opções da sobremesa, com versões doces de whey protein e zero acúcar, e salgadas de caranguejo e camarão.
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    Ovo de camarão e ovo de páscoa de caranguejo feitos por chef de cozinha em Parnaíba
    Thesca Cardoso / TV Clube
    Em Parnaíba, no litoral do Piauí, a chef de cozinha Thesca Cardoso, decidiu montar ovos de páscoa com ingredientes que costuma usar nos salgados que vende durante todo o ano: o caranguejo, camarão e a carne de sol.
    A base dos ovos é uma massa comumente utilizada na coxinha. No ovo de camarão, favorito dos clientes, uma mistura cremosa com o crustáceo é usada para rechear. Para decorar, a chef utiliza camarões maiores empanados.
    No ovo de caranguejo, feito da mesma forma, Thesca utiliza a carne do crustáceo no recheio e as patas do animal empanadas para finalizar.
    “Eu nunca fui muito do doce, sempre preferi fazer coisas salgadas. Eu trabalho com salgados e já fazia com esses recheios de camarão e caranguejo. Ano passado, minha filha deu essa ideia de tentar fazer o ovo de páscoa e eu tentei um. Vi que deu certo e comecei a vender. Esse ano, comecei a divulgar bem antes e já recebi diversos pedidos”, contou a mulher.
    Thesca relatou que vendeu mais de 100 unidades com os dois recheios. Os ovos custam R$ 80.
    Ovo com recheio de whey protein
    Ovo de páscoa feito com recheio de whey protein e creme de chocolate sem açúcar
    Urbolo
    A confeiteira Jayra Natércia, da cidade de Barras, trabalha com receitas tradicionais de ovos de páscoa, mas em 2026 decidiu trazer uma opção para quem acaba se culpando ao consumir grandes quantidades de chococlate: o ovo com recheio de whey protein.
    “Começamos a fazer pesquisas e testes seis meses antes da Páscoa e percebemos um aumento significativo em clientes com alguma restrição alimentar, em especial o açúcar refinado”, contou a mulher.
    O ovo é feito com casca de chocolate 70% e recheio de whey protein e creme de chocolate sem açúcar.
    “Temos o ovo sem açúcar, mas que não deixa de ter textura e sabor, sem perder a qualidade, e assim atender as necessidades dos clientes. Estamos superando nossas expectativas na procura”, concluiu a confeiteira.
    Empreendedores do Piauí inovam nos sabores de ovos de páscoa
    TV Clube / Urbolo
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  • Noiva de jovem que morreu após casamento relembra celebração: ‘O melhor dia da minha vida’

    Noiva de jovem que morreu após casamento relembra celebração: ‘O melhor dia da minha vida’

    Noiva de jovem que morreu após casamento relembra celebração: ‘O melhor dia da minha vida’
    Noiva de jovem que morreu após casamento relembra celebração: ‘O melhor dia da minha vida’
    A noiva do jovem que morreu no dia do casamento, após a festa, comentou um vídeo que mostra os momentos felizes que o casal viveu durante a celebração. Na postagem, feita no Instagram pela banda Essência, que se apresentou no evento, os músicos disseram que “tiveram a honra” de terem sido responsáveis pela trilha sonora que embalou a união de Matheus Vicente Correia e de Ana Karolina Freitas. Ao ver o vídeo, ela escreveu: “O melhor dia da minha vida para sempre” (veja o vídeo acima).
    Nas imagens, Matheus e Karolina aparecem dançando, muito animados, junto com os convidados. Segundo a banda, um pedido especial dos noivos foi que tocasse bastante as músicas da dupla sertaneja Jorge e Matheus.
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    Matheus tinha 24 anos e era engenheiro eletricista formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), mesma profissão da noiva. Os dois tinham se casado no dia 28 de março, um sábado, no Setor Vila Maria Dilce, em Goiânia. Segundo a Polícia Científica, o laudo da causa da morte ainda não foi concluído, pois foram solicitados exames complementares.
    A morte de Matheus aconteceu horas depois da cerimônia. Em declarações nas redes sociais, Debora Fernanda, irmã de Matheus, disse que ele extremamente responsável: não bebia, não fumava e não fazia uso de qualquer tipo de droga. Afirmou também que ele era “o melhor irmão do mundo”.
    Jovem que morreu após casamento estava emotivo e sorridente durante cerimônia em Goiânia, Goiás
    Reprodução/Instagram de Adriana Ramos e Matheus Vicente Correia
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    “Ele sempre foi um filho exemplar — nunca deu trabalho, sempre dedicado aos estudos, trabalhador, responsável e cheio de vida”, escreveu sobre o irmão.
    Nas redes sociais, a cerimonialista e celebrante que realizou o casamento prestou solidariedade à noiva e a família. “Com imenso pesar que recebi a notícia do falecimento do querido Matheus, a quem tive a honra de celebrar o casamento no dia 28 de março, sábado”, escreveu.
    O engenheiro eletricista Matheus Vicente Correia morreu horas depois do casamento com Ana Karolina Freitas
    Reprodução/ Perfil do Instagram de Ana Karolina Freitas
    O corpo de Matheus foi velado no dia seguinte, na Funerária Paz Universal, no Setor Coimbra, em Goiânia.
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  • Trump volta a ameaçar Irã com ataques a pontes e usinas se Estreito de Ormuz não reabrir: ‘Vocês vão viver no inferno’

    Trump volta a ameaçar Irã com ataques a pontes e usinas se Estreito de Ormuz não reabrir: ‘Vocês vão viver no inferno’

    Trump volta a ameaçar Irã com ataques a pontes e usinas se Estreito de Ormuz não reabrir: ‘Vocês vão viver no inferno’
    Trump promete ‘inferno’ se Irã não reabrir Estreito de Ormuz em até 48 horas
    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo (5) uma nova ameaça de ataques a pontes e usinas de energia no Irã, caso o país não reabra o Estreito de Ormuz.
    “Terça-feira será o Dia das Usinas de Energia e o Dia das Pontes, tudo em um só, no Irã. Não haverá nada igual!!! Abram a p*** do estreito, seus bastardos loucos, ou vocês vão viver no inferno — é só esperar! Louvado seja Alá”, escreveu em publicação no Truth Social.
    Neste sábado (4), Trump disse que o governo iraniano tem 48 horas para normalizar as atividades na passagem marítima, e ameaçou novos ataques caso contrário.
    Trump ameaça Irã com novos ataques
    Reprodução/Truth Social
    Resgate
    Um piloto foi resgatado em território iraniano neste domingo após uma operação dos EUA que durou dois dias. Ele não teve sua identidade revelada até o momento, porém é “um coronel altamente respeitado”, segundo Trump. O presidente também afirmou que ele está gravemente ferido.
    Ele estava em um caça F-15E derrubado por defesas aéreas iranianas na última sexta-feira. Um outro tripulante que também estava a bordo da aeronave foi salvo ainda na sexta.
    No sábado, Trump afirmou que episódio não atrapalharia negociações.
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  • Motorista perde controle, bate caminhonete e derruba semáforo em esquina de parque em Campo Grande

    Motorista perde controle, bate caminhonete e derruba semáforo em esquina de parque em Campo Grande

    Motorista perde controle, bate caminhonete e derruba semáforo em esquina de parque em Campo Grande
    Carro derrubou semáforo durante acidente em Campo Grande.
    Eduardo Almeida
    Um motorista, ainda não identificado, perdeu o controle da direção e colidiu a caminhonete que conduzia contra um semáforo no cruzamento das ruas Ezequiel Ferreira Lima e Avenida Vereador Thyrson de Almeida, na esquina do Parque Ayrton Senna, no bairro Aero Rancho, em Campo Grande, na manhã deste domingo (5).
    Com o impacto, o semáforo caiu sobre a calçada. A caminhonete ficou atravessada na pista e atrapalhou o trânsito na região. Não há informações sobre feridos.
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    A Polícia Militar de Trânsito foi acionada para atender a ocorrência. Quando a equipe chegou, não havia ninguém no veículo. A via não precisou ser interditada, mas motoristas devem redobrar a atenção ao passar pelo local.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    A área costuma ter grande circulação de pessoas, principalmente por causa de atividades físicas realizadas no parque.
    Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
  • Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã e diz que militar está gravemente ferido; SIGA

    Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã e diz que militar está gravemente ferido; SIGA

    Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã e diz que militar está gravemente ferido; SIGA
    Trump confirma resgate de 2º piloto de jato derrubado no Irã e diz que militar está gravemente ferido; SIGA Confirmação do presidente dos EUA encerra dois dias de buscas a tripulantes de F-15 que caiu em território iraniano. No sábado, Trump afirmou que episódio não atrapalha negociações, mas deu novo ultimato para que Teerã reabra Estreito de Ormuz. Os Estados Unidos resgataram o tripulante do caça F-15E derrubado na última sexta-feira (3), no Irã; Trump: ‘são e salvo’. Presidente americano deu prazo até segunda-feira para Irã reabrir Estreito de Ormuz. . Em sinal de flexibilização, o Irã autoriziou a passagem de navios com bens essenciais pelo estreito. . Ainda assim, o Conselho de Segurança vai votar resolução que permite uso da força no Estreito de Ormuz. A votação foi adiada para negociações. . Já no front de guerra, Israel disse ter bombardeado usinas siderúrigicas e petroquímicas do Irã.
  • Favela Gastronômica reúne chefs de 10 comunidades do Rio em Inhaúma

    Favela Gastronômica reúne chefs de 10 comunidades do Rio em Inhaúma

    Favela Gastronômica reúne chefs de 10 comunidades do Rio em Inhaúma
    Favela Gastronômica reúne o tempero de chefs de comunidades do Rio
    O Favela Gastronômica, evento que acontece na Praça de Inhaúma nos dias 11 e 12 de abril, reúne 25 chefs que representam a culinária de 10 comunidades do Rio de Janeiro. Durante o festival, eles irão apresentar pratos criados especialmente para a ocasião.
    “Esta é a terceira edição do Favela Gastronômica. O objetivo é mostrar que a favela também tem muitos chefs talentosos, comida boa e saborosa, e que todos possam ter o mesmo acesso”, afirmou a empreendedora Gisele Alves.
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    Entre os destaques está Maria José Conceição, conhecida como Tia Mara, que levará ao evento o Arroz Jollof, prato tradicional da cultura africana presente em diversos países e com várias versões. Segundo ela, a receita pode ser preparada de diferentes formas, de acordo com a região.
    “Estou trazendo um prato que representa a culinária africana. O Arroz Jollof é feito de maneiras diferentes em cada parte da África. É um arroz preparado com especiarias que fazem toda a diferença”, explicou Tia Mara.
    Tia Mara vai apresentar o Arroz Jollof na Favela Gastronômica
    Reprodução/ TV Globo
    A versão apresentada no Favela Gastronômica leva arroz temperado com páprica, tomilho e outros ingredientes, acompanhado de camarão, salada de repolho e banana-da-terra grelhada.
    Já o chef Fernando Oliveira, do Morro do Adeus, aposta em uma releitura abrasileirada de um clássico da culinária espanhola: a paella.
    “Eu, como chef, prezo pela boa comida. E acredito que todos devem comer bem, independentemente de onde moram”, disse.
    Saiba mais sobre o Favela Gastronômica
    Do Complexo do Alemão, o chef David Santos levará uma opção doce ao evento. Especialista em sobremesas, ele aposta na gastronomia afetiva e apresentará um croissant de morango com creme de avelã.
    “É a primeira vez que participo e vou levar um prato pelo qual tenho muito carinho: o croissant com creme de avelã e morango. Ele combina a crocância por fora com a maciez por dentro, a suculência do morango e o doce do creme de avelã. É uma mistura que lembra estar na casa da mãe, tomando um cafezinho especial”, contou.
    Fernando Oliveira, do Morro do Adeus, destaca a importância de comer bem
    Reprodução/ TV Globo
  • Servidora do Ibama descobre periquito azul no Tocantins

    Servidora do Ibama descobre periquito azul no Tocantins

    Servidora do Ibama descobre periquito azul no Tocantins
    Registro de periquito-de-encontro-amarelo com coloração azul
    Bianca Montanaro/Ibama
    Uma servidora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) registrou um caso raro de alteração genética em uma ave silvestre no Tocantins. O flagrante mostra um periquito-de-encontro-amarelo com coloração azul, resultado de uma condição genética conhecida como cianismo.
    A foto foi feita pela analista ambiental Bianca Montanaro durante uma atividade de observação de aves em São Félix do Tocantins, no leste do estado. Segundo a servidora, registros desse tipo em vida livre são raros.
    “Flagrantes desse tipo em vida livre são raros e valiosos, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a variabilidade natural das espécies e reforçar a importância da conservação da biodiversidade”, afirmou.
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    O periquito-de-encontro-amarelo é uma espécie comum no Brasil, especialmente em áreas abertas, regiões do Cerrado e ambientes urbanos. A ave foi identificada em meio a um bando que se alimentava em uma plantação de milho.
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    Condição genética rara
    O cianismo está relacionado à ausência de pigmentos responsáveis pelas cores amarelas, laranjas e vermelhas nas penas, chamados de psitacina.
    Como a coloração verde das aves resulta da combinação entre o amarelo e o azul, a falta desses pigmentos faz com que o animal apresente tonalidade predominantemente azul.
    De acordo com o Ibama, o cianismo afeta apenas a coloração da ave, sem evidências de prejuízos diretos à saúde.
    No entanto, na natureza, a alteração pode representar desvantagens, como menor camuflagem, maior exposição a predadores, dificuldades de reconhecimento entre indivíduos e possíveis impactos no sucesso reprodutivo.
    Periquito-de-encontro-amarelo sem a condição genética
    Bianca Montanaro/Ibama
    A condição é genética, assim como o albinismo em seres humanos, e tende a permanecer rara em populações naturais. Isso ocorre porque indivíduos com essa característica podem ter menor taxa de sobrevivência e reprodução.
    No Tocantins, a ave é frequentemente observada e apresenta coloração bastante estável, o que torna variações como o cianismo ainda mais incomuns.
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  • Trabalhadores baianos mortos na PB: o que se sabe sobre o caso

    Trabalhadores baianos mortos na PB: o que se sabe sobre o caso

    Trabalhadores baianos mortos na PB: o que se sabe sobre o caso
    Corpos encontrados no bairro do Brisamar, em João Pessoa, são identificados
    Quatro trabalhadores baianos foram encontrados mortos em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, na sexta-feira (3). Os corpos apresentavam marcas de tiros e indícios de execução, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil. O caso foi registrado no início da manhã de quinta-feira (2), mas os trabalhadores estavam desaparecidos desde a terça-feira (31).
    A partir do caso, surgem dúvidas sobre as circunstâncias do crime, a identificação das vítimas e o que pode ter motivado as mortes. O g1 reuniu as principais informações já confirmadas e os pontos que ainda precisam ser esclarecidos pelas autoridades.
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    Abaixo, veja perguntas e respostas do que já se sabe e o que ainda falta saber sobre o caso:
    Onde e como os corpos foram encontrados?
    Quem são as vítimas?
    Por que os trabalhadores estavam na Paraíba?
    Quando e como eles desapareceram?
    Como foi o último contato com familiares?
    Quais são as circunstâncias das mortes?
    O que foi encontrado no local do crime?
    O que diz a perícia sobre os corpos?
    Após liberação no IPC, para onde foram os corpos?
    O que a polícia investiga e o que ainda falta esclarecer?
    Trabalhadores estavam desaparecidos
    Reprodução/TV Cabo Branco
    Onde e como os corpos foram encontrados?
    Quatro corpos foram encontrados em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, na madrugada de sexta-feira (3).
    A perícia inicial indica que as vítimas foram mortas há cerca de dois dias, por disparos de arma de fogo. Três delas estavam com as mãos amarradas para trás. Ainda de acordo com a polícia, o carro teria sido roubado no município de Santa Rita, na Grande João Pessoa.
    Devido ao avançado estado de decomposição, não foi possível identificar visualmente as vítimas nem a quantidade de perfurações. Exames cadavéricos foram necessários para confirmar as identidades.
    Ainda segundo a delegada, duas vítimas estavam com documentos, mas não há confirmação se pertencem, de fato, a elas. Segundo a Polícia Civil, o caso segue sob investigação.
    Quem são as vítimas?
    Mistério sobre quatro corpos encontrados no Brisamar
    As vítimas foram identificadas como:
    Cleibson Jaques, de 31 anos, de Campo Formoso;
    Lucas Bispo, de Campo Formoso;
    Sidclei Silva, de 21 anos, de Morro do Chapéu;
    Gismario Santos, de 23 anos, de Morro do Chapéu.
    Por que os trabalhadores estavam na Paraíba?
    Os desaparecidos se mudaram para a cidade a trabalho há dois meses e estavam hospedados em uma casa de apoio de Bayeux há 15 dias.
    Segundo a mãe de Gismário Santos, Samara Gonçalves, ele já chegou empregado, acompanhando uma empresa do setor de construção civil. O trajeto incluiu saídas de Morro do Chapéu, na Bahia, passagem por Brumado e, posteriormente, transferência para a Paraíba, onde estava há cerca de 10 dias.
    “Ele já veio empregado, acompanhando a empresa. De Morro do Chapéu foi para Brumado e de lá deslocaram para cá”, disse.
    De acordo com Lavínia, esposa de Gismário, ele trabalhava na empresa desde outubro do ano passado. Apesar de ter cogitado não viajar, ele decidiu seguir com a equipe.
    Quando e como eles desapareceram?
    Casa em que os trabalhadores estavam abrigados em Bayeux
    Reprodução/TV Cabo Branco
    A Polícia Civil da Paraíba já investigava o desaparecimento dos quatro trabalhadores da construção civil, naturais da Bahia, que estavam hospedados em uma casa de apoio em Bayeux, na Grande João Pessoa. O caso foi registrado no início da manhã de quinta-feira (2), mas os trabalhadores estavam desaparecidos desde a terça-feira (31).
    De acordo com as primeiras informações, os homens estavam há cerca de dois meses trabalhando em uma obra e residiam no imóvel destinado a trabalhadores da construção civil. Na madrugada da quarta-feira (1º), o veículo responsável por transportá-los até o local de trabalho chegou ao endereço, mas nenhum deles foi encontrado.
    Ao entrar na residência, o motorista percebeu que o local estava revirado, com sinais de desordem, o que levantou suspeitas e levou ao acionamento da polícia.
    Como foi o último contato com familiares?
    Mãe e esposa de uma dos trabalhadores da Bahia mortos na PB
    Reprodução/TV Cabo Branco
    De acordo com Lavínia, esposa de Gismário, descreveu o último contato com o marido, na noite da terça-feira (31), pouco antes do desaparecimento. Segundo a esposa, a conversa foi tranquila e não indicava qualquer situação de risco.
    “A gente conversou normal. Ele disse que ia jantar e depois me respondia. Mandou um áudio tranquilo”, afirmou.
    Após isso, Gismário não respondeu mais às mensagens, e as ligações feitas passaram a ser recusadas, o que inicialmente levou a família a suspeitar de um problema no aparelho celular.
    “Achei que era o aparelho, mas depois veio a pior notícia das nossas vidas”, disse.
    Familiares de baianos mortos em João Pessoa chegam para liberação dos corpos
    Em entrevista à TV Cabo Branco, a esposa de uma das vítimas relatou que falava com o marido por chamada de vídeo momentos antes do desaparecimento. Segundo ela, a ligação foi interrompida de forma repentina.
    De acordo com o relato dela, o trabalhador já se preparava para dormir quando pessoas teriam invadido o quarto, acendendo a luz e provocando um momento de tensão. A mulher afirmou ainda ter ouvido vozes e gritos antes da ligação ser encerrada.
    “Ele jogou o celular, ficou tudo escuro, não deu para ver nada, mas eu escutei muitos homens gritando. Ele não mexe com nada, ele não é envolvido, ele não fuma, ele não bebe. Até então, ficava todo minuto na minha mente a cena do rosto dele, em pânico, na hora que acendeu a luz do quarto onde ele estava deitado”, conta a esposa.
    Quais são as circunstâncias das mortes?
    Quatro corpos são encontrados em área de mata em João Pessoa; polícia investiga se vítimas são desaparecidos da Bahia
    Reprodução/TV Cabo Branco
    As circunstâncias das mortes indicam um crime com características de execução. De acordo com as informações iniciais da perícia, os quatro trabalhadores foram mortos por disparos de arma de fogo há cerca de dois dias antes de serem encontrados.
    Três das vítimas estavam com as mãos amarradas para trás, o que reforça a suspeita de que não tiveram chance de defesa.
    Os corpos foram localizados em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, e já estavam em avançado estado de decomposição, o que dificultou a identificação imediata e a análise detalhada das lesões.
    Até o momento, não há confirmação oficial sobre a motivação do crime, e o caso segue sob investigação da polícia.
    O que foi encontrado no local do crime?
    Próximo à área onde os corpos foram localizados, foi encontrado um carro abandonado que levantou suspeitas e levou às buscas na região. O veículo apresentava sinais de sujeira e um forte odor, o que motivou a atuação das equipes policiais.
    A partir da localização do veículo, os agentes realizaram buscas em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, onde encontraram os quatro corpos.
    Quatro corpos são encontrados próximo de carro roubado, em João Pessoa
    Reprodução/TV Cabo Branco
    Segundo a investigação, o carro pode ter sido roubado no município de Santa Rita. Além disso, algumas vítimas estavam com documentos, que passaram a ser analisados para auxiliar na identificação. Os documentos eram de duas das vítimas.
    Na residência onde os trabalhadores estavam alojados, na madrugada da quarta-feira (1º), o motorista do veículo responsável por transportá-los até o local de trabalho chegou ao endereço, mas nenhum deles foi encontrado. Ao entrar na residência, o motorista percebeu que o local estava revirado, com sinais de desordem, o que levantou suspeitas e levou ao acionamento da polícia.
    A Polícia Civil não divulgou se encontrou algo suspeito dentro desta residência.
    O que diz a perícia sobre os corpos?
    Familiares de baianos mortos em João Pessoa chegam ao IML para liberação dos corpos
    Antônio Vieira/TV Cabo Branco
    A perícia apontou que os quatro trabalhadores foram mortos por disparos de arma de fogo cerca de dois dias antes de serem encontrados. Três das vítimas estavam com as mãos amarradas para trás, o que indica possível execução.
    Os corpos foram localizados em avançado estado de decomposição em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa, o que dificultou a identificação imediata e a análise detalhada das lesões. De acordo com os peritos, não foi possível, inicialmente, precisar o número de perfurações em cada vítima.
    “Corpos do sexo masculino, todos mortos por meio de disparo de arma de fogo, já em decomposição. Três deles estavam com as mãos amarradas para trás e, aqui próximo, cerca de 200 a 300 metros do local, foi encontrado um veículo, Celta preto, que provavelmente foi usado para transportar esses corpos”, afirmou o perito Rodrigo Farias do IPC.
    Os corpos foram submetidos a exames e processo de identificação, que, segundo o IML, é um procedimento complexo e demorado. Exames laboratoriais complementares foram realizados nos Laboratórios Forenses do Instituto de Polícia Científica (IPC).
    Após liberação no IPC, para onde foram os corpos?
    Instituto de Polícia Científica de João Pessoa (IPC)
    Luana Silva/g1
    Os corpos dos quatro trabalhadores baianos encontrados mortos em João Pessoa foram liberados neste sábado (4) pelo Instituto de Polícia Científica (IPC) e devem ser sepultados na Bahia.
    Familiares chegaram à capital paraibana na manhã deste sábado (4) para realizar o reconhecimento e liberação dos corpos no Instituto Médico Legal (IML). Durante a espera, parentes relataram os últimos contatos com as vítimas e detalhes da viagem ao estado.
    De acordo com o Instituto de Polícia Científica (IPC), todos os quatro corpos serão velados e sepultados na Bahia.
    O que a polícia investiga e o que ainda falta esclarecer?
    Central de Polícia de João Pessoa
    Plínio Almeida / TV Cabo Branco
    A Polícia Civil investiga as circunstâncias e a motivação do crime e afirma que os quatro trabalhadores baianos não foram mortos no local onde os corpos foram encontrados, em uma área de mata no bairro de Brisamar, em João Pessoa. Segundo a investigação, as vítimas teriam sido executadas em outro local e levadas até a região noutro momento.
    Imagens de câmeras de segurança mostram quatro homens em uma motocicleta deixando a região próxima de onde os corpos foram encontrados. A polícia não informou se eles já foram identificados ou localizados. Até o momento, não há suspeitos divulgados nem prisões relacionadas ao caso.
    Câmera registra homens fugindo em moto depois de terem abandonado corpos, em João Pessoa
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