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Câmara de Campinas vota criação de programa para combater abuso infantojuvenil

Câmara de Campinas vota criação de programa para combater abuso infantojuvenil
Câmara de Campinas vota criação de programa para combater abuso infantojuvenil
Câmara de Campinas vota programa para combater abuso sexual infantojuvenil
Álvaro Júnior/Câmara de Campinas
A Câmara de Campinas (SP) votará nesta segunda-feira (4), em primeiro turno, a criação de um programa para combater o abuso e a exploração sexual infantojuvenis. O projeto de lei prevê atividades nas escolas públicas e privadas, bem como campanhas que abordem o tema.
O texto necessita que a maioria dos vereadores vote favoravelmente para ser aprovado. No entanto, antes de seguir para sanção ou veto do prefeito Dario Saadi (Republicanos), ele será discutido e votado mais uma vez.
A 25ª sessão ordinária de 2026 será realizada a partir das 18h, no Plenário da Câmara.
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Programa
Segundo o projeto protocolado na Casa, o programa, que carregará o nome “Campinas de mãos dadas contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes”, terá duas frentes de trabalho:
Realização de campanhas educativas e informativas para sensibilizar a sociedade sobre a importância da prevenção e do combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes;

Desenvolvimento de atividades nas escolas municipais, estaduais e privadas, adaptadas às faixas etárias, visando a orientação de crianças e adolescentes.
No caso das escolas, os trabalhos serão feitos por meio de parcerias com organizações da sociedade civil, instituições de ensino, conselhos tutelares ou outros órgãos competentes.
Se a proposta for aprovada, as ações acontecerão anualmente no mês de maio por conta da campanha “Maio Laranja”, criada após uma lei federal ter sido sancionada em 2022.
🟠 O que é a campanha “Maio Laranja”? A iniciativa abrange ações de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, com realização de palestras, campanhas e iluminação de espaços públicos. Foi criada em memória de Araceli Cabrera Sánchez Crespo, que morreu aos 8 anos, em 1973, em Vitória (ES), após ser sequestrada, estuprada e morta por jovens.
O projeto ainda prevê que o programa seja liderado pelas secretarias de Desenvolvimento e Assistência Social, de Educação e de Saúde de Campinas.
Na justificativa do texto, é apontado que o abuso e a exploração sexual infantojuvenis são problemas graves que afetam “milhares de famílias em todo o Brasil, causando impactos irreparáveis na vida das vítimas”.
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