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  • Golpe do falso advogado cresce e exige atenção redobrada para evitar prejuízos

    Golpe do falso advogado cresce e exige atenção redobrada para evitar prejuízos

    Golpe do falso advogado cresce e exige atenção redobrada para evitar prejuízos
    Mensagens com promessa de liberação de valores e pedidos de urgência estão entre os principais sinais de tentativa de golpe envolvendo falsos advogados.
    Assessoria/CrediSIS
    O golpe do falso advogado tem se tornado cada vez mais frequente no Brasil, atingindo principalmente pessoas que possuem ou já tiveram processos judiciais em andamento. Nesse tipo de fraude, criminosos se passam por advogados ou representantes de escritórios jurídicos para informar sobre a liberação de valores e solicitar pagamentos indevidos. O Sistema CrediSIS alerta para os riscos desse tipo de abordagem e orienta sobre como identificar e evitar prejuízos financeiros.
    A estratégia utilizada pelos golpistas começa com a coleta de informações reais das vítimas, como nome completo, número de processo e até dados do advogado responsável pela causa. Com esses elementos, os criminosos entram em contato por telefone ou aplicativos de mensagens, apresentando uma narrativa convincente sobre valores a serem recebidos, muitas vezes relacionados a indenizações, revisões ou precatórios.
    Para tornar a abordagem mais crível, os golpistas costumam enviar documentos falsificados, com aparência semelhante à comunicados oficiais, incluindo logotipos de tribunais, assinaturas e até simulações de decisões judiciais.
    Em seguida, solicitam o pagamento de taxas para a liberação do suposto valor, utilizando termos como “custas processuais”, “taxa de transferência” ou “despesas cartorárias”. A urgência é um elemento constante, com pressão para que o pagamento seja feito rapidamente.
    O diretor de Riscos e Supervisão, Guilherme Alves de Souza, explica que esse tipo de golpe combina engenharia social com o uso de dados públicos, o que aumenta o potencial de convencimento das vítimas. O diretor ressalta ainda que a atenção aos detalhes é essencial para evitar esse tipo de situação.
    “Quando o golpista apresenta informações reais, a tendência é que a pessoa confie mais na abordagem. Por isso, é fundamental entender que nenhum advogado solicita pagamentos antecipados por aplicativos de mensagens para liberar valores de processos. Sempre que houver dúvida, a orientação é buscar diretamente o profissional pelos canais oficiais”, afirmou Guilherme.
    Além do impacto financeiro imediato, o golpe pode gerar consequências mais amplas. Informações compartilhadas durante o contato, como dados bancários ou documentos pessoais, podem ser utilizadas em outras tentativas de fraude, ampliando o prejuízo e dificultando a identificação da origem do problema.
    A análise do comportamento dessas abordagens mostra que a pressa e a promessa de ganho financeiro são elementos centrais na tentativa de manipulação. Mensagens que indicam necessidade urgente de pagamento ou que apresentam prazos curtos devem ser vistas com cautela, especialmente quando envolvem transferências via PIX ou depósitos em contas de terceiros.
    Ana Michelato, advogada e analista Jurídica da CrediSIS Central, destaca que a informação é uma das principais ferramentas de prevenção e que medidas simples podem ajudar a evitar esse tipo de golpe. Ela enfatiza a importância de verificar a autenticidade das informações antes de qualquer decisão.
    “Consultar o andamento do processo diretamente no site do tribunal, confirmar o contato com o advogado e verificar o registro profissional são atitudes que ajudam a reduzir riscos. Golpistas se aproveitam da falta de verificação e da urgência para agir. Quando a pessoa interrompe esse ciclo e busca confirmação, ela já reduz significativamente a chance de prejuízo”, explicou Ana.
    Uma das formas de verificar a identidade do profissional é por meio da plataforma oficial da OAB Nacional, ConfirmADV, que permite consultar se o advogado está regularmente inscrito e em situação ativa, a partir de informações como número de registro, estado de inscrição e outros dados básicos. A verificação é recomendada especialmente em casos de contato inesperado, funcionando como uma etapa adicional de segurança antes de qualquer decisão.
    Entre as recomendações estão evitar realizar pagamentos sem confirmação formal, não compartilhar dados pessoais em contatos não verificados e desconfiar de mensagens inesperadas que envolvam valores a receber. Também é recomendável utilizar canais oficiais para qualquer consulta e manter atenção redobrada em situações que envolvam movimentações financeiras.
    Caso haja suspeita ou confirmação de golpe, a orientação é registrar um boletim de ocorrência e comunicar imediatamente a cooperativa ou instituição financeira. Guardar mensagens, comprovantes e documentos recebidos pode auxiliar na apuração do caso e contribuir para a identificação dos responsáveis.
    Como parte das ações educativas do Sistema CrediSIS, conteúdos informativos são compartilhados nas redes sociais com exemplos práticos de situações do cotidiano. O personagem Rivaldo Golpp apresenta, de forma acessível, como esses golpes acontecem e quais cuidados devem ser adotados, contribuindo para que mais pessoas reconheçam abordagens suspeitas antes que resultem em prejuízos.
    “A proposta de levar o Rivaldo para o público externo é justamente transformar temas que, muitas vezes, parecem complexos em conteúdos simples e diretos. Quando a informação chega de forma clara, as pessoas conseguem reconhecer o golpe antes que ele aconteça, evitando dores de cabeça e prejuízos financeiros”, explicou Anderson Galvão Ribeiro, gerente de Segurança da Informação do Sistema CrediSIS.
    A disseminação de informações confiáveis e a adoção de hábitos simples no dia a dia são medidas que contribuem para a segurança no ambiente digital. Ao compreender como os golpes são estruturados, o público passa a identificar sinais de risco com mais facilidade e a tomar decisões mais seguras diante de situações que envolvam dados pessoais e financeiros.
  • Por que o STF esteve pessoalmente em reserva extrativista da Amazônia? Entenda

    Por que o STF esteve pessoalmente em reserva extrativista da Amazônia? Entenda

    Por que o STF esteve pessoalmente em reserva extrativista da Amazônia? Entenda
    MP-RO busca na justiça inconstitucionalidade de lei relacionada a Resex Jaci Paraná
    Durante a última semana, uma equipe do Supremo Tribunal Federal (STF) esteve na Reserva Extrativista (Resex) Jaci-Paraná, em Rondônia, realizando uma inspeção judicial. A vistoria faz parte de uma ação que discute a constitucionalidade de uma lei estadual criada para regularizar ocupações irregulares dentro da reserva e “perdoar” multas aplicadas por crimes ambientais.
    🔎 A Reserva Extrativista Jaci-Paraná é uma unidade de uso sustentável, com quase 200 mil hectares, administrada pelo governo de Rondônia. A ocupação da área é permitida, mas com restrições: apenas populações tradicionais podem morar no local, desde que respeitem o plano de manejo da unidade.
    A lei em questão foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO). O texto chegou a ser vetado pelo governador Coronel Marcos Rocha, mas os deputados estaduais derrubaram o veto e mantiveram a medida, que entrou em vigor no fim de abril de 2025.
    Em maio de 2025, o Partido Verde (PV) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a norma, alegando que ela representa um grave retrocesso ambiental. Segundo o partido, ao retirar consequências legais de crimes ambientais sob a justificativa de anuência do Estado, a lei acaba incentivando a impunidade e a continuidade das irregularidades na reserva.
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    Foi a própria ALE-RO que pediu a realização da inspeção judicial durante o andamento da ação. A Assembleia argumenta que as ocupações na área não seriam invasões clandestinas, mas resultado de um processo histórico tolerado e incentivado pelo próprio Estado.
    A equipe responsável pela inspeção é formada pela juíza instrutora Caroline Santos Lima, acompanhada de técnicos do gabinete do ministro Cristiano Zanin e com apoio do Tribunal de Justiça de Rondônia.
    Durante três dias, o grupo percorreu áreas da reserva e ouviu cerca de 100 pessoas, entre moradores, representantes de associações de extrativistas, ONGs, integrantes do Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União e deputados estaduais.
    O objetivo, segundo a decisão do ministro Zanin, é proporcionar uma melhor compreensão do conflito antes de decidir sobre a constitucionalidade da lei.
    Inspeção do STF na Resex Jaci-Paraná
    TJ-RO
    Área da Resex Jaci-Paraná, em Porto Velho
    Marcio Isensee e Sá/Oeco
  • ‘Quebrou a viseira do capacete, mas não quebrou minha cabeça’, diz repórter agredido ao vivo em RO

    ‘Quebrou a viseira do capacete, mas não quebrou minha cabeça’, diz repórter agredido ao vivo em RO

    ‘Quebrou a viseira do capacete, mas não quebrou minha cabeça’, diz repórter agredido ao vivo em RO
    Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
    O repórter Richard Nunes, agredido ao vivo enquanto cobria um acidente de trânsito em Porto Velho, relatou que não sofreu ferimentos graves porque estava usando um capacete, que foi danificado (veja a foto no fim da reportagem). O caso, que aconteceu na segunda-feira (11), é investigado pela Polícia Civil como lesão corporal dolosa.
    “Quebrou a viseira do meu capacete, mas não quebrou a minha cabeça”, afirmou.
    Segundo o boletim de ocorrência, o jornalista relata ter sido agredido enquanto realizava a cobertura de um acidente de trânsito com morte, no cruzamento das ruas Ibotirama e Lumière, no bairro Marcos Freire, zona Leste da capital.
    Veja o momento do acidente que repórter cobria quando foi agredido ao vivo em Rondônia
    Richard estava ao vivo, quando foi cercado por familiares da vítima e o motorista do carro. Na transmissão, o repórter é xingado; ele relata que também foi atacado com golpes de capacete. Segundo o jornalista, quando a transmissão foi encerrada, ele foi agredido novamente com um soco enquanto esperava a Polícia Militar (PM).
    Segundo Richard, a situação preocupa porque pode abrir precedente para novos casos de agressão contra profissionais da imprensa durante coberturas jornalísticas.
    “Se não acontecer nada, isso vai dar brecha para outros familiares fazerem o mesmo com qualquer repórter. Como que eu vou chegar num local desse e não vou fazer a matéria? É um fato de interesse público”, declarou.
    A ocorrência foi registrada como lesão corporal dolosa. O caso foi encaminhado para a 6ª Delegacia de Polícia Civil de Porto Velho.
    Em nota, a Polícia Civil informou que “irá atender à demanda apresentada e procederá com a apuração dos fatos relacionados ao caso”.
    Capacete da vítima após agressão
    Reprodução arquivo pessoal
  • CEDIM oferece ressonância avançada da próstata

    CEDIM oferece ressonância avançada da próstata

    CEDIM oferece ressonância avançada da próstata
    Imagem ilustrativa de uma sala de exames de ressonância magnética.
    Inteligência Artificial
    O CEDIM – Centro de Diagnóstico por Imagem oferece à população de Cacoal e região a Ressonância Magnética Multiparamétrica da Próstata, um exame avançado que tem ampliado a precisão na investigação de alterações prostáticas.
    A tecnologia representa um importante avanço na medicina diagnóstica, permitindo uma análise mais completa da próstata e contribuindo para decisões médicas mais seguras e assertivas.
    Diferente dos exames tradicionais, a ressonância multiparamétrica combina diferentes técnicas de imagem em um único procedimento. Além de avaliar a anatomia da próstata com alta definição, o exame analisa características funcionais do tecido, como a densidade celular e o fluxo sanguíneo na região.
    Essas informações permitem identificar áreas suspeitas com maior precisão, além de ajudar na avaliação do comportamento das lesões, fornecendo dados importantes para a condução do diagnóstico.
    A combinação dessas imagens segue padrões internacionais de análise, o que contribui para maior confiabilidade na interpretação dos resultados e na comunicação com o médico solicitante.
    Outro ponto importante é que se trata de um exame não invasivo e sem uso de radiação, sendo seguro e confortável para o paciente, além de poder ser utilizado em diferentes fases da investigação e acompanhamento clínico.
    Equipamento de ressonância magnética utilizado nos exames realizados pelo CEDIM.
    CEDIM
    A Ressonância Multiparamétrica da Próstata costuma ser indicada em casos de alteração no PSA, suspeita clínica, dúvidas em exames anteriores ou necessidade de uma avaliação mais detalhada da próstata.
    Com esse nível de detalhamento, o exame auxilia o médico na definição da melhor conduta, podendo contribuir para a identificação mais precoce de alterações relevantes e para o direcionamento mais preciso de outros procedimentos, quando necessários.
    Ao disponibilizar essa tecnologia, o CEDIM reforça sua dedicação com a qualidade diagnóstica, investindo em exames que oferecem mais segurança, precisão e suporte para o cuidado com a saúde.
    Não adie um cuidado importante. Entre em contato com o CEDIM e agende sua Ressonância Multiparamétrica com uma equipe preparada para oferecer qualidade e precisão.
    Saiba mais entrando em contato através do número (69) 3443-4008 (WhatsApp)
    Endereço: Rua Quintino Bocaiúva, 2390 – Jardim Clodoaldo, Cacoal – RO
    Horário de funcionamento: Segunda a sexta das 7h às 18h; aos sábados das 8h às 12h.
    Responsável Técnico:
    Dr. Rômulo Florêncio Tristão Santos
    CRM/RO 4527 RQE 2712 | 2713
    DR. ROMULO_RM MULTIPARAMETRICA
  • Caso Dalto: júri é adiado após defesa dos acusados abandonar sessão em Porto Velho

    Caso Dalto: júri é adiado após defesa dos acusados abandonar sessão em Porto Velho

    Caso Dalto: júri é adiado após defesa dos acusados abandonar sessão em Porto Velho
    Caso Edson Dalto
    O julgamento dos funcionários acusados de matar o empresário Edson Nascimento Dalto com uma colher de pau foi adiado em Porto Velho após a defesa abandonar o julgamento, dizendo que não teve tempo para analisar documentos colocados no processo. A sessão era prevista para terça-feira (12) e quarta-feira (13) de maio.
    ➡️Os principais acusados são Daniel Barroso de Souza e William Borges Costa. Segundo a investigação, Edson Dalto foi morto dentro de uma propriedade rural. A acusação aponta que ele foi agredido com uma colher de pau. Depois, o corpo foi levado e jogado em um rio na região de Candeias do Jamari.
    Segundo o promotor de Justiça responsável pelo caso, Marcos Alexandre, a defesa agiu de má-fé ao avisar sobre o problema apenas perto do julgamento. Ele disse que a ação foi uma “nulidade de algibeira”, termo usado quando uma das partes percebe um erro no processo, mas deixa para falar depois para tentar conseguir vantagem.
    O promotor também afirmou que o cancelamento prejudicou a família da vítima, que espera por justiça, e os próprios réus, que continuam presos aguardando julgamento.
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    VÍDEO: Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
    Para a família, o sentimento é de revolta e injustiça. Sirley Dalto, irmã da vítima, disse que os familiares querem a condenação dos acusados e que eles respondam pelos crimes que cometeram.
    “O que a gente quer é a justiça, a gente quer a sentença, que eles cumpram o crime que eles cometeu. Nada vai trazer meu irmão de volta, mas pelo menos que ele seja penalizado diante da justiça humana. Então a ansiedade é muito grande, muito grande mesmo.”
    Segundo Sirley, o adiamento do júri aumentou ainda mais a ansiedade da família, que agora terá de esperar uma nova data para o julgamento. Ela contou que as filhas e a esposa da vítima aguardavam pela sessão e que uma das filhas não estava passando bem. Para a família, toda a situação foi desnecessária e tornou o dia ainda mais difícil.
    Segundo a defesa dos acusados, faltavam provas consideradas importantes para o caso, como as gravações das audiências feitas durante a primeira fase do processo.
    Empresário desaparecido é encontrado morto em rio de Candeias do Jamari, RO
    Reprodução/internet
  • Estudante morre com suspeita de meningite em Rolim de Moura, RO

    Estudante morre com suspeita de meningite em Rolim de Moura, RO

    Estudante morre com suspeita de meningite em Rolim de Moura, RO
    Dois casos suspeitos de meningite acendem alerta na saúde em Rolim de Moura
    Um dos pacientes com suspeita de meningite, casos investigados em Rolim de Moura (RO), morreu nesta segunda-feira (11) em um hospital de Ji-Paraná (RO). Eduardo Nascimento, de 15 anos, era estudante e estava internado após apresentar sintomas da doença.
    Em nota de pesar, a escola onde Eduardo estudava se solidarizou com a família e os amigos, e suspendeu as aulas nesta terça-feira (12).
    “Neste momento de imensa dor, a direção, professores e funcionários se solidarizam com a família e amigos. Pedimos a Deus que conforte o coração de todos diante desta perda irreparável”, consta na nota.
    Segundo a última nota divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde de Rolim de Moura (RO), os casos ainda eram tratados como suspeitos, já que os exames laboratoriais necessários para a confirmação da doença continuavam em análise.
    O g1 entrou em contato com a Semusa de Rolim de Moura (RO), para obter atualização sobre caso, mas, até a última atualização desta reportagem, não obteve retorno.
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    Meningite: o que é e o que fazer para se proteger
    As meninges são as membranas que envolvem todo o sistema nervoso central. A meningite ocorre quando há alguma inflamação desse revestimento, causado por micro-organismos, alergias a medicamentos, câncer e outros agentes.
    A meningite tem uma alta taxa de mortalidade e sequelas, como surdez, perda dos movimentos e danos ao sistema nervoso. As crianças são a faixa etária mais atingida, e os pacientes devem ter um acompanhamento por pelo menos 6 meses depois da doença.
    Meningite meningocócica
    A meningite pode ser causada por várias bactérias, mas as principais são: meningococo e pneumococo.
    A meningite meningocócica em específico é causada pelos meningococos Neisseria meningitidis e pode afetar pessoas de qualquer idade.
    O que causa a doença?
    A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas, segundo o Ministério da Saúde.
    Segundo a pasta, as meningites virais e bacterianas são as mais importantes para a saúde pública, devido a magnitude de sua ocorrência e o potencial de produzir surtos.
    O ministério ressalta ainda que a ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono-inverno e das virais na primavera-verão. O sexo masculino também é o mais acometido pela doença.
    Quais são as formas de prevenção?
    Existem imunizantes no sistema público de saúde que protegem contra a doença. As vacinas disponíveis no calendário de vacinação do Programa Nacional de Imunização são:
    Vacina meningocócica (Conjugada): protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C.
    Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite.
    Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B, como meningite, e também contra a difteria, tétano, coqueluche e hepatite B.
    Como é o tratamento da meningite?
    O tratamento depende do agente causador da infecção.
    A meningite viral não tem tratamento específico e, como outras viroses, resolve-se por conta própria. Os medicamentos só podem tratar os sintomas, como dor e febre, explica o Ministério da Saúde.
    Já as meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas imediatamente, em ambiente hospitalar, com administração de antibióticos.
    Neisseria meningitidis, a bactéria que causa a meningite meningocócica.
    Wikimedia
  • Veja o momento do acidente que repórter cobria quando foi agredido ao vivo em Rondônia

    Veja o momento do acidente que repórter cobria quando foi agredido ao vivo em Rondônia

    Veja o momento do acidente que repórter cobria quando foi agredido ao vivo em Rondônia
    Veja o momento do acidente que repórter cobria quando foi agredido ao vivo em Rondônia
    Imagens de câmeras de monitoramento registraram o momento da ocorrência que o repórter policial Richard Nunes cobria, quando ele foi agredido por pessoas que estavam no local (assista acima). A confusão aconteceu após a colisão que matou o jovem Wesley Rafael de Almeida do Nascimento, de 21 anos.
    O acidente aconteceu em um cruzamento do bairro Marcos Freire, na Zona Leste de Porto Velho (RO). O vídeo mostra que o motociclista avançou a preferencial e bateu com muita força na lateral de um carro de passeio.
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    Richard estava ao vivo, falando sobre o acidente, quando foi cercado por familiares da vítima e o motorista do carro. Na transmissão, o repórter é xingado e atingido com golpes de capacete. Ele registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal. (veja o vídeo abaixo)
    Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
    O acidente
    Quando a equipe do Samu chegou ao local, foi constatado que Wesley já estava morto. O motorista do automóvel sofreu apenas ferimentos leves e realizou o teste do bafômetro, que teve resultado negativo para consumo de álcool.
    Ainda segundo a polícia, a motocicleta estava com o licenciamento atrasado e o jovem não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O veículo foi removido para o pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
    A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica e, após os procedimentos, o corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).
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    Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
    Reprodução/redes sociais
  • Assista ao JRO1 desta terça-feira, 12

    Assista ao JRO1 desta terça-feira, 12

    Assista ao JRO1 desta terça-feira, 12
    Assista ao JRO1 desta terça-feira, 12
  • PF cumpre mandados em Porto Velho durante operação nacional contra facções criminosas

    PF cumpre mandados em Porto Velho durante operação nacional contra facções criminosas

    PF cumpre mandados em Porto Velho durante operação nacional contra facções criminosas
    PF faz operação em 16 estados contra facções criminosas
    PF/Divulgação
    Porto Velho é um dos alvos da operação nacional realizada pela Polícia Federal (PF) contra facções criminosas nesta terça-feira (12). São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, além de outras medidas investigativas.
    O foco da ação é o combate à atuação de facções criminosas, mirando crimes como lavagem de dinheiro e tráfico de drogas e de armas.
    A ação policial mobiliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO’s) de Segurança Pública de 16 estados. Ao todo, serão cumpridos 165 mandados de busca e apreensão e 71 de prisão.
    Veja vídeos em alta no g1:
    Vídeos em alta no g1
  • Veja o momento do acidente que repórter cobria quando foi agredido ao vivo em Rondônia

    Repórter agredido ao vivo durante cobertura em RO: veja o que se sabe sobre o caso

    Veja o momento do acidente que repórter cobria quando foi agredido ao vivo em Rondônia
    Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
    O repórter policial Richard Nunes, que trabalha em uma página local de notícias, foi agredido enquanto cobria um acidente de trânsito com morte, na manhã de segunda-feira (11), na Zona Leste de Porto Velho.
    O momento da agressão foi registrado durante uma transmissão ao vivo. Nas imagens, o jornalista aparece sendo cercado, xingado e atingido com golpes de capacete por familiares da vítima que morreu no acidente e pelo motorista de um dos veículos envolvidos (veja acima).
    Veja tudo o que se sabe sobre o caso a partir dos seguintes pontos:
    Onde aconteceu a agressão?
    O que o repórter fazia no local?
    Quem participou das agressões?
    Como começou a confusão?
    O repórter ficou ferido?
    O caso foi registrado pela polícia?
    O que disseram as entidades de imprensa?
    Onde aconteceu a agressão?
    O caso aconteceu durante a cobertura de um acidente de trânsito com vítima fatal na Zona Leste da capital, na manhã de segunda-feira (11).
    O que o repórter fazia no local?
    O jornalista fazia uma transmissão ao vivo para uma página de notícias no Instagram. Segundo ele, a gravação era feita de longe e sem mostrar a vítima do acidente.
    Quem participou das agressões?
    Segundo Richard, o motorista de um dos veículos envolvidos no acidente foi até ele enquanto o jornalista filmava o carro. Depois disso, familiares do motociclista que morreu também começaram a agredi-lo.
    Como começou a confusão?
    Nas imagens, é possível ver quando um homem se aproxima do repórter e começa a xingá-lo. Pouco depois, outras pessoas cercam o jornalista.
    Richard afirmou que a situação começou depois que ele filmou um dos veículos envolvidos no acidente.
    O repórter ficou ferido?
    Richard contou que foi atingido na cabeça com golpes de capacete dados por dois homens. Apesar disso, ele disse que o capacete que usava ajudou a reduzir o impacto e evitou ferimentos mais graves.
    Segundo o portal onde trabalha, o jornalista passa bem e não precisou de atendimento médico.
    O caso foi registrado pela polícia?
    De acordo com o portal de notícias onde Richard trabalha, um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi registrado junto à Polícia Militar. O g1 entrou em contato com a PM, mas até a última atualização desta reportagem, não obteve retorno.
    O que disseram as entidades de imprensa?
    Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Rondônia (Sinjor-RO), filiado à Fenaj, repudiou as agressões contra o repórter e pediu uma investigação rigorosa do caso.
    A entidade afirmou que ataques contra jornalistas representam uma ameaça à liberdade de imprensa e cobrou punição aos responsáveis.
    Repórter é agredido ao vivo durante cobertura de acidente em Porto Velho
    Reprodução/redes sociais