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  • CrediSIS movimenta mais R$ 80 milhões em negócios nos três primeiros dias de RRS

    CrediSIS movimenta mais R$ 80 milhões em negócios nos três primeiros dias de RRS

    CrediSIS movimenta mais R$ 80 milhões em negócios nos três primeiros dias de RRS
    Movimentação no estande do Sistema CrediSIS segue intensa durante a programação da Rondônia Rural Show Internacional, em Ji-Paraná
    Assessoria/CrediSIS
    Os três primeiros dias da 13ª Rondônia Rural Show Internacional já resultaram em mais de R$ 80 milhões movimentados pelo Sistema CrediSIS em operações de crédito, consórcios e seguros. O resultado considera os negócios realizados tanto no estande da feira quanto nos pontos de atendimento das cooperativas filiadas ao Sistema, reforçando a participação conjunta das equipes durante a maior feira do agronegócio da Região Norte, que segue até sábado (30), em Ji-Paraná, na Região Central de Rondônia.
    Neste ano, o Sistema CrediSIS participa da Rondônia Rural Show com as cooperativas CrediSIS JiCred, CrediSIS CrediAri, CrediSIS Sudoeste e CrediSIS CrediBrás. Além das negociações realizadas presencialmente no evento, as condições especiais disponibilizadas durante a programação também contemplam cooperados atendidos pelas demais filiadas ao Sistema.
    Nos primeiros dias da feira, o estande recebeu cooperados, produtores rurais, empresários e visitantes interessados em soluções voltadas ao agronegócio, planejamento financeiro, aquisição de máquinas e equipamentos, proteção patrimonial e investimentos. O fluxo de atendimentos também foi marcado pela procura por crédito rural, financiamentos, consórcios e seguros voltados ao setor produtivo.
    O presidente do Sistema CrediSIS, Otelo Castellani Filho, destacou que os resultados alcançados até o momento refletem a confiança construída junto aos cooperados ao longo dos anos. Segundo ele, cada operação representa projetos, investimentos e objetivos pessoais ou profissionais que passam a contar com o apoio do cooperativismo financeiro.
    “Cada atendimento realizado durante a feira carrega uma história, um projeto ou um objetivo importante para o cooperado. Quando apresentamos uma solução em crédito, estamos participando diretamente de decisões que impactam negócios, propriedades, famílias e planos futuros. Mais do que acompanhar resultados, é gratificante perceber a confiança dos cooperados no trabalho desenvolvido pelo Sistema CrediSIS”, afirmou Otelo.
    O diretor de Negócios do Sistema CrediSIS, Farid Milet, ressaltou que os resultados alcançados até agora representam apenas parte da programação da feira, que segue com atendimentos e negociações até sábado. Segundo ele, o trabalho realizado durante a Rondônia Rural Show envolve atuação conjunta entre cooperativas, equipes comerciais e áreas técnicas do Sistema.
    “Estamos apenas na metade da programação da feira e ainda temos muitos atendimentos, negociações e oportunidades pela frente. As condições especiais continuam disponíveis tanto para as cooperativas presentes, aqui na Rondônia Rural Show, quanto para todos os pontos de atendimento das cooperativas filiadas”, afirmou Farid.
    O estande do Sistema CrediSIS também segue recebendo visitantes interessados em conhecer mais sobre o cooperativismo de crédito e os serviços oferecidos pelas cooperativas filiadas. Durante a programação, o espaço conta com ações de relacionamento e recepção ao público. O gerente de Seguros da Corretora CrediSIS, Tibério Júnior, convidou cooperados e visitantes para conhecerem o estande durante a feira e aproveitarem o ambiente preparado para recepção e atendimento ao público.
    “Quem estiver visitando a Rondônia Rural Show, passe em nosso estande para conhecer as soluções do Sistema CrediSIS, conversar com nossas equipes e entender um pouco mais sobre o cooperativismo. Além dos atendimentos e negociações, também preparamos um espaço de acolhimento para receber cooperados e visitantes com café, pipoca e picolé”, destacou Tibério.
    Além das negociações realizadas durante a programação da feira, o Sistema CrediSIS também participou de discussões técnicas ligadas ao agronegócio e ao cooperativismo financeiro. A gerente de Crédito e Agronegócio do Sistema CrediSIS, Nayara Queiroz, participou do talkshow “Crédito Rural, Cooperativismo e Tributação”, promovido pelo Sistema OCB/RO.
    O debate reuniu representantes de instituições financeiras e cooperativas de crédito para discutir desafios, perspectivas e oportunidades relacionadas ao crédito rural e ao desenvolvimento do agronegócio.
    Representando o Sistema CrediSIS, Nayara Queiroz participou do talkshow “Crédito Rural, Cooperativismo e Tributação”, promovido pelo Sistema OCB/RO na 13ª RRS.
    Assessoria/CrediSIS
    Também participaram do talkshow Altair Schramm, presidente da Sicoob Centro Norte; Júlio Constancio, gerente regional da Cresol Amazônia; Gabryel Zaniolo de Alencar, assessor de Desenvolvimento Agro na Sicredi Univales; José Luiz Cruz, superintendente de Agronegócio do Banco da Amazônia; e Alex Barbosa do Nascimento, gerente geral do Banco do Brasil. A mediação foi realizada por Paulo Cesar dos Santos Junior, gerente de Comunicação e Marketing da CrediSIS JiCred.
    Durante o encontro, os participantes abordaram temas relacionados ao acesso ao crédito, desenvolvimento regional, tributação e fortalecimento do cooperativismo no atendimento ao produtor rural. A programação integrou as atividades técnicas realizadas durante a Rondônia Rural Show Internacional.
    “O crédito rural envolve diferentes desafios e exige um acompanhamento constante das transformações do setor. Participar de um debate com representantes de diferentes instituições permite ampliar visões, compartilhar experiências e discutir soluções que impactam diretamente produtores, cooperativas e toda a cadeia do agronegócio”, destacou Nayara.
    A 13ª Rondônia Rural Show Internacional segue até sábado (30), no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, reunindo expositores, produtores rurais, cooperativas, empresas e instituições de diferentes regiões do país.
  • Delegado que morreu em acidente havia completado 68 anos e estava prestes a se aposentar em RO

    Delegado que morreu em acidente havia completado 68 anos e estava prestes a se aposentar em RO

    Delegado que morreu em acidente havia completado 68 anos e estava prestes a se aposentar em RO
    Delegado de Rondônia morre em acidente na BR-319
    O delegado Sérgio Barbosa Neto, que morreu nesta quinta-feira (28) em um acidente de trânsito na BR-319, em Porto Velho (RO), havia completado 68 anos há apenas 10 dias. Mais de quatro décadas da vida dele foram dedicadas à Polícia Civil de Rondônia.
    Segundo a Polícia Civil, Sérgio nasceu em Porto Velho e iniciou a carreira na instituição em 1º de novembro de 1984. Ao longo de mais de 41 anos de atuação, passou por diversos setores da corporação e, conforme a instituição, “marcou época” pela dedicação à causa policial.
    Durante a trajetória na Polícia Civil, ocupou cargos de destaque, como na Academia de Polícia (Acadepol), no comando de delegacias no interior e na capital, além de atuar como diretor do Departamento de Narcóticos (Denarc) e do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Também passou pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil.
    Sérgio havia completado 68 anos no último dia 18 de maio e chegou a ser homenageado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de Rondônia (Sindepro) nas redes sociais. Na ocasião, agradeceu as mensagens recebidas e afirmou que estava próximo da aposentadoria.
    “Sirvo ainda desta [data] para sustentar que acredito piamente no sucesso cada vez mais da PC RO, a quem sirvo por 41 anos e seis meses, prestes à aposentadoria […] Sinto muito pelo que não pude fazer nesses 41 anos, mas me esforcei e me esforçarei até o último minuto de minha trajetória. O trabalho enobrece o homem”, escreveu Sérgio na publicação.
    Em nota, a Delegacia-Geral da Polícia Civil lamentou a morte do delegado e destacou a trajetória construída ao longo da carreira.
    “Sua ausência deixa um vazio imensurável na nossa instituição, mas o seu legado de honra, companheirismo e defesa da sociedade rondoniense continuará a inspirar as futuras gerações de policiais civis”, diz trecho da nota.
    As entidades também manifestaram solidariedade aos familiares e amigos, além de ressaltarem a contribuição de Sérgio Barbosa Neto para a segurança pública de Rondônia.
    Caso
    Sérgio Barbosa Neto morreu em um acidente de trânsito na BR-319, em Porto Velho (RO), nesta quinta-feira (28). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão frontal envolveu o carro do delegado e um caminhão.
    O acidente aconteceu a cerca de 13 quilômetros antes da ponte sobre o Rio Madeira, no trecho entre Porto Velho e Humaitá (AM). Sérgio Barbosa morreu ainda no local. Segundo a PRF, não houve outras vítimas.
    Delegado Sérgio Barbosa Neto
    Reprodução/Redes sociais
  • Delegado da Polícia Civil de Rondônia morre em acidente na BR-319

    Delegado da Polícia Civil de Rondônia morre em acidente na BR-319

    Delegado da Polícia Civil de Rondônia morre em acidente na BR-319
    Delegado de Rondônia morre em acidente na BR-319
    O delegado da Polícia Civil de Rondônia, Sérgio Barbosa, morreu em um acidente de trânsito na BR-319, em Porto Velho (RO), nesta quinta-feira (28). Ele completou 68 anos há dez dias.
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    De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão frontal envolveu o carro do delegado e um caminhão. O acidente aconteceu a cerca de 13 quilômetros antes da ponte sobre o Rio Madeira, no trecho entre Porto Velho e Humaitá (AM).
    Sérgio Barbosa morreu ainda no local. Segundo a PRF, não há registro de outras vítimas.
    Delegado Sérgio Barbosa
    Reprodução/redes Sociais
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    Em nota, o Sindicato dos Delegados de Polícia Civil (Sindepro) e a Associação dos Delegados de Polícia Civil (Adepol) lamentaram a morte do delegado.
    “Profissional atuante e dedicado, o delegado Sérgio Barbosa construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a Justiça, a defesa da sociedade e o combate à criminalidade”, diz trecho da nota.
    As entidades também prestaram solidariedade aos familiares e amigos e destacaram a contribuição do delegado para a segurança pública de Rondônia.
  • MPF processa empresa suspeita de faturar R$ 5,4 milhões com garimpo ilegal em área federal de Rondônia

    MPF processa empresa suspeita de faturar R$ 5,4 milhões com garimpo ilegal em área federal de Rondônia

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    Área de garimpo em Rondônia
    MPF
    O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça contra a empresa Norte Sul Terraplanagem e Comércio Ltda e quatro gestores por extração ilegal de minérios em uma área pública federal na Gleba Corumbiara, em Vilhena (RO). Segundo o órgão, o grupo retirou cerca de 137 mil metros cúbicos de areia, cascalho e saibro sem autorização.
    Perícias apontam que a atividade rendeu cerca de R$ 5,4 milhões aos investigados. O MPF também acusa os envolvidos de destruir sete hectares de floresta nativa da Amazônia.
    ➡️ De acordo com a ação, a retirada dos minérios aconteceu em duas áreas. A primeira começou a operar em 2019 e tinha estrutura completa, com equipamentos, alojamentos, cozinha, refeitório e banheiros para funcionários. A segunda frente começou em 2020, com desmatamento e abertura de grandes buracos que mudaram o relevo do local.
    O MPF informou que o Sistema GeoRadar confirmou que as áreas exploradas ficam dentro da Gleba Pública Federal Corumbiara, pertencente à União.
    Veja os vídeos em alta no g1:
    Agora no g1
    Extração continuou após embargos
    A ação afirma ainda que a atividade continuou mesmo após embargos e multas aplicados pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo o MPF, as licenças emitidas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) não autorizavam a retirada dos minérios.
    As investigações apontam também que os responsáveis não recuperaram a área degradada após as interdições. Perícias feitas com drones mostraram que a extração continuou avançando, enquanto técnicos do Ibama encontraram sinais recentes de circulação de máquinas e novas escavações.
    Celulares apreendidos pela Polícia Federal mostraram que a empresa manteve atividades comerciais entre maio de 2023 e outubro de 2024, período em que dizia estar parada oficialmente.
    Segundo a investigação, os acusados também teriam usado um “laranja” para alterar o contrato da empresa e tentar proteger bens de futuras punições. O MPF afirma ainda que houve movimentações financeiras em contas pessoais para esconder o dinheiro obtido com a extração ilegal.
    Pedidos do MPF
    Na ação, o MPF pede que a Justiça condene os réus ao pagamento de R$ 5,4 milhões pelos prejuízos causados à União. O órgão também pede indenização por danos morais coletivos de R$ 1 milhão para cada acusado, totalizando R$ 5 milhões.
    Além disso, o MPF quer que os envolvidos apresentem e executem um plano de recuperação da área destruída, com recomposição do solo e plantio de espécies nativas, sob pena de multa diária.
    A ação foi apresentada pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF, especializado no combate à mineração ilegal, e tramita na Justiça Federal em Vilhena. Paralelamente, os acusados também respondem a uma ação penal na Justiça Federal em Porto Velho pelos crimes de extração ilegal de minério, invasão de terra pública, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
    O g1 entrou em contato com a empresa acusada, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
  • Assista ao JRO1 desta quinta-feira, 28

    Assista ao JRO1 desta quinta-feira, 28

    Assista ao JRO1 desta quinta-feira, 28
    Assista ao JRO1 desta quinta-feira, 28
  • Fim da escala 6×1: Veja como votaram os deputados de Rondônia nos dois turnos

    Fim da escala 6×1: Veja como votaram os deputados de Rondônia nos dois turnos

    Fim da escala 6×1: Veja como votaram os deputados de Rondônia nos dois turnos
    Câmara aprova o fim da escala 6×1 e ainda vai ao Senado
    A Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (28), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses e permite o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de folga).
    A proposta passou por dois turnos de votação na Câmara dos Deputados, como exige o processo legislativo. Os oito deputados de Rondônia estiveram presentes e votaram a favor da nova escala.
    Como votaram deputados e partidos nos dois turnos
    PEC segue para o Senado, onde deve encontrar resistências; veja detalhes do texto
    🗳️ A proposta foi aprovada por 472 votos a 22 em primeiro turno e 461 a 19 votos no segundo turno.
    🔎 Para aprovar uma PEC é necessário o voto de 308 deputados em dois turnos. Ainda não há data para votação no Senado, onde são 49 senadores favoráveis também em dois turnos de votação.
    Veja quem são os deputados de Rondônia que votaram a favor da nova escala nos dois turnos:
    Coronel Chrisóstomo (PL) – Sim
    Cristiane Lopes (Podemos) – Sim
    Dr. Fernando Máximo (PL) – Sim
    Lucio Mosquini (PL) – Sim
    Maurício Carvalho (União Brasil) – Sim
    Rafael Fera (Podemos) – Sim
    Silvia Cristina (PP) – Sim
    Thiago Flores (União Brasil) – Sim
    Placar do segundo turno da votação da PEC da escala 6×1 na Câmara
    Reprodução
    O que diz a proposta
    A proposta altera a parte da Constituição Federal que trata sobre os Direitos e Garantias Fundamentais e deixa expresso que a “duração do trabalho normal” não será superior a oito horas diárias e quarenta horas semanais.
    O artigo prevê exceções ao permitir compensações de horários e a redução da jornada conforme acordo ou convenção coletiva de trabalho.
    Conforme a proposta, a redução das quatro horas na jornada de trabalho será concretizada em duas etapas:
    as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC;
    as quatro horas restantes em até 12 meses após a redução das primeiras duas horas.
    O fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto.
  • Alunos da Unir testam planta medicinal para fortalecer imunidade de peixes em RO

    Alunos da Unir testam planta medicinal para fortalecer imunidade de peixes em RO

    Alunos da Unir testam planta medicinal para fortalecer imunidade de peixes em RO
    Estudantes da Unir durante exposição na 13ª Rondônia Rural Show Internacional
    Quetlen Caetano/g1RO
    Uma pesquisa desenvolvida por acadêmicos da Universidade Federal de Rondônia (Unir) estuda o uso de plantas medicinais para fortalecer a imunidade de peixes criados em cativeiro. O projeto, apresentado durante a 13ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, busca alternativas naturais para reduzir doenças bacterianas na piscicultura.
    O trabalho é realizado pelo grupo de pesquisa e extensão em Sanidade Aquícola do curso de Medicina Veterinária da Unir, no campus de Rolim de Moura (RO). A proposta é utilizar fitoterápicos — produtos naturais à base de plantas — como alternativa aos antibióticos usados atualmente na produção de peixes.
    Segundo o acadêmico Pedro Henrique Caçal da Silva, de 21 anos, a pesquisa é voltada ao tambaqui, considerado o principal peixe nativo da região Norte.
    “A gente trabalha com a sanidade aquícola com tambaqui, que é o maior peixe nativo da região norte do Brasil. A gente procura fitoterápicos, que são alternativas a medicamentos contra bactérias do ambiente aquático”, explicou.
    ➡️ Entre as plantas analisadas está a chamada rabo-de-gato, utilizada em testes realizados em sistemas fechados de piscicultura dentro da universidade. A planta é triturada e misturada à ração fornecida aos peixes.
    “Você conseguiu uma imunodulação do sistema imune do animal, ou seja, uma estimulação para causar uma maior resistência contra essas bactérias, sem a necessidade de usar medicamentos do mercado”, afirmou o estudante.
    A proposta também busca reduzir o uso de antibióticos na produção aquícola. Atualmente, segundo os pesquisadores, existem poucas opções de medicamentos disponíveis para peixes no Brasil. Pedro explica que o uso excessivo desses antibióticos pode gerar impactos tanto na produção quanto no consumo.
    “São antibióticos que se alojam na musculatura do peixe e quando esse peixe é consumido, podem trazer essa resistência antibiótica até a gente”, disse.
    Além da rabo-de-gato, a pesquisa também avalia outras plantas com potencial semelhante, como picão-preto e extratos naturais utilizados na alimentação dos animais.
    Ao g1, o professor Wilson Gomes Manrique, orientador do projeto, informou que o estudo surgiu a partir de uma demanda do próprio setor produtivo de Rondônia, estado que possui forte produção de peixes nativos.
    “É uma necessidade que existe na piscicultura, visto a diversidade de doenças, principalmente bactérias, que os peixes podem ter, afetando negativamente a produção de tambaqui”, destacou.
    O professor afirma que a baixa disponibilidade de medicamentos específicos para peixes torna a prevenção ainda mais importante dentro da piscicultura. Segundo ele, o grupo de pesquisa da universidade trabalha justamente para explorar o potencial imunológico das plantas naturais nos peixes.
    “A nossa pesquisa vem estudando esse potencial que as plantas têm em fazer a imunomodulação, ver como aumentar a imunidade dos peixes”, afirmou.
    Outros projetos apresentados na feira
    Além da pesquisa voltada à piscicultura, acadêmicos da Unir também apresentaram outros trabalhos durante a Rondônia Rural Show, incluindo projetos sobre manejo de pastagens, reaproveitamento de resíduos naturais na alimentação animal e estudos sobre variedades de capins adaptados ao clima da região.
    Entre as iniciativas está um projeto de consultoria para pequenos produtores rurais desenvolvido por estudantes do campus de Presidente Médici (RO). A proposta busca orientar produtores sobre alternativas para reduzir custos na produção.
    “A empresa vem com a função de mostrar ao produtor que podemos utilizar resíduos naturais que muitas vezes são descartados. A ideia é reaproveitar esses materiais na nutrição animal e também como adubo, reduzindo custos na produção”, afirmou a estudante Rayane, acadêmica do sétimo período de Zootecnia.
    Segundo ela, o projeto também oferece orientações sobre manejo de pastagens durante o período de estiagem, considerado um dos principais desafios para a pecuária em Rondônia.
  • Três pessoas são presas suspeitas de vender anabolizantes ilegais em RO

    Três pessoas são presas suspeitas de vender anabolizantes ilegais em RO

    Três pessoas são presas suspeitas de vender anabolizantes ilegais em RO
    Três pessoas são presas suspeitas de vender anabolizantes ilegais em RO
    Divulgação/PF
    Três pessoas foram presas na última terça-feira (26) suspeitas de comercializar anabolizantes e esteroides importados ilegalmente em Rondônia. Cinco mandados de busca e apreensão também foram cumpridos durante uma operação da Polícia Federal em Ji-Paraná, Cacoal e Ouro Preto do Oeste.
    A ação faz parte da Operação Strong 2, que investiga a venda ilegal de produtos sem registro da vigilância sanitária. Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após a análise de materiais apreendidos durante a primeira fase da operação, realizada em agosto de 2023.
    Durante o cumprimento dos mandados, os policiais encontraram anabolizantes e esteroides armazenados para comercialização. As três prisões em flagrante aconteceram nas cidades alvo da operação.
    Os suspeitos poderão responder por crimes relacionados à importação, armazenamento e venda de produtos medicinais sem autorização dos órgãos competentes.
    A Polícia Federal também alertou sobre os riscos do uso de anabolizantes clandestinos, que podem causar danos físicos e psicológicos devido à falta de controle sobre a origem e composição das substâncias.
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  • Bebê de 1 ano morre afogado dentro de balde em Vilhena, RO

    Bebê de 1 ano morre afogado dentro de balde em Vilhena, RO

    Bebê de 1 ano morre afogado dentro de balde em Vilhena, RO
    João Pedro Martins da Silva
    Reprodução/Redes sociais
    Um bebê de um ano e seis meses morreu após se afogar na noite desta terça-feira (26), em Vilhena (RO). A criança, identificada como João Pedro Martins da Silva, foi encontrada inconsciente dentro de um balde no banheiro da casa onde morava com a família.
    Segundo informações da Polícia Civil, os pais relataram que perceberam o desaparecimento do filho enquanto realizavam atividades em cômodos diferentes da residência, o pai estava na sala e a mãe na cozinha preparando o jantar. Ao procurarem pela criança dentro da casa, eles o encontraram já inconsciente dentro de um balde com água no banheiro.
    O bebê foi levado pelos próprios familiares até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas já chegou sem vida. A médica de plantão constatou sinais compatíveis com afogamento.
    A Perícia Técnica e a Polícia Civil estiveram no local e, inicialmente, indicaram a possibilidade de acidente doméstico. A causa da morte, no entanto, ainda será confirmada após a conclusão do laudo pericial. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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  • Ministério Público pede suspensão de processo seletivo para professores em Nova União, RO

    Ministério Público pede suspensão de processo seletivo para professores em Nova União, RO

    Ministério Público pede suspensão de processo seletivo para professores em Nova União, RO
    Ministério Público de Rondônia (MP-RO) em Ouro Preto do Oeste
    Divulgação/MP-RO
    O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) recomendou que a Prefeitura de Nova União (RO) suspenda o processo seletivo que abriu vagas temporárias para professores da rede municipal. As inscrições começaram nesta quarta-feira (27).
    O seletivo foi anunciado nesta semana, com vagas para profissionais de Pedagogia, Língua Portuguesa, Matemática, Sociologia e Inglês. Os salários chegam a mais de R$ 5 mil, dependendo do cargo, e as inscrições são gratuitas pela internet.
    Segundo o MP-RO, o edital do processo seletivo tem regras que podem ser consideradas injustas e prejudicar alguns candidatos. Por isso, o órgão pediu que a seleção seja suspensa até que os pontos sejam corrigidos.
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    Agora no g1
    Um dos principais problemas apontados é uma regra que poderia impedir a contratação de mulheres em licença-maternidade. Para o MP-RO, isso vai contra os direitos das mulheres e pode ser considerado uma forma de discriminação.
    O órgão também questionou outras exigências do edital e os prazos curtos para que candidatos apresentem recursos em caso de contestação do resultado.
    Na recomendação, o Ministério Público pede que a prefeitura suspenda o cronograma do seletivo, avise a população pelos mesmos canais usados na divulgação das vagas e faça mudanças no edital antes de continuar com o processo. A Prefeitura de Nova União terá cinco dias para informar quais medidas serão tomadas.
    O objetivo, segundo o MP-RO, é garantir que todos os candidatos tenham as mesmas chances de participação.
    O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Nova União e aguarda um retorno.
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