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  • Ministério Público pede suspensão de processo seletivo para professores em Nova União, RO

    Ministério Público pede suspensão de processo seletivo para professores em Nova União, RO

    Ministério Público pede suspensão de processo seletivo para professores em Nova União, RO
    Ministério Público de Rondônia (MP-RO) em Ouro Preto do Oeste
    Divulgação/MP-RO
    O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) recomendou que a Prefeitura de Nova União (RO) suspenda o processo seletivo que abriu vagas temporárias para professores da rede municipal. As inscrições começaram nesta quarta-feira (27).
    O seletivo foi anunciado nesta semana, com vagas para profissionais de Pedagogia, Língua Portuguesa, Matemática, Sociologia e Inglês. Os salários chegam a mais de R$ 5 mil, dependendo do cargo, e as inscrições são gratuitas pela internet.
    Segundo o MP-RO, o edital do processo seletivo tem regras que podem ser consideradas injustas e prejudicar alguns candidatos. Por isso, o órgão pediu que a seleção seja suspensa até que os pontos sejam corrigidos.
    Veja os vídeos em alta no g1:
    Agora no g1
    Um dos principais problemas apontados é uma regra que poderia impedir a contratação de mulheres em licença-maternidade. Para o MP-RO, isso vai contra os direitos das mulheres e pode ser considerado uma forma de discriminação.
    O órgão também questionou outras exigências do edital e os prazos curtos para que candidatos apresentem recursos em caso de contestação do resultado.
    Na recomendação, o Ministério Público pede que a prefeitura suspenda o cronograma do seletivo, avise a população pelos mesmos canais usados na divulgação das vagas e faça mudanças no edital antes de continuar com o processo. A Prefeitura de Nova União terá cinco dias para informar quais medidas serão tomadas.
    O objetivo, segundo o MP-RO, é garantir que todos os candidatos tenham as mesmas chances de participação.
    O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Nova União e aguarda um retorno.
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  • Jovem é preso transportando ouro escondido em caminhonete em Vilhena, RO

    Jovem é preso transportando ouro escondido em caminhonete em Vilhena, RO

    Jovem é preso transportando ouro escondido em caminhonete em Vilhena, RO
    PRF apreende mais de 2 quilos de ouro escondidos em caminhonete em RO
    Reprodução/Polícia Rodoviária Federal (PRF)
    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de dois quilos de ouro nesta terça-feira (26), em Vilhena (RO). O minério era transportado por um jovem de 23 anos que dirigia uma caminhonete pela BR-364.
    Segundo a PRF, a abordagem aconteceu no posto de fiscalização localizado no km 1 da rodovia. Durante a fiscalização, os agentes perceberam que o motorista apresentava nervosismo, o que levou à vistoria detalhada do veículo.
    No interior da caminhonete, os policiais encontraram cerca de 2,15 quilos de ouro em barras escondidos dentro de uma peça de máquinas pesadas.
    O suspeito foi preso em flagrante por crime contra o patrimônio da União. A legislação prevê pena de um a cinco anos de prisão, além de multa, para quem explorar, transportar ou comercializar matéria-prima sem autorização legal.
    O jovem e o minério apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Vilhena, onde o caso ficará à disposição da Justiça.
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  • Abrigo de Rondônia entra em trend e faz ‘cãovocação’ para adoção em RO

    Abrigo de Rondônia entra em trend e faz ‘cãovocação’ para adoção em RO

    Abrigo de Rondônia entra em trend e faz ‘cãovocação’ para adoção em RO
    Abrigo entra na trend e faz ‘cãovocação’ para adoção em RO
    Que o técnico Carlo Ancelotti convocou os jogadores para a Copa do Mundo, todo mundo já sabe. Mas, em Rondônia, quem também entrou na brincadeira foram os “aumigos”. O abrigo Vira Lata Vira Amor, de Cacoal (RO), aderiu à trend da convocação e apresentou cerca de 17 cães e gatos disponíveis para adoção como os novos “cãovocados”.
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    Inspirada no clima do mundial, a campanha utilizou as redes sociais para divulgar os pets em formato semelhante ao das figurinhas oficiais da seleção brasileira. A proposta foi chamar a atenção para uma causa maior, encontrar famílias para animais resgatados.
    Segundo o abrigo, apesar de os animais não jogarem futebol, eles “jogam amor, gratidão e companheirismo”. Entre cães e gatos, cada um dos “convocados” espera a chance de conquistar um lar definitivo.
    Atualmente, o abrigo acolhe cerca de 100 animais, sendo 70 cães e 30 gatos. A estratégia deu resultado e sete pets divulgados na campanha já foram adotados.
    De acordo com Marília Lenci, tesoureira do abrigo, a adoção é fundamental para que o trabalho de resgate continue acontecendo. Cada animal adotado abre espaço para que outros pets em situação de abandono possam ser acolhidos.
    “Ela é fundamental para que o nosso trabalho continue. Quando um animal é adotado, ele libera a baia para que outro seja resgatado e acolhido”, explica.
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    Além do impacto na operação da instituição, a adoção também representa uma mudança de vida para os animais.
    “Muitos deles nunca tiveram um lar. Nasceram e viveram anos nas ruas. É a oportunidade de conhecerem o mundo fora do abrigo”, destacou Marília.
    Alguns animais já vivem no local há bastante tempo, à espera de uma família, enquanto outros são adotados logo após o período de recuperação.
    Entre os “convocados” estão Zueira, um cão macho, adulto e castrado; Canela, uma cadela adulta e castrada; e Katia, uma gata também castrada. A lista ainda inclui outros pets, como Teixeira, Duque, Pan e Titica, todos à espera de uma nova chance.
    Uma das histórias mais marcantes é a de Rosalino. Segundo o abrigo, o animal sofreu traumatismo craniano e chegou a perder os movimentos. Após tratamento e recuperação, voltou a andar e acabou sendo adotado, mesmo com algumas sequelas.
    Aumigos do abrigo Vira Lata Vira Amor
    Reprodução Redes Sociais
  • Justiça condena influenciador por violência contra ex-companheira em RO

    Justiça condena influenciador por violência contra ex-companheira em RO

    Justiça condena influenciador por violência contra ex-companheira em RO
    Dinho da Resenha, influenciador de RO
    Reprodução/Redes Sociais
    O influencer Joel Maria de Almeida, conhecido como “Dinho da Resenha”, foi condenado, nesta semana, a mais de 13 anos de prisão por estupro, agressões e ameaças contra a ex-companheira, Jaíne Marques, em Rondônia. O réu pode recorrer da decisão em liberdade.
    O caso veio à tona em 2023, quando Jaíne revelou ao g1 que sofreu agressões por mais de um ano antes de reunir coragem para denunciar. Segundo ela, o silêncio se devia às constantes ameaças de morte e manipulações feitas por Dinho. O casal ficou junto por cerca de dois anos e tiveram uma filha.
    “Eu apanhei na sexta, no sábado e no domingo. No domingo pra mim foi a gota d’água porque eu não tava conseguindo nem andar de tantos chutes que ele tinha me dado. Eu estava vendo a minha morte ali”, relembra.
    Fotos e vídeos dos momentos da agressões, das brigas e das marcas deixadas no corpo da vítima foram essenciais para a condenação (veja abaixo).
    Marcas de agressores em Jaíne Marques
    Arquivo Pessoal/Jaíne Marques
    Marca de tapa em Jaíne Marques
    Jaíne Marques/Arquivo Pessoal
    A defesa do réu pediu a anulação das provas, alegando que foram obtidas sem autorização. No entanto, a juiza Keila Alessandra Roeder rejeitou o pedido e ressaltou que, em casos de violência doméstica, muitas vezes não há testemunhas e, portanto, gravações são formas de confirmar a versão da vítima. Além disso, o próprio réu confessou a veracidade dos vídeos.
    Dinho foi condenado por todos os crimes apontados na denúncia, exceto pelo de constrangimento da filha, ainda criança. Segundo a sentença, não havia provas suficientes para sustentar essa acusação. Os crimes são:
    Lesões corporais qualificadas
    Vias de fato
    Ameaças
    Estupro e constrangimento ilegal
    Dano qualificado
    Violência psicológica
    Ficou comprovado que o influenciador agredia e ameaçava a ex-companheira de morte. Além disso, segundo a sentença, ele tentava responsabilizá-la pelos próprios crimes, chegando a repetir esse comportamento em depoimento à Justiça.
    “Ele falava: ‘ah você não vai conseguir viver sem mim’. Ele me ameaçava, dizia que se eu contasse pra alguém ele ia fazer uma coisa pior comigo, com as minhas filhas. Eu ficava com medo de falar pra alguém e ao mesmo tempo sair dali e ele vir atrás de mim”, relata Jaíne.
    Em um dos episódios de violência, Jaíne estava com a filha no colo quando Dinho a atacou com chutes e socos, atingindo também o rosto da criança. Por isso, foi condenado pelas duas agressões no mesmo ato, o que resultou no aumento da pena.
    Além dos 13 anos, nove meses e 26 dias de reclusão a serem cumpridos em regime inicialmente fechado, o réu também foi condenado a:
    1 ano, 50meses e 2 dias de detenção;
    3 meses e 17 dias de prisão simples.
    29 dias-multa;
    Pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a vítima.
    Ao g1, Jaíne disse que a sentença trouxe alívio ao coração.
    “Foram dias difíceis, de dor e espera, mas a justiça não falhou. Hoje, meu coração respira aliviado. Nada apaga o que vivi, mas saber que a justiça foi feita traz paz”, comentou.
    Segundo ela, o que mais deu força para denunciar o caso foi a esperança de quebrar um ciclo de violência familiar.
    “Eu também não desisto pelas minhas filhas. Para que elas, lá na frente, não terem um relacionamento desse. Pra eu quebrar um ciclo, para que a minha próxima geração não passe pelo que eu passei”, relata.
    O que diz a defesa?
    Em nota, o escritório Lima & Castro Advocacia, responsável pela defesa de Dinho, confirmou que recebeu a decisão, mas destacou que o processo ainda comporta recurso.
    Segundo a defesa, pontos importantes do processo serão analisados novamente pelas instâncias superiores. O escritório também destacou que a decisão não elimina o direito ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.
    A equipe disse que não vai comentar detalhes fora dos autos, em respeito às partes envolvidas, e reafirmou confiança nas instituições e no devido processo legal.
    Fases da violência doméstica: como pedir ajuda?
    Violência contra mulher: como pedir ajuda
    São três os principais tipos de violência doméstica:
    Violência psicológica: situações que causam abalos emocionais na vítima, tais como constrangimento, humilhação, chantagens psicológica e até mesmo ameaças.
    Violência patrimonial: tem relação com dinheiros e bens do casal. O agressor controla o dinheiro e consequentemente a mulher não tem autonomia financeira.
    Violência física: são as agressões por meio de murros, tapas, chutes e outras formas. Mesmo que elas deixem marcas ou não.
    A denúncia pode ser feita pela própria vítima ou por testemunhas, mesmo anonimamente. É possível denunciar nos seguintes canais:
    Ministério Público de Rondônia
    Telefone: 180
    Telefone: 190
  • Assista ao JRO1 desta quarta-feira, 27

    Assista ao JRO1 desta quarta-feira, 27

    Assista ao JRO1 desta quarta-feira, 27
    Assista ao JRO1 desta quarta-feira, 27
  • Faixa verde no asfalto? Entenda a nova sinalização instalada em Porto Velho

    Faixa verde no asfalto? Entenda a nova sinalização instalada em Porto Velho

    Faixa verde no asfalto? Entenda a nova sinalização instalada em Porto Velho
    Faixa verde na rua de Porto Velho
    Prefeitura de Porto Velho
    Quem passa por alguns cruzamentos de Porto Velho já deve ter percebido uma faixa verde pintada antes dos semáforos. A marcação mostra o ponto certo onde os veículos devem parar para que sensores instalados no asfalto consigam identificar o movimento do trânsito.
    A novidade faz parte do sistema de semáforos inteligentes implantado na capital e já está funcionando em alguns cruzamentos movimentados da cidade. A proposta é reduzir filas e melhorar a fluidez no trânsito.
    Com os veículos posicionados sobre a faixa, o sistema consegue analisar o fluxo em tempo real e ajustar automaticamente o tempo dos sinais conforme o movimento em cada via.
    ➡️ A ideia é reduzir o tempo de espera nos semáforos e melhorar a circulação em horários de maior movimento. Se o sensor identifica maior volume de veículos em uma direção, por exemplo, o sinal pode permanecer aberto por mais tempo naquele trecho.
    Veja os vídeo em alta no g1:
    Agora no g1
    Apesar de parecer apenas uma pintura diferente no asfalto, a faixa verde faz parte de um conjunto de tecnologias usadas para o controle inteligente do trânsito urbano.
    Segundo a prefeitura, Porto Velho está entre as poucas cidades brasileiras que utilizam esse tipo de sinalização integrada aos semáforos inteligentes em vias públicas.
    Como funciona a faixa verde?
    O funcionamento é simples:
    o motorista deve posicionar o veículo sobre a marcação verde;
    sensores instalados no pavimento detectam a presença do carro;
    o sistema envia as informações para a central semafórica;
    os semáforos ajustam o tempo de abertura conforme o fluxo de veículos.
    Quando o carro para fora da área indicada, o sensor pode não reconhecer a presença do veículo, o que interfere no funcionamento automático do semáforo.
    Onde a faixa verde já foi instalada
    Os cruzamentos que já receberam a nova sinalização são:
    Avenida Marechal Deodoro com Avenida Almirante Barroso
    Avenida Governador Jorge Teixeira com Avenida José Vieira Caúla
    Avenida Carlos Gomes com Avenida Farquar
    Avenida Campos Sales com Avenida Calama
    Avenida Campos Sales com Rua Algodoeiro
    Avenida Rafael Vaz e Silva com Avenida Calama
    Avenida Alba com Avenida José Vieira Caúla
    Avenida Campos Sales com Avenida João Paulo I
    Avenida Rio de Janeiro com Avenida Buenos Aires
    De acordo com a prefeitura, a expectativa é que o sistema seja ampliado gradualmente para outros pontos da cidade.
  • Lhamas apreendidas no Acre seriam levadas para a Rondônia Rural Show, diz proprietário

    Lhamas apreendidas no Acre seriam levadas para a Rondônia Rural Show, diz proprietário

    Lhamas apreendidas no Acre seriam levadas para a Rondônia Rural Show, diz proprietário
    Caminhão boiadeiro que transportava mais de 40 lhamas é apreendido no AC
    As lhamas apreendidas no Acre na última quarta-feira (20) estavam sendo levadas para a Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná (RO), segundo o empresário Wellington Vieira de Araújo, proprietário dos animais. Em entrevista ao g1, ele afirmou que parte das lhamas nasceu no Brasil e negou que os animais tenham origem ilegal.
    ➡️ Contexto: o caminhão boiadeiro foi interceptado na BR-364, no Acre, durante uma fiscalização da Polícia Militar e da Polícia Federal. Segundo as autoridades, os animais estavam sem Guia de Transporte Animal (GTA), documentação sanitária e autorização de importação. A PF também investiga a suspeita de que as lhamas tenham vindo da Bolívia ou do Peru. Já a PM informou que o veículo passou pelo posto de fiscalização sem realizar os procedimentos obrigatórios e fugiu da abordagem.
    Wellington explicou que havia enviado os animais anteriormente ao Acre para divulgação e venda, mas decidiu retornar com eles para Rondônia após conseguir espaço na feira agropecuária. Segundo o empresário, as lhamas estavam sendo apresentadas em cidades e eventos para divulgar a criação dos animais.
    “Eu tinha mandado elas para o Acre. E daí, como o pessoal abriu espaço para mim na Rondônia Rural Show, aí eu estava retornando com elas para trazer para a Rondônia Rural Show”, afirmou.
    O empresário confirmou que os animais estavam sem a Guia de Transporte Animal (GTA), mas disse que discorda da forma como o caso foi tratado pelas autoridades. Ele também negou que as lhamas tenham entrado ilegalmente no Brasil pela Bolívia ou pelo Peru.
    “Eu realmente deveria ter tirado o GTA, porque se eles alegam, eu era ciente disso. Mas, legalmente, eu não tenho lei que ampara isso deles”, afirmou.
    Wellington já havia enfrentado uma situação semelhante em setembro do ano passado, quando uma carga com alpacas e lhamas foi apreendida em Assis Brasil, no interior do Acre. Os animais haviam sido trazidos do Peru.
    Na época, os animais ficaram retidos por falta da documentação exigida. O empresário denunciou o caso ao Ministério Público Federal do Acre (MPF-AC) e alegou que a entrada da carga foi impedida porque não havia auditor fiscal disponível na alfândega de Assis Brasil para liberar os animais. A carga foi liberada após 16 dias, depois de uma decisão liminar da Justiça.
    À Rede Amazônica Acre, Wellington afirmou que parte dos animais apreendidos nesta semana são filhotes das lhamas que ficaram retidas em Assis Brasil no ano passado e nasceram já em território brasileiro. Segundo ele, os demais animais faziam parte da carga importada legalmente em 2025.
    “Esses animais que estão lá presos agora, eles são animais nacionalizados alguns no Brasil, já que foi oriundo da primeira importação. E os outros animais são animais que nasceram em casa, os novinhos”, relatou.
    O empresário informou ainda que possui um rancho em Alvorada do Oeste (RO), onde cria alpacas, lhamas, caprinos e ovinos. Ele afirma que os animais têm origem comprovada e que tenta recuperar a guarda deles na Justiça.
    “Tem uma lei que fala que esses animais são isentos de controle. Nasceram aqui em Alvorada do Oeste, são meus, já encaminhei a documentação para o juiz. Está tudo correto e aguardamos seguir os trâmites da Justiça para a gente fazer a restituição”, declarou.
    O caso segue sob investigação da Polícia Federal.
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    Animais estão abrigados
    Os animais seguem em uma propriedade rural na Estrada de Porto Acre sob os cuidados da ONG Patinha Carente. A 1ª Vara da Justiça Federal no Acre informou que a destinação dos animais deve ser determinada esta semana para que a situação seja resolvida da melhor forma possível, prezando pelo bem-estar dos animais.
    Na sexta-feira (22), o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) informou, por meio de nota, que o caso passou a ser tratado no âmbito da esfera federal, cabendo ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) definir quais medidas administrativas e sanitárias são aplicáveis ao caso. O Ministério Público Estadual (MP-AC) também acompanha a situação.
    Documentação
    Ainda conforme o empresário, para os animais transitar em território nacional após a importação é necessário somente um atestado veterinário de que estão sadios. Ele diz que possui autorização para importar os animais.
    “Alguns são da importação passada. A origem dele é importada, tenho autorização para fazer a importação, já fiz uma ano passado. Esses animais que estão presos lá [Acre] são nacionalizados, alguns no Brasil, oriundos da primeira importação, e outros nasceram em casa [em Rondônia]. Tem dois que estão na mamadeira, estava guardando para levar para a Rondônia Rural Show”, disse.
    Wellington afirmou ainda que os animais não deveriam ter sido apreendidos e que enviou a documentação exigida para a Polícia Federal.
    “Liguei para o delegado na hora da apreensão falando que os animais têm documentos. Ele ignorou, queria a nota fiscal de origem. Mandei com a data do ano passado, a nota fiscal de importação. Não quiseram, disseram que os animais eram ilegais, tentei argumentar, falei que se quisessem outra nota fiscal eu emitiria. Fiz isso cedo na quinta-feira (21). O delegado atropelou tudo e mandou para o juiz. Estamos fazendo a defesa”, argumentou.
    Animais eram transportados em um caminhão boiadeiro que saiu de Brasiléia, no interior do Acre, e foram apreendidos na noite dessa quarta-feira (20)
    Polícia Federal
    Lhamas continuam sob cuidados da ONG Patinha Carente em fazenda na Estrada de Porto Acre, no interior do estado
    Arquivo pessoal/Vanessa Facundes
  • Com mais de R$ 21 milhões em negócios, Sicoob Credisul se destaca na Feagro

    Com mais de R$ 21 milhões em negócios, Sicoob Credisul se destaca na Feagro

    Com mais de R$ 21 milhões em negócios, Sicoob Credisul se destaca na Feagro
    Equipe de Comodoro
    Divulgação
    A Sicoob Credisul foi patrocinadora da 25ª edição da Feira e Exposição Agropecuária – Feagro, realizada entre os dias 14 e 16 de maio, em Comodoro (MT). A Feagro reuniu negócios, entretenimento e tradição agropecuária em uma programação com shows nacionais, rodeio, prova dos três tambores, exposição de gados, torneio leiteiro e espaço voltado para geração de oportunidades.
    Durante os três dias de feira, a Sicoob Credisul protocolou mais de R$ 21 milhões em negócios, com destaque para a procura por crédito rural, financiamentos, seguros, consórcios e câmbio. No estande, produtores rurais, empresários e visitantes também receberam atendimento personalizado e orientações financeiras gratuitas.
    Em Comodoro, no oeste de Mato Grosso e próximo à divisa com Rondônia, o agronegócio faz parte da rotina da cidade. A economia local gira em torno da pecuária de corte e leiteira, além da produção de soja, milho e outras culturas agrícolas, atividades que ajudam a fortalecer o comércio, gerar empregos e movimentar a região. A Sicoob Credisul está há 10 anos na cidade, contribuindo para esse crescimento.
    Para Giovane Ferreira, gerente da agência da Sicoob Credisul em Comodoro, estar presente na Feagro é uma forma de fortalecer o relacionamento com os produtores rurais e com a comunidade local. “Participar da feira é reforçar nosso compromisso com o crescimento econômico, a tradição do agro e o desenvolvimento de Comodoro e da região. Seguimos juntos, cooperando para transformar oportunidades em resultados e construir um futuro ainda mais forte para todos”.
    Além da Feagro, a Sicoob Credisul também participou de outras feiras importantes do agronegócio neste ano, como a Show Safra, em Lucas do Rio Verde, a Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis, e a Agrocom, em Cerejeiras. Nos eventos, a cooperativa levou atendimento próximo, soluções financeiras e oportunidades para produtores rurais e empresários.
  • Hospital Municipal de Porto Velho aguarda formalização de parceria para início das atividades, diz prefeitura

    Hospital Municipal de Porto Velho aguarda formalização de parceria para início das atividades, diz prefeitura

    Hospital Municipal de Porto Velho aguarda formalização de parceria para início das atividades, diz prefeitura
    Novo Hospital Municipal de Rondônia
    Arquivo/ Secom Porto Velho
    A Prefeitura de Porto Velho informou que está na reta final para colocar em funcionamento o Hospital Municipal e Universitário da capital. Segundo o município, falta apenas oficializar a parceria entre a Universidade Federal de Rondônia (Unir) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para que a unidade comece a operar.
    O hospital funcionará no prédio do antigo Hospital das Clínicas, comprado pela prefeitura em dezembro de 2025.
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    O projeto de lei que define o modelo de gestão já foi enviado à Câmara de Vereadores. A proposta prevê que a administração da unidade seja feita em conjunto pela Unir e pela Ebserh, após aprovação dos parlamentares.
    De acordo com a prefeitura, o prédio já conta com estrutura hospitalar, incluindo leitos de internação, Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e centro cirúrgico. Com isso, a expectativa é de que os atendimentos tenham início mais rapidamente.
    Como funciona o acordo
    Prefeitura de Porto Velho – responsável por comprar e doar o prédio onde o hospital vai funcionar.
    Universidade Federal de Rondônia (Unir) – dará suporte acadêmico e institucional, usando a unidade como centro de ensino, pesquisa e extensão.
    Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) – ligada ao Ministério da Educação (MEC), acompanhará todas as etapas e será responsável pela administração do hospital após a abertura.
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    A proposta é que o hospital atenda pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e também seja usado na formação de estudantes de medicina, enfermagem e outras áreas da saúde da Unir.
    A previsão inicial é de mais de 100 leitos, com possibilidade de ampliação gradual para mais de 200 no futuro.
    O hospital integra um acordo de cooperação técnica firmado entre a prefeitura, a União, a Unir e a Ebserh, anunciado durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Rondônia, em agosto de 2025.
    Assista o prefeito Léo falando sobre o hospital universitário:
    Prefeito de Porto Velho fala sobre a construção do Hospital Universitário
  • CrediSIS apresenta soluções em crédito, consórcios e seguros durante a 13ª RRS

    CrediSIS apresenta soluções em crédito, consórcios e seguros durante a 13ª RRS

    CrediSIS apresenta soluções em crédito, consórcios e seguros durante a 13ª RRS
    Atendimento consultivo e condições diferenciadas marcaram a procura por soluções financeiras no estande durante o segundo dia da feira.
    Assessoria/CrediSIS
    O segundo dia da 13ª Rondônia Rural Show Internacional foi marcado pela busca de cooperados e produtores rurais por soluções financeiras voltadas ao planejamento, investimento e fortalecimento das atividades no campo e na cidade. O Sistema CrediSIS segue oferecendo condições especiais em crédito, consórcios, seguros e financiamentos durante toda a programação do evento, que acontece até sábado (30), no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, na Região Central do estado.
    Ao longo do dia, o estande recebeu cooperados interessados em conhecer alternativas para aquisição de máquinas, veículos, sistemas de energia solar, investimentos no agronegócio, proteção patrimonial e planejamento financeiro. As equipes das cooperativas CrediSIS JiCred, CrediSIS CrediAri, CrediSIS Sudoeste e CrediSIS CrediBrás seguem realizando atendimentos e apresentando soluções alinhadas às necessidades de diferentes perfis de cooperados.
    O diretor de Negócios do Sistema CrediSIS, Farid Milet, destacou que a feira representa uma oportunidade importante para aproximar os cooperados das soluções financeiras pelo CrediSIS. Segundo ele, o trabalho desenvolvido durante a Rondônia Rural Show vai além da geração de negócios e busca fortalecer o relacionamento e o acompanhamento próximo das demandas apresentadas durante o evento.
    “Estamos na maior feira de agronegócio da Região Norte, em um ambiente onde conseguimos conversar diretamente com os cooperados, entender necessidades e apresentar soluções construídas para diferentes realidades. Estamos apenas no início da programação e ainda temos muitos atendimentos, oportunidades e negócios pela frente ao longo dos próximos dias de feira”, afirmou Farid.
    Entre os produtos mais procurados durante a programação estão linhas de crédito rural, financiamentos para aquisição de equipamentos, consórcios e seguros voltados ao agro e à proteção patrimonial. Além das negociações realizadas no estande, as condições trabalhadas durante a feira também estão disponíveis para cooperados das demais filiadas do Sistema CrediSIS.
    O gerente de Crédito e Agronegócio do Sistema CrediSIS, Tanã Rossi Bassegio, explicou que as condições preparadas para a Rondônia Rural Show foram estruturadas para atender diferentes necessidades e perfis de cooperados, tanto de produtores rurais quanto para quem busca planejamento financeiro e expansão dos negócios.
    “Durante a feira, estamos trabalhando com condições especiais em crédito, consórcios, seguros e financiamentos, buscando oferecer soluções alinhadas ao momento e à realidade de cada cooperado. Essas oportunidades estão disponíveis para as cooperativas presentes na Rondônia Rural Show, mas também contemplam todas as filiadas do Sistema CrediSIS”, destacou Tanã.
    O estande do Sistema CrediSIS segue recebendo cooperados e visitantes interessados em conhecer mais sobre o cooperativismo financeiro, as soluções disponibilizadas pelas cooperativas filiadas e as ações desenvolvidas ao longo da feira. A programação da 13ª Rondônia Rural Show Internacional segue até sábado, reunindo expositores, produtores rurais, empresas e instituições de diferentes regiões do país.