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  • Idoso morre na fila do INSS em Porto Velho

    Idoso morre na fila do INSS em Porto Velho

    Idoso morre na fila do INSS em Porto Velho
    Homem morre na fila do INSS
    Tiago Frota
    Um homem de 64 anos morreu na manhã desta terça-feira (31) enquanto aguardava atendimento na Agência da Previdência Social em Porto Velho (RO).
    Segundo nota divulgada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o cidadão passou mal dentro da unidade e recebeu os primeiros socorros de um perito médico federal que estava no local. Apesar das tentativas de reanimação, ele não resistiu.
    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, confirmou o óbito e realizou os procedimentos necessários. Em seguida, o corpo foi recolhido por uma funerária.
    O INSS lamentou o ocorrido e declarou solidariedade aos familiares e amigos da vítima.
  • Ensaio fotográfico de despedida com a mãe foi feito há menos de dois meses da morte dela por câncer

    Ensaio fotográfico de despedida com a mãe foi feito há menos de dois meses da morte dela por câncer

    Ensaio fotográfico de despedida com a mãe foi feito há menos de dois meses da morte dela por câncer
    Filhos fazem ensaio fotográfico de despedida com mãe antes dela morrer de câncer
    O ensaio fotográfico de despedida que reuniu Sônia Calegario e a família, após o diagnóstico de câncer em estágio avançado, foi realizado pouco menos de dois meses antes da morte da matriarca. Com o marido, os quatro filhos, o neto e dois genros, Sônia aparece em momentos de carinho nas fotografias feitas em 30 de setembro do ano passado. Ela morreu pouco depois, em 28 de novembro.
    A família é de Ji-Paraná (RO), mas as fotos foram tiradas a quase quatro mil quilômetros de distância, em Maceió (AL). A viagem foi planejada após as filhas receberem a notícia de que a mãe enfrentava um câncer agressivo e tinha pouco tempo de vida.
    “Quando a gente descobriu a metástase, a minha irmã falou: ‘Marcela, vamos fazer uma viagem em família porque pode ser a última viagem. Então a gente precisa aproveitar ao máximo e fazer tudo que ela gosta’. E ela gosta do mar, de ouvir o barulho do mar, das ondas. Nós fomos fazer a viagem, fazer um ensaio fotográfico para poder eternizar e aproveitar ao máximo aquele momento, porque a gente sabia que seriam os últimos”, explicou Marcela, filha de Sônia.
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    De acordo com Débora Calegario, filha de Sônia, o médico autorizou a viagem, mas a paciente fazia uso de medicações fortes. No dia das fotos, Sônia não acordou bem por causa dos efeitos dos remédios, e a filha chegou a cogitar o cancelamento do ensaio. A ideia, no entanto, foi descartada após insistência da mãe.
    Na praia, Sônia evitou esforço físico, mas aproveitou o momento, o vento e o som das ondas.
    “Ela gostava de ficar sentada nas cadeiras de praia ouvindo o som do mar e eu tenho até um vídeo dela tomando água de coco assim olhando pro mar. Dava pra ver que o olhar dela tava longe sabe… Naquele dia ela não tinha acordado muito bem. Eu falei: ‘Mãe, vamos cancelar então’, mas ela disse que queria muito fazer e a gente foi fazer”, disse.
    As fotos foram realizadas como um último desejo de Sônia. Ela se esforçou para participar do ensaio, mas, segundo Débora, sentia muita dor e frio.
    “Ela fez com dor e não transpareceu nas fotos, mas ela tava com dor, ela tava com frio. No final do ensaio ela ficou muito mal, começou a passar mal e a gente foi embora”, relembrou.
    Os registros fotográficos comoveram a internet meses depois da morte de Sônia, quando foram divulgados pela família e pelos fotógrafos Priscila Letícia Calú e Pollyanderson Calú. Priscila relata que essa foi, sem dúvidas, uma das experiências mais marcantes de sua carreira.
    Sem saber que era um ensaio de despedida, a fotógrafa preparou a câmera e foi se emocionando com cada cena que captava. Os filhos chegavam um a um e contavam para a mãe o quanto a amavam, assim como o marido. Em meio a lágrimas e abraços, sozinhos ou em grupo, as fotos foram nascendo.
    “Fotografar essa família, pra mim, foi muito mais do que um trabalho. Foi diferente de tudo que eu já vivi na fotografia. Foi um aprendizado. Eu entendi que o mais importante é viver o hoje, o agora, porque o passado já foi e o futuro a gente ainda não tem. O que existe é esse momento. E essas fotos são isso: um pedaço do agora que vai ficar pra sempre, guardado na memória e na história da família, para que as próximas gerações também saibam quem ela foi e o amor que existia ali”, comenta Priscila.
    Despedidas e últimos momentos
    Além do ensaio e da viagem, a família buscou outras formas de criar memórias nos últimos meses de vida de Sônia. Marcela estava grávida do segundo filho quando soube do estado paliativo da mãe e decidiu antecipar o chá de bebê para compartilhar o momento com ela.
    No dia seguinte ao chá de bebê, Sônia pediu para ser levada ao hospital, onde morreu cerca de dez dias depois, em 28 de novembro de 2025.
    Os relatos da família deixam claro que Sônia decidiu como levar a própria vida e também a partida, aproveitando até o fim. Ela se despediu de todas as pessoas importantes e destacou o quanto as amava. E recebeu todo o amor em troca.
    Veja algumas fotos do ensaio da família:
    Sônia e família
    Priscila Calú
    Ensaio de Sônia
    Priscila Calú
    Sônia Calegario
    Priscila Calú
    Ensaio de Sônia Calegario
    Priscila Calú
    Ensaio de Sônia Calegario
    Priscila Calú
  • MPF aponta destruição da maior gruta de RO após décadas de mineração e cobra R$ 8 milhões por danos

    MPF aponta destruição da maior gruta de RO após décadas de mineração e cobra R$ 8 milhões por danos

    MPF aponta destruição da maior gruta de RO após décadas de mineração e cobra R$ 8 milhões por danos
    Foto ilustrativa: Canva
    Reprodução – Internet
    A maior gruta de Rondônia, com cerca de 415 metros de extensão, teve parte de sua estrutura destruída, segundo o Ministério Público Federal (MPF), durante a exploração de calcário em Pimenta Bueno (RO). O caso está na Justiça, e o órgão aponta uso irregular de explosivos e pede R$ 8 milhões por danos ambientais.
    🔎 As cavernas são consideradas patrimônio da União e têm grande importância científica, cultural e ambiental. Elas guardam registros da história natural, podem abrigar espécies únicas e já foram usadas para turismo na região.
    A ação do MPF envolve empresas de mineração e órgãos públicos responsáveis pela atividade e pela fiscalização. Entre os citados estão a Empresa de Mineração Aripuanã (EMAL), a Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), o Governo de Rondônia e a Agência Nacional de Mineração (ANM). De acordo com o processo, todos teriam responsabilidade, direta ou indireta, pelos danos.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Segundo o MPF, a exploração de calcário ocorreu por anos sem o cumprimento de exigências básicas, como a realização de estudos ambientais obrigatórios. Já os órgãos públicos, ainda conforme o órgão, teriam falhado na fiscalização e até autorizado atividades sem os requisitos legais.
    O problema, de acordo com a ação, é antigo. A exploração começou na década de 1980 e já acumulava denúncias e registros de irregularidades ao longo do tempo. Em 2004, especialistas alertaram para os impactos nas cavernas.
    Em 2008, uma vistoria do Ibama identificou, segundo o processo, o uso de explosivos sem autorização e danos na gruta. Mesmo assim, as atividades teriam continuado ao longo dos anos, agravando a situação.
    O MPF afirma que houve falhas graves no licenciamento ambiental. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), exigidos por lei, nunca foram apresentados, segundo o órgão. Para o MPF, isso torna inválidas as licenças concedidas.
    A perícia apontou que a estrutura da chamada Gruta Frente de Lavra foi alterada. A entrada principal ficou mais estreita e foram encontradas marcas de perfuração e sinais de explosões no teto e na entrada da caverna.
    Análises químicas também identificaram, de acordo com o laudo citado na ação, resíduos de explosivos, como TNT, em áreas que deveriam estar preservadas.
    Segundo o processo, cerca de 20 metros da gruta foram destruídos. A entrada foi bloqueada por pedras e há danos visíveis, como perfurações e restos de material explosivo.
    O MPF também aponta que não foi respeitada a área de proteção mínima de 250 metros ao redor das cavernas, como exige a legislação, além da ausência dos estudos ambientais obrigatórios.
    Os impactos vão além da destruição física. Especialistas citados na ação destacam perdas em diferentes áreas:
    científica, pela perda de registros da história da Terra;
    cultural, por afetar a identidade da região;
    ambiental, devido ao risco para espécies que vivem nas cavernas;
    social, com a perda de espaços de turismo e lazer.
    Na ação, o MPF pede a recuperação da área, a elaboração de um plano de recuperação ambiental, a suspensão imediata de atividades na área protegida e que não sejam concedidas novas autorizações sem estudos ambientais. O órgão também solicita o pagamento de R$ 8 milhões por danos morais coletivos.
    Para o MPF, a Gruta da Lavra do Calcário é mais do que uma formação rochosa: trata-se de um patrimônio natural e cultural de Rondônia, protegido por lei.
    O caso agora será analisado pela Justiça, que vai decidir se houve responsabilidade pelos danos e se haverá reparação, além de definir medidas para proteger a área no futuro.
    O g1 entrou em contato com todas as partes citadas no processo, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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  • Evento 4×4 Ativado reuniu clientes e impulsionou negócios em RO experiências 4×4

    Evento 4×4 Ativado reuniu clientes e impulsionou negócios em RO experiências 4×4

    Evento 4×4 Ativado reuniu clientes e impulsionou negócios em RO experiências 4×4
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    O Evento 4×4 Ativado, promovido pela Mega GWM Rondônia nas cidades de Cacoal e Porto Velho, reuniu clientes e convidados em um dia dedicado a experiências off-road, test drives e relacionamento com a marca.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    A programação começou com um café da manhã de recepção e seguiu ao longo do dia com um churrasco completo acompanhado de chopp, promovendo integração e um ambiente descontraído ao longo do dia.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    Mas o grande destaque ficou por conta dos test drives nas pistas off-road, preparadas especialmente para simular situações reais de uso em terrenos desafiadores. Durante a experiência, os participantes puderam testar na prática a força, estabilidade, tecnologia e desempenho dos veículos da marca.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    Entre os clientes presentes, estava Aldo Martins dos Santos, que já é proprietário de uma caminhonete GWM Poer P30. Ele fez o test drive e compartilhou sua avaliação sobre o veículo.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    “Pra mim, a Poer foi uma das melhores escolhas que eu fiz até agora. Ela atende totalmente às minhas necessidades. A economia é fora de série, a tecnologia é muito boa e avançada, além dos 10 anos de garantia, e o conforto é simplesmente excepcional. É um carro extremamente confortável — quem pegar não vai se arrepender. Além disso, a estabilidade também chama muita atenção, é muito estável em qualquer situação”, afirmou.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    A picape GWM Poer P30, um dos modelos em destaque durante o evento, é equipada com motor 2.4 turbo a diesel e se destaca pela força, versatilidade e conforto, características que puderam ser comprovadas pelos participantes ao longo dos percursos off-road.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    De acordo com a organização, o evento superou as expectativas, com grande adesão do público e resultados positivos também no fechamento de negócios, reforçando o interesse crescente pelos modelos da marca na região.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    A Mega GWM Rondônia destacou ainda a importância de proporcionar experiências práticas aos clientes, permitindo que conheçam, além das especificações técnicas, o desempenho real dos veículos em diferentes condições de uso.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    A concessionária agradeceu a presença de todos os participantes e reforçou o compromisso de continuar promovendo ações que aproximem o público da marca por meio de experiências completas e diferenciadas.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    Summus Digital
    Para quem deseja conhecer de perto os modelos da GWM, a Mega GWM Rondônia convida o público a visitar suas concessionárias. Em Cacoal, a unidade está localizada na Av. Castelo Branco, nº16.411, bairro Santo Antônio. Já em Porto Velho, o endereço é Rodovia BR-364, Rua da Beira, nº 6930, bairro Eldorado.
    Evento 4X4 pista off-road Mega GWM
    SE BEBER, NÃO DIRIJA
  • 13 pessoas são presas em operação que investiga ‘tribunal do crime’ em RO

    13 pessoas são presas em operação que investiga ‘tribunal do crime’ em RO

    13 pessoas são presas em operação que investiga ‘tribunal do crime’ em RO
    Agentes das forças de segurança que participaram da Operação Tribunal Vermelho.
    Ministério Público de Rondônia/Assessoria
    Uma operação coordenada pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) cumpriu, na manhã desta segunda-feira (30), 13 mandados de prisão contra suspeitos de integrar uma organização criminosa envolvida em sequestros e tortura de pessoas. Segundo as investigações, os integrantes promoviam um “tribunal do crime” contra rivais e até mesmo contra membros da própria facção.
    As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara de Garantias do Estado de Rondônia e pela Vara da Infância e Juventude, responsável pela execução de medidas socioeducativas da Comarca de Porto Velho.
    Ao todo, a operação tinha como objetivo cumprir 15 mandados de prisão temporária, três de internação provisória de adolescentes e 28 de busca e apreensão. Até o momento, das 13 pessoas que foram presas temporariamente, cinco que estavam em liberdade e oito já detidas por outros mandados.
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    Durante o cumprimento das ordens, foram apreendidos 19 celulares, três porções de drogas, uma prensa artesanal utilizada para preparo de entorpecentes, R$ 6 mil em dinheiro e dois veículos. Além disso, segundo o MP-RO, dois adolescentes foram encaminhados para internação provisória.
    A ação contou com a participação do Ministério Público de Rondônia, Secretaria de Segurança, Secretaria de Justiça, Polícia Militar, Polícia Penal, Secretaria Nacional de Políticas Penais e Polícia Federal. Cerca de 200 agentes das forças de segurança atuaram na operação.
    A ação também teve por finalidade a recaptura de eventuais foragidos da justiça e o cumprimento de mandados de prisão em aberto por outros motivos.
    A operação segue em andamento, e, segundo o MP-RO, novas informações serão divulgadas conforme os resultados forem atualizados.
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  • Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 30

    Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 30

    Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 30
    Assista ao JRO1 desta segunda-feira, 30
  • Golpistas usam falsas promoções no Mês das Mulheres para enganar vítimas

    Golpistas usam falsas promoções no Mês das Mulheres para enganar vítimas

    Golpistas usam falsas promoções no Mês das Mulheres para enganar vítimas
    Promessas de brindes e presentes gratuitos aumentam em datas comemorativas e podem ser usadas para capturar dados pessoais e aplicar fraudes.
    Assessoria/CrediSIS
    O Mês das Mulheres é tradicionalmente marcado por homenagens, campanhas institucionais e ações promocionais em diferentes canais. No entanto, ao longo de março, golpistas também aproveitam o aumento da circulação de mensagens com ofertas, brindes e supostos presentes para aplicar fraudes digitais. Diante desse cenário, o Sistema CrediSIS orienta sobre como evitar golpes que utilizam links falsos e formulários para capturar dados pessoais, reforçando a importância de redobrar os cuidados durante todo o período.
    Entre as abordagens mais comuns está o envio de mensagens por e-mail, SMS ou aplicativos de conversa com promessas de brindes gratuitos, como kits de maquiagem ou presentes exclusivos em comemoração à data. Ao clicar no link, a vítima é direcionada para uma página falsa, onde é incentivada a preencher informações pessoais sob a justificativa de garantir o benefício.
    Essas páginas costumam apresentar aparência semelhante a sites oficiais, com linguagem atrativa e senso de urgência. Em muitos casos, após o preenchimento dos dados, a vítima recebe uma mensagem de confirmação, criando a impressão de que a ação foi concluída com sucesso, mesmo que o suposto presente nunca seja entregue.
    Anderson Galvão Ribeiro, gerente de Segurança da Informação do Sistema CrediSIS, explica que esse tipo de golpe se aproveita do comportamento comum em datas comemorativas, quando há maior expectativa por promoções e ações especiais.
    “Os golpistas utilizam temas que já estão em evidência, como o Mês das Mulheres, para tornar a abordagem mais convincente. Quando a pessoa recebe uma mensagem com promessa de presente, a tendência é confiar mais rápido. Por isso, é importante desconfiar de qualquer oferta que peça dados pessoais sem uma verificação adequada”, afirmou Anderson.
    Além da perda de informações, o principal risco está no uso indevido desses dados. Informações como CPF, telefone e endereço podem ser utilizadas em outras tentativas de fraude, ampliando o impacto do golpe e dificultando a identificação da origem do problema.
    Entre as consequências mais frequentes estão pedidos falsos de transferência via PIX, criação de cadastros indevidos, tentativas de acesso a contas e até a instalação de aplicativos maliciosos, que podem comprometer a segurança do dispositivo.
    A informação clara e acessível é uma das principais ferramentas para reduzir riscos em ambientes digitais. Fernando Cavalcanti, coordenador de Segurança Cibernética do Sistema CrediSIS, chama a atenção para cuidados simples, que ajudam a identificar situações de possíveis golpes.
    “Quando as pessoas têm informação e entendem como golpes funcionam, elas passam a reconhecer os sinais com mais facilidade. Links desconhecidos, erros no endereço do site e pedidos excessivos de dados são indícios claros de risco. A orientação é sempre buscar os canais oficiais da marca antes de qualquer cadastro”, explicou Fernando.
    Sites falsos costumam utilizar domínios semelhantes aos originais, com pequenas alterações que passam despercebidas em uma leitura rápida. Além disso, a ausência de certificados de segurança e erros de formatação são sinais que indicam possível fraude.
    Para reduzir riscos, a recomendação é evitar clicar em links recebidos por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens, principalmente quando envolvem promessas de brindes ou benefícios imediatos. Sempre que houver interesse em uma promoção, o caminho mais seguro é acessar diretamente o site oficial da empresa ou buscar informações em canais verificados.
    O uso de antivírus atualizado, a ativação de mecanismos de segurança no celular e a atenção ao compartilhar dados pessoais também contribuem para uma navegação mais segura. Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a evitar que informações sensíveis sejam expostas e utilizadas de forma indevida.
    Como parte das ações educativas do Sistema CrediSIS, Rivaldo Golpp, personagem digital que compartilha dicas práticas de cibersegurança, apresenta exemplos de situações reais para orientar o público sobre como esses golpes acontecem. Com linguagem acessível, o conteúdo publicado nas redes sociais utiliza situações do cotidiano para facilitar a identificação de riscos e incentivar comportamentos mais seguros no ambiente digital.
    A publicação simula o recebimento de uma mensagem com promessa de brinde no Mês das Mulheres e mostra, passo a passo, como o preenchimento de dados em páginas falsas pode ser utilizado posteriormente em tentativas de fraude, além de apresentar orientações diretas para evitar esse tipo de situação. A proposta é transformar informação em prática, ajudando o público a reconhecer abordagens suspeitas antes que elas resultem em prejuízos.
  • Filhos fazem ensaio fotográfico de despedida com mãe antes dela morrer de câncer: ‘Queria eternizar aquele abraço’

    Filhos fazem ensaio fotográfico de despedida com mãe antes dela morrer de câncer: ‘Queria eternizar aquele abraço’

    Filhos fazem ensaio fotográfico de despedida com mãe antes dela morrer de câncer: ‘Queria eternizar aquele abraço’
    Filhos fazem ensaio fotográfico de despedida com mãe antes dela morrer de câncer
    A dor de perder alguém que se ama é avassaladora. Muitas vezes, as lembranças são o que restam para acalentar o coração. Foi pensando nisso que os filhos de Sônia Calegario decidiram fazer um ensaio fotográfico de despedida quando descobriram que ela morreria em pouco tempo em razão de um câncer agressivo.
    “Eu queria guardar aquele momento num potinho e reviver, reviver e reviver. Saber que a pessoa que você mais ama na sua vida vai morrer é triste, é imensurável a dor. Tem um vídeo e, quando eu vejo ela me abraçando, eu mato um pouquinho da saudade.”
    “É uma ferida que dói. Tem dias que eu olho pra foto e sorrio, outros choro. Tem dias que eu não quero acreditar. Minha mãe era minha amiga, ela era a melhor parte de mim aqui na Terra e eu sinto muita falta. É impossível não sentir. Naquele dia [das fotos], eu queria eternizar aquele abraço gostoso dela, eu queria que o tempo parasse.”
    As duas falas são das filhas, Débora e Marcela Calegario, respectivamente. A família é de Ji-Paraná (RO), mas as fotos foram tiradas a quase quatro mil quilômetros, em Maceió (AL), durante uma viagem planejada para que Sônia pudesse aproveitar ao máximo os últimos momentos em vida.
    Momentos do ensaio de Sônia e a família
    Priscila Calú
    Sônia descobriu o câncer em 2024 e enfrentou a doença por cerca de um ano, até que os exames apontaram que ela havia se espalhado por várias partes do corpo.
    “Quando a gente descobriu a metástase, a minha irmã falou: ‘Marcela, vamos fazer uma viagem em família porque pode ser a última viagem. Então a gente precisa aproveitar ao máximo e fazer tudo que ela gosta’. E ela gosta do mar, de ouvir o barulho do mar, das ondas. Nós fomos fazer a viagem, fazer um ensaio fotográfico para poder eternizar e aproveitar ao máximo aquele momento, porque a gente sabia que seriam os últimos”.
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    A fala acima é de Marcela, que estava grávida do segundo filho quando descobriu sobre o estado paliativo da mãe. Por esse motivo, ela decidiu antecipar o chá de bebê alguns meses e compartilhar aquele momento com Sônia.
    No dia seguinte à comemoração, Sônia pediu para ser levada ao hospital, onde morreu cerca de 10 dias depois, em novembro de 2025.
    Os relatos da família deixam claro que Sônia decidiu como levar a própria vida e também a partida, aproveitando até o fim. Ela se despediu de todas as pessoas importantes e destacou o quanto as amava. E recebeu todo o amor em troca.
    Os registros fotográficos comoveram a internet meses depois da morte de Sônia, quando foram divulgados pela família e pelos fotógrafos Priscila Letícia Calú e Pollyanderson Calú. Priscila relata que essa foi, sem dúvidas, uma das experiências mais marcantes de sua carreira.
    Sem saber que era um ensaio de despedida, Priscila preparou a câmera e foi se emocionando com cada cena que captava. Os filhos chegavam um a um e contavam para a mãe o quanto a amavam, assim como o marido. Em meio a lágrimas e abraços, sozinhos ou em grupo, as fotos foram nascendo.
    “Fotografar essa família, pra mim, foi muito mais do que um trabalho. Foi diferente de tudo que eu já vivi na fotografia. Foi um aprendizado. Eu entendi que o mais importante é viver o hoje, o agora, porque o passado já foi e o futuro a gente ainda não tem. O que existe é esse momento. E essas fotos são isso: um pedaço do agora que vai ficar pra sempre, guardado na memória e na história da família, para que as próximas gerações também saibam quem ela foi e o amor que existia ali”, comenta Priscila.
    Veja algumas fotos do ensaio da família:
    Sônia e família
    Priscila Calú
    Ensaio de Sônia
    Priscila Calú
    Sônia Calegario
    Priscila Calú
    Ensaio de Sônia Calegario
    Priscila Calú
    Ensaio de Sônia Calegario
    Priscila Calú
  • Pesquisadores testam pó de rocha como fertilizante sustentável em Rondônia

    Pesquisadores testam pó de rocha como fertilizante sustentável em Rondônia

    Pesquisadores testam pó de rocha como fertilizante sustentável em Rondônia
    Pesquisadores da Unir testam pó de rocha como fertilizante
    Unir
    Um resíduo que hoje não tem valor comercial pode se transformar em aliado da pecuária. Pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia (Unir), no campus de Presidente Médici (RO), estão estudando o uso do pó de rocha, material gerado no beneficiamento da brita, como fertilizante de baixo custo para pastagens.
    Coordenado pela professora Elaine Delarmelinda, do curso de Zootecnia, o projeto busca alternativas mais acessíveis e sustentáveis para produtores rurais.
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    De acordo com os pesquisadores, o pó de rocha é rico em minerais como o potássio e pode substituir parte dos fertilizantes comerciais, que são caros e dependem de importação.
    O estudo avança em etapas. Na primeira fase, os testes foram feitos em estufa, com plantas forrageiras cultivadas em vasos. Os resultados mostraram que o desenvolvimento das plantas foi igual ou até superior caso tivessem sido usados os fertilizantes convencionais.
    Veja vídeos em alta no g1:
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Segundo a Unir, atualmente a equipe de pesquisadores estuda começar os experimentos no campo, para testar o experimento em condições reais de cultivo e avaliar as como as espécies de pastagens comuns na região se comportam com o pó de rocha.
    A pesquisa inicial mostra que o material pode ser aplicado de duas formas: incorporado ao solo na implantação da pastagem ou distribuído a lanço, como adubação de manutenção. Para medir os efeitos, os pesquisadores analisam altura das plantas, número de perfilhos e produtividade por hectare.
    Além de reduzir custos e dar destino produtivo a um resíduo mineral, o projeto já fortaleceu a formação acadêmica na Unir, resultando em monografias e uma dissertação premiada como a melhor do Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas Amazônicos em 2025.
    Segundo a coordenadora Elaine, se os resultados forem confirmados em campo, o uso do pó de rocha pode gerar impacto direto na agropecuária de Rondônia, incentivando práticas sustentáveis e valorizando recursos disponíveis na própria região.
    Plantas usadas na pesquisa
    Unir
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  • Mais de 1 tonelada de skunk é encontrado dentro de veículo de carga em MT

    Mais de 1 tonelada de skunk é encontrado dentro de veículo de carga em MT

    Mais de 1 tonelada de skunk é encontrado dentro de veículo de carga em MT
    Mais de 1 tonelada de skunk é encontrado dentro de veículo de carga em MT
    Mais de uma tonelada de skunk foi apreendida neste sábado (28) durante uma fiscalização na BR-364, em Alto Araguaia, a 418 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a droga era transportada em uma combinação de veículos de carga que saiu de Rondônia (RO) com destino à região Sudeste do país.
    Durante a abordagem, o motorista afirmou que o veículo estava vazio, mas apresentou contradições ao ser questionado.
    Diante da suspeita, os policiais fizeram uma vistoria nos semirreboques e encontraram diversos caixotes. Ao abrirem o material, confirmaram a presença da droga. Nos vídeos divulgados é possível ver o material estocado dentro das caixas (veja vídeo acima).
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    O motorista foi preso e encaminhado, junto com o veículo e a carga, à Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
    A ação foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em conjunto com a Polícia Militar de Mato Grosso (PM-MT).
    Ao abrirem o material, confirmaram a presença da droga.
    PRF e PM-MT