Confesso… há dias em que a indignação não pede licença, ela simplesmente toma conta. Esta quinta (27) foi um deles.
O Supremo Tribunal Federal formou maioria, na prática, para barrar a prorrogação da CPMI do INSS, a comissão que investigava denúncias graves de descontos indevidos e fraudes contra aposentados e pensionistas.
A decisão reverteu o movimento inicial do ministro André Mendonça, que havia determinado a extensão dos trabalhos por mais 120 dias, diante da inércia do Congresso.
No centro do impasse está o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, que se recusou a dar andamento à prorrogação. Por isso, o argumento que prevaleceu na Corte foi juridicamente defensável: cabe ao Legislativo decidir sobre a continuidade de uma CPMI, não ao Judiciário.
Mas o problema aqui não é apenas jurídico; é institucional.
Enquanto se discute competência formal, a investigação se encerra sem respostas. E não se trata de qualquer apuração. São indícios de irregularidades que atingem diretamente uma das parcelas mais vulneráveis da população. O efeito político é inevitável, pois cresce a sensação de que, quando o tema é sensível, o sistema sabota.
No fim, quem perde é o cidadão comum, especialmente aposentados e pensionistas, que seguem sem respostas e sem a garantia de responsabilização.
E agora?
Se a decisão é política, a resposta precisa ser política. O Congresso precisa exercer a prerrogativa que o próprio STF lhe devolveu: reapresentar requerimentos, reconstruir maioria e retomar a investigação por outros instrumentos. À imprensa cabe insistir nas denúncias. À sociedade, recusar a normalização.
Porque não se trata apenas de manter uma comissão funcionando. O que está por trás disso é muito mais sério: é a verdadeira disposição das instituições de ir até o fim nas investigações.
A história de José e a esposa de Potifar, relatada em Gênesis 39, destaca a integridade dele contra o assédio da mulher de seu senhor no Egito. A Bíblia nos mostra, que a mulher tentou seduzir o funcionário de seu marido repetidamente, contudo, por lealdade tanto a Potifar como a Deus, José a recusou.
Isto posto, as Escrituras afirmam que mulher o acusou falsamente de tentativa de estupro, resultando na prisão do filho de Jacó.
Ora, ao lermos esse episódio bíblico é inevitável não pensarmos nos dias atuais e na denominada lei da misoginia.
Segundo a lei em questão, se uma mulher afirmar que foi assediada ou mesmo vítima de palavras desrespeitosas por parte de um homem, este poderá ser levado às barras da justiça e por conseguinte a prisão, visto que o Projeto de Lei (PL) 896/2023, equipara o que chamam de misoginia ao crime de racismo.
Segundo o projeto de lei, a misoginia se caracteriza como a manifestação de aversão ou ódio contra mulheres, baseada na crença de supremacia do gênero masculino.
Como já escrevi anteriormente nesta coluna, se o projeto de lei for aprovado, promoverá a divisão e ódio entre homens e mulheres colocando a palavra da mulher acima de qualquer suspeita.
José foi acusado injustamente e preso, sem direito a defesa ou mesmo a expor o contraditório, mostrando com isso que injustiças podem ser cometidas e feitas quando fundamentada na palavra de uma pessoa perversa, caluniadora e disposta a destruir alguém por um capricho não atendido.
Hoje, não vivemos no Egito e muito menos na Antiguidade, mas parece que a lei, se aprovada, poderá levar muitos “Josés” para a cadeia.
O combate à violência contra a mulher, diante de um cenário de aumento alarmante de feminicídios no país, é uma pauta absolutamente legítima, urgente e necessária. O enfrentamento à brutalidade é um dever de todos!
No entanto, instrumentalizar essa pauta sagrada para impor uma agenda de censura e controle social é uma covardia com as verdadeiras vítimas, que carecem de segurança, e não de patrulhamento ideológico.
É neste sentido que o Brasil caminha a passos largos para a institucionalização do “crime de opinião”. A recente aprovação no Senado do PL 896/2023, que equipara a misoginia ao racismo, é o mais novo cavalo de Troia do ativismo legislativo.
Sob a nobre bandeira da proteção à mulher, esconde-se um mecanismo de perseguição política e religiosa que ameaça converter discordâncias doutrinárias em crimes imprescritíveis.
O primeiro e mais grave problema desse projeto é a sua gritante insegurança jurídica. Ao utilizar termos subjetivos e elásticos como “aversão” ou “ódio” sem uma definição técnica objetiva, o legislador entrega um “cheque em branco” para que ativistas, políticos, delegados, promotores e juízes atuem como patrulheiros do pensamento.
Diferentemente da injúria comum, a equiparação à Lei do Racismo (Lei 7.716/89) torna a conduta inafiançável e imprescritível. Estaríamos, então, diante de uma ferramenta de “morte civil”: um influenciador, um opositor político, um jornalista ou um líder religioso poderá ser perseguido por décadas devido a uma fala interpretada subjetivamente como misógina por quem detém o poder de turno. É o triunfo do subjetivismo sobre o Princípio da Taxatividade Penal.
Ademais, causa repulsa observar a incoerência dos defensores desta lei. Afinal, são os mesmos grupos que se omitem sistematicamente quando o tema é o endurecimento de penas para criminosos reais.
Onde está o entusiasmo dessa bancada para aprovar a castração química para pedófilos ou o fim das saídas temporárias para estupradores?
Caro leitor, o que o Brasil realmente precisa não é de inflação legislativa ou novos termos jurídicos vagos, mas do endurecimento de penas para a violência real (física e psicológica) contra as mulheres. O que se impõe é a aplicação correta, eficaz e rigorosa da Lei Maria da Penha e da Lei do Feminicídio, além da proteção efetiva à honra por meio dos tipos penais já existentes.
Como bem alertou o pastor Renato Vargens, em artigo escrito para o Pleno.News, o risco para as igrejas e religiões em geral é sistêmico.
No Senado, a base governista rejeitou explicitamente emendas que garantiam salvaguardas à liberdade religiosa. Essa omissão deliberada é um recado claro ao púlpito!
Ora, a cosmovisão cristã possui entendimentos milenares sobre a estrutura familiar e a complementaridade dos sexos. Ao criminalizar subjetivamente a “crença na supremacia masculina”, o Estado abre brecha para que pregações sobre a liderança espiritual do homem no lar (pilar do modelo bíblico de família) sejam classificadas como crime.
Ademais, o Estado não pode ignorar a autonomia interna corporis das instituições religiosas. A Constituição Federal, bem como o Artigo 44, § 1º, inciso IV do Código Civil, garantem que as organizações religiosas são livres para criar sua estruturação e funcionamento.
Assim, é fundamental destacar que, no pluralismo religioso brasileiro, algumas denominações admitem a ordenação pastoral feminina, enquanto outras, por convicção teológica e estatutária, não o fazem.
Seja qual for a escolha doutrinária, essa autonomia deve ser respeitada. Interferir nisso é violar a liberdade de religião e de consciência, direitos fundamentais e inalienáveis que não podem ser atropelados por ideologias de ocasião.
O PL 896/2023 não trata de segurança pública efetiva, mas sim de controle social. É uma tentativa de blindar a agenda woke e o feminismo radical de qualquer crítica, sob a ameaça do cárcere.
A tentativa de criminalizar discursos rotulados genericamente como “machistas” ou o fenômeno das “redpills” abre um precedente perigoso para a instauração de uma verdadeira censura prévia no Brasil.
O resultado prático dessa subjetividade será um nefasto chilling effect, ou seja, um efeito inibidor, que asfixia a liberdade de expressão de cidadãos e instituições que preservam uma visão conservadora e cristã sobre o matrimônio e a organização familiar. Assim, sob o medo da punição, a autocensura se tornará a regra, esvaziando o debate público de qualquer perspectiva divergente da cartilha dominante.
Portanto, se a Câmara dos Deputados não barrar essa investida, o Brasil consolidará um sistema onde o dissenso é tratado como ofensa e a convicção religiosa pode ser considerada crime.
Não podemos permitir que o Estado se torne o árbitro das consciências. A verdadeira democracia exige, acima de tudo, o direito de divergir. A proteção efetiva à mulher exige rigor contra o agressor real, e não uma inquisição ideológica contra quem quer que seja!
Família (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/Welma Alves Santos
Nos últimos anos, o debate sobre o comportamento das novas gerações tem se intensificado. Frases como “essa geração está perdida” tornaram-se comuns em rodas familiares, igrejas e ambientes educacionais. No entanto, especialistas apontam que o verdadeiro problema não está nas gerações em si, mas na crescente desconexão emocional entre pais e filhos.
Um mundo em transformação acelerada
A sociedade contemporânea vive um dos períodos de mudança mais rápidos da história. A tecnologia avança em ritmo exponencial, os valores culturais se transformam e os modelos familiares passam por profundas alterações. Nesse cenário, diferentes gerações convivem simultaneamente, mas com referenciais completamente distintos.
Enquanto gerações mais antigas foram formadas em contextos de disciplina, estabilidade e autoridade, as novas gerações crescem em um ambiente digital, dinâmico e altamente emocional.
O que diz a ciência
A psicologia e a neurociência ajudam a compreender parte desse conflito. Estudos mostram que o cérebro humano, especialmente o córtex pré-frontal — responsável pelo controle emocional, tomada de decisões e planejamento — só atinge amaturidade completa por volta dos 24 a 25 anos.
Isso significa que adolescentes e jovens:
— Sentem antes de pensar;
— Reagem com mais intensidade emocional;
— Têm maior dificuldade de lidar com frustração.
Diante disso, especialistas alertam:
— Disciplina sem vínculo gera revolta;
— Vínculo sem direção gera descontrole.
A dor silenciosa da nova geração
Apesar de estarem hiperconectados, muitos jovens enfrentam uma realidade marcada por solidão emocional. O uso excessivo de telas, a ausência de diálogo profundo e a rotina acelerada contribuem para quadros crescentes de ansiedade, depressão e confusão de identidade.
Diferentemente das gerações anteriores, os jovens de hoje não buscam apenas regras — eles buscam significado.
Perguntas como: “Quem eu sou?”; “Qual é o meu propósito?”; “O que Deus quer de mim?”; tornam-se centrais. E quando a família não oferece respostas, o mundo oferece — nem sempre de forma saudável.
Erros comuns na relação entre pais e filhos
Entre os principais equívocos identificados por especialistas estão:
— Corrigir comportamento sem ouvir emoções;
— Usar autoridade sem relacionamento;
— Confundir presença física com presença emocional;
— Reagir impulsivamente, em vez de orientar.
Essas atitudes ampliam o distanciamento e dificultam a construção de vínculos sólidos.
Onde as gerações realmente se encontram
Apesar das diferenças culturais e tecnológicas, existe um ponto comum entre todas as gerações: o coração humano.
Independentemente da época, todos precisam:
— Ser amados;
— Ser ouvidos;
— Ser valorizados;
— Sentir-se pertencente. Ou ter senso de pertencimento.
O desafio, portanto, não é eliminar as diferenças, mas aprender a construir pontes emocionais.
Pois, “as gerações não se encontram na cultura… se encontram no coração.”
Caminhos para a reconexão
A reconstrução dos vínculos familiares exige intencionalidade.
Algumas práticas simples podem gerar grande impacto:
— Priorizar momentos de conversa sem distrações;
— Ouvir antes de corrigir;
— Ensinar valores com diálogo, não imposição;
— Ser exemplo emocional dentro de casa.
Mais do que discursos, os filhos aprendem observando atitudes.
Um chamado à transformação
A restauração das gerações começa dentro da família. Não exige perfeição, mas presença, humildade e disposição para aprender.
“Quando o coração dos pais se volta aos filhos… uma geração inteira pode ser transformada.”
Famílias saudáveis não apenas resolvem conflitos — elas formam indivíduos emocionalmente estruturados, capazes de impactar positivamente a sociedade.
Conclusão
O conflito entre gerações não é um sinal de fracasso, mas um reflexo de mudanças profundas no mundo. Com compreensão, intencionalidade e conexão emocional, é possível transformar esse desafio em uma oportunidade de crescimento e restauração.
Vou iniciar com o velho jargão: “Quem avisa, amigo é”. Digo isso porque, em 2011, ou seja, há mais de uma década, eu já alertava sobre o movimento LGBTQIA+, que tem, no mínimo, 198 projetos de lei só para beneficiar essa comunidade citada. Entre eles, o que cria, nas universidades, cotas para alunos homossexuais; outro que retira a palavra pai e mãe de todos os documentos de identidade.
Naquela época, fui chamado de intolerante, de deputado medieval; fui humilhado, fui incompreendido, cheguei a ser agredido na rua. Ainda assim, continuei com meu trabalho. Enfim, alertei sobre a tal “ditadura gay”.
Agora, todos estão vendo o que sempre alertei: eles não querem direitos, querem privilégios.
Reitero: o problema são os ativistas, os que vivem disso, ganham dinheiro com isso, com ONGs poderosíssimas. O próprio apresentador Ratinho, que há 13 anos foi alertado por mim, hoje é processado por uma deputada trans, que não aceita ser chamada pelo que ela é.
Devemos usar do mesmo meio que eles, ou seja: denunciem, processem, acionemos a Justiça para que esses abusos tenham fim. Finalizo apenas com uma expressão que encerra tudo: “Eu avisei”.
Peço a Deus que nos dê equilíbrio para enfrentar esses alienígenas que teimam em obrigar a maioria a aceitar valores estranhos à nossa tradição cristã de valorizar a família tradicional, composta de pai, mãe e filhos, sem ideologia de gênero. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos.
Brasil agora é chamado de “brasa”, no uniforme da Seleção; é possível que haja ligação ao Exu Brasa
Recentemente um detalhe bastante estranho chamou atenção na nova camisa da Seleção Brasileira: a palavra “brasa” foi estampada no uniforme, substituindo discretamente o tradicional Brasil. Para alguns, isso parece apenas marketing, mas na internet a leitura foi outra.
O termo “brasa” poderia estar associado ao Exu Brasa, uma entidade oculta pertencente a Quimbanda e que aparece em “cantos” e rituais como um espírito que usa o fogo como seu principal instrumento.
Seria isso apenas uma coincidência ou estamos vendo algo sorrateiramente sendo introduzido na Seleção ?
Dentro de uma leitura mais espiritual, isso levanta um alerta ainda maior, pois, “brasa” remete à consumação, à transformação e à destruição – elementos frequentemente ligados a rituais e também a juízo na Bíblia. Não podemos afirmar que é algo oculto real, mas também não dá pra ignorar o padrão simbólico estranho que vem se repetindo na nova fase dos uniformes da Seleção.
Analisando todo o contexto atual com o “brasa”, o teaser do canarinho se transformando em um corvo e a suposta feição oculta na nova camisa, é fácil chegar à conclusão de que nada disso foi recebido pelo público como algo neutro ou inocente.
E, talvez, a pergunta mais importante não seja “o que todos esses símbolos significam?”, mas sim: por que isso está acontecendo agora?
Hoje, Mendonça passará por um teste de fogo. Ao prorrogar monocraticamente a CPMI do INSS e, em seguida, levar o caso ao plenário, para votação presencial nesta quinta-feira (26), o ministro coloca seus colegas e a si próprio em uma encruzilhada.
Se a maioria der a vitória a Mendonça, ele estará consolidado. Se, tenebrosamente, a maioria derrubar sua decisão, estará isolado. Não precisava ter submetido o caso ao referendo dos colegas, mas fez essa opção porque há algo mais em jogo.
O que se decidirá hoje é se ainda há espaço, dentro do Supremo, para a lei; se ainda resta alguma vergonha na cara de certa ala da Corte que transformou o STF em um cabaré onde se realizam negócios de baixo nível republicano.
A estratégia de Mendonça é testar se, sob os holofotes da mídia, haverá coragem para que se desfaça seu voto e se ridicularize o interesse público.
Se Mendonça ficar sozinho, ou em minoria, restará claro que, faça o que fizer, será descartado por uma ala podre da Corte, que terminará fazendo com ele o que já fez com Moro, ao desmantelar a Lava Jato.
Se, ao contrário, a exposição pública constranger essa ala, haverá sinal de que seu trabalho pode efetivamente produzir efeitos e de que ainda existe uma chance de recolocar o país nos trilhos.
Se a estratégia funcionar, o fato de ter levado a decisão ao colegiado dificultará, no futuro, a narrativa de que agiu sozinho ou instrumentalizou o direito. Ao distribuir a responsabilidade, ele se blinda.
Não será a primeira vez que recorre a esse expediente. Na prisão de Vorcaro, Mendonça adotou movimento semelhante: decidiu monocraticamente, mas submeteu o caso à 2ª Turma. O resultado foi uma vitória expressiva.
Mesmo ministros que, em condições normais, tenderiam a divergir, sentiram-se constrangidos a acompanhar o voto, não por convicção, mas pelo custo político da divergência. A exposição pública, somada à formalidade do procedimento, cria um ambiente em que divergir passa a ter um preço elevado. É razoável supor que Mendonça aposta na repetição desse efeito.
E, se não der certo? Nesse caso, será a confirmação de que o STF já não pode mais ser corrigido “por dentro” e de que ministros técnicos, comedidos e comprometidos com a legalidade não conseguem reequilibrar o tribunal.
Nesse cenário, a Corte exigirá reconfiguração estrutural, uma reforma profunda que este breve artigo não pretende delinear. Será fundamental que governantes e congressistas eleitos neste ano saibam se ministros técnicos são capazes de corrigir o STF ou se terminam sempre esmagados pela ambição de uma certa ala nefasta da Corte.
Homem e mulher juntos, em parceria (Imagem ilustrativa) Foto: Freepik
O Plenário do Senado aprovou projeto de lei que criminaliza a misoginia, que foi definida na proposta como “conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino” equiparando-a ao racismo.
Veja bem, claro que homens não são superiores as mulheres. Isso é ponto pacífico e inquestionável. A questão é: a lei, se aprovada, promoverá “divisão e ódio entre homens e mulheres” a ponto de uma fala considerada preconceituosa por uma mulher proporcionar perseguição ou mesmo cadeia a um homem que ousou contrariar o pensamento feminino.
Se não bastasse isso, pastores e igrejas, cuja teologia é complementarista poderão ser acusados de misoginia por discordarem, por exemplo, da ordenação pastoral feminina, ou mesmo defenderem o que a Bíblia diz sobre submissão.
Assim, se essa lei for aprovada, pastores, padres e igrejas de matizes diferentes, cuja percepção teológica sejam contrários ao presbiterado de mulheres poderão ser tratados como misóginos, podendo ocasionar processo e prisão.
Ademais a lei, se aprovada, colocará em risco à liberdade de expressão, promovendo com isso censura de opiniões.
Por fim, a lei supracitada promove e incentiva a “guerra de sexos”, tratando homens como potenciais opressores e mulheres como vítimas perenes, contrariando o conceito bíblico de família, complementaridade entre sexos e união social.
Nova camisa da Seleção Brasileira, com o logotipo Jumpman de Michael Jordan Foto: Divulgação/Jordan/Nike
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lançou em março de 2026 um novo uniforme em parceria com a Jordan Brand (Nike), sendo a Seleção Brasileira, a primeira a exibir o logotipo Jumpman de Michael Jordan.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Ter uma personalidade norte-americana no uniforme é um desrespeito ao Brasil, bem como ao futebol pentacampeão do mundo, além de jogadores como Pelé, Garrincha, Didi, Rivelino, Zico e outros.
Pois é, parece que a CBF segue firme na sina de desconstruir um símbolo nacional.
Ora, não precisa ser expert em assuntos esportivos para saber que a camisa da Seleção Brasileira é uma marca de patriotismo e amor ao país. No entanto, ao colocar a figura de um jogador de basquete no uniforme da Seleção, a CBF não somente desmerece, mas desqualifica o esporte mais popular de nosso país.
Infelizmente, depois da tentativa da camisa vermelha ou mesmo de introjetar o wokismo na Seleção Canarinho, a CBF segue firme em proporcionar a antipatia popular àquela que outrora fora razão de unanimidade nacional.
Apoiadores do Hezbollah em celebração no Líbano Foto: EFE/EPA/WAEL HAMZEH
Enquanto as atenções se concentram na renovada escalada militar entre Israel e Hezbollah, especialistas alertam que ataques aéreos ou mesmo uma invasão terrestre, por si sós, não serão capazes de desfazer permanentemente o grupo.
A experiência de conflitos anteriores demonstra que o Hezbollah opera como um ecossistema de poder, cuja resiliência depende de duas âncoras principais: o apoio do Irã e um sólido sistema financeiro e político enraizado no Líbano.
A eliminação duradoura da capacidade do grupo só poderá ocorrer mediante um de dois cenários.
O primeiro é uma mudança de regime no Irã. Enquanto a República Islâmica permanecer política e financeiramente resiliente, continuará a canalizar recursos — como o estimado bilhão de dólares injetado desde o cessar-fogo de novembro de 2024 — para que o Hezbollah reconstrua seu arsenal militar.
O segundo cenário seria o desmantelamento completo do sistema financeiro interno e do poder político do grupo no Líbano.
Até porque, o Hezbollah não é apenas uma força militar; ele controla uma rede de finanças paralelas (o sistema de dinheiro em espécie), influencia decisões do Estado libanês e mantém presença em posições-chave.
Sem o desmonte dessa infraestrutura civil e política, o grupo tem demonstrado, ao longo de décadas, uma capacidade recorrente de se regenerar após cada confronto.
Para os formuladores de política, a implicação é clara: uma solução sustentável exige ir além do campo de batalha. Ou o Líbano demonstra soberania ao confiscar armas ilegais e desmantelar o poder doméstico do Hezbollah —um passo que exigiria uma mudança radical na dinâmica política local —, ou a dependência do grupo a Teerã precisa ser rompida na fonte.
Em suma, sem uma dessas transformações estruturais, o ciclo de reconstrução e rearranjo militar tende a se perpetuar.